Show de Vizinha-Capitulo 9


Capitulo Nove


PQP!


O que eu iria fazer?


Eu sou pai?


Ou poderia estar a caminho de ser?


Bella pode estar esperando um filho meu nesse exato momento.

Senti o ar faltar e comecei a ter um ataque de pânico, me apóie na janela.


Eu não estava conseguindo respirar. Puxei o ar com força e soltei de vagar, se controle Edward. Nada de entrar em pânico, pelo menos não antes de eu falar com Bella.


Mordi o lábio nervosamente e olhei de relance para a casa dela. Eu precisava falar com ela sobre nosso filho.


E pobre dessa criança, ia nascer em uma família louca como a minha. Sem contar como eu posso ser pai? Sou muito novo, o que vou ensinar pro moleque? E se for menina?


A minha cabeça parecia que ia explodir, eram milhões de coisas rondando por minha mente. Comecei a andar de um lado para o outro.


Eu realmente tinha que falar com ela, mais nos ainda não havíamos trocado celular. Eu poderia ir até sua casa, mais não dava para sair sem que meus pais me vissem.


Voltei a olhar pela janela e vi a arvore ao lado, Bella a pulou certa vez e não deveria ser tão difícil. Não é?


Caminhei até a janela, e a casa de Bella estava toda escura. Será que ela já estava dormindo? Bem ela teria que acordar, afinal íamos discutir o futuro do nosso filho.




Já ia me preparar para pular, mais olhei minhas pernas e fiz uma careta, eu ainda estava de shorts, e nem pensar que ia escalar uma arvore de shorts, minhas pernas iam ficar toda ralada. Olhei pelo quarto e vi minha calça da outra noite, ela ainda tinha manchinhas verdes, mais nem liguei e coloquei assim mesmo.


Pronto, agora podia ir. Fui até a janela, e mordi o lábio pensando seriamente em como pularia até o galho mais próximo, sem contar que ele parecia meio fraquinho e com a minha sorte não duvidava nada que ele se partiria.


Sentei na beirada da janela, e dei uma rápida olhada para a rua, estava vazia, me preparei para saltar. Pulei me agarrando a um galho, estava inteiro ainda. Um pouco cauteloso, tentei descer mais um pouco, e ouvi um crack, arregalei os olhos e em desespero tentei descer mais rápido, mais por estar escuro, pisei em falso e meu corpo caiu com um baque no chão duro.


– AI... – gemi me contorcendo e fiquei agachado, ninguém apareceu, ótimo, eu cai e não dei gritinho de mulher.


Já com a dor esquecida, ainda agachado, me rastejei até a casa de Bella, eu não podia bater na porta, meus pais podiam ouvir. Ok, estava sendo totalmente paranóico, mais era melhor prevenir.


Parei em frente à lateral da casa de Bella, fiquei em pé encostado na parede e olhei para os lados da rua, que ainda estava vazia.


Em frente à janela do quarto de Bella tinha uma treliça de madeira, acho que agüentava meu peso, esfreguei as mãos na calça e suspirei me preparando para subir, até agora estava fácil. Devagar comecei a subir e o negocio balançou, fiquei em pânico e tentei subir mais rápido, e ouvi um barulho estranho, mais não dei atenção e continuei a subir, quando estava quase lá em cima, ouvi o barulho de novo e estava quase na janela, quando a janela de repente abriu e Bella apareceu, só senti uma pancada na cabeça e cai com tudo no chão.


– Ouch... – gemi, não sabendo o que doía mais, a cabeça ou as costas.


Estava gemendo no chão, quando vejo os pés de alguém, e logo a mão dela em meu rosto.


– Deus... Edward, me perdoe, achei que era um ladrão.


– Tudo... Bem... – gemi apertando minhas costas e ela mordeu o lábio e me ajudou a levantar.


– Desculpa gatinho. – assenti ainda dolorido e caminhamos juntos para sua casa, ainda dei uma olhada para a rua, e não tinha ninguém, suspirando aliviado, entrei com Bella em sua casa.


– Com o que me bateu? – perguntei quando ela me ajudou a sentar no sofá.


– Uma frigideira. – fiz uma careta e toquei o topo da cabeça.


– Vai nascer um galo. – ela fez uma carinha de culpada e sorri a puxando para mim, ela caiu no meu colo, tremi um pouco por causa das costas, mais quando ela fez menção de se levantar a abracei apertado.


– Eu vou ficar bem.


– O que deu em você?


– Eu precisava falar com você.


– E por que não usou a chave?


– Que chave?


– A que te dei quando saiu daqui. – pensei por um momento, lembrando somente de quando Bella me apalpou e ri, ela devia ter colocado a chave no meu bolso.


– Do que está rindo?


– Da minha idiotice. – ela arqueou uma sobrancelha e suspirei. – Deixa pra lá. Nós precisamos conversar.


– Ok. O que houve?


– Bem... Er... Hmmm... – eu não sabia como começar e Bella esperava ansiosa, corei violentamente enquanto despejava as palavras. – Você está grávida?


