Sexy Bitch-Capitulo 3

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Ora, ora, mas que surpresa agradável.

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Entrei no quarto de minha mãe e suspirei ao vê-la sentada olhando pela janela. Ela fazia muito isso ultimamente, fazia somente alguns meses desde a morte do meu pai, quase um ano e não entendia o que uma mulher tão doce como ela podia amar um homem como Edward Masen.

Ele era frio e calculista, só preocupava com a empresa, nunca deu atenção a família, ou a própria esposa que agora sofria sua ausência, passei a mão pelo cabelo e fui até sua cama sentando na beirada e segurei sua mão.




– Oi mãe. – ela se virou lentamente para mim e sorriu, seu rosto se iluminou ao me ver e sorri.

– Edward querido. – ela tocou minha bochecha e sorri para ela.

– Hey mamãe, como está?

– Estou bem, e você querido?

– Estou bem, trabalhando como sempre. Vim lhe fazer um convite.

– Oh mais isso é maravilhoso. O que é?

– Que tal me acompanhar em um passeio, podemos almoçar. – ela sorriu animada.

– Oh seria maravilhoso meu querido, mas... – ela hesitou e apertei sua mão.

– O que foi?

– Você vai gastar seu tempo com uma velha como eu? – eu ri e beijei sua mão.

– Não seja absurda sra. Masen, seria maravilhoso se me acompanha-se.

– Eu com certeza, afastarei as moças.

– Isso será melhor ainda. Você é a única mulher que me importa. – seus olhos brilharam.

– Então irei me arrumar.

Beijei suas mãos e sai do quarto, para lhe dar privacidade, poucas coisas animavam Esme ultimamente. Sair comigo era uma delas, e eu fazia sempre que possível.

Eu na verdade não precisava de mulher nenhuma... imediatamente a imagem da mulher da biblioteca me veio na mente, a jovem sedutora que me levou a loucura.

A porta do quarto de minha mãe se abriu e tentei empurrar sua lembrança para o fundo da minha mente. Eu não precisava de mulheres em minha vida. Eu as devia evitar, era o melhor.

– Algo errado querido? – minha mãe me olhou com preocupação e sorri estendendo o braço para ela.

– Nada, só imaginando aonde a levaria.

– Oh querido, qualquer lugar com você será perfeito. – beijei sua testa e segui para as escadas.

– Iremos nos divertir.

[...]

– Não entendo por que tenho que vir aqui Carlisle. – resmunguei pelo celular.

– Edward, você sabe como Aro é.

– Sim, sim. Mas por que não poderíamos nos reunir no escritório, não gosto desse tipo de lugar. – esfreguei o pescoço enquanto entregava a chave ao manobrista, entrei no clube privado, aonde me encontraria com Aro Volturi, ainda irritado pela escolha do lugar.

– Esse tipo de homem gosta de lugares assim Edward.

– Eu sei. Eu tenho que desligar, já cheguei. Não se esqueça, quero todas as permissões assinadas e registradas. Não quero mais atrasos.

– Sim senhor. – ele falou rapidamente e desliguei o celular e dei meu nome ao segurança.

– Por aqui Sr. Masen. – um homem de terno preto me guiou por um longo corredor.

Em seguidas entramos em uma sala ampla, aonde tocava um jaz suave, o ambiente era bem decorado em tons branco e preto, alguns sofás e pufs e poltronas, no fundo havia um bar, e alguns garçons circulavam levando bebidas aos homens e mulheres bem vestidos, olhei em volta e não demorei a ver Aro Volturi, os longos cabelos negros presos em um rabo de cavalo, usava um terno cinza chumbo. Caminhei até ele com um sorriso educado.

– Aro.

– Masen. Quem bom que chegou. – apertamos as mãos e me sentei na poltrona ao seu lado, um garçom chegou perto de mim e pedi um uísque.

– É um prazer revê-lo Aro.

– Você também meu caro. E como anda as coisas para meu shopping?

– Muito bem. Começaremos no prazo.

– Isso é bom. Eu achei que tivesse problemas com o prefeito...

– Tudo resolvido...

– Ora, ora, mas que surpresa agradável. – uma voz suave me interrompeu e engoli em seco ao ver os olhos chocolates me encarando divertidos.

– Senhorita? – ela usava um vestido curto tomara que caia branco, podia ver suas pernas longas usando um salto preto, sua pele cremosa estava a mostra, havia tanto para admirar, os ombros, os braços o pescoço longo...

