Sexy Bitch-Capitulo 2

–------------------------------------------------------------------

Sr. Insociável

–-------------------------------------------------------------------

Olhei no relógio em meu pulso e resmunguei, Jasper sabia que eu odiava essas festas no meio da semana, Alice bebia demais, dava vexame e sobrava para mim abafar com a imprensa.

Afinal alguém tinha que zelar pelo nome da família.

Os Masen eram conhecidos por nunca terem seu nome na mídia, ainda mais por escândalos. Infelizmente a noiva do meu primo adorava uma farra, e ele nunca conseguia controlá-la.




Entreguei a chave do carro para o manobrista e entrei apressadamente na casa, olhei meu relógio mais uma vez, se Carlisle não me ligasse em dez minutos eu iria pessoalmente matá-lo. Tudo bem que ele era da família, mais a construtora era minha e não admitia erros, mesmo da família.

Entrei na mansão, pelo jardim, onde estava ocorrendo à festa em volta da piscina e suspirei ao ver o bando de gente fútil, atores, modelos, ricos em ascensão, todos bebendo e rindo. Bando de desocupados. Muitos se viraram para mim quando passei, mas ignorei todos. Caminhei apressadamente para dentro da casa, sempre achando mais alguns convidados que riam e bebiam, rolei os olhos e fui para a biblioteca, lá teria um pouco de paz.

Infelizmente meus planos foram interrompidos, pelo meu primo.

– Edward.

– Jasper, só ficarei alguns minutos. – avisei tentando passar por ele que riu, e colocou o braço sobre meu ombro, Jasper era tão alto quanto eu, o cabelo loiro escuro como de sua mãe Elizabeth, e os olhos caramelo como de seu pai Carlisle.

– Primo, não faça essa desfeita, é minha festa de noivado.

– Jasper, sua festa de noivado é daqui duas semanas. – ele riu, pelo cheiro estava bêbado.

– Bem, é uma pré-festa.

– Onde está Srta. Brandon? – ignorei suas palavras, Jasper suspirou sonhador.

– Está com uma amiga.

– Cuide da sua noiva Jasper, não poderei evitar todo escândalo que ela causa. Ela é uma modelo, ela não devia preservar sua reputação? – perguntei sarcasticamente e o vi revirar os olhos.

– Não seja chato Eddie, viva a vida.

– Eu vivo Jasper, e é por isso que você tem um trabalho. – ele rolou os olhos.

– Sempre tão sério. Vou atrás de Alice.

– Sim, e, por favor, a controle Jasper. – ele me ignorou e se afastou.

Suspirei indo finalmente para a biblioteca, a sala ampla de teto alto, muitas prateleiras de livros por todas as paredes, o piso de madeira brilhosa ecoando sobre meus pés, sentei atrás da mesa antiga do meu pai, a mesma onde o vira tantas vezes em conversas no telefone, a mesa repleta de papeis e um copo de uísque. Tirei o celular e verifiquei a hora, Carlisle tinha mais quatro minutos.

Levantei o rosto olhando o quadro de família que minha mãe insistiu que tirássemos e fiz uma careta, meu pai olhava com a expressão séria tão comum nele, e a minha não era muito diferente, eu me parecia muito com ele.

O mesmo rosto quadrado com queixo duro, o nariz anguloso e sobrancelhas grossas e longas, lábios finos o cabelo uma cor diferente bronze, penteado meticulosamente arrumado, tinham o mesmo olhar duro e firme a única diferença, seu olhos eram azuis escuros, os meus eram iguais os da minha mãe. Minha mãe sorria com seu cabelo caramelo, sua expressão serena e cálida, olhos verdes e um sorriso fácil e agradável, embora seja difícil ver Esme Masen sorrindo agora, não depois da morte dele.

Fazia tão pouco tempo, mas me trouxe muitas responsabilidades, mas era bom, era ótimo poder me concentrar no trabalho e tentar esquecer o que aconteceu, tentar esquecer o passado.

Me levantei encostando na beirada da mesa e olhando melhor para meu pai, lembrando de como era a vida quando ele estava entre nos... Meu celular tocou me tirando das amargas lembranças e atendi resmungando.

– Fale.

Carlisle resmungou as informações que eu precisava, estávamos trabalhando num projeto de um grande shopping Center, e os problemas com a prefeitura estava acabando com minha paciência.

Esfreguei o rosto ouvindo mais algumas das explicações de Carlisle, que o prefeito não liberou, já estava me irritando. Não estava nem um pouco interessado no que o prefeito queria ou deixava de querer, o governador já tinha liberado.

– Esfregue na cara desse prefeitinho de merda, o contrato com o governador e quero a minha licença para começarmos.

– Sim, sim. Farei isso na primeira hora amanhã Edward.

– Eu quero para agora... – exigi passando a mão pelo cabelo. – Não importa que estou no meio de uma festa... Carlisle... – suspirei sentando na beirada da mesa e apertei a ponta do nariz.

