Show de Vizinha - Capitulo 3

Capitulo Três



– Obrigada. – falei corado e ela sorriu mais.

Nos limpamos com minha camisa e nos vestimos. Saímos de mãos dadas e joguei a camisa fora. Estávamos chegando à piscina e Bella soltou minha mão, e correu para falar com meus pais.

Suspirei e fui para uma cadeira afastada. Coloquei meus óculos e fiquei olhando as mulheres na piscina, um monte de gostosa, mais nenhuma se comparava a Isabella. Voltei minha atenção para ela que falava com meus pais, mais olhava para mim e corei de leve. Senti o sol sumir de mim e tirei os óculos vendo meu pai.

– Edward?



– Oi pai.

– Nos já vamos almoçar. – ele falou pegando a camisa em cima da cadeira ao meu lado e olhei de esguelha para Bella, eu não teria mais nenhum momento com ela, então talvez fosse à hora de vazar.

– Acho que vou pra casa pai.

– Por quê? – ele perguntou confuso já de camisa e pensei no motivo perfeito para ir embora. Lógico que dei uma disfarçada.

– Estou cansado. – suspirei e olhei para meu peito. – E perdi minha camisa. – falei lembrando que não podia entrar no restaurante do clube sem camisa.

– Toma. – do nada minha mãe apareceu segurando uma camisa e olhei arqueando uma sobrancelha para ela.

– De onde tirou essa camisa?

– Mamãe sempre trás roupa extra para você querido. – a olhei consternado e vesti a camiseta. Vi Bella rindo e suspirei me levantando e seguindo com eles para o restaurante.

Assim que chegamos fomos para um mesa de quatro lugares e sentei ao lado de Bella, de frente para meus pais, olhamos o cardápio, quando uma jovem loira e sorriso bonito nos atendeu.

Sem olhar para ela, pedi bife com batata frita e uma coca. Bella pediu salada e meus pais lasanha. A garçonete já estava indo quando lembrei de algo importantíssimo.

– Não esquece do catchup. – gritei para a moça e minha mãe me olhou feio, sorri na maior cara de pau. – Mãe não tem graça comer batata sem catchup.

– Não ligue para ele Bella. – ela falou se desculpando com Bella e corei.

Cara que mico, sua mãe com vergonha da vizinha gostosa. Mais Bella só sorriu. E olhou para mim.

– É um fato Esme, batata sem catchup não tem graça. – sorri enormemente mais meu sorriso sumiu ao sentir a mão dela em minha coxa. A olhei de esguelha e engoli em seco, quando sua mão subiu mais quase tocando em meu pau.

– Ta doida? – sussurrei e ela sorriu docemente para mim. Tentei afastar sua mão e ela fez um biquinho lindo que me fez ficar a encarando como um idiota, e soltei sua mão.

Vi ela sorrindo enormemente e respirei fundo, enquanto a mão de Bella continuava me acariciando. Merda esse tipo de coisa só acontece comigo.

Mais que tava bom, ah isso estava.

Mordi o lábio para não gemer e senti ela massageando meu pau que já estava duro feito pedra. Olhei de esguelha para ela que sorria e conversava com minha mãe.

PQP! Essa mulher é doida, mais é gostosa.

– Aqui está. – a voz da garçonete me fez pular e ouvi Bella dando uma risadinha. A moça serviu todos e entregou o catchup para mim.

– Aqui graçinha. – corei feito um pimentão e ela sorriu, ela até era bonita, mais vi ela arregalar os olhos e pedir licença indo embora rapidamente. Dei um rápido olhar para Bella que estava de cara feia.

Voltei minha atenção para meu prato e encarei as batatas, e coloquei um monte na boca. Ouvi minha mãe rir e olhei de relance para ela.

– Oh meu filho sempre causa essa reações nas garotas.

– É mesmo? – Bella perguntou me olhando de canto de olho e olhei feio para minha mãe.

– É sim. Não entendo por que esse menino não tem uma namorada.

– É por que será? – olhei para Bella e ela sorriu.

– Até pensei já que ele fosse gay.

–PQP! MÃE!! – falei quase engasgando e ouvi Bella rindo.

Eu sabia que devia ter ido pra casa. Tava sentindo que algo assim aconteceria.

– Não acho que Edward seja gay. – falou Bella e olhei feio para ela.

– Eu quero acreditar que não. Mais se ele não arrumar uma namorada, eu vou acabar acreditando nisso. Pior ele só anda com aqueles rapazes estranhos.

– Esme? – chamou meu pai, mais ela continuou falando.

– Aquele Emmett tem um jeito muito mal encarado. Aposto que ele te fornece as drogas.

– Você se droga? – Bella perguntou para mim, e eu estava olhando para o céu e rezando.

“Por que Deus? Por que? O que eu te fiz?”

– Ele não assume, mais eu sei que ele só não quer me preocupar.

– Mãe. Eu já disse um milhão de vezes, eu não uso drogas.

– Mas quando usar mamãe ta aqui pra você. – rolei os olhos e achei melhor me concentrar na minha comida.

