Show de Vizinha-Capitulo 12


Capitulo Doze




Forcei a vista e vi uma pequena luz e meu pai me encarar em choque. Me abaixei com tudo no chão tentando me esconder.

PQP! Será que ele me viu? Será que me reconheceu?

– Edward? – ouvi a voz dele gritar e gelei.

Eu tava lascado!

– Edward! – ele gritou de novo e andei me engatinhando para longe da janela.

Talvez ele não tivesse me visto. Sim ele não viu. Por favor que ele não tenha me visto. Ficou um silencio algum tempo e de repente ouvi meu celular tocando.

Entrei em desespero e sai pelo quarto engatinhando tentando achá-lo, achei minha calça no chão e peguei o celular no bolso e ele escorregava das minhas mãos e ele não parava de tocar.

PQP!




Quando finalmente consegui segurar firme nas mãos ele parou. Ainda em pânico fui ate a cama e balancei Bella a chamando baixinho.

– Bella, Bella...

– Hummm... o que? – ela sentou assustada e olhou em volta. – Edward...?

– Aqui. – sussurrei e ela continuou procurando. – Aqui em baixo. – ela virou para o som da minha voz.

– Edward... – falou alto e coloquei o dedo em meus lábios pedindo silencio. – O que? – ela sussurrou.

– Meu pai me viu. – ela me olhou como seu eu fosse louco, e de repente seus olhos se arregalaram.

– OMG!! E agora?

– Vai até a janela e vê se ele ainda ta lá. – ela assentiu e levantou da cama, olhei seu corpo e a puxei a fazendo cair sobre mim.

– Quer me matar.

– Veste uma roupa. – ela corou e ri.

– Ok. – ela pegou a minha camisa e foi cautelosa até a janela. Vi ela tampar a janela com seu corpo e fiquei observando.

– Oi Carlisle. – ela acenou, e gelei.

PQP! Ele ia me mata, ou pior contar para minha mãe.

Por favor Deus, eu nunca pedi nada. Ok eu já pedi, mais faz tempo que não peço nada, exceto mês passado. Mais eu queria muito o carro, e o senhor nem me ajudou a tirar nota boa em historia. Convenhamos ta me devendo.

Então alivia meu lado e não deixa meu pai contar para minha mãe. Eu não quero ir pra uma clinica de reabilitação, o senhor sabe que ela fará isso.

O senhor conhece a criatura. Afinal o que estava pensando quando a fez? Tinha usado drogas por acaso...

– Edward...? – senti Bella me balançando e levantei o rosto confuso.

– O que?

– Você estava rezando? – olhei para minhas mãos e vi que estavam juntas, e nem tinha percebido. Corei e me levantei.

– Bem... Er... – ela riu e foi para a cama, não sem antes tirar a camisa.

– Vem gatinho. Seu pai disse que não era nada. – suspirei aliviado e fui para cama deitando por trás dela e a puxando contra meu corpo.

Seu corpo se moldou ao meu e gemi, ao sentir sua bundinha roçar em meu pau.

– PQP! – sussurrei contra seu ouvido e ela riu baixinho, ondulando seu corpo com meu, meu pau ficou duro na hora.

– Hummm, perdi o sono. – falou baixo e gemi, enquanto acariciava seus seios e ela rebolou contra mim.

– Deus... – gemi entre dentes, ela riu e pegou uma das minhas mãos e começou a subir pelo seu corpo, meus dedos roçando em seus seios e pescoço, ela chupou meu dedo.

Gemi baixo e ela continuou segurando minha mão, só que agora descendo, roçou em seus seios e desceu por sua barriga, descansou minha palma em sua entrada e ambos gememos.

Sua bundinha roçou em meu pau novamente e pressionei seu clitóris. Ela ofegou e levou um dedo em seu interior gemendo em seguida.

Sorri contra seu pescoço e lambi sua pele quente e a acompanhei, colocando outro dedo em seu núcleo úmido e quente.

Ela moveu os quadris contra nossos dedos enquanto entravamos e saiamos de seu interior. Com a outra mão massageei seus seios, beliscando os mamilos túmidos. Ela jogou a cabeça para trás e beijei sua boca com avidez.

Seu interior mastigava nossos dedos, e seu clitóris estava duro e inchado. Aumentei as investidas acompanhado por ela, que gemeu quando seu centro pulsou.

Tirei a mão dali e lambi os dedos, ela sorriu me olhando e sua mão foi até meu pau o guiando para seu núcleo pulsante.

– Oh... oh... – ela gemia a cada centímetro do meu pau entrando em seu calor, eu estava da mesma forma, sentindo seu calor, seu prazer envolvendo meu pau.

– Edward...

– Bella...

Gememos o nome um do outro. Nessa posição meu pau era esmagado por seu núcleo, segurei seu quadril e investi contra sua bucetinha. Ela gemeu e empinou a bundinha e meu pau deslizou fundo em seu calor.

– PQP...

– Oh... Edward... – comecei a investir rápido e forte contra sua entrada, meu pau pulsava ansiando a liberação, ela gemei alto, enquanto eu beijava seu pescoço e seu ombro.

– Tão... fodidamente apertada... – gemi sentindo sua bocetinha mastigar meu pau com força, seu corpo tremia contra o meu.

– Deus... Edward... – ela gritou quando seu corpo tremeu e sua entrada pulsou contra meu pau.

Meu pau tremeu e pulsou e senti meu gozo saindo em jatos, enquanto ela amolecia em meus braços, e sua bocetinha molhava meu pau.

Ficamos abraçados, esperando nossos corpos se acalmarem, mais acabamos adormecendo.

[...]

– Quer café? – ela me ofereceu enquanto eu comia um pedaço de bolo, já era de manhã e eu estava pronto para ir pra casa.

