Show de Vizinha - Capítulo 7

Capitulo Sete

O melhor de dormir com Bella, era acordar com Bella, ou melhor, acordar sentindo a boca dela em mim. 

Meus olhos giraram quando senti sua língua em meu cumprimento e abri os olhos, vendo ela totalmente concentrada em meu pau.

– PQP! – eu gemi e ela riu, e me tomou todo, agarrei os lençóis com força, sentindo meu membro pulsar, enquanto sua língua quente continuava, deslizando, lambendo... PQP era bom.

– Bella... – sussurrei e sentindo ela me chupando, a boca perfeita em mim, ainda me deixava doido.

Senti meu pau pulsar em sua boca, e ela me sugar com força. Minha cabeça caiu para trás, quando ela passou a fazer movimentos com uma mão subindo e descendo em meu pau, e sua outra mão massageando minhas bolas.

– Deus... – seus lábios sugavam a ponta do meu membro, que já estava pulsando loucamente. Ela fez mais um pouco de pressão e eu explodi em sua boca. E levantei o rosto vendo ela engolir tudo.

Serio! Era muito erótico ver ela me chupando, e o melhor me provando. Engoli em seco, quando ela levantou e sentou sobre mim, com um sorriso safado, segurei suas mãos entrelaçando nossos dedos.

– Bom dia namorado. – falou sorridente e corei de leve.

– Começou muito bem esse dia. – ela riu e se esfregou em mim, gemi sentindo sua umidade quente contra meu pau, que já estava acordando de novo.

– Venha mais vezes que te acordarei sempre assim. – ela piscou.

– Ok, avise meus pais que vou morar aqui. – ela riu, achando que eu brincava. Mais eu falava serio, se pudesse ficaria com ela o tempo todo.

– Deixe de ser bobo. Quer tomar café?

– Hummm... – mordi o lábio corando e ela me olhou confusa.

– O que?

– Não vai... er... continuar? – ela riu e se esfregou em mim de novo, gemi agarrado sua cintura.

– Você quer brincar, gatinho? – assenti freneticamente e ela riu, e se ergueu um pouco encaixando em mim.

Gemi sentindo meu pau entrando nela, pulsando conforme sua entrada apertada me rodeava. Ela sorriu e começou a se movimentar sobre mim.

– PQP! – ela mordeu o lábio, enquanto rebolava sobre meu pau. Agarrei sua bunda perfeita, e ela inclinou o corpo para a frente segurando na cabeceira da cama, enquanto rebolava em meu pau.

Seus seios ficaram de frente para meu rosto, soltei sua bunda e agarrei seus seios, a puxando para baixo e levei um mamilo na boca.

– Edward... – ela ofegou quando chupei seu peito, alternado entre os mamilos durinhos e pontudos. Seus quadris se movendo mais rápido contra os meus.

Ainda brincando com minha língua em seus seios, levei minhas mãos de volta para sua bunda e apertei, ela gemeu alto, e começou a se mover mais rápido sobre mim. A ajudei, a fazendo subir e descer com força em meu pau, que latejava de tesão.

– Edward... Oh... – ela gritava meu nome e senti seu núcleo pulsando, meu pau estava sendo mastigado pela seu centro.

Gritamos quando nosso orgasmo nos alcançou. O corpo dela caiu sobre o meu e ficamos quietos por alguns minutos, nos recuperando. Bella levantou depois de um tempo e sorriu para mim.

– Você está cada vez melhor, gatinho. – sorri e abracei seu corpo contra o meu.

– Mesmo? – ela mordeu o lábio e assentiu.

– Daqui a pouco vai me trocar para experimentar com as outras garotas. – ela falou com um sorriso, mais seus olhos pareciam sérios.

– Nunca. – sussurrei e ela sorriu.

Saiu de cima de mim e correu para o banheiro. Fiquei olhando para a porta e ouvi o barulho do chuveiro. Me apoiei na cabeceira, olhando para o teto e relembrando nossa conversa de ontem.

Quando eu a pedi em namoro.

– Isabella Swan quer ser minha namorada? – ela me encarou atônita.

– Namorada?

– Eu sei que é muito cedo, mais eu realmente gosto de você, entendo se você não quiser, você é toda linda e perfeita e eu sou só um garoto... – sua boca colou na minha me calando e gemi quando sua língua enroscou na minha. Suas mãos em meus cabelos, e agarrei seu corpo colando seu corpo no meu.

Nos afastamos ofegantes e ela me olhou acariciando meu rosto. Sorri, olhando pra ela. Tão linda.

– Então namorado. Quer brincar?