– Não ligue para Esme, Bella. Ela assiste aqueles programas de problemas familiares e acha estranho que a nossa família seja perfeita.

– Você tem que admitir Carl. Perfeição demais, esconde alguma coisa.

– E por que justo eu que sou o drogado. Papai podia ter um caso. – falei por falar, já irritado, por ser sempre eu o centro da atenção e vi minha mãe olhar desconfiada para meu pai.

– Carl?

– Não seja absurda Esme. – ela assentiu mais ainda dava uns olhares para meu pai.

Serio já sabia qual era o problema a minha família. Somos um bando de loucos. Achei que finalmente poderia comer em paz, mais quase pulei a ao sentir a mão de Bella em mim de novo.

– Bella?

– Só estou brincando gatinho. – sussurrou próximo do meu ouvido e olhei meus pais que estavam conversando e parecia que minha mãe o acusava de ter um caso.

Num disse, um bando de loucos.

– Você quer me matar, isso sim. – ela riu e me apertou mais.

– Só quero te deixar pronto pra mim.

PQP! Essa mulher ainda me mata. Eu não cansava de repetir isso.

– Já está me fazendo subir pelas paredes. – resmunguei ela riu.

– Algo errado? – perguntou meu pai e sorrimos.

– Nada não. Só perguntando para o Edward sobre seu problemas com as drogas. – fuzilei Bella com os olhos e ela riu.

Voltei a atenção para meu prato e comi enchendo a boca. Para meu martírio, Bella continuava me atacando. O que estava muito bom na verdade.

Coloquei mais comida na boca, sentindo que estava cada vez mais próximos. Meu pau pulsava na mão de Bella e eu queria saber o que ela faria se eu gozasse ali mesmo. Ainda enfiando um monte de comida na boca, senti Bella me soltar, bem quando eu estava quase próximo e ela aproximou a boca do meu ouvido.

– Estou louca pra te chupar gatinho.

PQP!!

Eu engasguei depois dessa e minha mãe arregalou os olhos e veio me ajudar levantando meus braços e dando tapas em minhas costas. Quando me senti melhor, tomei um copo de água e sequei as lagrimas dos olhos.

– Você está bem filho? – assenti e me levantei.

– Vou ao banheiro. – sai rapidamente dali antes que Bella me matasse.

Entrei no banheiro dos homens e lavei o rosto. Estava mais vermelho do que nunca. Quando levantei o rosto quase tive um treco, Bella estava atrás de mim e sorria maliciosamente.

– Bella ta doida. E se te pegarem aqui. – ela me abraçou passeando suas mãos por meu peito. E beijou meu pescoço, as mãos descendo pela minha barriga.

– Não gostou da surpresa gatinho?

– Depende do que você estar aqui significa? – ela lambeu minha garganta e mordiscou e começou a mover as mãos pra dentro da minha bermuda.

– Você não imagina? – ele agarrou meu pau e gemi jogando a cabeça para trás.

– Você é doida. – ela riu e continuou mordiscando meu pescoço.

– Eu sei que você gosta. – eu ri e olhei para a porta.

– Bella, meu pai pode entrar, e se ele te ver. – ela mordeu o lábio e sorriu mais e segurou minha mão me puxando para dentro de um dos banheiros.

– Bella... – ela não me deixou terminar, me empurrou contra a porta e me beijou, agarrei sua cintura e a pressionei contra minha ereção, ela gemeu em minha boca, e se afastou sorrindo maliciosamente.

– Ah... – gemi quando ela começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e descendo por meu peito, ela se ajoelhou sorrindo e levantou minha camisa e beijou minha barriga, sua língua circulando meu umbigo e me causando tremores.

– Você vai me matar.... – falei gemendo e ela riu.

– De prazer gatinho. – fiquei olhando enquanto ela puxava meu pau pra fora da bermuda e beijava a cabeça, fechei os olhos e cerrei os dentes ou iria acabar gritando.

– Você é uma delicia. – abri os olhos bem na hora em que ela me tomou todo, mordi o lábio com força sentindo gosto de sangue.

– PQP! – sussurrei ao sentir sua boca quente em volta do meu pau, enquanto uma de suas mãos cobria o que não cabia em sua boca, e as mãos massageavam minhas bolas.

Ela começou a sugar e chupar me fazendo ver estrelas. Meu corpo tremia, convulsionava na verdade. Sua boca perfeita continuava me engolindo quase todo.

– Adoro seu gosto. – falou quando libertou meu pau e começou a dar lambidas nele, lambendo, chupando a ponta e mordiscando, para depois o engolir de novo.

– PQP... Que boca... – ela riu e me sugou com força, meu membro já pulsava, e quando ela liberou meu pau e chupou minha bolas eu rosnei.

– Bella... eu....eu vou... Merda.... – comecei com os dentes trincados e ela sorriu e me chupou com mais força me fazendo gozar em sua boca perfeita.

Senti minhas pernas bambas, enquanto a perfeição em forma de mulher engolia meu prazer e limpava meu membro com lambidas, que se ela não parasse eu estaria animado de novo.

