Show de Vizinha-Capitulo 11


Capitulo Onze



Assim que chegamos dei um até breve para o Ramirez que era gente boa. Me contou boas coisas do México, isso era bom, pois eu pensava seriamente em fugir para lá. E quem melhor pra te dar dicas, do que um conterrâneo.


Enfim quando cheguei até a boate vi a fila enorme, afinal era sexta feira e o movimento era grande. Mordi o lábio pensando se encarava a fila ou apelava para os meios de Emmett.


Bufei e fui para os fundos, bati na porta e um cara grandão me olhou desconfiado.


– A entrada é lá na frente rapaz.




– Eu sou amigo do Emmett. – sorri e ele pensou por um momento.


– Não conheço nenhum Emmett. – oh, a gente usou identidades falsas. Qual era o nome de Emmett?


– Kellan. – falei rapidamente e ele arqueou a sobrancelha. – Kellan Lutz. – confirmei e o cara riu.


– Ah sim. Sei quem é. Eu sou amigo de uma cara que conhece ele. – arquei a sobrancelha confuso, mais dei de ombros e mostrei minha identidade, ele conferiu e me deixou entrar.


Sorri e entrei rapidamente, o lugar estava um pouco escuro com luzes coloridas e sensuais estava animado. Bem mais cheio que da ultima vez.


Fui calmamente até o bar e pedi uma cerveja. A garçonete sorriu amplamente para mim e sorri sem graça. Voltei a atenção para o palco onde uma ruiva dançava sensualmente. Era gostosa, mais estava mais interessado em saber se Bella já havia dançado.


Mais duas moças dançaram e eu já estava na quinta cerveja quando a musica mudou e vi ela entrando. Ela se movia sensualmente e fiquei babando em seu corpo.


Usava um robe preto curto e transparente, dançando ela foi tirando e revelando a lingerie vermelho rubro bem sexy e que deixava a maioria de suas curvas a mostra.


Fiquei vidrado nela, enquanto via ela dançar sensualmente, passeando as mãos pelo corpo, e em seguida ir para o poste e subir e descer nele.


Quando ela finalmente acabou pensei em ir atrás dela, assim que ela fosse para o camarim. Mais para a minha surpresa ela não foi, andou sensualmente e sentou no colo de um homem.


Eu vi vermelho. Sem pensar em mais nada fui direto até ela, minhas mãos fechadas em punhos, meus dentes trincados. Como ela deixava outro a tocá-la?


Ela é minha namorada PORRA.


Sentindo meu coração disparado e com ódio parei em frente a ela e o cara que apertava sua coxa, eles riam e quando ela me viu ficou pálida.


– Edward.


– Você... – eu nem conseguia falar, ela me olhou preocupada e veio em minha direção, mais me afastei.


– Edward...


– Você me usou.


– Não. Claro que não. – apontei para o cara que olhava tudo confuso.


– Então por que estava no colo dele?


– É meu trabalho Edward.


– Mais você disse que só dançava. – acusei e ela passou nervosamente as mãos pelo cabelo.


– Isa, o que está acontecendo?


– Agora não James. – ela resmungou e ele riu.


– O que esse moleque quer aqui? – eu trinquei os dentes e apontei o dedo pra ele.


– Moleque é o caralho. Eu sou namorado dela. – o cara riu.


– Isa, volte aqui, e deixe esse fedelho pra lá. – meu sangue ferveu e sem pensar eu pulei em cima dele.


A cadeira que ele estava foi ao chão e ambos caímos juntos. Seu corpo bateu contra o chão e o meu sobre o dele, segurei pela gola da camisa e lhe dei um soco, ele gemeu e me encarando com raiva bateu contra as minhas costelas.


Gemi de dor caindo para o lado e quando ele veio pra cima de mim, o empurrei com as pernas e voltei para cima dele. Mais antes que eu batesse senti minha orelha ser puxada.


– Ai, ai, ai...


– Vamos conversar. – ela falou brava e fiquei de pé, antes que déssemos um passo um homem alto de cabelos negros compridos nos parou.


– Isabella.


– Aro!


– O que está acontecendo aqui?


– Desculpe Aro... – ele olhava serio para Bella que se calou. Ele deu uma rápida olhada para mim e depois para o cara no chão e suspirou.


– Meu escritório, agora. – ela assentiu e olhou pra mim seria.


– Vai pro meu camarim. – ela mandou me empurrando e foi atrás do cara, o tal de Aro. Bufei saindo rapidamente, não ia pra camarim nenhum.


Comecei a andar rápido para fora quando senti alguém me puxando e dei de cara com a garçonete da outra noite.


– Olá. – falou sorrindo e sorri amarelo.


– Oi.


