O Pianista - Capitulo 36




As coisas saíram melhor do que eu esperava.
Ok não tão bem assim. Mais Edward ainda esta vivo, e minha mãe esta apoiando totalmente o casamento.
Nossa só agora eu pensei nisso. Eu vou me casar com Edward. Isso parece tão surreal.
Eu ainda lembro o primeiro dia que o vi na secretaria da escola e nem nos meus sonhos mais loucos as coisas chegariam a esse ponto.
Eu noiva do meu Edward.
Olhei pára Edward que dirigia atento a estrada, o cenho franzido segurei sua mão, e ele sorriu para mim, mais seus olhos ainda estavam preocupados.
–Quer retirar o pedido? Ainda esta em tempo. – falei brincalhona, mais temia que ele quisesse. Mais Edward arregalou os olhos.
–Claro que não Bella. – eu sorri e apertei sua mão.
–Então o que te preocupa? – ele suspirou e voltou a olhar a estrada.
–Seu pai. – arquei uma sobrancelha.
–Bem ele não te matou. – ele sorriu e voltou a me olhar.
–Mais te entristece que ele é contra nosso casamento? – isso não foi uma pergunta e mordi o lábio.
O que mais eu podia querer? Tinha Edward só pra mim. E nos não precisávamos esconder mais. Mais ainda sim saber que meu pai não estava de acordo realmente me entristecia.
–Ele vai acabar aceitando. – falei por fim e Edward levou minha mão até seus lábios.
–Claro que vai. Vamos convence-lo de que não a melhor partido do que eu. – ele piscou pra mim e eu ri.
–Com certeza não há. – ele parou o carro e vi que já estávamos na casa de Esme.
O carro dos outros já estava na garagem, e Edward e eu ficamos em silencio. Ele soltou o cinto e depois o meu e afastou o banco me puxando para seu colo.
–Ah minha menina, vai dar tudo certo. – eu sorri e o abracei pelo pescoço rosando meus lábios nos dele que sorriu e me apertou contra seu corpo e me beijou com urgência.
Eu sorri contra sua boca, e suguei sua língua devorando seus lábios com igual ansiedade que sentia por ele. Esse desejo doido que sempre sentia quando estávamos perto e eu perdia totalmente a noção de tudo.
As mãos dele foram para as minhas pernas e ele começou a puxar o vestido para cima apertando minha coxas e gemi contra sua boca, me esfregando em seu colo e já sentia sua dura ereção.
–Oh minha menina, eu já disse como você esta irresistível nesse vestido. – ele falou assim que parou de me beijar e ofegante assenti. Sua boca voou para meu pescoço dando lambidas e sugadas e já me sentia quente.
–Você me deixa doido minha Bella.
–Oh Edward. – eu suspirei seu nome e apertei seus ombros, depois descendo minhas mãos pelo seu peito e puxei sua camisa e enfiei minhas mãos em sua roupa para tocar seu peito.
–Ah Bella. – ele gemeu jogando a cabeça para cima e sorri, enquanto comecei a sugar e lamber seu pescoço, minhas mãos desceram para suas calças e comecei a desabotoa-la e acariciei seu cumprimento que já estava ereto.
Ele suspirou e voltou a mover suas mãos por meu vestido o subindo cada vês mais e já aparecia minha calçinha. Seus dedos se infiltraram em minhas dobras e quase gritei mais fui calada por sua boca que me beijava com urgência, enquanto seus dedos me estimulavam.
–Sempre tão pronta.
–Só por você. – sussurrei e ele sorriu e retirou seus dedos sob meus protestos, mais me calei ao ver ele colocar seu membro para fora das calças e me levantar e afastar minha calçinha enquanto me fazia deslizar por seu membro inchado e duro de tesão.
–Oh deus... Edward... – eu suspirei sem palavras gemendo longamente, e ele jogou a cabeça para trás gemendo também.
Quando nos encaixamos ficamos parados um momento, nossas respirações ofegantes, nossos olhares cravados um no outro.
Agarrei seus ombros e me movi sobre ele que rangeu os dentes e cravos os dedos em minha cintura, e começou a me fazer subir e descer sobre eu eixo com bastante vigor.
–Edward. – gemi e apertei seus ombros com força, já sentindo os espasmos correrem pelo meu corpo, meu centro pulsar com força apertando o membro de Edward que pulsava também.
Ele me puxou para um beijo urgente que calou meu grito assim como o dele quando nosso ápice veio forte e ficamos ofegantes.
