Striper-Capitulo 4

Com certeza ela estava brava.



– Quer que eu dance pra você senhor? – lambeu os lábios sensualmente e meu pau pulsou contra a calça.


– Sim doçura. Seja uma boa menina e dance para mim.


– Hmmm, eu prometo ser uma boa menina. – piscou ficando de costas e rebolando seu traseiro quase na minha cara, levei a mão ao meu pau que prensava desconfortavelmente contra a calça.





– Então dance pra mim, minha menininha. – ela deu uma risadinha e levanto ficando de frente enquanto mordia o lábio inferior, suas mãos subindo e descendo pelo seu corpo, enquanto balançava os quadris no ritmo da música, ela levou as mãos aos seios os apertando e chupei uma respiração.


Suas mãos foram para os botões da camisa e começou a desfazê-los lentamente, sem nunca deixa de se mover, quando a camisa estava aberta, ela passou as mãos para dentro e voltou a apertar os seios, grunhi. Ela geme enquanto se toca, as mãos descem de seu peito para sua cintura e vira de costas enquanto abaixa a saia lentamente, tem uma visão privilegiada da sua bunda redondinha e empinada com a calcinha que esta enfiada em seu rabo.


– PQP! – eu rosnei apertando meu pau mais difícil, ela termina de tirar a saia e se vira para mim, piscando e começa a tirar a camisa.


Bella jogou as roupas no chão, suspirei em deleite, ao ver seu corpo somente coberto por um sutiã rendado negro que se destaca em sua pele pálida e a calcinha pequena.


– Tire o resto. – pedi ansiosamente e ela sorriu vindo para mais perto de mim, o feixe do seu sutiã ficava na frente e ela lambe os lábios colocando os seios quase na minha cara.


– Abra pra mim. – faz um biquinho e com dedos trêmulos abro o feixe, libertando seus redondos e deliciosos seios, minha língua sai pra fora, e lambo os lábios ansiosos para mamar em seus montes, mas ela se afasta, antes que faço meus pensamentos reais.


Com uma risadinha sensual, ela segura nas beiradas da calcinha e ameaça tirar, mas desiste e volta com as mãos para cima. Beliscando seus mamilos, os girando em seus dedos e o tempo todo ela rebola no ritmo da música.


– Tire a calcinha, doçura. – ela se aproxima de mim de novo e fica de costas empinando sua bundinha pra mim, virando seu rosto para trás e me olhando com malicia, enquanto lambe os lábios sussurra.


– Tira pra mim, senhor.


– Oh Deus... – rosno, enquanto agarro as laterais de sua calcinha e a puxo para baixo, ela suspira empinando a bundinha quase na minha cara, sua calcinha cai em seus tornozelos, mas não conseguia deixar de olhar sua bunda.


Sem pensar, passo a mão em sua bunda empinada a ouvindo suspirar, meus olhos descem para sua entrada lisa e a mostra, e é como se sentisse o cheiro da sua excitação, abaixou o rosto, e sopro contra seu sexo. Bella estremece e tenta se afastar, mas sou mais rápido agarrando seus quadris e enterro o rosto em sua boceta a chupando com força.


Merda ela está muito molhada.


– OH Meu Deus... – ela gritou, e pensei que iria se debater me empurrando, mas ao contrario, ela empina contra minha boca, e mergulho minha língua mais fundo em seu centro, quente e molhado.


Minha mão larga sua cintura, e afasto a boca para penetrá-la com meus dedos, eles deslizam fácil em sua boceta úmida, e lambo os lábios sentindo seu gosto delicioso em minha língua, ela suspira quando giro meus dedos dentro dela, e os tiro começando a esfregar seu clitóris, que está duro e inchado.


– Isso doçura... – suspiro como ela começa a empurrar os quadris contra a minha mão, e mais rápido do que ela espera, ou eu previa, eu a viro a jogando na cama e ficando sobre ela.


Isabella estava arfante me encarando, seu peito subindo e descendo com sua respiração pesada, abaixo a cabeça um pouco, meus olhos em seus seios bonitos, os bicos praticamente gritando para que eu coloque minha língua neles. Espero ela dizer para que eu pare, mas ela somente lambe os lábios, tomando isso com um incentivo abaixo a cabeça e coloco seu mamilo na boca, ela ofega arqueando todo seu corpo contra o meu. Chupo seu bico com força, e ela grita agarrando meus cabelos, mas não me afasta, vou para o outro mamilo e o chupo enquanto giro o outro entre meus dedos.


