Show de Vizinha - Capitulo 14

Capitulo Quatorze
Não podia acreditar na loucura toda.
Onde já se viu querer que a Bella faça teste de drogas, minha mãe que devia usar o potinho.
Sentei no sofá ao lado de Bella onde meu pai e minha mãe já conversavam animadamente com ela, me esquecendo totalmente. Ainda não tava confiando nessa aceitação repentina de dona Esme.
Passei a mão pelos cabelos lembrando da cara dela ao pensar que a Bella tava grávida. E o pior ficou brava por que não tava preparada pra ser avó.
Que absurdo.
Vir com aquela historia de tricotar e biscoito, nunca fez pra mim. Eu sei que isso não vem ao caso, mais eu gosto de biscoito com gotas de chocolate.
– Edward. – a voz de meu pai me fez esquecer meus pensamentos sem noção e olhei pra ele.
– O que?
– Nos já vamos.
– Vou ficar. – falei olhando pra Bella que sorriu e eles assentiram.
– Até logo Bella, bem vinda a família. – falou meu pai alegre e piscou pra mim, rolei os olhos e olhei minha mãe que estava com aquele olhar de “mais tarde você não me escapa”. Eu sabia que não escaparia.
– Estou feliz por vocês. – minha mãe disse abraçando apertado Bella.
– Obrigada Esme. Estou feliz de fazer parte da família. – minha mãe sorriu com a mão no peito.
Fingida.
– Que bom querida. Vamos Carl, os pombinhos precisam conversar. – Bella os levou até a porta mais ainda vi um ultimo olhar da minha em minha direção e engoli em seco. Assim que Bella fechou a porta e se virou pra mim eu disparei.
– Vamos para o México.
– Edward, você é louco?
– Acredite em mim, ela ainda não caiu na realidade, ela vai me matar a noite, ou pior me colocar em uma clinica de reabilitação. – Bella riu e voltou sentando no meu colo.
– Completamente louco. – ela sussurrou e deitou a cabeça em meu ombro.
– Eu já tenho tudo planejado, - continuei falando enquanto sentia seus dedos na minha nuca brincando com meu cabelo. – Nos vamos pro México, eu deixo o cabelo e um bigode crescer e mudo meu nome pra Ramirez. – Bella parou de me tocar e me encarou com uma sobrancelha arqueada.
– Ramirez?
– Sim, nos temos até onde ficar. Ramirez disse que podemos ficar na pousada da tia dele.
– Quem é Ramirez?
– Ah é o taxista que me levou a boate. – Bella já estava rindo.
– E ele chama Ramirez.
– Sim, estranhamente sim. Foi bom conhecê-lo ele me deu uma dicas legais. – Bella olhou pra mim como se eu fosse louco e me deu um beijinho e voltou a deitar a cabeça em meu peito.
– O que mais o Ramirez disse. – sorri pra minha Bella e beijei seus cabelos e continuei a contar as maravilhas do México.
[...]
Entrei em casa feliz, Bella riu o tempo inteiro dos meus planos de fuga. Tadinha achava que eu tava brincando. Comecei a subir as escadas para meu quarto quando ouvi a voz de minha mãe.
– Edward. – parei no caminho e voltei, vi ela e meu pai sentados na sala. Ela não estava com uma expressão muito boa.
– Oi mãe, pai.
– Tudo bem filho?
– Sim. E vocês?
– Chega de conversa furada. Edward Anthony Cullen, nos precisamos conversar. – suspirei já imaginando isso e fui me sentar em um dos sofás de dois lugares.
– O que foi?
– O que foi? O que foi? Como o que foi?
– Sim o que foi? – ela se levantou e começou a andar de um lado para o outro.
– Meu bebê saindo com uma vadia.
– O que?
– Isso mesmo. Bella é dançarina de boate. Imagina o que ela faz lá. – meu sangue ferveu.
– Ela não faz nada, e pra sua informação ela nem trabalha mais lá.
– Uma desempregada. Vai viver as suas custas. – rolei os olhos.
– Mãe, para de viajar. Bella é uma mulher trabalhadora, e não vai se acomodar. Ela já queria sair da boate, e agora tem planos para o futuro. – minha mãe me olhou com uma sobrancelha arqueada.
– Que monte de papo furado. Eu quero que termine com ela.
– O que?
– Isso mesmo. Ela é muito velha pra você.
– Não nem pensar. Eu amo Bella. – ela me encarou em choque e sorriu.