Nossas testas ficaram unidas e sorri apreciando o prazer que Edward sempre me proporcionava. Estava cada vez mais apaixonada por esse homem. Ele abriu os olhos e sorriu para mim.
–Sexo no carro esta se tornando tão bom quanto a piscina. – ele disse com um lindo sorriso e eu rolei os olhos, mais sorri.
–E no piano? – ele sorriu mais.
–O piano esta em primeiro.
–Aposto que a cama esta em ultimo. – ele riu alto.
–Bem por mim nem precisávamos de uma. Qualquer lugar serve para me deliciar com seu lindo corpo. – falou com uma piscadela e eu ri.
–Nossa que homem romântico eu arrumei. – ele sorriu malicioso.
–Amor, você quer romance, eu te dou. Mais eu sei que prefere quando eu sou safado.
–OMG! Mais você se acha. – ele deu de ombros.
–Amor se preocupa não eu também gosto quando você é safada. – senti meu rosto em chamas e sai de cima dele, que sorria malicioso. Sem me dignar a responder.
Arrumei meu vestido e já ia sair, mais ele me segurou pela mão. Olhei para ele sorrindo achando que ia falar alguma bobagem, mais ele estava serio.
–Edward?
–Eu vou convencer seu pai que eu sou o homem certo para você. – ele tinha uma certeza na voz que me fez sorrir e virar para ele segurando seu rosto entre as mãos.
–O fato de você tentar, já me mostra que é o único homem pra mim. E com o resto eu posso viver. – ele deu seu sorriso torto e roçou seus lábios gentilmente contra os meus e saiu do carro e correu a abrir a porta para mim.
Sorri e segurei sua mão, e ele me abraçou pelos ombros enquanto andávamos para dentro da casa. Assim que entramos vimos que todos já deviam estar deitados. Demoramos muito no carro pelo jeito, pensei corada.
Mais vimos uma luz na sala e Edward me puxou para lá. Assim que entramos vimos Carlisle que lia um livro.
–Ola. Por que demoraram tanto? – ele perguntou fechando o livro e marcando a pagina que estava. Olhei para Edward que sorria.
–Estava explicando para Bella as vantagens do meu carro novo. – OMG estava escarlate, Edward sorria malicioso e Carlisle arqueou uma sobrancelha, mais se entendeu a insinuação de Edward, fingiu que não.
–Esta bem. Podemos falar Edward?
–Claro. – ele se virou para mim e me deu um selinho. – Vai para meu quarto, eu vou num minuto.
Assenti e subi as escadas apresada. Devia ficar e ouvir a conversa, mais não sei se queria. Carlisle era como um pai, seria como ouvir o sermão duas vezes. Já que tenho certeza que ouvirei um quando chegar em casa amanha.
O quarto que Esme deixava reservado para Edward ficava no fim do corredor, abri a porta e me deparei com um quarto todo em branco e azul escuro, com uma cama grande no centro.
Não havia muitas coisas pessoais. Mais tinha um closet e um banheiro. Fiquei feliz por ter roupas dele aqui e peguei uma camisa dele, e fui para o banheiro.
Tomei um banho rápido e me vesti. Estava secando os cabelos e andando pelo quarto, quando vi umas prateleiras trás da cama onde tinha alguns retratos.
Peguei um para observar, e era uma mulher ruiva com os mesmo olhos verdes de Edward, ela tinha um rosto bondoso e gentil, e estava abraçada a um garotinho de olhos verdes, cabelos revoltos e bochechas coradas pelo riso.
Passei a ponta dos dedos pelo rosto do menininho, e senti braços a minha volta e um beijo em meu pescoço.
–Oh tomou banho e não esperou por mim. – ele falou com falsa chateação e sorri.
–Você era tão fofo. – ele fez uma careta e tirou a foto da minha mão e colocou no lugar.
–Sim mais sou homem agora. E elogios como fofo, não são nada animadores. – eu ri.
–Oh desculpe. – falei seria, e ele sorriu torto. – Deixe-me me corrigir. Você era fofo. Mais agora esta um tesão. – ele sorriu safado.
–Agora sim esta melhor. – eu sorri e enlacei seu pescoço ficando nas pontas dos pés para beija-lo, e ele me abraçou pela cintura e me levantou para alcançar sua boca, nos beijamos com urgência.
Nos separamos ofegantes e ele sorriu encostando sua testa na minha. Afaguei seus cabelos, e massageei sua nuca.