– Oh merda... – ela grita e esfrega suas pernas juntas, lambo os lábios lembrando o gosto da sua boceta e sorrindo para ela, me abaixo descendo em direção a sua boceta, dando beijos pelo caminho.


Ela fecha os olhos, as mãos ainda em meu cabelo torcendo os fios entre os dedos, mas não me afastando, sorrindo presunçosamente, cheguei a sua boceta melada e sopro contra seu calor, ela grita novamente e arqueando o corpo em direção a minha boca.


Passei a língua por suas dobras, lambendo seu mel que cobria sua boceta, voltei a levar dois dedos, os estocando dentro do seu calor apertado, e mal podendo esperar para por meu pau ali.


Continuo chupando sua boceta, minha língua subindo para seu clitóris e o sugando com força, ela murmura palavras incoerentes, e torce meus cabelos entre os dedos. Meus dedos começam a ir mais rápido dentro dela, e ela grita enquanto sua boceta mastiga meus dedos gozando grunhindo e se debatendo contra a cama.


Continuo lambendo preguiçosamente sua boceta, limpando seu mel a preparando para meu pau, ela está quieta agora, e só seu que está acordada por que ela ainda aperta meu cabelo.


Seguro duas mãos a afastando do meu cabelo, e levanto a boca da sua boceta e lambo meus lábios melados do seu gozo, e ela olha pra mim com os olhos escuros e cheios de fogo e paixão, dou um sorriso malicioso a ela. E tiro minha camisa.


Seus olhos disparam do meu peito para meu rosto, e ela lambe os lábios sensualmente, meu pau aperta contra a calça, e começo a abri-la, liberando meu pau dolorido de tesão, o levo na mão o massageando, e seus olhos se arregalam, e sorriu.


– Mal posso esperar pra foder sua boceta, doçura. – sussurro saindo da cama e terminando de tirar a calça, ela engole em seco.


– Eu... – suas pernas esfregam juntas e engole em seco.


– O que foi doçura? Quer parar? – posso ver a incerteza em seus olhos, e sorrindo me deito sobre ela, meu pau queimando entre suas coxas e ela se esfregando contra mim.


– Eu não sei. – afasto seu longo cabelo, do seu pescoço e beijo sua pele quente, ela suspira e volta a se esfregar contra mim.


– Se quiser parar, é só dizer, eu pararei na hora.


– Eu não quero parar. – sorriu abertamente, e sai de cima dela indo até a cômoda ao lado da cama e pegando uma camisinha, a colocando em meu pau e o massageei.


– Bom doçura. Pois estou louco pra me enterrar em você. – ela engole com força e abre as pernas pra mim, meu pau se possível pulsa mais forte.


Me deitei sobre ela, agarrando sua perna e a colocando em volta do meu quadril, segurei meu pau, e deslizei em sua entrada molhada e quente, Bella suspirou se arqueando o corpo contra o meu e engolindo meu pau.


– Oh sim... – ela grita alto agarrando minhas costas e enterrando as unhas em minha pele.


Rosnando puxei sua outra perna, me afundando mais nela, e começo a me mover com força, eu virei a qualquer momento, e sua boceta, parece já pronta pra gozar novamente.


– Deus... isso... – grito levando a boca aos seus peitos que balançam a cada estocada do meu pau, chupo seus mamilos, os enroscando em minha língua.


– Oh sim.... não pare... – ela grita movendo seu corpo contra o meu, e me acompanhando em minhas estocadas.


Não demora muita para sua boceta estar esmagando meu pau, e grito afundando meu corpo e gozando forte. Ela me abraça apertado e ficamos em silêncio por alguns minutos, sorri contra seus seios e dou um beijo em cada um, e me levanto, tirando a camisinha e a jogando no chão e deitando ao seu lado.


Ela suspira se virando para me olhar e me da um sorriso preguiçoso.


– Você tinha razão.


– Geralmente eu tenho. Mas sobre o que? – ela ri.


– Não a nada de errado com você. O que só me deixa muito confusa.


– O que a confunde doçura?


– Por que você me quis. – sorri maliciosamente passando a mão por sua pele nua, e ela se arrepiou contra meu toque.


– É só se olhar no espelho, doçura. – ela sorri maliciosamente e leva a mão ao meu pau, que está semi- enrijecido, mas se anima com seu toque.


– Hmmm, de novo senhor. – sorriu, e desço minha mão para sua entrada e meus dedos ficam melados da sua excitação.


– Com certeza doçura.