– Oh que lindo. Seu primeiro amor. – tampei o rosto com as mãos, era muita loucura pra minha cabeça.
– Mãe, eu realmente amo Bella, e não quero me afastar dela, não me faça brigar com a senhora. – falei serio e meu pai finalmente se meteu na conversa.
– Esme. Edward já é um homem, não podemos tomar decisões por ele.
– Mais ele é meu bebê Carl, não pode sair se esfregando nas vizinhas vadias.
– Esme. – falei serio e ela se calou.
– Edward?
– Chega. Se chamar ela assim de novo eu vou embora de casa. – ela colocou a mão no peito em choque.
– Edward?
– É serio, eu amo Bella e não vou me separar dela.
– Eu não concordo com isso Edward Anthony Cullen. Ela é muito mais velha que você.
– Não e não. – falei cruzando os braços.
– Esme. Venha vamos conversar. – meu pai segurou o braço de minha mãe a puxando pra cozinha e bufei.
Onde já se viu, exigir que eu me separe de Bella. Fui para meu quarto e comecei a pegar algumas roupas, meus cadernos e coloquei tudo em uma mochila.
Não eu não iria fugir pro México ainda. Esperaria ter 18 que só faltava poucos mais de um mês.
Eu só iria para Bella e iria pra escola direto da casa dela. Pensei em descer mais eles me veriam pela cozinha. Encarei a arvore da minha janela e gemi internamente.
Eu era uma lastima as vezes.
Coloquei a mochila e sentei na beirada da janela. Agora eu precisava me lembrar em que galho pisei na ultima vez. Não queria cair como da ultima vez.
Um pouco temeroso saltei sobre a arvore que balançou e eu parei estático. Ok estou bem, pisei nos galhos e comecei a descer, sorri animado estava conseguindo. Ouvi um barulho de crack e desci rapidamente, ao chegar no chão nem acredite.
– Eu consegui. – sussurrei animado e comecei a dançar quando senti um baque na cabeça e estava caído com um galho em cima de mim.
Por que Deus? Por que?
Olhei pro céu fudido. O senhor não me ajuda nem um pouquinho poxa. Eu sou um bom filho, ajudo o mundo com banhos rápidos, e nunca peço nada. Ok eu pedi o carro mais o senhor não me ajudou com as notas. Então ta me devendo.
Desisti de falar com Deus, por que ele não me ouvia mesmo e me concentrei em minha missão. Chegar vivo a casa de Bella.
Afastei o galho e levantei passando a mão na cabeça e sentindo um galo. Meio zonzo comecei a andar em direção a casa dela.
Ouvi um barulho e me joguei no chão, meu peito doeu e me arrastei para longe da janela. Estava engatinhando quando ouvi um pigarro e olhei em volta, não vi ninguém e continuei engatinhando, quando ouvi o barulho de novo, e olhei para trás e vi meu pai me olhando da janela da cozinha.
– Oi pai. – sussurrei ainda no chão e ele arqueou uma sobrancelha. – A general me viu? – falei baixo e ele sorriu.
– Não soldado. A barra esta limpa. – assenti.
– Vou visitar a tenente Bella. – meu pai suspirou e riu, ouvimos barulho e ele começou a fechar a janela.
– Te dou cobertura soldado.
– Valeu comandante. – ouvi ele ainda rindo mais por precaução continuei me arrastando.
Quando já estava ao lado da casa de Bella me levantei e encostei na parede. Olhei para os lados ansioso e nada. Comecei a andar ainda encostado e ao chegar na porta lembrei que não havia trazido a chave.
Merda!
Dei uma batida de código secreto e ouvi passos. Não demorou muito Bella abriu usando só uma camisa e sorri. Ela olhou para minhas roupas, que estavam cheias de mato e estava com a cara suja, e meu cabelo devia estar pior.
Mais ela simplesmente sorriu e me puxou para dentro e fechou a porta e segurando minha mão me puxou para cima. A segui em silencio quando ela me levou para o quarto. Abri a boca pra falar enquanto tirava minha mochila, mais ela me refreou.
– Não quero saber. – assenti e ela segurou minha mão e me levou para o banheiro e começou a tirar minhas roupas. Empurrou a camisa pelos meus braços, e acariciou meu peito, suas mãos deslizaram pelo meu abdômen descendo para minha calça, ela a empurrou para baixo junto com a minha cueca e acariciou meu pau.
Gemi de olhos fechados e senti a boca dela em meu pescoço, sua mão ainda me acariciando, e seus lábios descendo por meu corpo, chupou meu peito e lambendo minha pele ficou de joelhos e me chupou.