– Não. – ela assentiu e foi colocar a cafeteira na pia, quando ela voltou eu a segurei pela cintura a puxando para meu colo. Ela riu e deitou a cabeça em meu ombro.

– O que você vai fazer agora?

– Terminar o curso que estava fazendo. E eu já tinha um trabalho em vista. Não paga tão bem quanto a boate. Mais vai dar pra me virar.

– Sabe... er... se você quiser voltar a dançar, eu vou me comportar. – falei me sentindo mal. Ela riu e beijou meu peito.

– Não. Eu cansei daquela vida.

– Graças a Deus. – suspirei aliviado e ela riu saindo do meu colo.

– Vai pra casa antes que sua mãe chame a policia. – fiz uma careta, mais me levantei.

– Posso voltar mais tarde? – ela enlaçou meu pescoço e ficou na ponta dos pés.

– Sempre. – beijou de leve os meus lábios e abracei sua cintura.

– Sabe eu quero contar para meus pais.

– O que?

– Sobre nos. – ela me soltou e sorri a abraçando. – Você não quer?

– Eu... você sabe que eu sou mais velha. Seus pais podem ser contra... – ela parecia nervosa e sorri e beijei sua boca. Quando separamos os lábios ela me olhava ansiosa.

– Eu não ligo. Eu já agi como um idiota. Ta na hora deles saberem. – ela sorriu largamente e ficou na ponta dos pés voltando a me beijar.

– Contamos quando você quiser. – sussurrou baixinho e ri beijando seus lábios com ardor.

[...]

Sai da casa de Bella pela porta dos fundos. Assim que ela estava longe de vista me encostei na parede e fui até a minha casa. Dei uma rápida olhada e abri a porta dos fundos da cozinha.
Estava vazia. Eles já deviam ter saído para o clube. Mais calmo peguei uma maça que estava na travessa sobre a mesa e fui para meu quarto.

Subi as escadas correndo e me sentia feliz. Agora só precisava de um jeito para contar aos meus pais sobre Bella.

Cheguei ao meu quarto e abri a porta, enquanto mordia a maça parei com ela na boca ao ver meu pai em minha cama sentando.

– Hei pai.

– Olá Edward. – ele estava serio e engoli em seco.

– Cadê mamãe?

– Ela foi ao clube.

– Ah... er... quer ficar sozinho? – perguntei sem saber o que fazer e ele se levantou, dei um passo para trás e bati as costas no batente da porta.

– Não. Precisamos conversar.

– Ok.

– Feche a porta. – falou sombrio e assenti meio nervoso. Fechei a porta e continuei encostado nela.

– Er... pai, o que está...? – ele ergueu a mão para eu ficar quieto.

– Aonde passou a noite?

– No Emmett. – falei rapidamente.

– Tem certeza?

– Er... sim?

– Então eu vou ligar para os pais dele.

– Por que? Não acredita em mim? – falei esfregando as mãos meio ansioso. Ele arqueou uma sobrancelha e colocou a mão em meu ombro e me levou até a cama e me fez sentar.

– Sabe, aconteceu uma coisa engraçada ontem.

– Mesmo?

– Sim. Eu vim a seu quarto dar boa noite. Mais você não estava. Ai olhou pela janela e vi você na casa de Bella. – comecei a rir meio histericamente e ele me olhou serio e me calei.

– Então, achando que estava louco, eu ligo pro seu celular, e qual a minha surpresa ao ouvir o seu toque vir lá da casa de Bella novamente. Você faz idéia de por que isso?

– Ah... Er... Hehe... – ele arqueou uma sobrancelha e mastiguei os lábios.

– Bem, já que você não faz idéia. Talvez sua mãe faça?

Minha mãe? Meu rosto ficou branco e meu coração falhou uma batida e fiquei de pé agarrando os ombros do meu pai.

– Pelo Amor de Deus não conta pra ela. Eu vou contar, mais eu não quero ir pra uma clinica de reabilitação. – ele me olhou confuso. – Você sabe que ela faria. – ele riu.

– Sim, é bem capaz. – ele suspirou e deu um tapa em minha nuca. – O que você estava pensando. Transando com a vizinha. Por Deus Edward...

– Não, não foi assim. Bem no começo talvez, mais eu gosto dela e ela de mim.

– Filho, ela é mais velha...

– Não eu realmente gosto dela. Pai acredite eu amo ela. – falei e arregalei os olhos.

PQP! Eu amo ela.

Sorri como bobo. E meu pai sorriu também e me abraçou.

– Então se é assim, estou feliz por você.

Obrigada pai. Não vai contar pra mãe?

– Não. Prefiro que você conte.

– Eu falei com Bella já, vamos contar logo. – ele assentiu e voltou a me abraçar. E ficamos conversando sobre Bella.

[...]

Já era noite quando sai de casa e fui até a dela. Não vi ninguém na rua, mais ainda sim preferi ir pelos fundos. Entrei direto e a achei na sala vendo TV.

– Oi. – falei chamando sua atenção, ela sorriu quando me viu e esticou os braços, fui até ela e deitei sobre ela no sofá.

– Oi, gatinho. – sorri e senti seus lábios sobre os meus e suas mãos em minhas costas, e descendo em seguida para a minha bunda e apertou.

Separei nossos lábios e a olhei arqueando uma sobrancelha. Ela sorriu safada e ri voltando a beijá-la. Suas mãos entraram por dentro da minha calça e ofeguei quando ela apertou mais minha bunda.

– AAAAAAAAAAH. – ouvimos um grito e ambos olhamos para a porta onde minha mãe estava paralisada olhando para nos.

Bella tirou as mãos de dentro da minha calça e levantei rapidamente.

– Vamos fugir para o México.


Continua

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