Sexy Bitch Capítulo Seis


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Eu preciso de você Isabella
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– Sempre tão ocupado. – ri e beijei seus lábios, ela gemeu me abraçando pelo pescoço, sua língua se infiltrando em minha boca...
– Ora, ora, Edward Masen. – ouvi alguém dizer meu nome e me afastei de Isabella, a mulher baixinha nos encarava na porta e fiz uma careta.
– Alice, o que faz aqui?
– Eu que devia perguntar, o que faz no meu apartamento. – ela olhou para Isabella em meu colo e sorriu maliciosamente. – Mas parece bem obvio.
Merda!
Comecei a me levantar apressadamente, Isabella saltou do meu colo com uma careta e bufou.
– O que faz em casa a essa hora, Alice? – ela resmungou e Alice rolou os olhos.
– Eu moro aqui também Bella.
– Bella? – murmurei olhando pra ela que deu de ombros.
– Você não me respondeu.
– O primo idiota do Jazz, sumiu da empresa e o pai dele o mandou ir ajudá-lo. – ela me olhou com malicia e bufei.
– Alice! – Isabella olhou feio para a noiva desmiolada de Jasper. Eu sabia que me envolver com alguém era má idéia, e a prova estava bem ai, as interrompendo olhei Isabella.
– Eu tenho que ir. – murmurei já indo em direção a porta, Alice saiu do caminho e me apressei pelo corredor.
– Edward, espere. – ouvi Isabella chamar, eu já estava apertando o botão do elevador quando ela apareceu.
– Eu realmente preciso ir. – resmunguei e a ouvi suspirar.
– Eu sei. Eu só... bem desculpe Alice, ela é idiota as vezes.
– Não tem problema. – evitei olhá-la e a ouvi bufar, mas continuei a ignorando.
De tantas mulheres para me envolver, tinha justo que ser uma amiga dos meus parentes desmiolados. Esfreguei o rosto respirando fundo. As portas se abriram e entrei rapidamente, já pressionando o botão do térreo.
– Adeus Isabella. – seus lindos olhos se arregalaram e antes que as portas fechassem, ela entrou no elevador e me empurrou contra a parede.
– Nada de adeus. – ela resmungou e em seguida sua boca estava na minha.
Sem me conter gemi ao sentir seus lábios quentes colados aos meus, minhas mãos imediatamente agarraram sua cintura a puxando mais de encontro a mim, erguendo seu corpo, suas mãos vieram para meu pescoço me abraçando e colando mais em mim.
Sua língua invadiu meus lábios e grunhi a beijando com mais ardor, nos virei a prensando contra a parede, ela gemeu contra minha boca e cruzou suas pernas em volta da minha cintura se esfregou em mim. Merda estava ficando duro novamente.
A soltei ofegante, e a coloquei no chão, assim que ela estava firme me afastei dela. Isabella sorriu de olhos fechados e grunhi evitando olhá-la, me xingando mentalmente me afastei mais dela, encostando-se à parede, meus dedos passearam por meu cabelo e ele devia estar uma bagunça agora.
– Edward? – ouvi sua voz baixinha, ergui o rosto encarando seus lindos olhos e ela sorriu fracamente.
– O que Isabella?
– Você está bravo comigo? – ela fez um biquinho e sorri, estiquei minha mão e ela veio apressadamente. A abracei beijando sua testa.
– Não Isabella. Eu só não gostei da surpresa. – ela assentiu e mordia os lábios nervosamente. – Você, hmmm você sabia quem eu era?
– Quando nós encontramos na biblioteca?
– Sim. Você sabia?
– Não. Eu soube quando Aro nos apresentou. – assenti.
– Entendo. – ela voltou a morder o lábio e me abaixei chupando seu lábio entre os meus, ela suspirou, mas ainda parecia nervosa. – O que há?
– Alice e Jasper sempre falam mal de você. – falou baixinho e arquei uma sobrancelha.
– Verdade? – ela deu uma risadinha.
– Oh sim. Sempre falam do primo mal humorado. – fiz uma careta, com certeza ela estava editando algumas coisas.