– O que?


– Bem, é que a gente nunca usou proteção. – ela me encarou ainda em silencio e suspirei. – Se estiver tudo bem, a gente casa, e eu arrumo um emprego em alguma lanchonete, vai ver eu vou cuidar de você e do bebê... – Bella começou a rir e bufei.


Tudo bem que eu não passava de um adolescente, mais não precisava rir. Já comecei a me levantar, mais ela me abraçou e começou a beijar todo o meu rosto.


– Bella, Bella... – tentei pará-la, mais ela só sorria. Quando finalmente falou, eu estava mais confuso que normalmente.


– Você é tão doce, gatinho.


– Por quê? – ela sorriu mais.


– Por que a maioria dos adolescentes fugiria ao saber que a namorada está grávida.


– Oh, bem... – eu cocei a nuca e fiz uma careta quando meus dedos roçaram onde eu tinha levado à pancada, Bella suspirou e me deu um beijo rápido e saiu do meu colo.


– Venha, vamos por gelo nisso ai, depois conversar. – assenti e segurei sua mão e fomos juntos para a cozinha.


Bella foi até a geladeira pegando uma bandeja com gelo, e pegou um pano de prato e colocou alguns cubos e trouxe para mim colocando na minha cabeça, gemi baixinho e a carinha dela de culpada voltou, sorri e beijei sua testa.


– Não se preocupe Bella, eu que fui idiota. – ela sorriu.


– Você deve ter ficado muito apavorado para escalar minha janela. – dei de ombros.


– Isso por que você não viu o tombo da arvore. – ela arregalou os olhos.


– Edward! – rolei os olhos e eu mesmo segurei o pano em minha cabeça.


– Podemos conversar.


– Claro. – ela puxou uma cadeira, da pequena mesa da cozinha e sentou, lhe acompanhei, e a encarei.


– E então? Está, er grávida? – ela sorriu e segurou minha mão que estava sobre a mesa.


– Edward, eu sou uma mulher adulta, eu nunca teria relações com você sem estar protegida. Sei que fui um pouco afoita te agarrando, mais como você disse que era virgem, e eu tomo pílula, não me preocupei com doenças. – assenti mais aliviado.


– Então nada de ser papai. – ela riu.


– Está seguro, gatinho.


– Nossa, eu entrei em pânico. – ela riu mais e veio para meu colo.


– Eu sinto. Mais já que nunca tocou no assunto, imaginei que soubesse. – corei um pouco.


– Bem, quando estou com você eu não penso muito. – ela sorriu e beijou meu rosto, em seguida minha boca, sua língua infiltrou em minha boca, e gemi agarrando sua cintura, suas mãos entraram pela minha camisa e quase gritei de dor.


– Ouch... – ela parou imediatamente. E saiu do meu colo.


– Tire a camisa Edward.


– Ta apressada hoje. – ela rolou os olhos.


– Deixa de ser bobo, quero ver suas costas. – com um pouco de dificuldade tirei a camisa e Bella ofegou.


– Você está todo roxo.


– Também, eu cai duas vezes. – resmunguei e ela suspirou pegando minha mão.


– Venha, vou te dar um banho.


– Mesmo?


– Nada de se animar. É pra suas costas.


– Oh. – ela riu e me deixou em sua cama e foi para o banheiro, encher a banheira pequena que tinha lá.


Ela voltou alguns minutos depois e me ajudou a ficar de pé, se abaixou tirando minhas calças, e a cueca e fiquei nu a sua frente, a vi suspirar e voltar a ficar de pé. Segurando minha mão me puxou para o banheiro e me apontou a banheira cheia de espumas.


– Bella, banho de espumas é coisa de mulherzinha. – ela riu.


– Não seja bobo. Vai fazer bem pra suas costas. – ainda olhei meio torto para a banheira e ela suspirou.


– Se eu te fazer companhia você vai mudar de idéia?


– Com certeza. – ela sorriu e tirou as roupas e fiquei babando seu corpo nu. – ela sorriu e me fez entrar na banheira e depois sentou em meu colo.


Realmente a água fez super bem as minhas costas. Não sabia o que tinha na espuma, mais melhorou muito minhas dores.


– O que tem aqui?


– Alguns óleos que eu uso, sabe ser dançarina às vezes é dolorido.


– Hummm. – apoiei meu queixo em seu ombro e sem me dar conta comecei a passar as mãos por suas pernas, subindo e descendo, por suas coxas, rocei os polegares no interior de sua coxa, e senti Bella apertar minhas pernas com força e gemer baixo.


Sorri percebendo que acabei a provocando e continuei com as caricias, minhas mãos subindo cada vez mais, e passei o polegar em suas dobras, a senti tremer.


– Edward... – beijei seu pescoço, e deslizei um dedo em seu interior, enquanto meu polegar pressionava seu clitóris.


