Despertando Para O Prazer - Epílogo

Epílogo



Cinco anos se passaram desde o fim do "tratamento" de Bella. Estávamos juntos, felizes, casados. E o que mais faltava em nossas vidas, o universo conspirou para nos juntar e há três anos conspirou para que mais duas pessoas entrassem em nossas vidas.



Flashback on



Estávamos voltando de Forks, depois de uma visita aos meus pais. Tínhamos comprado uma casa em Seattle por conta dos nossos trabalhos, seria um dia normal se na frente de nossa casa estivesse ela, a estrelinha que iluminou nossas vidas mais ainda. Uma garotinha que aparentava ter dois anos com seus cachinhos, sentada na escada, na entrada. Ela chorava era um choro desesperado. Eu fiquei parado no caminho entre o carro e a entrada olhando. Enquanto Bella corria e a pegava no colo. Bella a acalmava enquanto entravamos em casa.



Era estranho porque nunca imaginamos coisas assim, você sai um dia e quando volta tem uma criança em sua porta. Eu não sabia o que fazer, a beleza da menina mesmo chorando me fazia pensar. Porque abandonaram uma criança tão linda. Falta de condições, um filho indesejado.





– Edward, examine a menina. Eu vou buscar uma roupa, qualquer coisa. – Bella falava enquanto eu olhava perdido para a cena. Bella me passou a garotinha que já estava mais calma e agora só soluçava.



Claro que meu desejo de ser pai nunca foi segredo para Bella, e a garotinha me chamava como um imã. Ela ficou quieta enquanto eu a examinava. Ela estava tão quietinha, não tinha sinais de maus tratos ou qualquer coisa do tipo. Ela apenas me olhava. Ficamos nos olhando, eu sorria feito um bobo para ela, perguntava seu nome. Ela não falava nada me olhava e até sorria. Bella voltou com uma blusa dela levando a menina, ela deveria estar com fome então eu fui para cozinha a procura de alguma coisa. Anos fazendo partos, e agora quando uma criança aparece em minha vida eu não faço idéia de como agir, como cuidar dela.



– Ela está bem? – Bella me retirou dos pensamentos, enquanto eu procurava alguma coisa, para ela. Não sabia nem ao menos a idade se era a filha perdida de algum vizinho. Absolutamente nada.



– Está, nenhum sinal de violência, nada.



– Ela não fala.



– É, bem estranho não? Porque pelo tamanho dela, deve ter dois anos de idade e nessa idade eles já falam.



– Não sei, Edward eu não tenho a menor idéia. Eu não tive nem chance de cuidar do Seth, quando meu pai casou com a Sue ele já era um moleque!



– É eu também, não faço idéia. Só os retiro do ventre. Faço os primeiros exames e só. – Bella riu nessa hora.



– Nem de Alice você cuidou?



– Não Alice sempre foi a princesinha, e tinha babá. E minha mãe, por ser a única menina. Sempre estava lá.



– E o que vamos fazer? – Ela olhou para a garotinha que agora enrolava os dedinhos em seus cabelos.



– Não sei, talvez devêssemos levá-la amanha para algum orfanato. Agora ela deve estar com fome, não. Só Deus sabe quanto tempo ela está aí fora.



– Você está com fome? – ela apenas balançou a cabecinha para Bella.



Sentamos com ela na bancada da cozinha alimentamos e continuávamos tentando fazer ela falar. Ela só balançava a cabeça durante todo o tempo que ela esteve conosco. A única coisa que ouvimos dela foi o choro. Que cessou assim que Bella a acalmou. Já estava tarde e havíamos decidido que o melhor era levá-la para o orfanato, no dia seguinte eu faria isso já que Bella tinha compromissos durante todo o dia. Nos deitamos na cama os três, a garotinha agarrada aos cabelos de Bella. Demorou a pegar no sono, fiquei apenas eu velando o sono das duas. Quando em um momento ela se remexeu virando de lado e esticou os bracinhos tocando meu rosto, abrindo os olhinhos e sorrindo, para fechá-los de novo e dormir.



Um sorriso que desarmaria qualquer pessoa, no dia seguinte eu procurava o número de um orfanato, abrigo ou qualquer lugar onde eu pudesse levá-la. Mas algo me dizia que não era isso que eu deveria fazer. Eu não queria deixá-la com a polícia, não achava adequado. Acabei optando por um orfanato. Eu tive uma briga enorme com o cinto de segurança do carro. Eu não era nenhum idiota em levar uma criança sem cinto, e nem cadeirinha eu tinha naquele momento. Ela era o que eu menos esperava que aparecesse em minha vida. Depois de várias risadas dela eu finalmente desisti. Esperava sinceramente que nenhum policial me pegasse no caminho ou eu estaria ferrado. Quem anda com uma criança no banco da frente e uma gambiarra com o cinto de segurança.