– Bella... – gemi passando a mão em seu cabelo, enquanto suas mãos e línguas brincavam com meu pau pulsante e inchado.
Sua língua rodeou a cabecinha e em seguida sugou, movi meus quadris de encontro a sua boca, sentindo ela me devorar.
Meu corpo tremia quando sua boca deixou meu pau e chupou minhas bolas, gemi alto e ela voltou a me chupar sentindo meu gozo derramar em sua boca, minhas pernas estavam bambas e ela levantou e beijou o canto da minha boca e ligou a banheira.
Fiquei a olhando enquanto a banheira enchia, ela tirou a camisa, revelando seu corpo nu, e veio até mim, segurei sua cintura, minhas mãos subindo pela lateral do seu corpo, toquei os seios, vendo os mamilos duros pelo desejo, abaixei a cabeça e chupei seu mamilo.
Ela gemeu e agarrou meus braços, comecei a beijar seus seios, alternadamente, minhas mãos descendo por seu corpo, toquei seu centro e sua umidade escorria por suas pernas. Meu pau já estava ficando duro novamente e ela gemeu quando roçou entre suas coxas.
Ouvimos o barulho de água caindo e nos separamos, ela desligou rapidamente a banheira e colocou os sais de banho dela, e segurou minha mão e entramos juntos.
Me sentei e ela veio rapidamente para meu colo, já segurando meu pau e encaixando em seu interior. Deslizei em seu núcleo sentindo meu membro ser esmagado e ela gozando rapidamente.
Seu peito arfante, beijei sua boca e agarrei sua bunda a fazendo subir e descer por meu pau, ela arfou e agarrou meus ombros e rebolou sobre mim, gemi alto sentindo meu pau pulsar mais me segurei, queria dar prazer ela.
Levei a mão para seu clitóris e o pressionei, ela rebolou mais rápido em meu colo, enquanto subia e descia sobre mim. Nossas bocas se tocando em beijos famintos, nossos corpos ardendo de prazer.
Sua boceta mastigou meu pau com força enquanto seu corpo tremia contra o meu, senti meu gozo vir forte e me derramei dentro dela.
Ficamos abraçados ofegantes, esperando nossos corpos se acalmarem.
Bella levantou e se enrolou em uma toalha e pegou uma pra mim, enrolei na cintura e fomos para o quarto. Ela tirou a toalha e deitou cama e a imitei. Assim que nos deitamos em silencio ela tocou meu rosto e sorri.
– Eu te amo, gatinho. – sorri de olhos fechados sentindo a mão dela em minha bochecha e virei o rosto beijando sua mão.
– Também te amo. – ouvi ela suspirar e abri os olhos vendo ela sorrindo docemente.
Abracei seu corpo e beijei seus lábios. Eu realmente a amava, ainda não entendia o que ela via em mim. Mais nesse momento não me importava. Eu iria enfrentar quem fosse pra ficar com ela.
Nos separamos ofegantes, sem deixar de nos olharmos, as mãos dela passeando por meu rosto.
– Eu briguei com minha mãe. – falei de repente e ela suspirou.
– Eu sabia que isso ia acontecer.
– Sabia? – ela me olhou seria.
– Eu sou uma dançarina de boate.
– Ex. – falei rapidamente e ela riu.
– Isso não importa Edward. Estava mesmo estranhando aquela aceitação toda de Esme.
– Minha mãe é doida. – falei suspirando e vi tristeza nos olhos dela. – O que?
– Isso é uma despedida?
– Não. Nunca. – ela sorriu e me beijou rapidamente.
– A idéia de fugir pro México ta de pé. – eu ri e a abracei contra meu corpo.
– Claro. Serei o Ramirez e você a Raimunda. – ela fez uma careta.
– Não tinha um nome mais bonitinho não? – rolei os olhos.
– Ok, você pode escolher outro. Mulheres! – resmunguei e ela riu e deitou a cabeça em meu peito.
– O que vamos fazer, gatinho? – beijei seus cabelos e a abracei apertado.
– Vamos ficar juntos. Quando eu fizer 18 a gente resolve. – ela levantou o rosto e me deu um beijo rápido.
– Meu gatinho.
– Minha Bella.
Voltei a beijá-la dessa vez com mais desejo, e sentindo que tudo ficaria mais fácil. Pois agora nos amávamos. O que poderia dar errado.
Exceto o fato da minha mãe ser louca.
Mais isso da pra ir levando.
Continua

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