– Mais um... Por favor... – ela suspirou e ri baixinho colocando outro, meus dedos deslizavam por suas dobras, e meu pau estava super duro em sua bunda.


– Ta gostando? – mordisquei sua orelha e coloquei mais um dedo.


– Oh... Deus... Sim... – ri e chupei seu pescoço, enquanto deslizava meus dedos dentro dela, sem nunca deixar de brincar com seu clitóris.


Suas paredes apertaram meus dedos com força e aumentei as investidas, ela gemeu e jogou a cabeça para trás, beijei sua boca sentindo seu centro sugar meus dedos com força. Ela tremeu contra meu corpo e tirei os dedos, e levantei seu corpo e a penetrei.


– Oh... Edward.... – ela gritou e gemi quando ficamos encaixados.


– PQP! – ela riu e segurou nas beiradas da banheira e começou a subir e descer sobre mim.


Meu pau pulsava, conforme seu núcleo mastigava meu membro, e sentia seu gozo cada vez mais próximo, agarrei seus seios, beliscando os mamilos, enquanto minha boca estava em seu ombro e pescoço, alternando entre lambidas e chupadas.


Bella gemia alto, enquanto continuava subindo e descendo por meu pau, cada vez mais inchado e pulsante. Gemi jogando a cabeça para trás, quando ela gemeu e seu sexo mordeu meu pau com força.


Meu gozo veio forte e rápido, e logo seguido pelo dela, que agarrou meus cabelos e ficou parada sobre mim. Abracei seu corpo e esperei minha respiração se normalizar.


Quando estávamos mais calmos, ela saiu de cima de mim, e se afastou um pouco, mais não muito e deitou a cabeça em meu ombro.


– Você ainda acaba comigo, gatinho. – sorri e abracei seu corpo.


Ficamos na banheira até nossos dedos estarem enrugados e saímos enrolados em toalhas.


Bella me empurrou para sua cama e me mandou deitar de costas. Fiquei deitado e senti algo úmido em minhas costas.


– O que está fazendo?


– Vou te massagear, sabe para melhorar.


– Com seus óleos?


– Sim. – assenti e abaixei o rosto deixando o de lado e senti as mãos dela nas minhas costas, onde ainda estava dolorido, mais bem menos, do que antes.


As mãos macias dela passeavam por minhas costas, tão leve que parecia que nem me tocava, a dor foi aliviando consideravelmente, e até fechei os olhos.


Suas mãos subiam e desciam por minhas costas, e gemi baixinho, seus dedos mágicos subiram para meu pescoço e ela massageou e em seguida meus ombros, suas mãos voltaram a descer, e descer, pulei quando senti apertando minha bunda e abri os olhos imediatamente me virando para ela que tinha um sorriso travesso.


– Ops. – eu ri e fiquei de barriga pra cima.


– Sabe, meu peito dói um pouco. – seu sorriso aumentou, e logo suas mãos estavam em meu peito, ela subiu por cima de mim, ainda enrolada na toalha, e mordi o lábio a vendo descer as mãos e se concentrar em minha barriga.


Ela mordeu os lábios, enquanto suas mãos desciam mais, fechei os olhos quando ela envolveu meu pau, e começou a massagear.


– PQP! – ela riu e abaixou um pouco o corpo e beijou meu peito, abri os olhos e suspirei quando ela levantou e a toalha soltou revelando seu corpo perfeito.


Ela mordeu o lábio e sorri a segurando pela cintura, ela sorriu e levantou um pouco e encaixou em mim. Gememos juntos, e suas mãos espalmaram em meu peito, enquanto ela cavalgava em cima de mim.


Subi minhas mãos por seu corpo, dando leves apertões, ela gemeu baixo quando segurei seus seios, e a puxei para baixo e os chupei, um depois o outro, ela ainda subia e descia sobre mim, e meu pau pulsava loucamente, e seu sexo me apertava com cada vez mais de força.


Continuamos nos movendo juntos, e nosso orgasmo cada vez mais perto. Puxei seu rosto para perto e a beijei, enquanto subia o quadril de encontro ao dela, ela gemeu em minha boca enquanto explodia em seu orgasmo, e a segui derramando dentro dela.


Ela caiu sobre mim, e abracei seu corpo, passeando os dedos por suas costas, e seu cabelo úmido. Senti ela beijar meu peito e me olhar sorrindo.


– Vamos precisar de outro banho.


– Pode ser de banheira?


[...]


Depois de outro banho, e mais uma sessão de pegação na banheira, e mais aliviado, por saber que não seria pai tão jovem, eu me esgueirei para fora da casa de Bella.


Lógico, que dei uma de paranóico, e fui no meu estilo missão impossível, quando cheguei em frente minha casa e parei em frente a porta, lembrei que como pulei a janela estava sem chaves.


PQP!


Olhei para a janela do meu quarto e em seguida para a árvore. Gemi internamente.


Lá vou eu tentar dar uma de homem aranha. Tenho que admitir, depois que conheci Bella, minha vida ficou cheia de ação.


Continua

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