Eu já havia explicado tudo para a funcionária do orfanato, que tinha achado a criança na frente da minha casa. Que não sabia de quem era filha, que era médico e ela não aparentava nenhum sinal de violência. Apenas havia sido abandonada. Quando cheguei ao orfanato. Eu poderia jurar que estava em um daqueles filmes sinistros. Não tinha barulho nenhum, o portão era enorme. De ferro e a placa com o nome do lugar. Eu olhei para ela e sorri.



– Chegamos, aqui é onde você vai ficar. – como explicar para ela isso. – aqui tem um monte de crianças da sua idade. Você vai poder brincar com elas. E aí um casal, que nem eu e a Bella vai adotar você e você será muito feliz. – eu me sentia um bobo. E ela me olhava como se já soubesse que eu iria deixá-la ali.



Sai do carro pegando ela do outro lado, ela estava com uma blusa da Bella eu ri ao me lembrar da Bella com ela, ficou um pouco grande e o cobertor que eu peguei para que ela não sentisse frio. A diretora do orfanato já estava nos esperando, ela parecia uma boa pessoa. Eu não seria um monstro de entregar a menina a qualquer pessoa. Nós conversamos um pouco no portão com a menina no meu colo até que ela perguntou se tinha um nome. Expliquei que em nenhum momento ela falou alguma coisa e que apenas sorria e não falava nada, mas que estava em perfeito estado. Eu dei a menina para ela e beijei sua mãozinha, foi o suficiente para ela começar a chorar. A funcionaria a acalmava enquanto eu ia para o carro escutando cada vez mais alto o choro. Me cortava por dentro, mas o que mais eu poderia fazer?



Quando eu virei para entrar no carro a funcionaria estava caminhando com ela para dentro da casa e ela me olhou chorando e acenou. Eu entrei no carro e fiquei pensando no que eu tinha acabado de fazer, fui dirigindo. A sensação de vazio chegando. Os olhos dela quando eu estava examinando, as risadinhas da minha briga para fazer a gambiarra com o cinto de segurança. O choro quando eu a entreguei para a mulher. Eu já tinha passado Dois quarteirões quando eu virei o carro tomando a decisão que mudaria a minha vida e a de Bella, sem nem ao menos dizer a ela. Voltei para o orfanato e pedi para falar com a diretora, no momento em que ela me viu em sua sala ela começou a rir.



– Em que posso ajudá-lo Sr. Cullen?



– Eu quero adotar a menina.



– Eu já imaginava, ela não parou de chorar desde que você saiu, ninguém consegue acalmá-la eu já estava quase procurando seu nome na lista telefônica. – ela riu, e eu a acompanhei.



– Eu posso vê-la?



– Claro, vou pedir para trazerem, mas o senhor sabe que para isso ela vai ter que ficar aqui, o juiz vai ter que analisar todo o pedido. Não é uma coisa rápida. O senhor está certo disso?



– Com toda certeza.



– O senhor é casado, Sr. Cullen?



– Sim, sou casado há dois anos. – eu sorri de orelha a orelha falando isso.



– E o que ela acha disso, ela não vai se opor?



– De jeito nenhum, ela que me ajudou ontem com a menina. – Bem se ela se opuser, teremos um pequeno problema.



– Que bom, olha só ela. – ela apontou para a porta.



Quando ela me viu abriu os bracinhos para mim rapidamente eu a peguei no colo.



– Ela pode ir comigo?



– Sr. Cullen isso não é certo. Nós deveríamos tomar todas as providências primeiro. Mas eu vejo que o senhor é uma boa pessoa e abrirei uma exceção. Não é todo dia que uma criança sortuda chega e sai no mesmo dia daqui. – ela explicava, eu poderia jogar meu charme para ela, Bella me mataria por isso. – Mas, - sempre tem um "mas". – a assistente ficará de olho, enquanto tomamos todas as providências Sr. Cullen.



– Muito obrigada! – eu estava feliz com a decisão. – Vamos gatinha?



– Sr Cullen, o senhor não vai dar um nome para a menina?



Nomes, nomes não tinha pensado nisso.



– Nessie!? – eu olhei para ela que sorriu. Eu sempre gostei do monstro do lago Ness então, porque não. Bella me mataria. – Nessie, é esse o nome que você quer? – Ela continuava sorrindo. E eu virei para a diretora. – Eu não faço idéia de quantos anos ela tem, ou se ela já fala.



– Provavelmente deve ter aproximadamente dois anos, e já deve falar algumas coisas, não é querida. Bem Sr. Cullen eu entrarei em contato. E lembre-se eu não costumo fazer isso, espero que cuide bem da menina.



– Com toda certeza.