– Ok... Carlisle... – ouvi um barulho alto e levantei o rosto tampando o bocal do telefone, uma mulher rindo entrou na biblioteca com uma taça de champanhe na mão.

– Está ocupado. – falei irritado e ela riu e olhou em volta.

– Mas você está sozinho.

– Sim? – ela arqueou uma sobrancelha.

– Então não está ocupado. – falou como se eu fosse idiota e suspirei.

– Senhorita estou no telefone.

– No meio de uma festa?

– Saia, por favor. – pedi já perdendo a paciência, ela riu e em vez de sair sentou em uma poltrona que tinha próxima a porta e cruzou as pernas.

– Pode continuar. – falou indicando o telefone e deu um sorrisinho.

– Não vai sair? – ela bebericou o champanhe e deu de ombros.

– Me envie um fax quando estiver pronto... Meia hora. – desliguei sem esperar resposta e voltei a olhar a mulher, ela sorria me avaliando.

Achando que estava em algum tipo de pegadinha olhei melhor a mulher que me era familiar de algum lugar, ela tinha longos cabelos negros e olhos castanhos... Ela usava um vestido longo azul escuro cumprido, havia uma abertura e sua perna longa estava à mostra, os lábios generosos estavam pintados de rosa, e usava pouca maquiagem, sua pele era pálida, quase translúcida, as bochechas rosadas e o nariz arrebitado.

– Gosta do que vê? – ela deu um sorrisinho e mordeu o lábio, cruzei os braços arqueando uma sobrancelha.

– A senhorita vai ficar ai? – ela riu.

– Já quer se livra de mim? – fez um biquinho e pisquei confuso.

– Quem é você?

– Isso importa?

– Bem, já que você me interrompeu... – ela suspirou e ficou de pé e começou a caminhar em minha direção, meus olhos dispararam para seu corpo a avaliando novamente, tinha seios pequenos e arredondados, cintura fina e quadris generosos, curvas nos lugares certos, ela parou a minha frente e segurou minha gravata.

– Sempre tão sério? Tcs, tcs, tcs. O que precisamos fazer para mudar isso? – tirei a gravata da mão dela e a ajeitei evitando olhar seus olhos, não eram castanhos eram marrons intensos como chocolate, quentes, praticamente derretendo, e me olhavam como se eu fosse um pedaço de carne.

Normalmente eu olhava as mulheres assim. Bem não ultimamente. Na verdade fazia muito tempo.

– Ainda não me disse quem é. – pigarreei e ela sorriu de canto, e tocou meu peito com a palma aberta, sua mão desceu e subiu fazendo minha pele se arrepiar.

– Isso não importa Sr. Insociável.

– Não sou insociável. – fiz uma careta e ela sorriu.

– Oh é sim, se não fosse estaria na festa e não escondido aqui.

– Não estou escondido, estava fazendo uma ligação.

– Bem já não está mais.

– Por que a senhorita interrompeu. – ela fez um biquinho.

– Então eu preciso me desculpar. – ela colou seu corpo ao meu e meu corpo inteiro se arrepiou, meu membro dando sinais de vida imediatamente. Merda fazia muito tempo.

Ela deu uma risadinha e colocou as mãos por dentro do meu terno, chegou as minhas costas e passou as unhas.

– Não será necessário. – falei rouco e ela mordeu o lábio carnudo.

– Mais eu insisto. – ela piscou pra mim e beijou meu pescoço, fechei os olhos já respirando com dificuldade, ela deu uma risadinha e mordiscou minha pele lambendo em seguida.

Instintivamente levei as mãos que antes estava sob a mesa para a cintura dela e apertei, ela suspirou e se encostou mais em mim, como se fosse possível, meu pau já pulsava, crescendo cada vez mais, e ela contribuía pra isso se esfregando em mim.

– Deus...

– Hmmm, já está ficando mais sociável. – ela ronronou, e antes que eu falasse ela esmagou seus lábios nos meus.

Sua boca se moldou a minha com perfeição os lábios carnudos chupando e beijando os meus, sua língua deslizou por meus lábios, invadindo a minha boca em seguida, ela gemeu contra meus lábios.

Minhas mãos que estavam em sua cintura desceram para sua bunda e apertei a carne macia, ela gemeu e afastou a boca da minha, um sorrisinho safado em seus lábios, ela começou a beijar meu pescoço, lambendo e chupando minha pele, arranhou os dentes e deu uma chupada particularmente forte, mas que me fez gemer e fechar os olhos.

Ela riu baixo, e começou a descer as mãos pelo meu corpo, chegou a minha calça e apertou meu pau, eu já estava excitado desde que ela encostou em mim, mas ao sentir sua mão meu pau latejou loucamente, Deus eu estava quase gozando em minhas calças, como a porra de um adolescente.