– Já conhece Isabella? – Aro perguntou e arquei uma sobrancelha.

– Isabella? Só Isabella? – ela riu e estendeu a mão para mim.

– Sim, Sr?

– Masen. – murmurei e segurei sua mão, minha pele formigou e a soltei rapidamente.

– Masen?

– Isabella querida, conhece Edward? – ela finalmente olhou para Aro e sorriu.

– De vista. – Aro me olhou curioso e assenti voltando a olhá-la.

– Isabella. – repeti seu nome e ela sorriu.

– Sim, Edward Masen. – ambos sorrimos, seus olhos chocolate me encarando com intensidade, quentes e cheio de promessas.

– Conversou com seus amigos querida? – Aro falou interrompendo nossa troca de olhares e ela sorriu olhando para ele.

– Sim. Quer uma bebida?

– Claro querida, uma vodca.

– Perfeitamente. – ela piscou para ele e seguiu para o bar, a segui com um olhar, vendo sua bundinha arrebitada, hipnotizado pelo balanço dos seus quadris... Deus eu gostaria de dar uma palmada naquela bundinha, a voz de Aro afastou meus pensamentos pervertidos.

– De onde conhece Isabella? – Aro perguntou e o olhei curioso.

– A vi em uma festa. Você?

– A contratei com acompanhante.

– Ela é uma prostituta?

– Não, não. – ele riu negando. – Ela é acompanhante em festas e jantares. É uma modelo.

– Interessante.

– Lógico, se você pagar um pouco mais, ela pode ir pra cama com você.

– Uma prostituta de luxo então.

– Basicamente. – ele riu bem humorado, e me senti enojado de imaginá-la na cama com Aro.

– Então, tudo resolvido?

– Não quer ficar mais? Agora que está ficando interessante. – ele falou com um sorriso malicioso e olhei em volta.

Já podia ver alguns casais se esfregando e havia um homem com as calças abertas e a mulher o levando na boca. Definitivamente esse não é meu tipo de festa, e com certeza, não quero ver Aro, com as calças abertas.

– Infelizmente não posso.

– Uma pena.

– Sim. E não se preocupe com o shopping, será entregue no prazo. – me levantei e caminhei em direção a saída, antes que eu a alcançasse, ela estava na minha frente.

– Já vai?

– Sim.

– Trabalho?

– Sim. – ela suspirou e pegou minha gravata.

– Tcs, tcs, tcs. Sempre tão ocupado. Acho que precisa relaxar Sr. Insociável. – bufei.

– Não me chame assim. – ela mordeu o lábio carnudo.

– Como quer que eu chame?

– Edward. – murmurei engolindo em seco e ela riu.

– Ok Edward, quer relaxar?

– Com você?

– Sim.

– Aonde? – ela olhou para os lados e sorriu travessamente e pegou minha mão e me puxou através do corredor e abriu uma porta me empurrando para dentro e colou seu corpo no meu.

Percebi que estávamos em um banheiro e arquei uma sobrancelha. Ela riu e me puxou para um dos boxes. Rapidamente trancando a porta e me empurrando contra a parede, sua mão apressadamente veio para minha calça e apertou meu membro, gemi sentindo minha ereção crescendo.

– Hmmm, Edward, Edward, já fudeu uma mulher em um banheiro? – ela cantarolou suas pequenas mãos abrindo minha calça e colocando a mão dentro da minha cueca.

– Deus... – assoviei, sua mão apertou meu pau com um pouco de força e ela sorriu para mim.

– Então?

– Não sei, acho que não. – ela riu e massageou meu pau, joguei a cabeça para trás e ela riu.

– Não sabe?

– Deus, não consigo pensar.

– Isso é bom, Sr. Insociável. – ela cantarolou novamente e sua boca veio para meu peito, sua pequena boca lambendo meu mamilo sobre a camisa.

Sem me conter mais agarrei seus quadris e a girei a prensando na parede, subi as mãos pelo seu corpo e agarrei suas mãos a colocando sobre sua cabeça, ela riu e arqueou seu corpo, roçando em meu pau me fazendo rosnar.

– Sua vadia.

– Isso Sr. Masen, sou sua vadia. – grunhi segurando suas mãos acima da cabeça com uma mão só desci a outra pelo seu corpo, seu vestido curto me fez gemeu quando cheguei as suas coxas e comecei a subi-lo para cima.

– Será que você está molhadinha, Isabella?

