Despertando Para O Prazer - Capitulo 23


A semana voava e conversávamos pouco pessoalmente quase sempre era por telefone. Era divertido e não era divertido eu sentia falta de me divertir com seu rosto corado sempre que perguntava algo impróprio.

Flashback

– Hey como foi contar ao seu pai que você era frigida?

– Nossa não me fale disso, foi constrangedor e ao mesmo tempo sei lá foi bem divertido. As expressões dele, Edward ele ficou chocado quando descobriu que nosso relacionamento era um tratamento contra a minha frigidez.

– Eu imagino, você não viu a cara dele no meu consultório.

– Ele foi ao seu consultório, meu deus. Fazer?

– Veio interceder por nos dois, ele veio me contar que você ficou chegou na casa dele, chorando e se martirizando por minha causa. – silêncio na linha.

– Não se ache Edward Cullen – ela gritou.

– Então vai dizer que não me ama, e que não ficou com medo de me perder. – eu pressionei.

– Não fiquei com medo de te perder, porque você já era meu. Você mesmo me disse isso. – foi a minha vez de ficar vermelho.

– Sim, verdade não é. Eu com você me solto muito fácil, me entrego muito fácil. Você é uma bruxa Isabella Swan.

– Eu não!

– Ok meu amor, eu vou desligar tenho uma cesária amanhã cedo. Infelizmente a mãe quer que o filho nasça cedo. Essas mulheres estão loucas! – e não é mentira, cada pedido que eu recebo. Tenho até medo.

– Tudo bem. – ela riu comigo. - até sexta.

– Eu não irei à festa com você, Bella, eu tenho muito trabalho. Me desculpe.

– Tudo bem, eu vou com o Seth, e depois eu vou para sua casa.

– Certo, então te espero, beijos.

Flashback off.

Durante os dias que se passaram eu imaginava tudo, nunca oficialmente a pedi em namoro, eu tenho que fazer isso o mais rápido possível, quero fazer tudo certo como manda o figurino. Trabalhei até tarde naquela sexta, olhando exames. Atendendo pacientes, cuidando dos meus pimpolhos. Apesar de não ser pediatra eu gosto de dar uma olhada em cada vida que coloco no mundo. São como se fossem meus filhos enquanto não tenho os meus.

Cada vez mais o final do meu tratamento que não era mais um tratamento chega ao fim, eu precisava oficializar isso o mais rápido possível. Já se passavam das 8 da noite e eu preso em meu trabalho, adiantando coisas para poder ter o final de semana livre novamente, além de programar meu final de semana com Bella. Aconteceria a festa em homenagem ao meu pai, sobre seu trabalho incrível durante todos esses anos, e todas as vidas que ele salvou. Até receber uma mensagem de Bella.

De Bella:
Para Edward: Você está em casa?

De Edward:
Para Bella: Não, estou no trabalho ainda por quê?

De Bella:
Para Edward: Festa chata, quando volta para casa?

De Edward:
Para Bella: Sentindo minha falta? Pode ir para minha casa, vou para casa em uma hora, chaves embaixo do vaso.

De Bella:
Para Edward: To indo, até mais tarde. E traga a bíblia, quero me divertir.

Eu ri com isso, agora era como se eu fosse um pastor, padre ou qualquer líder de uma entidade religiosa e o Kama Sutra era minha bíblia meu guia para meus fiéis, no caso uma única fiel, ela mesma. Aquilo me animou para terminar o trabalho mais rápido ainda para estar nos braços dela o mais rápido possível. Corri com todos os pacientes, deixando todas as receitas de minhas pacientes em dia e todos os exames devidamentes organizados para a próxima semana. Corri para casa sendo recebido calorosamente por ela.

– Oi – ela se jogou em meus braços e eu a peguei beijando seu rosto e rindo.

– Oi, quer dizer que a festa estava chata. – caminhei com ela até o sofá com ela pendurada em minha cintura. – e vejo que não teve problemas para achar minha chave.

– É sobre isso que eu quero falar, você a deixa muito fácil. E porque você deixa assim. – ela falava me olhando séria. Alguém pode entrar aqui.

– Eu deixo fácil para caso aconteça algo, alguém possa entrar. O porteiro por exemplo ou meus irmãos, meus pais. – Sentamos no sofá ela em meu colo. Lembrei-me de Emmett que até hoje não me devolveu minha chave extra do consultório, espero sinceramente que ele não esteja fazendo plantão de emergência nele.

– Ah! – ela me olhava pensativa.

– Que foi, está desconfiada? – a ruguinha entre suas sobrancelhas a denunciava.

– Er.. quando você me disse onde estava a chave, eu fiquei com raiva, eu fiquei pensando em todas as suas amantes...

– Ex-amantes, eu não tenho mais nenhuma. – eu a interrompi. – Aliás só uma, você. – Ela me interrompeu.

– Ok, ex-amantes. Eu fiquei imaginando você dizendo isso a elas e elas entrando com a mesma chave.