Eu definitivamente não era a pessoa favorita no mundo da família Cullen.
– Eu não ligo para o que eles pensam Isabella.
– Eu sei. – ela torceu as mãos nervosamente e segurei seu queixo para olhar em seus olhos.
– E o que você pensa de mim? – ela ficou na ponta dos pés e me deu um beijo rápido, afaguei sua bochecha.
– Eu acho um charme seu lado insociável. – sorri vendo seus olhos brilharem. Mas isso só complicava tudo.
– Eu acho que isso não vai dar certo, Isabella. – ela me olhou com tristeza.
– O que? Por quê?
– Bem, hoje foi uma prova disso.
– Não, Alice não vai nos incomodar mais. Eu já estou pra me mudar daqui mesmo.
– Por que mora com ela?
– Ah eu sou nova na cidade e trabalhamos na mesma agencia, ela me ofereceu o apartamento até eu ter um lugar pra ficar. – ela deu de ombros e assenti.
– Eu posso te arranjar um apartamento. – murmurei e ela saiu dos meus braços, senti sua falta imediatamente, mas a encarei confuso.
– Eu não sou uma interesseira Edward Masen. Estou com você, por que gosto de você. Não para ganhar coisas. – ela me olhou ofendida e suspirei.
– Desculpe, não quis ofendê-la. Só ajudar. – ela sorriu e voltou a me abraçar.
– Ok, já está perdoado. – acabei rindo e a abraçando novamente.
– Você perdoa muito fácil. – ela deu de ombros.
– Não consigo ficar brava com você. – suspirou e deu um sorriso. – Que tal nos encontrar amanhã?
– Amanhã? – comecei a pensar o que eu tinha para amanhã. Reuniões, compromissos, mas sempre que eu estava com Isabella, meus pensamentos sumiam.
– Sim, o senhor todo poderoso Masen. Não pode mandar seus empregados irem trabalhar e ir se divertir?
– Não. – ela fez uma careta, mas sorriu em seguida e ficou na ponta dos pés, seus lábios vieram para meu pescoço, mordiscou minha pele a lambendo em seguida. Gemi totalmente rendido a ela.
– Prometo que valera a pena.
– Eu... hmmm posso ligar e marcamos.
– Ótimo. – ela ficou animada e de repente pensativa. – Ah você não tem meu numero. Me da seu celular. – o tirei do bolso do paletó e só agora percebi que estava desligado, fiz uma careta ao ligá-lo e ver algumas ligações perdidas, Isabella o pegou da minha mão.
– O que... – comecei a falar, mas parei ao vê-la fazendo um biquinho lindo e tirando uma foto de si mesma. Em seguida digitando rapidamente e depois virando o celular para mim.
Sorri das suas ações estranhas, mas ela aproveitou e tirou uma foto minha também e voltou a digitar.
– Prontinho. Eu já estou na discagem rápida. – ela piscou pra mim me entregando o celular e arquei uma sobrancelha.
– Obrigada. – murmurei olhando o celular e o guardando novamente. – Agora eu preciso mesmo ir.
– Ok. Eu até te acompanharia até o carro, mas estou nua por baixo do roupão. – falou maliciosamente e gemi internamente.
– Comporte-se Isabella.
– Está bem, meu lindo e mal humorado Sr. Insociável. – rolei os olhos e comecei a sair do elevador que já estava aberto há alguns minutos, mas ela me puxou de volta.
– O que?
– Meu beijo de despedida.
– Isabella.
– Não seja chato Edward. – sorri, gostava quando ela dizia meu nome.
E mais ainda quando ela mandava eu não ser chato, totalmente encantado com sua boca a puxei pela cintura colando seu corpo ao meu, ela arfou me segurando pelos ombros, abaixei o rosto roçando meus lábios nos dela, tão macios e doces, ela gemeu e chupei seu lábio inferior o mordiscando em seguida, Isabella suspirou, suas mãos subindo para meu cabelo. Lambi seu lábio e o puxei entre os dentes levemente e a soltei, ela cambaleou meio confusa.
– Nos vemos depois Isabella.