– Por que você não olha. – ela lambeu os lábios, e sorri levando a mão a sua entrada, Isabella gemeu quando meus dedos tocaram sua entrada encharcada e gemi.

– Merda! – ofeguei deslizando meus dedos pelo seu calor apertado, ela ofegou rebolando contra minha mão.

Girei meus dedos dentro dela, suas pernas tremeram e ela rebolou contra minha mão. Tirei meus dedos de dentro dela e os lambi, seus olhos chocolate pareciam fogo me encarando com luxuria.

– Vem me foder Sr. Masen. – gemendo a soltei e massageei meu pau e me preparei para entrar nela, agarrei sua bunda e erguendo e suas pernas entrelaçaram em meu quadril, meu pau rosou em sua entrada molhada e ambos gememos, esfreguei meu membro em seu clitóris, o deslizando já para sua boceta, mas ela me parou.

– O que? – praticamente rosnei a fazendo rir.

– Sei que estamos ansiosos, mas camisinha.

– Merda! – rosnei a fazendo rir.

– Não creio que você não tenha nenhuma ai?

– Bem, pode ser meio surpreendente para a senhorita, mas eu não sou do tipo que sai fodendo mulheres em banheiros.

– Na verdade não me surpreendeu nada. – ela enfiou a mão no decote e tirou uma embalagem, arquei uma sobrancelha e ela sorriu. – Sou uma garota prevenida. – deu de ombros e acabei rindo.

Tirei o pacote de sua mão e o rasguei com os dentes, ele agarrou me meu pescoço para não cair e deslizei o preservativo pelo meu pau, gemi ao esfregar meu pau em seu clitóris novamente.

– Vem Sr. Insociável. – ela riu e rosnei, empurrando meu pau com força dentro dela. Isabella mordeu meu pescoço par anão gritar e agarrou meus cabelos.

Gemi sentindo seu calor me envolver, tão quente e molhado. Fazia tanto tempo... fiquei parado dentro dela, pulsando dentro da sua boceta, sentindo ela pulsar a minha volta.

– Edward... – ela gemeu meu nome e encarei seus olhos, gemi e esmaguei meus lábios nos dela, sugando seus lábios e me movendo dentro dela.

Isabella gemeu contra minha boca rebolando em meu pau, apertei sua bunda e comecei a fodê-la com força, suas pernas apertavam com força a minha volta me puxando mais e mais para ela.

Me fazendo enterrar fundo dentro dela. Seus gemidos ecoavam em minha boca e grunhi chupando sua língua. As mãos dela vieram para meu cabelo e o puxou com força me fazendo gemer contra seus lábios.

Meu pau já pulsava e eu não demoraria muito para vir.

Merda eu estava muito perto.

Levei minha mão entre nossos corpos e provoquei seu clitóris, rodeando o dedão em seu botãozinho. Ela gemeu alto em minha boca e seu corpo convulsionou, seu sexo ordenhando meu pau.

Afastei minha boca da dela e chupei seu pescoço, ela gemeu alto e seu corpo todo tremeu quando ela veio. Eu rosnei e vim em seguida, preenchendo a camisinha e enterrando meu rosto em seu pescoço.

Ela me abraçou apertado por alguns minutos e ficamos em silencio, quando me senti recuperado sai de dentro dela e me livrei da camisinha, a ajudei a ficar firme e ela sorriu enquanto ajeitava seu vestido com um sorriso.

– Muito bom Edward.

– Feliz que gostou Srta. Isabella. – ela riu.

– Tão formal. Tcs, tcs, tcs... – ela ajeitou minha camisa e gravata, suas pequenas mãos subindo e descendo por meu peito, seus olhos chocolates me olhando com intensidade, afastei uma mecha de cabelo do seu rosto e ela mordeu o lábio macio...

– Isabella? – ouvimos alguém chamá-la, e reconhecemos a voz de Aro, ela suspirou com um biquinho.

– Preciso ir.

– Para Aro?

– Com ciúmes? Prefere que eu dispense Aro?

– Não, absolutamente não. – falei serio me afastando.

– Que pena Sr. Insociável, adoraria chutar o velho e ir com você.

– Não mude seus planos por mim, senhorita. – ela suspirou e deu de ombros, um pequeno sorriso travesso brincando em seus lábios.

– Bem quem sabe outro dia. – ela piscou pra mim e saiu pela porta.

Fiquei parado dentro do boxes não acreditando na loucura que fiz.

O que essa mulher estava fazendo comigo?

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