O Pianista - Capitulo 37


{Pov. Edward}
Dirigi olhando a estrada, mais a minha mente estava na minha menina. Ela não me queria junto quando fosse falar com seu pai.
Mais não era certo, eu a meti nessa confusão, eu devia estar lá. Suspirei e peguei meu celular.
–Emmett. – falei assim que ele atendeu.
–Fala Edward.
–Podemos marcar a reunião para mais tarde?
–Algum problema?
–Bella foi falar com o pai dela. Mais eu quero estar com ela.
–Ah claro. Só tome cuidado e não fique muito perto dela.
–O que?
–É serio, conselho de amigo. Pais são meio estáveis.
–Do que esta falando? – perguntei confuso.
–Eu não te contei. Quando fui pedir a mão da Rose para o velho dela, ele me deu um olhar tão assassino que eu tremi.
–Serio?
–Sim, até hoje não me dou bem com o velho.
–Mais e no natal? Você não passa com os Halle?
–Sim, mais eu nunca fico no mesmo cômodo que o velho. E na mesa me sento o mais longe possivel dele. Sorte que a família da Rose é grande e ele mão me percebe.
–E olha que é difícil não te perceber com esse tamanho todo. – ele riu.
–Pois é. Mais lembre-se, não beije ela na frente do velho em, quase perdi a mão por beijar a Rose. – eu ri.
–Como isso aconteceu?
–Eu estava com a mão na mesa ao lado do velho, e Rose sentou no meu colo e me beijou. O cara tava com uma faca, depois desse dia nunca mais toquei nela na frente dele. – gargalhei imaginando Emmett com aquele tamanho todo com medo do pai de Rose.
–Vou tentar seguir seus conselhos.
–Bem boa sorte. Se sobreviver me ligue.
–Eu ligo. Na verdade marque nosso compromisso para amanha. Quero passar o dia com Bella.
–Tudo bem, boa sorte lá.
–Valeu amigo.
Desliguei o celular e dei a volta indo direto para a casa de Bella.
Minha mente trabalhando no que dizer para amansar o velho. Não conseguia pensar em nada. Caramba eu me declarei em publico. Disse ao mundo todo que queria me casar com ela.
O que mais ele queria de mim?
Estacionei o carro em frente a casa dela e me apressei até a porta. Bati e uma empregada me atendeu.
–O Sr. Swan esta?
–A quem devo anunciar.
–Edward Masen.
–Um momento. – ela sumiu pela porta e bati o pé impaciente esperando a volta dela, quando ela voltou me convidou a entrar.
–O Sr. Swan esta na sala com Bella. – ela indicou o caminho e a segui em silencio. Eu sabia ir sozinho, mais estava muito nervoso para conversar.
–Edward. – Bella veio até mim e estiquei a mão para ela.
–Olá Bella. – ela arqueou uma sobrancelha e apertou minha mão confusa.
–Sr. Swan. – me soltei de Bella e estiquei a mão para ele. Mais ele não quis apertar minha mão, a recolhi. – Tudo bem, podemos conversar em particular?
–Claro. Bella vamos até o escritório.
–Pai... – Bella tentou protestar mais eu olhei para ela pedindo para deixar. Ela suspirou e sentou no sofá emburrada.
Segui o pai dela até seu escritório, onde tinha uma grande mesa, e varias prateleiras de livros, alguns quadros, e um bar. Ele se sentou e me convidou a sentar na cadeira de frente a sua mesa.
–O que o senhor deseja Masen? – respirei fundo.
–Sei que os últimos acontecimentos foram demais para o senhor. Mais eu gostaria de me explicar antes que o senhor fique contra nos.
–Contra vocês? – ele perguntou irritado, e eu suspirei.
–Sr. Swan, Bella já é de maior, e se ela me quiser ainda eu me casarei com ela. A amo, mais não quero que no dia do casamento dela o pai dela não esteja presente. Eu a amo demais para faze-la sofrer desse jeito.
–Hummm. – ele resmungou e eu continuei.
