Sexy Bitch-Capitulo 1

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Prólogo

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– Eu quero para agora... – exigi passando a mão pelo cabelo. – Não importa que estou no meio de uma festa... Carlisle... – suspirei sentando na beirada da mesa e apertei a ponta do nariz.

– Ok... Carlisle... – ouvi um barulho alto e levantei o rosto tampando o bocal do telefone, uma mulher rindo entrou na biblioteca com uma taça de champanhe na mão.

– Está ocupado. – falei irritado e ela riu e olhou em volta.

– Mas você está sozinho.



– Sim? – ela arqueou uma sobrancelha.

– Então não está ocupado. – falou como se eu fosse idiota e suspirei.

– Senhorita estou no telefone.

– No meio de uma festa?

– Saia, por favor. – pedi já perdendo a paciência, ela riu e em vez de sair sentou em uma poltrona que tinha próxima a porta e cruzou as pernas.

– Pode continuar. – falou indicando o telefone e deu um sorrisinho.

– Não vai sair? – ela bebericou o champanhe e deu de ombros.

– Me envie um fax quando estiver pronto... Meia hora. – desliguei sem esperar resposta e voltei a olhar a mulher, ela sorria me avaliando.

Achando que estava em algum tipo de pegadinha olhei melhor a mulher que me era familiar de algum lugar, ela tinha longos cabelos negros e olhos castanhos... Ela usava um vestido longo azul escuro cumprido, havia uma abertura e sua perna longa estava à mostra, os lábios generosos estavam pintados de rosa, e usava pouca maquiagem, sua pele era pálida, quase translúcida, as bochechas rosadas e o nariz arrebitado.

– Gosta do que vê? – ela deu um sorrisinho e mordeu o lábio, cruzei os braços arqueando uma sobrancelha.

– A senhorita vai ficar ai? – ela riu.

– Já quer se livra de mim? – fez um biquinho e pisquei confuso.

– Quem é você?

– Isso importa?

– Bem, já que você me interrompeu... – ela suspirou e ficou de pé e começou a caminhar em minha direção, meus olhos dispararam para seu corpo a avaliando novamente, tinha seios pequenos e arredondados, cintura fina e quadris generosos, curvas nos lugares certos, ela parou a minha frente e segurou minha gravata.

– Sempre tão sério? Tcs, tcs, tcs. O que precisamos fazer para mudar isso? – tirei a gravata da mão dela e a ajeitei evitando olhar seus olhos, não eram castanhos eram marrons intensos como chocolate, quentes, praticamente derretendo, e me olhavam como se eu fosse um pedaço de carne.

Normalmente eu olhava as mulheres assim. Bem não ultimamente. Na verdade fazia muito tempo.

– Ainda não me disse quem é. – pigarreei e ela sorriu de canto, e tocou meu peito com a palma aberta, sua mão desceu e subiu fazendo minha pele se arrepiar.

– Isso não importa Sr. Insociável.

– Não sou insociável. – fiz uma careta e ela sorriu.

– Oh é sim, se não fosse estaria na festa e não escondido aqui.

– Não estou escondido, estava fazendo uma ligação.

– Bem já não está mais.

– Por que a senhorita interrompeu. – ela fez um biquinho.

– Então eu preciso me desculpar. – ela colou seu corpo ao meu e meu corpo inteiro se arrepiou, meu membro dando sinais de vida imediatamente. Merda fazia muito tempo.

Ela deu uma risadinha e colocou as mãos por dentro do meu terno, chegou as minhas costas e passou as unhas.

– Não será necessário. – falei rouco e ela mordeu o lábio carnudo.

– Mais eu insisto. – ela piscou pra mim e beijou meu pescoço, fechei os olhos já respirando com dificuldade, ela deu uma risadinha e mordiscou minha pele lambendo em seguida.

Instintivamente levei as mãos que antes estava sob a mesa para a cintura dela e apertei, ela suspirou e se encostou mais em mim, como se fosse possível, meu pau já pulsava, crescendo cada vez mais, e ela contribuía pra isso se esfregando em mim.

– Deus...

– Hmmm, já está ficando mais sociável. – ela ronronou, e antes que eu falasse ela esmagou seus lábios nos meus.

Sua boca se moldou a minha com perfeição os lábios carnudos chupando e beijando os meus, sua língua deslizou por meus lábios, invadindo a minha boca em seguida, ela gemeu contra meus lábios.

Minhas mãos que estavam em sua cintura desceram para sua bunda e apertei a carne macia, ela gemeu e afastou a boca da minha, um sorrisinho safado em seus lábios, ela começou a beijar meu pescoço, lambendo e chupando minha pele, arranhou os dentes e deu uma chupada particularmente forte, mas que me fez gemer e fechar os olhos.

Ela riu baixo, e começou a descer as mãos pelo meu corpo, chegou a minha calça e apertou meu pau, eu já estava excitado desde que ela encostou em mim, mas ao sentir sua mão meu pau latejou loucamente, Deus eu estava quase gozando em minhas calças, como a porra de um adolescente.

– Oh, seu pau não é nada insociável. – ela riu e suspirei, suas mãos abriram minha calça rapidamente e deslizou para dentro da minha cueca e o segurou com firmeza, minhas pernas bambearam e ofeguei olhando pra ela. Ela riu e massageou a cabeça do meu pau já úmida do meu pré-gozo.

– Nossa que pauzão, Sr. Insociável. – ela riu, joguei a cabeça para trás gemendo. Seu corpo se colou ao meu e sentia o calor da sua boceta.

Minhas mãos foram apressadamente para seu vestido o erguendo, ela sorriu maliciosamente e se afastou.

– Tcs, tcs, tcs, ainda não, primeiro eu quero te provar. – meus olhos se arregalaram ao vê-la se ajoelhar no chão e colocar todo o meu pau pra fora e olhá-lo com desejo.

– Senhorita... – falei ofegante e ela sorriu mais ainda e acariciou meu membro com suas longas unhas.

– O que? Você não quer? – ela arqueou sua longa sobrancelha e lambeu os lábios ainda olhando diretamente para mim e gemi.

– Não use os dentes.

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