–O que tio Carlisle queria? – ele abriu os olhos e me levou até a cama se sentando e me puxando para seu colo.
–Só ter certeza de que eu não estava brincando com você. – suspirei já irritada.
–Pelo amor de Deus. Você me pediu em casamento na frente de umas mil pessoas, e eles ainda não confiam em você. Como pode? – ele deu de ombros e beijou minha testa.
–Não importa Bella. Se você acreditar sempre no meu amor, eu já me dou por satisfeito. – eu sorri e o abracei apertado.
–Resolveu libertar seu lado romântico? – falei divertida e ele sorriu e arqueou uma sobrancelha.
–Sim. Mais já o trancarei as sete chaves, pois suas roupas, ou melhor a falta delas libera meu lado safado. – eu ri e ele me jogou na cama e começou a correr suas mãos pelo meu corpo entrando pela camisa, e gemeu quando me sentiu totalmente nua sob a camisa dele.
–Ah minha menina, parece que seu lado safado esta ativado hoje. – mordi o lábio e corei e ele sorriu rosando seus lábios nos meus.
–Não core amor, eu adoro seu lado safado.
Eu ri alto, mais ofeguei ao senti-lo descendo a boca por minha barriga, e encontrando minha intimidade onde ele caiu de boca, me fazendo estremecer sob suas caricias.
Seus toques gentis e ao mesmo tempo tão ardorosos me fizeram estremecer até meu orgasmo chegar.
–Nossa. – falei sem fôlego e ele sorriu saindo de entre as minhas pernas enquanto lambia seus lábios e piscava para mim.
Eu ri e o empurrei para que ele saísse de cima de mim, e o empurrei para a cama e pisquei para ele e comecei a desabotoar suas camisa e arranhei minhas unhas por seu peito.
Chegando até suas calças, e as retirei com a ajuda dele, que sorria animado. Seu pau pulou para fora de suas cuecas duro e melado.
–Vem minha safadinha. – ele falou sorrindo e mordi o lábio, antes de cair de boca, fazendo ele morder a mão para abafar os gemidos.
Continuei o sugando e chupando até ele estremecer e o tirei de minha boca. Ele me olhou bravo e sorri e fiquei de joelhos na cama e retirei a camisa ficando exposta para ele.
–O que tem em mente minha menina? – eu ri e fiquei sobre ele e rebolei na cabeçinha do seu membro deixando ele penetrar um pouco em meu calor.
Ele gemeu jogando a cabeça para trás e sorri voltando a rebolar, e gemi sentindo que ele deslizava fácil para dentro de mim. Abri meus olhos quando senti as mãos dele em meu quadril.
–Ah sua provocadora. – eu sorri, e ele deu um sorriso travesso, e me enterrou nele de uma vez. Mordi o lábio com força para não gritar, quase sentindo o gosto de sangue.
Eu pulsava ao mesmo tempo que ele, quando começamos a nos mover juntos. Seu quadril subia, enquanto eu me apoiei no seu peito e rebolava sobre seu pau.
–Ah Bella. – ele gemeu e agarrou meus seios os estimulando e me deixando louca de desejo.
Suas mãos desceram por meu corpo e ele pressionou meu ponto sensível, que palpitava de tesão, suas mãos ainda se moviam, agora agarrando minha bunda.
Ele a apertou, e começou a mover meu corpo sobre o dele com rapidez, me fazendo ver estrelas. Eu mastigava meus lábios para conter o grito. Até sentir todo meu corpo estremecer, e meu centro morder o membro de Edward com força enquanto ele pulsava dentro de mim.
Meu ápice me alcançou, e o dele logo em seguida. Cai mole sobre seu corpo, e ele sorriu acariciando minhas costas.
–Viu eu sei fazer na cama. – ele falou sem fôlego e eu ri.
–Percebi.
–Mais o piano ainda é meu favorito.
–Meu também. – falei sorrindo e ele riu baixinho. – Agora preciso de outro banho. – falei tentando me levantar, mais fui agarrada por Edward, que me apertou de encontro ao peito. Sua boca tocou meu ouvido e me arrepiei.
–Hummm, eu gosto do banheiro também.
–OMG você só pensa nisso? – ele sorriu travesso.
–E no que mais pensar quando se esta abraçado a sua bela noiva a quem se ama mais do que tudo. – me ergui um pouco e o encarei.
–Espero que não esteja libertando seu lado romântico, só pra fazer sexo no banheiro. Por que não vai funcionar.