Ela piscou atônita e sai apressadamente para meu carro sem olhar para trás, se eu olhasse com certeza voltaria e a agarraria.
Essa mulher estava me tirando o juízo.
[...]
– Senhor Masen, sua mãe o espera na sala. – assenti para a empregada e entreguei minha maleta.
Tive que trazer documentos para ler em casa. Isabella havia me feito perder boa parte do dia e ao chegar à empresa, tive que ver os documentos que Carlisle tinha que me enviar e não enviou.
Lógico que tive outra discussão com ele. E o imprestável do filho dele estava junto, o que só piorou meu humor.
– Deixe na biblioteca, por favor.
– Sim Sr. Masen. – a moça se afastou e fui em direção a sala, minha mãe estava sentada folheando uma revista e assim que me viu sorriu. Sorri de volta, estava feliz que ela saiu do quarto.
– Querido, estava te esperando para jantar.
– Ah que bom, estou faminto. – ela sorriu, mas se sorriso sumiu.
– Você parece tão cansado meu bem.
– Impressão sua mamãe.
– Não minta pra mim, venha aqui. – fui até a poltrona onde ela estava.
Mamãe se levantou e sentei em seu lugar, suas mãos foram para meus ombros, ela começou a massagear meu pescoço e sorri.
– Obrigada mãe.
– Me conte querido, como foi seu dia?
– Estressante.
– Carlisle?
– Entre outras coisas.
Não contaria a ela sobre Isabella, não era importante. Sim era isso que eu repetia a mim mesmo o tempo todo. Isabella não era importante. Talvez se eu continuasse repetindo eu acreditaria nisso. Mas eu devia continuar dizendo, a ultima coisa que eu queria era uma repetição do passado.
– O que foi querido?
– O que?
– Você pareceu distante.
– Nada mamãe. Só os problemas de sempre.
– Não deve deixar as infantilidades do seu tio e seu primo te incomodarem, meu bem.
– Eu sei mãe, mas incomodam.
– Sabe do que você precisa? – ela falou animadamente parando a massagem e levantei a cabeça para olhá-la.
– Do que?
– De férias. – sorri.
– E ai a empresa afunda.
– Não seja dramático querido. Pense bem, só nós dois, longe de tudo e todos. Longe dos problemas. – seus olhos brilhavam.
Seria bom mesmo.
Viajar e esquecer. Fugir das idiotices de Carlisle, irresponsabilidade de Jasper, loucuras de Alice e Isabella...
– Eu não posso mãe. – falei me levantando e ela deu um suspiro triste.
– Oh. O que te prende aqui meu bem?
– Nada mãe. A empresa, Carlisle a afundaria se eu deixasse as coisas em suas mãos durante uma semana... – comecei a balbuciar desculpas. Eu sabia muito bem por que eu não queria ir, mas não tinha coragem de dizer o porquê.
– É aquela moça? – mamãe falou de repente e a olhei com o cenho franzido.
– Moça? Que moça?
– Que saiu do seu escritório há alguns dias.
– Oh Isabella. – murmurei seu nome e mamãe me olhou com desconfiança.
– Quem ela é?
– Ninguém importante. – murmurei saindo de perto dela e indo até o aparador e pegar uma bebida.
– Ela estava à procura de emprego? – podia ouvir a desconfiança em sua voz e murmurei uma mentira.
– É pra secretaria. – fiz uma careta, odiava mentir para ela, mas Isabella não devia ser assunto da minha mãe.
– Ela era meio vulgar. – a ouvi murmurar e a olhei.
– Isabella. Claro que não mãe.
Por algum motivo quis gritar com Esme. Isabella não era vulgar. Ela era afoita e animada, sensual, mas não vulgar. Isabella era sexy.
– Você é homem Edward. Não pode ver uma mulher que pensa com a parte de baixo.
– Mãe! – a olhei horrorizado e ela bufou.
– Não me olhe assim. Sabe que é verdade. Só espero que você não faça tudo de novo.
– Não sei do que está falando. – me servi de uma dose de uísque bebendo tudo de um gole só.