E nos brincamos a noite toda. E ela ainda me acordava assim. Essa mulher é perfeita.

Namorado.

Ainda não acredita que eu era o namorado dela.

Na verdade não entendia o que ela via em mim. Um garoto magricela e sem graça. Ela devia estar louca. Mais iria aproveitar sua loucura e não me afastaria dela tão cedo. Afastei as lembranças quando a porta se abriu e ela saiu enrolada em uma toalha, o cabelo preso em um coque frouxo com alguns fios caídos sobre os ombros nus.

Ela sorriu para mim, e tirou a toalha, meus olhos varreram seu corpo, sua pele pálida e macia, suas curvas. Ela pegou minha camisa no chão e observou umas manchinhas e riu. Com certeza lembrando dos meus micos, enquanto vinha para cá. Mesmo assim ela vestiu a camisa.

– Então com fome? – já em direção a porta e assenti me levantando.

– Posso usar seu banheiro?

– A casa é sua gatinho. Só não demore... – antes de sair, ela parou na porta e deu uma conferida em meu corpo nu, mordendo o lábio e sorriu. – Quero brincar com você na cozinha. – piscou para mim e arregalei os olhos.

Assim que ela sumiu eu corri para o banheiro, tomei o segundo banho mais rápido da minha vida. O primeiro foi no dia que ia a casa dela.

O mundo e eu já estávamos camaradas.

Sai do banheiro e escovei os dentes com o dedo mesmo. E cacei minhas roupas como um doido. Só achei minha calça jeans. Só Deus sabe onde foi parar minha cueca, e a camisa estava com Bella.

Vesti a calça mesmo e desci para o andar de baixo. Fui até a cozinha e ela caminhava da mesa para o fogão. Parei na porta a olhando e ela me viu, e sorriu maliciosa.

Ou ela sorria assim por me ver só de calça, ou por que eu tomei um banho super rápido, depois das palavras dela.

Com certeza era pelos dois.

– Com fome gatinho? 

– Muita. – falei baixinho e ela me mandou sentar. Sua cozinha era grande e espaçosa. Com vários utensílios modernos. Toda em branco e inox. Havia uma pequena mesa redonda onde ela estava colocando, leite e suco, torradas e panquecas. 

Ela sorriu e em vez de sentar ao meu lado veio para meu colo, e a abracei sua cintura. Tomamos café, enquanto conversávamos amenidades. Na verdade eu queria fazer perguntas mais serias a Bela. Estava curioso sobre seu passado.

– Então? O que quer fazer hoje? – ela perguntou, depois de tomar o ultimo gole em seu suco.

– Nos podíamos nos conhecer melhor. Sabe eu não sei nada de você. – ela sorriu e me abraçou pelo pescoço.

– Ok. O que quer saber?

– Por que você dança na boate? – ela mordeu o lábio e deitou a cabeça em meu ombro.

– Há você sabe. A velha historia de sempre. O pai morre, a mãe bêbada, bate na filham ela foge de casa, e faz a única coisa que sabia.

– Oh. – ela levantou o rosto e tocou minha bochecha.

– Vai gostar menos de mim por causa do meu trabalho.

– Não. Não, é só que eu acho que tenho ciúmes. Sabe você toda linda e aquele monte de homem te olhando. – corei e ela riu.

– Mais só você me tem. – ela se sentou de frente para mim, uma perna de cada lado do meu corpo, sua boca já espalhando beijos em meu pescoço. – Só você me deixa louca. – seus lábios subiram por meu pescoço até minha orelha e ela mordiscou me fazendo tremer. Meu pau já crescia dentro da calça, e ela deve ter sentindo, pois gemeu.

– Bella... – gemi rouco e ela sorriu.

– Então você tem mais perguntas?

– Um monte. Mais você tira toda a minha concentração. – ela sorriu e saiu de cima de mim. – Hei aonde vai?

– Não quero de desconcentrar.

– Eu não me importo. – ela negou e começou a retirar as coisas da mesa. Me levantei meio amuado e a ajudei.

Estava colocando os pratos na pia, quando senti os braços dela a minha volta, e seus seios esmagados contra minhas costas.

– Está chateado, gatinho? – já ia falar quando senti as mãos dela em minhas calças.

– Na... não.... – engasguei quando ela liberou meu membro e começou a me acariciar, meu pau já estava duro e pulsou quando seus dedos, massagearam a ponta, espalhando o gozo que se acumulava na ponta e começou a me punhetar.

– PQP! – sussurrei abaixando a cabeça, o que foi má idéia, pois acabei dando de cara, com suas mãos me tocando. Era demais para um homem. Meu pau pulsou, enquanto sua mão, subia e descia e me apertava, sua outra mão massageando as minhas bolas.