– Já vai, graçinha?


– Sim. Estou com presa. – esperei que ela me soltasse, mais ela sorria e começou a passar a mão em meu braço.


– Não vá. Fique mais, a Isa está ocupada, mais eu não. – ela piscou para mim.


– Eu não posso. – ela sorriu e colou seu corpo ao meu, segurei seus ombros tentando afastá-la. – Desculpe senhorita... – ela riu alto.


– Você é realmente uma graçinha. – eu corei de leve e ela me abraçou pelo pescoço. – Não ligue para Isa, ela não vale a pena. – ela tentou me beijar e afastei o rosto, e acabou beijando minha bochecha, nesse momento vi Isabella me olhando com os raiva e afastei a moça na hora, ela me olhou confusa mais assim que seguiu meu olhar riu.


– Só estava me divertindo, Isa.


– Sua vadia. – Bella gritou e para a minha surpresa e da moça pulou em cima dela, as duas caíram no chão e ficaram puxando os cabelos uma da outra.


O povo começou a se aglomerar para ver as duas brigando e fui empurrado para trás.


– Briga, briga, briga... – gritavam e comecei a acotovelar todo mundo pra entrar no meio da bagunça, quando cheguei ao centro Bella estava em cima da mulher e batia na cara dela.


Rolei os olhos e peguei Bella a jogando sobre os ombros. Ouve vários protestos, mais ignorei já indo em direção ao camarim dela, Bella se debatia, me mandando soltá-la.


Quando chegamos ao camarim eu a soltei e fiquei sério a olhando. Ela suspirou e foi se sentar e limpar a maquiagem do rosto. Sem olhar para mim, tirou as roupas e fiquei babando em seu corpo.


Não Edward. Ela estava no colo de outro. Fique firme.


Engoli em seco vendo ela nua, ela colocou rapidamente uma saia jeans e uma regata, calçou sandálias e vi ela jogando varias maquiagens na bolsa.


Ela olhou em volta e viu uma caixa e a pegou e começou a jogar todas as suas roupas, a olhei em silencio, enquanto ela fazia o que quer, que ela estivesse fazendo.


Assim que ela pegou tudo pegou a caixa e me fez segurá-la, e saiu do camarim, a segui em silencio. Ela saiu pelos fundos da boate e se despediu do cara grandão, fomos até seu carro que não estava muito longe.


Ela abriu o porta malas e coloquei a caixa, ela jogou a bolsa e fechou. Ainda em silencio ela entrou no carro, e achei que ela fosse me deixar ali sozinho. Mais ela somente destravou a porta e esperou.


Abri a porta e entrei rapidamente, assim que coloquei o cinto, ela meteu o pé no acelerador e dirigiu rapidamente. Ficamos em silencio durante todo o caminho.


Eu não sabia o que dizer e ela parecia sentir o mesmo. E se eu estivesse exagerando. Afinal Bella era streper, eu sabia disso. E ainda assim agi como um adolescente idiota.


Mais só de lembrar daquele cara a tocando, eu faria tudo de novo. Quando chegamos ela parou o carro e não se mexeu. Olhei para minhas mãos sem saber o que fazer.


– O que você estava pensando? – a voz dela soou brava e olhei para ela constrangido.


– Eu não estava pensando. – ela suspirou e deitou a cabeça no banco.


– Caramba Edward, era meu trabalho, eu não vou pra cama com ninguém, alguns riquinhos gostam de beber com as dançarinas, só isso. – cobri o rosto com a mão me sentindo um completo idiota.


– Desculpa Bella. Eu... eu só... eu não pensei quando te vi no colo dele, eu vi vermelho. Eu realmente não pensei. – ela sorriu de leve.


– Eu te entendo. Afinal não me contive quando vi Lauren grudada no seu pescoço. – eu sorri sem graça e ela riu e veio para meu colo.


– Desculpa. – falei enterrando o rosto em seu pescoço e senti seus dedos em meu cabelo.


– Tudo bem gatinho. – levantei o rosto sorrindo. Desde a confusão ela ainda não tinha me chamado de gatinho. Era meio gay, mais eu gostava quando ela me chamava assim.


– Então o que aconteceu? Sabe lá com o cara o tal de Aro? – ela suspirou e deitou a cabeça em meu peito.


– Ele me demitiu.


– O que? Merda, desculpa Bella... – ela riu e a olhei confuso.


– Tudo bem. Eu ia sair mesmo.


– Ia?


– Sim. Eu adoro dançar, mais não quero isso que planejei pra minha vida. Sabe eu estou estudando e agora posso arrumar um trabalho. Um onde você não arrume confusão. – eu corei e ela beijou meu rosto e em seguida minha boca.