Eu levei Nessie, agora ela tinha um nome mesmo que provisório, afinal não poderia me arriscar. Tinha certeza que Bella iria falar algo quanto a esse nome. E quem quer que tenha abandonado-a, não a teria de volta. Ela agora era minha, minha filha. Eu não posso imaginar o quanto meu pai e minha mãe ficaram felizes, e Bella o que aconteceria, será que ela ficaria com raiva dessa minha decisão. Eu pensaria nisso depois. Agora eu teria que brigar de novo com um cinto e as risadas dela. E fazer mais uma gambiarra. Precisaria arranjar uma cadeirinha, passei em um mercado e comprei tudo que eu achei que fosse necessário para uma criança. Ou seja, tudo aquilo que eu gostava quando criança, e claro algumas coisas saudáveis. Eu não iria acostumá-la mal assim. Fui para casa esperar por Bella junto com Nessie como eu iria explicar. E não foi preciso explicar quando ela chegou em casa e nos viu sentados no sofá rindo.



– Acho que já temos uma filha. – Bella sorriu e se juntou a nós.



– Claro. – Bella sorriu pegando Nessie no colo. – você se dá conta que agora você tem duas mulheres em sua vida, e que isso não é nada fácil?

– Darei conta das duas com prazer, não é Nessie?



– É! – ela respondeu balançando a cabecinha, Bella e eu imediatamente ficamos boquiabertos.



– Nessie? – Bella perguntou rindo.





– Sim, fui eu que escolhi. E ela também adorou, não foi filha? – peguei Nessie do colo de Bella. E ela se agarrou no meu pescoço, puxando meus cabelos e brincando com eles. – diz para a mamãe que você adorou o nome. – ela olhou para Bella abrindo um sorriso.- agora temos uma família. – eu disse olhando para Bella.



– Sim e ela será uma família bem grande eu acho...



– Por quê?



– Estou grávida.



Flashback off



Meus pais vibraram com a notícia que tínhamos adotado uma menina, e que teríamos um filho. Emmett a levava para todos os lugares. Alice a paparicava, ela agora tinha sua própria Barbie, e que ainda melhor não reclamava. Os dois eram mimados pelos avós, nunca pensei que viveria para ver um Carlisle babão, Bella diz o mesmo de Charlie. Nossa vida mudou muito desde então lançamos nosso livro que virou uma sensação entre os casais.



O Kama Sutra – Desperte Para o Prazer por Edward & Isabella Cullen



Um dos Best-sellers do ano, o livro da década.



Milhões de pessoas no mundo se apaixonaram por esse jeito fácil e objetivo de falar de sexo, esse casal simplificaram e tornaram o Kama Sutra a arte do amor em uma coisa fácil. Explicam cada sensação que a posição traz aos seus leitores. E conta a historia desse casal, que exploraram o amor com a ajuda dele.

Com um jeito apaixonante estes dois autores farão com que você e seu parceiro não queiram mais sair da cama. E ao mesmo tempo se apaixone por essa bela arte milenar. Vale à pena conferir este sucesso mundial



Essa é uma das críticas sobre nosso trabalho. Sempre elogiando. Minha mãe quando descobriu toda a verdade, entrou em choque. Como eu, um pai de família fiz uma coisa dessas e pior contei ao mundo. O choque inicial passou assim que meu pai logo comprou seu exemplar. E Charlie Swan foi praticamente o meu primeiro leitor, meu e de Bella, aparentemente nenhum dos dois tinha vergonha dos filhos e seu livro que é um sucesso mundial. O sucesso é tanto que até Jasper comprou um, eu não gosto de imaginar o que ele faz com a Alice. Aqueles dois nasceram um para o outro. Eu deixei minha rixa com ele pela felicidade dela e de Bella, mesmo assim se algo acontecer a minha irmã, acabarei com a vida daquele Visconde de Sabugosa tridimensional.



Casados há cinco anos, dois filhos e nos divertindo para que uma menina viesse logo. Para Nessie, que desde que resolveu falar, sempre pedia o mesmo. Uma irmãzinha. Já que com Alex, ela não poderia brincar de boneca com ele. Entre viagens de divulgação e autógrafos tínhamos chegado ao final da era Kama Sutra, eu teria que arranjar uma nova modalidade logo.



– Edward? – Bella me gritava de um lugar que eu tinha certeza que era a sala de jantar do nosso apartamento.



– Sim meu amor. – fui atendê-la.



– Acabei de ver que não fizemos uma posição. – ela falava da sala, eu ainda não tinha chegado lá. – e eu acho bom cumprir, isso foi um dos nossos requisitos no contrato pré-nupcial. – exigente não? Mas eu a amava e não tinha do que reclamar.



– E como se chama essa posição. – gritei enquanto abria a porta da escrivaninha pegando um livro. Peguei o livro e fui em direção a sala esperando a resposta.



– Ta na mesa!