–Sei que queria que Bella estudasse, talvez tivesse uma carreira antes de casar, sei que ela ainda é sua garotinha. Mais isso não muda nada, eu me mudaria para onde ela decidisse fazer faculdade, e se ela quiser trabalhar, tudo bem não me importo. Ela não precisaria se quisesse, pois eu tenho o suficiente para nos dois, mais eu só quero que ela seja feliz. Eu só não quero mais ficar longe dela.
–Olhe Masen, eu te entendo, quando conheci Renne eu só queria me casar logo, mais nos esperamos. Não nos matou esperar. – eu sorri.
–Eu pedi Bella em casamento por dois motivos. Primeiro eu sei que ela tem medo de eu não lutar por ela, ela teme que sempre que estivermos afastados eu possa perceber que a vida é mais fácil sem uma adolescente na minha vida.
–Ela esta certa.
–Não, não esta, ela é a única mulher que eu consigo enxergar. Eu não me importaria de esperar, se eu soubesse que ela estaria segura do meu amor por ela. Mais ela é insegura demais, para perceber que eu a amo e nunca vou deixa-la. – ele bufou, acho que concordando comigo.
–E qual o segundo motivo? – eu sorri.
–Ciúmes, eu tenho medo de deixa-la livre e perde-la para rapazes da idade dela. Eu no fundo fico inseguro quando se trata de Bella, eu a amo mais que tudo, e isso é terrivelmente assustador. E eu não quero perde-la. Eu não vou perde-la. – para minha surpresa ele sorriu.
–Eu tenho que admitir rapaz que você é muito convincente. – pelo menos ele parou de me chamar de Masen, sorri.
–Então senhor vai aceitar nosso casamento?
–Acho que Bella é muito nova, ela devia viver mais a vida. Mais se é isso que ela quer, eu vou tentar te conhecer melhor rapaz. – me levantei e apertei a mão dele.
–Obrigada Sr. Swan.
–Eu disse tentar. – eu ri.
–Isso é mais do que eu e Bella esperávamos, e é o suficiente por enquanto.
–Bem, eu só não quero ver a minha garotinha triste, e se isso a faz feliz eu vou tentar aceitar.
–Obrigada. O senhor se importa se eu levar Bella para passear?
–Não tudo bem. Mais ela tem que estar em casa as nove. – o olhei serio e ele bufou. – Ok meia noite.
–Obrigada senhor.
–Mais só nos fins de semana, na semana é as nove.
–Sim senhor.
Sorri e sai, assim que vi Bella na sala a abracei pela cintura e a rodei no ar. Ela riu e me apertou pelo pescoço.
–Que alegria é essa?
–Seu pai concordou com o casamento.
–AAAAAah não acredito. – ela gritou me abraçando apertado e sorri afundando o rosto em seu pescoço.
–Te amo minha menina. – ela segurou meu rosto entre suas mãos e roçou seus lábios nos meus.
–Também te amo meu pianista. – eu ri e já ia beija-la, quando ouvimos um pigarro e a soltei.
–Bella.
–Pai, obrigada. – ela correu até o pai dela o abraçando apertado. Te amo muito. – ele sorriu e beijou sua testa.
–Também te amo querida. Agora eu vou atrás da sua mãe, antes que a podre da Jane tenha um ataque. – ela sorriu e o pai dela pegou um celular no bolso e se afastou.
–Quem é Jane? – perguntei a ela, ela sorriu.
–A assistente da minha mãe. – arquei uma sobrancelha e ela soltou uma risadinha.
–Sua mãe tem assistente?
–Agora tem. Sabe ela esta planejando o casamento. – sorri e a abracei.
–Achei que nos devíamos fazer isso. – ela me abraçou pelo pescoço roçando seus lábios nos meus.
–Bem nos podemos tentar. Mais será difícil lhe dar com a Sra. Swan. – sorri.
–Bella, Bella eu convenci seu pai. Sua mãe será moleza. – ela riu alto.
–Esta bem Sr. Masen. O que tem em mente para agora.
–Bem, nossa casa, o piano.... – movi as sobrancelhas divertido e ela sorriu mordendo o lábio.
–Gosto como sua mente funciona. – ela falou corada e sorri.