Abracei seu corpo a colando a mim, sua bunda esfregou em meu pau e gemi contra sua boca, minhas mãos passearam pela lateral dos seios, as desci e apertei sua coxa a ouvindo gemer contra meus lábios.


– Edward. – ela ofegou separando nossos lábios e se apressou a tirar minha camisa, a ajudei e assim que me livre dela, sua boca estava em mim. Lambendo meu peito, chupando meu pescoço.


Gemi jogando a cabeça para trás, suas mãos ansiosas abriam minha calça e ofeguei ao sentir ela segurar meu membro. Sua boca voltou para minha me beijando com urgência enquanto sua mão acariciava meu pau.


– Bella... – gemi contra a sua boca e mordisquei seu lábio, minhas mãos ansiosas apertaram suas coxas e fui empurrando a saia para cima, coloquei a mão em seu centro e a senti úmida.


Rosnei afastando os lábios e comecei a beijar seu pescoço, afastei sua calçinha, para sentir sua umidade em minha mão. Ela gemeu jogando a cabeça para trás, e sem soltar meu pau que latejava por ela.


– Edward... – murmurou baixinho e chupei sua pele, enquanto a penetrava com um dedo. Ela gemeu alto e voltei a beijá-la, sentindo meu dedo deslizar fácil em seu interior encharcado.


– Mais... – ela murmurou contra meus lábios e obedeci colocando mais um dedo. Ela moveu os quadris de encontro a minha mão gemendo baixinho.


Pressionei seu clitóris com o polegar e ela gritou contra meus lábios, me beijando com força em seguida. Sua mão largou meu pau inchado e pulsante e quando separou nossos lábios estava ofegante.


– Me foda Edward. – ela pediu e gemi. Segurei sua cintura e a ajudei a sentar em meu pau. Ambos gememos quando nos unimos, seu centro quente e úmido apertou meu pau e joguei a cabeça para trás em abandono.


Ela agarrou meus ombros e se moveu sobre mim, rosnei ao sentir meu seu calor envolvendo meu pau que já pulsava. Ela continuou se movendo sobre mim, seu centro engolindo meu pau lenta e tortuosamente.


Agarrei sua bunda com as mãos e apertei, ela gemeu e sua boca voltou a atacar meu pescoço, lambendo e chupando minha pele.


Gemi e comecei a movê-la sobre mim, meu pau entrando rápido e forte em seu centro quente e apertado.


– Oh... Edward... – ela gemeu jogando a cabeça para trás. Rebolando sobre mim. Gemi também sentindo meu pau pulsar com mais força, ao ser mastigado por seu núcleo. Ela cravou as unhas em meus ombros a medida que chegávamos ao ápice.


Ambos gritamos quando explodimos com força. Ela me beijou ainda se movendo sobre mim, ate não ter mais força e seu corpo caiu sobre o meu.


A abracei apertado e beijei seu ombro. Ficamos alguns minutos em silencio. Quando estávamos mais calmos ela saiu do meu colo e foi para seu banco se ajeitando. Fiz o mesmo que ela e nos olhamos sorrindo.


Bella suspirou e saiu do carro a imitei e dei uma rápida olhada em minha casa. Estava tudo escuro. Ajudei Bella a pegar as coisas no porta malas e as levei ate sua casa.


– Passa a noite comigo, gatinho? – ela pediu e assenti animado.


– Claro. – ela sorriu e fechou a porta me puxando para dentro.


[...]


Não fizemos muita coisa pelo resto da noite. Somente ficamos abraçados, até adormecer.

Acabei acordando de madrugada, os acontecimentos da noite ainda eram recentes. Eu me sentia confuso, mais uma coisa eu estava começando a perceber que eu estava me apaixonando por ela.


Eu nunca havia sentido tanto ciúmes. Só de pensar que ela preferia outro meu sangue ferveu. Eu nunca fui um cara violento, mais naquele momento eu só queria matar o infeliz que tocou nela.


Levantei da cama e fui até a janela tomar um pouco de ar. A abri sem fazer barulho para não acordar Bella, e me apoiei no batente.


Eu nunca tinha me apaixonado e não sabia direito o que fazer. Talvez eu devesse pedir conselhos para Emmett? Não melhor Jasper, ele é menos inconveniente.


Suspirei e olhei para frente dando de cara com a janela aberta do meu quarto. Ouvi Bella ronronando e sorri, comecei a fechar a janela quando vi algo se mexer em meu quarto.


Forcei a vista e vi uma pequena luz e meu pai me encarar em choque. Me abaixei com tudo no chão tentando me esconder.


PQP! Será que ele me viu? Será que me reconheceu?


– Edward? – ouvi a voz dele gritar e gelei.


Eu tava lascado!



Continua

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