–Droga. – ele xingou e eu ri roçando meus lábios nos dele.
–Seja bonzinho e vamos só tomar banho. – ele suspirou e assentiu.
–Esta bem. Mais quando estivermos casados, quero meus direitos de marido.
–E quais esses direitos? – perguntei já temendo a resposta.
–Sexo aonde eu quiser e a hora que eu quiser. – eu ri e me levantei de cima dele caminhando até o banheiro.
–Esta bem. Mais e quanto aos meus direitos de esposa? – ele sorriu e me pegou no colo já entrando no banheiro comigo.
–Será só ficar extremamente feliz por ter uma marido gostoso como eu que esta sempre bem disposto.
–Oh que sorte a minha.
–E não é.
Nos rimos e fomos para o banho.
Acordei no dia seguinte e pedi uma roupa emprestada a Alice. Edward tinha que resolver algo com Emmett. Mais me disse que se eu quisesse iria comigo falar com meu pai.
Eu neguei. Disse que queria falar sozinha com ele. Ele aceitou, mais disse que depois iria falar com meu pai. Fiz uma careta, mais disse que tudo bem.
Sai da casa de Alice e suspirei enquanto caminhava para a minha. Não quis a carona que ela me ofereceu. Queria andar um pouco.
Pensar no que teria que enfrentar agora.
Iria me casar. E tinha a escola e faculdade pela frente ainda. Meu pai estava chateado comigo.
Eram tantas coisas que me desanimavam. Com passos vacilantes adentrei a entrada da minha casa e abri a porta. Estranhei ao ouvir a gritaria.
Minha mãe andava de um lado para o outro com uma mulher loira e baixinha que a seguia com um caderninho. A moça parecia nervosa e minha mãe gritava ordens.
–Quero a igreja mais bonita que achar.
–Sim Sra. Swan.
–Quero a lista dos melhores bifes de Nova York.
–Sim Sra. Swan.
–Ah não se esqueça de me fazer uma lista de todos os melhores Djs e bandas que estiverem disponíveis.
–Sra. Swan... Qua – quando é a data?
Minha mãe parou pensativa e adentrei mais a sala, e vi meu pai carrancudo no sofá. Suspirei e entrei de vez.
–Ola. – minha mãe sorriu entusiasmada e veio até mim. Meu pai pareceu mais carrancudo.
–Ah minha querida. Precisamos saber a data... – a interrompi.
–Quem é ela? – minha mãe sorriu.
–Essa é Jane, minha assistente. – franzi o cenho.
–Desde quando tem uma assistente? – minha mãe rolou os olhos como se fosse obvio.
–Filhinha, estou preparando o casamento do século, preciso de uma assistente.
–Mãe, você não devia perguntar se eu e Edward queremos um casamento do século? – ouvi meu pai resmungar e suspirei.
–Mais filhinha...
–Mãe eu tenho que falar com Edward primeiro. – ela suspirou e fez beicinho.
–Esta bem. Vamos Jane.
–A - aonde? – minha mãe rolou os olhos.
–Ao SPA. Sinto que você esta muito estressada menina. – eu ri e Jane suspirou assentindo.
Assim que elas sumiram encarei meu pai que estava aborrecido. Fui até ele e sentei em um puf em frente a sua poltrona favorita.
–Oi pai.
–Ola Isabella. – fiz uma careta, ele nunca me chamava de Isabella.
–Você me odeia agora. – falei melancólica e ele me olhou serio.
–Isabella, você me magoou. Não devia ter escondido de mim.
–Você ia aceitar? – ele baixou os olhos, e eu suspirei. – Eu me apaixonei pai. E eu tive medo que você o rejeitasse e nos afastasse, e ele não lutasse por mim. – meu pai me encarou serio.
–Então ele não te merece. – eu sorri.
–Mais eu estava errada. Ele quer lutar por mim. Ele me ama. – meu pai suspirou e pegou minha mão.
–Bells, você é tão nova para casar. – eu sorri.
–Eu já sou mulher pai. E eu só quero ficar com ele, você gostaria que nos ficássemos dormindo juntos sem ser casados? – ele fez uma careta.
–Mais você é minha garotinha.
–Eu sempre vou ser. – ele fechou os olhos, e antes de dizer algo, uma empregada apareceu e anunciou.
–Sr. Masen esta aqui.
–O que ele quer? – meu pai falou bravo e sorri.
–Ele veio lutar por mim.

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