– Não se faça de desentendido Edward. Já passamos por isso duas vezes. E nas duas você ficou péssimo.
– Fala como se a culpa fosse minha. Eu não queria que aquilo acontecesse. – murmurei tristemente e ela suspirou.
– Lógico que não. Mas...
– Mas o que? Eu devo passar o resto da vida sozinho, só por que eu não tive sorte no amor.
– Você não está sozinho meu amor, eu nunca vou te deixar. Eu amo você. – assenti e fui até ela a abraçando.
– Eu sei mamãe. Você é a única mulher que nunca vou machucar.
– Você não as machucou meu bem.
– Eu me sinto responsável.
– Mas não é.
– Talvez eu seja amaldiçoado. – brinquei, mas no fundo era o que eu sentia.
– Não fale bobagens Edward. Elas se foram por que...
– Não quero falar disso. – ela assentiu e a soltei. – Então não íamos jantar? – mudei de assunto forçando um sorriso e ela se animou.
– Sim, venha. Eu preparei o jantar hoje.
– Mesmo?
– Sim, queria fazer algo especial para você.
– Obrigada mamãe.
Ela sorriu animada e estendi o braço para ela, sorrindo ela o segurou e seguimos para a sala de jantar.
Empurrei as malditas lembranças para baixo aonde era o lugar delas e tentei me concentrar no que me importava. Minha família, ou o que restou dela, pois era tudo que eu tinha.
[...]
– Sr. Masen, já vai? – ainda não era nem duas horas da tarde, mas eu precisava sair dali, a conversa com minha mãe só me trouxe lembranças tenebrosas que eu preferia esquecer.
O trabalho que sempre fora minha distração não me fazia esquecer o que houve. O que aconteceu por minha culpa. Sempre seria minha, se elas não estivessem comigo nada aconteceria.
– Senhor? – a secretaria chamou novamente e pisquei,
– Sim. Se tiver alguma reunião marque para amanhã, e ligações só as importantes passe pro meu celular.
– Sim senhor.
Acenei para ela e sai para o estacionamento, já estava na garagem ao lado do meu carro quando o celular tocou, olhei no visor e sorri ao ver sua foto e seu nome piscando.
– Alô.
– Olá Sr. Insociável.
– Oi. – sussurrei.
– O que houve?
– Nada.
– Você parece triste.
– Como pode saber se eu estou pelo celular?
– Eu não te contei, mas eu sou meio vidente. – falou dando uma risadinha, e ri.
– Serio, então qual vai ser o meu futuro?
– Bem não posso enxergar o seu futuro, pois a uma nuvem negra nele. – disse com pesar, e fiz uma careta. – Mas sei o que te espera para o dia de hoje.
– Mesmo? E o que é?
– Bem, envolvem uma banheira enorme, eu nuazinha realizando todas as suas fantasias de tarado reprimido. – gargalhei e a ouvi rir.
– Tarado reprimido?
– Não adianta negar meu lindo e mal humorado Sr. Insociável.
– Então aonde eu realizo esse futuro muito interessante.
– Você vai vir? – podia ouvir a surpresa em sua voz e sorri.
– Bem achei que era um convite.
– E é. Bem já que você aceitou, deixe-me pensar aonde podemos ir pra ter privacidade.
– Podíamos ir a um hotel. – murmurei e ela deu um gritinho.
– Perfeito. Eu...
– Eu faço isso.
– Faz?
– Claro. Me encontre no The Surrey.
– Ok. – desliguei e liguei para Srta. Stanley e pedi pra ela reservar uma suíte para mim, para agora.
Voltei a entrar no carro e me dirigi para o hotel. Não demorei a chegar, entreguei o carro para o manobrista e peguei minhas chaves na recepção e avisei que estaria no bar, quando Isabella chegasse.
Odiava não saber ser sobrenome. Mas era bom, ou eu acabaria por chamá-la pelo sobrenome. Com certeza por isso ela não me falava o seu. Entrei no bar do hotel e pelo horário estava praticamente vazio, pedi uma taça de vinho e me sentei nos bancos no bar mesmo.