Bella estava sentada em cima da mesa de jantar nua, com um travesseiro embaixo de sua bunda e com as pernas cruzadas me chamando. Graças a Deus ou não, Nessie e Alex sempre vão para a casa ou dos meus pais ou de Charlie no final de semana. Eu não sei o que tem por trás disso, mas Nessie, ultimamente está muito apegada a Seth. (N/A: É Jacob o caralho! Aqui pra ele _|_)



Eu dei um sorriso sedutor e fui me aproximando lentamente passando a língua pelos lábios, para capturar os dela nos meus.



– Você não vale absolutamente nada. – capturei seus lábios em um beijo fogoso. Repleto de amor e tesão.



– Você criou o monstro, agora, trate de deter.



– Claro, amorzinho. – deixei o livro na cadeira e a peguei fazendo com que ela erguesse as pernas, a segurei pelos pés – tudo o que você quiser.



Com a mão livre me livrei da peça de roupa que impedia nosso contato. Desci meu rosto até o sexo de Bella para provocá-la soprei o ar quente e passei minha língua contornando seu sexo, nunca chegando perto o suficiente de seu clitóris, Bella ficou muito mais molhada com isso. Sem esperar mais nada, a penetrei com minha língua sentindo seu sabor, dava pequenas estocadas, subia e descia entre sua entrada e seu clitóris, dando leves batidas com a minha língua. Recebendo gemidos e gritinhos de prazer.



Levantei fitando seu rosto contorcido em prazer, os olhos fechados e as pernas fechadas, eu conduzi meu membro estocando lentamente, Bella arfou e soltou um gemido, ela estava tão quente, tão úmida. E a posição a deixava mais apertada, a sensação era maravilhosa.



– Bella... - eu gemia seu nome baixinho, apertando suas pernas.



– Edward, mais forte e rápido. – ela me pedia.



Era impossível negar nada a ela, por isso o fiz o mais forte e rápido que a posição me permitia era muito apertado trazendo a sensação e a fricção maior a cada segundo. em minutos estávamos suados e ofegantes na mesa de jantar, Bella separou um pouco suas pernas dobrando em meus ombros e fazendo a sensação aumentar, logo depois deslizou pela mesa. Separando-nos pegando meu membro com sua mão e apertando. Ela me provocava mais do que eu a ela. Quem diria que a Virgem de Orgasmo iria se tornar uma expert em enlouquecer um homem não?



Puxei de volta por suas pernas a estocando, enquanto ela gemia descontroladamente. Eu não poderia agüentar tanta pressão, a pressão que seu sexo fazia no meu. Aumentei meu ritmo, fazendo a mesa ranger e chegando ao meu limite. Enquanto Bella seguia o mesmo massageando seu clitóris e seus seios. Uma cena altamente erótica, chegando ao orgasmo primeiro e eu a segui depois.



Minutos se passaram e eu desci as pernas de Bella trazendo-a para se sentar novamente.



– Eu não sei você, mas essa foi à melhor de todas! – falava ofegante ainda.



– Concordo, devemos repetir mais vezes, muito e muito mais meu amor.



– Ah sim claro, eu te amo!



– Eu também te amo. – eu dei um beijo rápido me separando dela para terminar de escrever minha coluna que agora era mensal na mesma revista que Bella trabalha.



– Edward, o que é isso? – eu virei para ela terminando de me vestir e vi que ela segurava o meu livro.



– Ah, só achei que agora que terminamos o Kama Sutra nós deveríamos tentar outras coisas.



– Hum... – Ela olhou para capa e para contra capa analisando.



– O que me diz de testarmos o Tantra?



Fim! (agora é mesmo buaá)







Posição do Epilogo: Ta na mesa!

"Está na Mesa!



– Instruções Eróticas:

Recomenda-se usar uma mesa, que é mais alta do que a cama. Sente-se na beirada, com um travesseiro sob o bumbum para erguer mais o corpo (melhor) ainda se colocar as mãos embaixo do travesseiro). Junte as pernas e levante-as. De pé, o homem penetra você, segurando-a pelos pés, o que ajuda a ir mais fundo.



– Por que você vai amar?



As pernas fechadas diminuem o espaço que ele tem para se mover dentro de você, aumentando a fricção pênis-** e conseqüentemente as sensações de prazer. O moço vai ficar em êxtase desde o começo da transa, ainda mais se você oferecer a ele um show erótico de masturbação.



– Truque de Nova:



Durante a transa, surpreenda-o separando um pouco as pernas e dobrando os joelhos, para fazer com que ele sinta várias vezes aquele atrito da primeira investida na penetração. Quanto mais apertado, mais ele vai agradecer. Repita várias vezes, até não conseguirem mais parar.



Referências: O Kama Sutra de Nova: 77 posições incendiárias. Editora Abril, 2007. Pág 151."

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