Ela sorriu e guardou meu membro no shorts e ficou de pé e beijou o canto da minha boca. Sem me conter agarrei ela e a beijei. Ela gemeu contra meus lábios, e rosnei sentindo meu gosto em sua boca doce.

– Você vai acabar comigo. – ela riu e se separou de mim. E se ajeitou.

– Espero uma troca de favor gatinho.

– Agora? – falei corando e ela riu.

– Hoje não. Seus pais, vão estranhar a demora. Mais eu vou cobrar.

– Quando quiser. – falei animado e ela riu e me agarrou se esfregando em mim e já me animei de novo.

– Isso que é ótimo em garotões, vocês se animam tão rápido. – falou com um sorriso safado e roçou seus lábios nos meus antes de sair.

Fiquei pensando em suas palavras, será que ela saia muito com adolescentes?

Não sei por que, mais não gostei disso.

Sai cabisbaixo do banheiro e a vi sentada na mesa. Sentei ao seu lado e ouvi ela falando com minha mãe.

– A mulher no banheiro não parava de falar, estava quase dormindo. – meus pais riram, e ela piscou para mim e corei evitando seu olhar.

O resto do almoço evitei olhar Bella. As palavras dela ainda ecoando em minha cabeça. Será que ela tinha um monte de caras da minha idade? Será que ela é uma tarada por adolescentes idiotas e virgens?

Quando finalmente o almoço acabou enfiei as mãos no bolso e caminhei atrás dos meus pais que conversavam animadamente com Bella. Assim que chegamos até os carros parei perto do carro dos meus pais, e esperei eles abrirem.

Senti Bella do meu lado e quando olhei ela sorriu e enfiou o braço no meu.

– Vamos comigo?

– Claro. – falei desanimado e entrei no banco do carona. Ela entrou em silencio no carro e deu a partida. Ela dirigia devagar e evitava seu olhar. De repente ela deu uma parada brusca e olhei assustado para a estrada. Estávamos em uma rua escura e olhei nervoso para Bella, que parecia brava.

– O que está acontecendo?

– Nada.

– Edward? – ela falou brava e mordi o lábio. E olhei em volta, será que ela ia me sacrificar?

– Não é nada demais. – falei temeroso e ela suspirou soltando o cinto. E fechei os olhos me encolhendo.

Eu sabia. Ela é muito gostosa, nunca ia reparar em mim. Ela só queria meu corpo e depois vai me sacrificar.

– Eu não vou te sacrificar Edward. – falou bufando e abri um olho e olhei para ela.

– Eu falei em voz alta? – ela suspirou e soltou meu cinto e subiu em meu colo.

– Falou sim. E por que acha que vou te sacrificar? – dei de ombros evitando seu olhar.

– Sei lá. Você é linda e está comigo, tem obviamente alguma coisa errada aqui. – ela riu e me abraçou pelo pescoço.

– Você tem noção que como é lindo? – eu corei.

– Serio? – ela assentiu e corei. – Hum... er... obrigada... – ela riu e beijou minhas bochechas quentes.

– Eu falo serio. Você é lindo, uma delicia. Mais ainda não me contou. O que te chateou, achei que tinha gostado da nossa brincadeira no banheiro?

– Eu goste... – pigarreei. – Realmente gostei. – ela riu e se esfregou em mim, o traidor do meu pau deu sinal de vida e suspirei, quando ela sorriu maliciosa.

– Então o que há de errado? – olhei para o teto do carro, que aliais era muito bonito... senti as mãos de Bella em meu rosto e olhei para ela. – Edward?

– Você sai com um monte de adolescentes? – cuspi de uma vez e ela arqueou a sobrancelha.

– De onde tirou isso? – dei de ombros.

– Sei lá. Você disse que, o que era ótimo em garotões e que se animavam rápido.

– E é verdade.

– Como sabe? – acusei e ela riu e se esfregou em mim.

– Não seja bobo Edward. Eu já fui adolescente. Não sou tão velha assim. – corei e olhei para baixo. O que foi péssima idéia, pois dei de cara com seu decote e voltei a olhá-la.

– Então é só você e eu? – ela sorriu e começou a distribuir beijos molhados em meu rosto.

– Claro gatinho. – sorri como bobo, e já passava as mãos em seu corpo. Ela se afastou e segurou me rosto me fazendo a encará-la. – E o senhor vai ver se te pegar com aquela menininhas. – falou brava e sorri.

– Só se eu fosse louco. – ela riu e voltou a me beijar e se esfregar em mim. Gemi em sua boca enquanto nossas mãos passeavam pelo corpo um do outro.

– Gatinho...

– Hummm...

– Você tem... hora pra... chegar em casa...? – falou entre beijos e suspiros e apertei sua bunda.

– Não to nem ai Bella. – ela riu abafado e mordiscou meu pescoço.

– Mais e seus pais? – parei de beijá-la e olhei seu rosto lindo e já doido para estar com ela.

– Minha mãe vai pensar que estou me drogando nas esquinas. – falei sorrindo e ela riu e agarrou meus cabelos e me beijou com urgência.

– Então não vamos desapontar dona Esme.

Continua

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