– Olá, olá bonitão. – mal havia terminado a minha taça ela estava ao meu lado recostada no balcão e usando um vestido preto curto e sexy.
– Olá senhorita.
– Me paga uma bebida? – ela moveu as sobrancelhas e ri.
– O que você quer Isabella? – ela mordeu o lábio e fez um biquinho.
– Que tal você me levar ao seu quarto e me fazer essa pergunta novamente. – ela piscou e sorri deixando a taça no balcão e levantando, beijei sua bochecha e coloquei a mão na sua cintura.
– Então vamos senhorita. – ela deu uma risadinha e seguimos para o elevador.
Ficamos em silêncio até chegar ao quarto, e o silêncio se estendia enquanto entravamos. Isabella ficou olhando em volta, da luxuosa suíte.
Primeiro havia uma sala grande e espaçosa decorada em estilo clássico e charmoso, e havia três portas que davam para uma pequena cozinha e o quarto, e a outra devia ser um banheiro. Me livrei do paletó e afrouxei a gravata e me sentei em um dos confortáveis sofás.
Isabella sorriu e veio em minha direção, se livrou dos sapato e sentou em meu colo, uma perna de cada lado, seus braços envolveram meu pescoço e ela me encarou por alguns estantes.
– Olá. – sorri e ela riu e me deu um beijo rápido.
– Eu preciso de você Isabella.
Confessei o que me atormentava desde que Esme eu falamos a noite. Eu precisava dela, mas ela iria me deixar. Eu só não queria que ela me deixasse como as outras. Eu não podia deixar isso acontecer a ela. Não a minha Isabella.
– Eu estou aqui. – ela sussurrou me afastando das amargas lembranças e assenti encostando minha testa na dela, ela segurou meu rosto e beijou meus lábios, sua boca macia se moldando contra minha, sua língua se enroscando na minha.
Gemi contra sua boca, e agarrei seus quadris, minhas mãos entrando por seu vestido, minhas mãos foram para sua bunda e ela estava sem calcinha. Rosnei ao sentir sua pele nua, ela se esfregou em meu colo e me beijou com mais intensidade.
A beijei de volta devorando seus lábios com a mesma fome que ela beijava os meus, e comecei a erguer seu vestido, ela gemia em minha boca a cada pedaço de pele nua que eu tocava. Sua boca se afastou da minha quando eu terminei de tirar o vestido e o joguei no chão, ela estava completamente nua em meu colo, e perfeita.
Isabella me olhou com os olhos brilhando e mordiscando seus lábios carnudos, sorri e passei a mão por seu rosto, descendo para seu pescoço e seguindo para os seios, os mamilos duros empinados em minha direção. Abaixei a cabeça e chupei um entre os lábios, ela gemeu e se esfregou em meu colo.
– Vem Edward, faz amor comigo. – ela pediu e afastei a boca dos seus seios.
– Amor? – ela me encarou com intensidade e saiu do meu colo pegando minha mão.
– Venha Sr. Insociável. – levantei a seguindo e fomos para o quarto, ela me empurrou para cama e sentei na beirada.
Isabella sorriu e começou a me livrar das minhas roupas, começando por sapato e meias, eu a olhava praticamente hipnotizado por seu lindo corpo, enquanto ela me despia. Ergui os quadris quando ela foi puxar minha calça e a cueca junto, meu pau saltou já ereto e pingando por ela.
– Hmmm, está animadinho em meu ver. – ela piscou e acabei rindo e comecei a me livrar de minha camisa a arrancando e jogando no chão.
Ela me empurrou e deitei na cama, fui para trás ficando bem no meio, ela sorriu maliciosamente e pegou uma camisinha que tinha no criado mudo e embalou meu pau. Fechei os olhos soltando um gemido, ela massageou meu cumprimento, sua mãozinha subindo e descendo por todo ele.
– Isabella... – gemi alto e sua boca quente tocou na ponta.
– Pronto para mim Edward.
– Sim. – sussurrei roucamente e ela sorriu e engatinhou sobre mim, sua boca tocou a minha, sua língua invadindo meus lábios.