[...]


Abri meus olhos de repente com a luz da manhã em meu rosto, automaticamente estiquei o braço esperando encontrar o corpo quente na cama, mas só senti o frio ao meu lado.


Olhando a cama vazia, dei uma rápida olhada em volta, e nem sinal das roupas que tirou ontem enquanto dançava para mim. Grunhindo me levantei esfregando o rosto, para afastar o sono e caminhei para o banheiro. Nenhum sinal dela também, peguei minha cueca e a vesti e desci para baixo, e nada dela também.


– Mas que merda! – não acreditava que ela tinha ido, e eu nem havia lhe pagado.


Só não entendia o porquê de ela ter ido.


Grunhi olhando o relógio, e teria que dar uma passada na empresa. E já havia passado do meu horário. Teria que resolver meu assunto com Bella à noite.


Corri para cima e tomei um banho rápido e me vesti pegando as chaves do carro e dirigi para a empresa.


Assim que cheguei, fui para minha sala, já pedindo a minha secretaria que me trouxesse um café, mal fechei a porta grunhi ao ver Emmett em minha cadeira.


– Chefinho.


– Some McCarty.


– Nossa está irritadinho hoje? Sem sexo de novo? – grunhi e ele saiu da minha cadeira rindo.


– Pior... – rosnei me jogando na cadeira e vi seu olhar confuso.


– O que pode ser pior do que ficar sem sexo?


– Nem queira saber. – respirei fundo pra me acalmar, nem sabia por que estava chateado, era normal que ela fosse embora depois que transamos. Forcei um sorriso para Emmett. – Então o que temos para hoje?


Ele me olhou por um momento, mas acabou dando de ombros e passando o relatório dos compromissos de hoje. Mas só parte da minha mente estava ciente do que ele falava, parte de mim pensava nela.


Isabella.


Inferno, ainda não entendia o porquê da sua saída repentina. Por que ela não me acordou para cobrar o seu dinheiro? Ou para que pudéssemos ficar juntos novamente.


Deus, eu a tive varias vezes a noite, e eu ainda a queria.


Normalmente eu não gostava nem de repetir minhas mulheres, mas Isabella me deixou acesso desde o momento em que bati meus olhos nela. Com sua dança sexy, seu rosto e corpo perfeitos, o delicioso rubor, e sua risada. A mulher me deixou de quatro. E agora o que faria, eu primeiro tinha que ir ao clube e lhe dar o seu dinheiro, afinal ela dançou pra mim, e talvez eu pudesse convencê-la a passar mais uma ou duas noites comigo.


Esfreguei o pescoço, quando eu queria convencer mulheres a me darem mais delas, e agora justo essa que fugia de mim, era a que eu queria.


– Edward... – vi os dedos de Emmett estalando na minha frente.


– O que?


– Homem você está bem?


– Sim, sim... só um pouco distraído.


– Sei... não quer tirar a tarde de folga?


– Não, não, continue, mas do começo. – ele riu, mas fez o que pedi.


E dessa vez eu me concentrei.


[...]


Entrei no clube dela, e ignorei as mulheres que queriam me trazer uma bebida, e me sentei olhando em volta, mas ainda não havia nenhum sinal dela, na porta não havia o nome dela, então ela não dançaria hoje. Mas não parecia estar por aqui também.


– Olá senhor. – olhei pra cima e a ruiva da outra noite sorria para mim.


– Olá querida.


– Uma bebida?


– Hmmm, claro... mas você viu a Isa... quer dizer Marie? – ela fez um biquinho antes de suspirar.


– Está dançando, mas daqui a pouco desce. – contive o rosnado ao imaginá-la dançando para outro homem.


– Eu espero, e aquela bebida. – ela sorriu e foi buscar minha bebida, comecei a olhar ansiosamente para o segundo andar, e não demorou muito eu a vi, com o uniforme de garçom, os seios bonitos nus.


Ela caminhou até o bar e empinou a bundinha enquanto falava com o bar tender, e vi a ruiva se aproximando dela e sussurrando algo em seu ouvido, ela se virou bruscamente para mim, seus olhos escuros trancados nos meus por um tempo indeterminado.


Ela virou o rosto de repente, e me preparei para ir atrás dela, mas ela começou a vir em minha direção, sorri abertamente, mas meu sorriso sumiu ao ver sua carranca.


– O que faz aqui? – falou irritada ao se aproximar de mim, e não entendi por que ela não parecia nada feliz em me ver?


Com certeza ela estava brava.

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