–Que bom minha menina. Pois ela só pensa nessas coisas com você.
–Mentira! Vai me dizer que nunca pegou nenhuma gostosa no seu piano?
–Bella, um pouco mais de confiança. Eu confesso que dormi com algumas mulheres, mais meu piano é sagrado, só com você. – ela sorriu e beijei sua boca linda.
A apertei de contra ao peito sorrindo, eu falava serio. Eu nunca nem pensei em ter uma mulher no meu piano. Mais na nossa primeira vez quando ela apareceu somente de lençol em frente ao piano e eu a fiz minha.
O piano virou meu mais novo fetiche. A soltei e terminei o nosso beijo com um selinho, e segurei sua mão.
–Agora vamos que estou com saudade e quero aproveitar minha noiva.
Ela sorriu e entrelaçou nossos dedos e saímos juntos para a fora da casa.
A levei direto para minha casa ou melhor nossa casa. Assim que chegamos eu já comecei a beija-la, sua boca seu ombro, seu pescoço.
Minhas mãos correndo pelo seu corpo quente e sempre tão pronto para mim. Puxei suas pernas pra cima e ela as enlaçou meu quadril, se esfregando em mim.
Segurei sua bunda a puxando de encontro ao meu membro que já estava duro e muito excitado.
–Ah minha menina. – gemi e comecei a subir as escadas e a joguei na cama.
Ela riu e subi por cima dela beijando sua pele quente e deliciosa levantando sua blusa e lambendo sua pele, ela ofegou e gemeu, agarrando meus cabelos e me puxou para cima e beijou minha boca.
Passei minhas mãos pelo seu corpo e aproveitei arrancando suas roupas fora, tocando sua pele, apertando e me deliciando com cada pedacinho de carne que eu podia tocar, fazendo ela soltar gemidos e suspiros contra meus lábios.
Me afastei dela e tirei minha camiseta e ela me puxou de volta para cima dela. Passando suas unhas por minhas costas, depois pela minha barriga e chegando até minha calça.
Ela retirou minha calça e gemi quando ela tocou meu membro, que já estava duro e inchado, louco por ela.
Terminei de tirar a calça e a puxei pelo quadril de encontro a mim.
–Edward. – ela gemeu, e agarrei sua coxa, e a penetrei um pouco, sentindo seu calor envolver a cabeçinha do meu membro.
Gemi e a puxei de uma vez, entrando nela. Ambos gememos e ficamos parados por um momento sentindo nosso calor nos envolvendo.
Beijei sua boca com calma e comecei a me mover, entrando e saindo de dentro dela, seu calor me envolvendo, me deixando cada vez mais duro e excitado.
Me movi na cama e deitei de costas deixando ela ficar por cima de mim, gemi ao ver seus seios e levei as mãos a eles os apertando.
–Oh Edward. – belisquei seus mamilos, e ela apoiou as mãos em meu peito se movendo sobre mim.
–Isso amor... – gemi e a puxei para beijar sua boca.
Passeando minhas mãos pelas laterais do seus corpo, e agarrei suas coxas movendo ela em cima de mim mais rápido.
–Oh Deus. – ela gritou, e aumentei as investidas.
–Isso minha menina, rebola pra mim... – ela gemeu e me obedeceu.
Foi difícil me segurar e aumentei a velocidade, até ambos explodirmos no gozo. Ela caiu sobre mim e beijei sua nuca. A abraçando apertado, ela sorriu e beijou meu peito.
–Será que um dia isso vai mudar? – ela perguntou baixinho e segurei seu queixo para olha-la.
–O que?
–Essa vontade louca que eu tenho de você. – eu sorri e puxei seu corpo mais pra cima e beijei sua boca.
–Bem amor, a coisa tende a piorar.
–Como isso é possivel.
–Bem eu a cada dia te quero mais e mais. Agora mesmo eu já te quero de novo. – falei sorrindo e ela riu.
–Você não cansa não?
–De você nunca minha menina. – ela sorriu.
–Que bom, pois também não canso de você. E acho que nunca vou cansar.
Eu sorri e comecei a beija-la. Pois minha vontade dela só aumentava cada vez mais.

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