– Oh, seu pau não é nada insociável. – ela riu e suspirei, suas mãos abriram minha calça rapidamente e deslizou para dentro da minha cueca e o segurou com firmeza, minhas pernas bambearam e ofeguei olhando pra ela. Ela riu e massageou a cabeça do meu pau já úmida do meu pré-gozo.

– Nossa que pauzão, Sr. Insociável. – ela riu, joguei a cabeça para trás gemendo. Seu corpo se colou ao meu e sentia o calor da sua boceta.

Minhas mãos foram apressadamente para seu vestido o erguendo, ela sorriu maliciosamente e se afastou.

– Tcs, tcs, tcs, ainda não, primeiro eu quero te provar. – meus olhos se arregalaram ao vê-la se ajoelhar no chão e colocar todo o meu pau pra fora e olhá-lo com desejo.

– Senhorita... – falei ofegante e ela sorriu mais ainda e acariciou meu membro com suas longas unhas.

– O que? Você não quer? – ela arqueou sua longa sobrancelha e lambeu os lábios ainda olhando diretamente para mim e gemi.

– Não use os dentes. – ela sorriu abertamente e lambeu a cabeça do meu pau, fechei os olhos gemendo sentindo a língua quente e aveludada enrolar em volta da cabeça, gemi fechando os olhos, podia sentir sua língua úmida subindo por todo o meu cumprimento, indo e vindo, mas quando ela me engoliu inteiro meu ar faltou e a encarei arfante.

Ela me olhava nos olhos, enquanto continuava me engolindo, suas mãos manipulando minhas bolas, meu peito estava arfante e meu rosto suado, e a mulher a minha frente estava me deixando louco. Ela afastou os lábios e chupou a cabeçinha com um sorriso malicioso.

Respirando com dificuldade,levei a mão aos seus cabelos longos e os enrolei em meu punho, agarrei as mechas e comecei a mover sua cabeça, fodendo sua boca, ela me olhava com malicia o tempo todo, sua língua enrolando em meu membro inchado.

Gozaria logo, suas mãos ainda apertavam e massageavam minhas bolas, grunhi indo mais rápido em sua boca, ela gemeu contra meu pau, já respirando com dificuldade e sentindo que ia gozar tentei empurrá-la, mas ela agarrou minha bunda me mantendo dentro de sua boca.

Rosnei alto sentindo meu gozo jorrar em sua boca, ela engoliu tudo, soltei seus cabelos, e fiquei olhando pra ela, que sorriu limpou meu pau sem nunca deixar de me olhar, e beijou a cabeçinha já flácido e o colocou dentro das calças, quando levantou lambia os lábios.

– Você é muito gostoso, Sr. Insociável. – ela riu, levei a mão a sua coxa pela abertura subindo até sua entrada quente, e toquei suas dobras, ela estava sem calçinha e tinha um sorriso safado nos lábios.

– Você é uma putinha em. – ela riu e colou em mim.

– Sou o que o senhor quiser. – a penetrei com dedos vendo ela arfar e agarrar meus ombros.

– Uma putinha então. – ela riu novamente e me beijou, senti meu gosto em seus lábios e a beijei com urgência, ela me agarrou chupando minha língua com força, ouvi um barulho e me afastei, ela suspirou e desencostou de mim.

– Seu fax chegou. – olhei para a maquina de fax, e fui pegar o papel passando os olhos rapidamente, sorri ao ver a copia da minha autorização, e voltei a olhar para a jovem, mas ela havia sumido.

– Mas que merda! – ela não estava em nenhum lugar, e esfreguei os olhos.

Era só o que faltava, eu estava alucinando.

Não, ela era muito real! Esfreguei os olhos e apertei o papel em minhas mãos, meu membro latejando e levei meus dedos ao nariz sentindo o cheiro dela. Acabei sorrindo, ela não era alucinação.

Resolvi subir para meu quarto tentando ignorar as farras de Jasper, caminhei para o terceiro andar que me pertencia. Antes passando pelo segundo e vi o quarto de minha mãe trancado, suspirei indo para cima e entrei na sala do piano que ficava no quarto conjunto ao meu, que reformei colocando meu piano. Fui até o aparador me servindo uma dose de uísque e sentei no banco, tomei um gole e coloquei o copo sobre a madeira, e dedilhei o piano.

Há tempos não tocava, passei os dedos pelas teclas e a imagem da mulher voltou a minha mente.

Eu podia descer e procurá-la, mas o que diria a ela. Eu queria esse tipo de mulher? Eu queria alguma mulher em minha vida? A resposta era simples. Não.

– Sr. Insociável. – resmunguei, rolando os olhos pelo apelido absurdo, e bebi mais uma dose de uísque.

Me levantei deixando o piano de lado e fui para o quarto eu precisava de um banho, e me livrar dos pensamentos que a mulher estava causando em mim, principalmente a ereção latejante.

Senti o celular vibrando em meu bolso e suspirei, com certeza falar de trabalho afastaria as lembranças dela.

0 comentários :

Postar um comentário