Ela agarrou meu pau sem deixar de me beijar e gemi em sua boca, ainda segurando meu pau o guiou para sua boceta e ofeguei ao sentir o calor que vinha dela, sua umidade pingando.
Sem deixar de nos beijarmos, ela me levou pra dentro dela, tão quente, apertada e molhada. Meu pau mergulhou em seu calor e gememos em deleite.
Ela afastou a boca da minha se erguendo e começou a me montar. Deus era a visão mais linda do mundo. Seus seios saltando, podia ver meu pau entrando e saindo, seu mel escorrendo da sua boceta. Sem me conter mais agarrei sua cintura e a movi mais rápido sobre mim, ela gritou e espalmou as mãos em meu peito.
Seus gemidos ecoando pelo quarto enquanto ela rebolava em cima de mim, nos movíamos cada vez mais rápido, a puxava de encontro a mim com força me enterrando nela o máximo que eu podia.
Sua bunda esmagava minhas bolas sempre que ela descia e eu estava a cada segundo mais próximo. Meu pau latejava e já sentia sua boceta me apertando. Soltei uma mão de seu quadril e a puxei para baixo, sua boca se encontrou com a minha e nos beijamos com loucura.
Levei uma mão ao seu clitóris e o pressionei, ela gritou em minha boca e engoli seu grito enquanto seu corpo se agitava sobre o meu. Seu sexo pulsava e molhava meu pau com seu gozo. Eu vim em seguida preenchendo a camisinha com meu prazer.
Ficamos em silêncio alguns minutos, o corpo dela largado sobre o meu e a abracei, eu gostaria de ficar aqui com ela para sempre, afastei seu cabelo suado da testa e beijei sua pele quente. Ela ronronou sobre mim me fazendo mais que nunca que eu não tivesse um passado tão fudido.
Quando minha respiração voltou ao normal, sai de dentro dela a deitando na cama e fui ao banheiro, me livrei da camisinha e passei uma água no rosto. Voltei para o quarto e ela estava deitada de lado me olhando e mordendo os lábios, um pequeno sorriso brincando em sua boca.
– O que?
– Nada. Você é absurdamente lindo Edward Masen.
– Você também Srta. Isabella. – ela riu e ficou de joelhos.
– Venha aqui, Sr. Insociável. – fui até ela e me sentei na cama ela veio ate mim e sentou em meu colo.
– Você é realmente muito linda Isabella. – ela riu.
– Não precisa mais de galanteios Sr. Masen, você já me levou pra cama. – ela piscou e ri.
– Sempre tão direta. – ela deu de ombros e ficou brincando com meu cabelo, ela mordia o lábio nervosamente e segurei seu queixo para que me olhasse.
– O que há de errado?
– Não é nada.
– Pode me contar.
– Acho que você vai se zangar.
– Eu nunca me zangaria com você. – confessei e nunca minhas palavras me soaram tão verdadeiras. Ela sorriu e encostou a cabeça em meu peito.
– Ok. Sabe depois que você saiu, Alice falou uma coisa. – ela não continuou e voltei a segurar seu queixo para que ela me olhasse.
– O que ela disse?
– É uma coisa boba.
– Bem se te incomoda não deve ser boba.
– Ela, bem... ela disse que eu devia me afastar de você.
– Oh. – nervosismo começou a se alastrar por mim e pigarreei tentando afastar esse sentimento. – Ela disse o por quê?
– Sim. Isso foi meio estranho. Eu disse que não me afastaria e ela disse, “se você quiser ser a próxima vitima”. – afastei minhas mãos de seu corpo imediatamente a soltando ao lado meu corpo, meus punhos fechados e minha respiração presa.
– Ela tem razão. – murmurei roucamente e Isabella me encarou confusa.
– Como assim?
– Se você for esperta é melhor ficar longe de mim.
Resmunguei a tirando do meu colo e caçando minhas roupas pelo quarto.
Era o melhor, para mim e para Isabella.
Antes que as coisas ficassem piores e ela se apaixonasse por mim. Por que eu já estava a caminho de me apaixonar loucamente por ela.

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