PQP!! meu pau se contraiu. e vi estrelas quando ela me apertou com um pouco mais de pressão.

Lógico que eu gozei. Bem na sua cozinha.

Senti um beijo em minhas costas, e quando virei vermelho como o inferno ela sorriu e beijou minha bochecha.

– Desculpa gatinho. Mais não consigo tirar as mãos de você. – eu corei mais ainda e ri nervosamente. Ela sorriu e me deu um beijo estalado.

A ajudei a limpar a cozinha e caímos em seu sofá deitados para mais conversar sobre Bella.
Ela me contou mais um pouco sobre ela. Que antes de fugir, quando o pai ainda era vivo, ela fazia aulas de dança. O que a ajudou a arrumar trabalho na boate, ela só teve que aprender a dançar mais sensualmente. Ela ainda tinha uma paixão secreta por literatura inglesa. Adorava rosar e a cor verde, e não quis me dizer por que.

Adorava dançar, mais sempre sonhou em ser escritora. Mais agora esse sonho já era esquecido. Além de tudo, ela tem uma atração inexplicável por mim. Mais preferi não tocar nesse assunto, vai que ela percebe a loucura e me chuta.

Também falamos sobre mim. Mais eu só tenho 17 anos e minha vida é um tédio.
Fora quando minha mãe cisma que eu sou drogado, ou quando meu amigo me arrasta para clubes de strip tease, ou quando descubro que meus vizinhos são gays e meus pais ativos. Tremi só de lembrar.

Depois ficamos deitados em seu sofá vendo algum filme. Já passava das duas quando Bella, levantou com um sorriso perverso e sabia que sobraria para mim.

– Gatinho, que tal um banho de piscina. Você está me devendo. – ela piscou e lembrei do mico do dia em que ela subiu em cima de mim e joguei ela no chão fugindo para casa. Corei com a lembrança e ela riu pegando minha mão.

– Eu não trouxe roupa de banho. – ela rolou os olhos.

– Quem disse que vai precisar. – ela piscou e meus olhos arregalaram.

Ela queria que eu nadasse nu?

Espera, ela iria nadar nua? 

Um sorriso bobo espalhou pelo meu rosto enquanto ela me puxava para fora de sua casa, pelas portas dos fundos. 

Assim que chegamos a parte de trás de sua casa dei uma rápida olhada para a minha casa e estava tudo silencioso. Com certeza foram para o clube.

Senti os braços de Bella em meu pescoço e sorri me inclinando para beijá-la. Sua boca colou a minha e gemi contra seus lábios, sua língua trilhou me lábio inferior e mordiscou, desci minhas mãos pelo seu corpo e apertei sua bunda. Ela riu contra a minha boca e corei tirando a mão.

– Não gatinho. – ela soltou meu pescoço e pegou minhas mãos colocando na sua bunda. – É toda sua.

Corei como o inferno, rindo bobamente e ela voltou a me beijar, mais parou de repente me empurrando um pouco. A olhei confuso e vi que ela olhava alguém atrás de nos. Segui seu olhar e congelei.

Meu vizinho estava ali, na parte dos fundos de sua casa, e podia nos ver perfeitamente se ele se virasse. Ele estava acompanhado de um moreno alto e fortão. Lembrei dos acontecimentos de ontem a noite e fiz uma careta. Será que era o amante do Sr. Black.

– Acho que eles não nos viram. Vamos fugir enquanto é tempo.  – sussurrei e Bella riu.

Já me preparava para encarnar meu lado missão impossível, quando ouvi uma risada meio escandalosa, e olhei temeroso para os dois.

– Edward. – ele falou todo alegrinho quando me viu, e senti vontade de me cobrir, ainda estava sem camisa e me sentia nu. Ainda mais que ele ficava encarando meu peito.

– Oi Sr. Black.

– Quem é sua amiga?

– Essa é nossa nova vizinha, Isabella.

– Oi. – ele deu uma olhada no corpo dela, e no meu e sorriu malicioso para seu amigo. – Há esse é Paul, ele é um amigo. – ambos trocaram olhares e tremi.

– Prazer. – Bella os cumprimentou, e eles se despediram, antes de se afastar, o Sr. Black se voltou para mim.

– Edward, chame seus amigos para jogar basquete, agora temos Paul para nos acompanhar. – assim que eles se foram tremi de novo.

– To fudido. – resmunguei e Bella riu.

– Será que isso tirou seu animo para nadar comigo? – olhei para ela e para piscina e sorri.

– Nem que eu fosse louco.

Continua

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