– Não existiu, nada disso, e outra coisa não existe mais amante nenhuma. Quer namorar comigo? – ela levou alguns segundos para entender. – Não vai responder, não vai me dizer nada. Basta um sim ou um não.

– Mas nós, nós estamos em um relacionamento já.

– Relacionamento aberto, lembra-se? Fui eu que propus isso e veja no que deu, toda a minha histeria com ciúmes do Jasper – Como eu odiava dizer até o nome dele. Por pura implicância. - E agora você com ciúmes de pessoas que foram descartadas desde que você entrou em minha vida.

– E você também vai me descartar, como fez com elas. – ela fez uma careta.

– Claro que não, eu estou te pedindo em namoro e você vai pensar em coisas do meu passado. Se for assim porque não falamos do seu passado, do seu ex por exemplo. Porque eu bem observei semana passada uma foto dele ainda está em seu apartamento. – ela ficou quieta pensando no assunto.

– Preciso fazer uma limpa no meu apartamento. – Acho bom mesmo.
– Vai me responder sim ou não. Quer namorar comigo?

– Claro que quero! – eu respirei fundo e segurei sua nuca, roçando nossos lábios, pedindo passagem por eles com a ponta da minha língua deslizando sobre seu lábio. Até que a natureza pediu por ar e eu a soltei. E joguei minha cabeça no braço encosto do sofá respirando fundo.

– Dia difícil? – ela perguntou massageando minha cabeça e bagunçando ainda mais a bagunça natural do meu cabelo. Alice falava que eu não gastaria com escova e muito menos pente porque o meu cabelo era uma causa sem solução.

– Não, só um pouco cansado.

– Por que você não vai para o quarto. – ela começou a afrouxar minha gravata. – Relaxa um pouco. – abaixando meu paletó. – Enquanto eu preparo um banho para você. – desabotoava os primeiros botões da minha camisa.

– Cer.. to. – eu gaguejei, isso Cullen mostre suas fraquezas a sua nova namorada para ela montar em você bobão. – Eu já vou. – Ela levantou do meu colo e começou a caminhar para meu quarto. – Hey eu chamei fazendo-a se virar para mim.

– Sim... – ela ergueu uma sobrancelha novamente. Uma cara estranha ela fez.

– Trouxe sua bíblia, pode rezar sua missa. – Joguei o livro para ela que agarrou e o abriu andando na minha frente. – eu ouvia o farfalhar das folhas. Ela devia estar procurando uma bem especial. Ultimamente quem andava escolhendo era ela. Eu estava tão PM, pau mandado, como diria minha secretaria Ana.

– Vou preparar o sermão de hoje, por favor, faça o que eu mandei. – Nossa que tom é esse. Puxei sua mão enquanto estávamos no corredor ela se virou com o livro em uma mão aberto e levantou o olhar. Olhando-me de novo com a cara estranha que ela sempre ficava ao erguer a sobrancelha.

– Você fica linda, quando assume seu lado mandão. – ela sorriu e eu sorri retribuindo e ela saiu me rebocando para o quarto me largando na cama. Enquanto entrava no banheiro.

Eu me lembrei que eu teria que ir a festa dos meus pais amanhã e teria que perguntar a ela se ela iria comigo, estava em cima da hora, mas minha semana foi corrida e em nenhum momento eu lembrei da festa para perguntar a ela.

– Bella. – Chamei alto para ela escutar.

– Hum... – ela respondeu. E apareceu completamente nua na porta do banheiro segurando o a "bíblia" – Está pronto?

– Precisa perguntar?

– Preciso, eu queria você nu, e você ainda está do mesmo jeito que eu o deixei.

– Nossa já estou tirando. – um sorriso brotou dos lábios dela. Um sorriso torto. Opa eu sorria assim.

– Acho bom! – e entrou no banheiro novamente...

Retirei toda a minha roupa em um minuto, e segui para o banheiro o calor e o vapor da água subia da banheira que ela preparou, ela estava sentada de pernas cruzadas na ponta me esperando lendo o livro.

– Então, qual é a de hoje?

– Cataratas do Iguaçu. – uma que eu conhecia, já tinha falado dela em minhas assessorias e palestras.

Eu puxei sua mão fazendo-a se levantar e pegando o livro e descartando-o do lado da banheira.

– Vai molhar minha "bíblia" e eu não comecei meu sermão ainda, e vai estragar.

– Se estragar eu compro outra, Irmã Bella – eu ri alto, enquanto ela me acompanhava.

Entrei na banheira e me sentei puxando o chuveirinho que havia do lado dela estiquei minhas pernas e estendi minhas mãos, para ela entrar na banheira com cuidado. A banheira não estava muito cheia, apenas com o suficiente. Ela entrava cuidadosamente, se sentando sobre minhas pernas. Ela levantou os braços prendendo seu cabelo em um coque. Se virando para me beijar sorrindo, retirou o chuveirinho da minha mão se virando para frente e ligando o ela passou um tempo até jogar o jato de água sobre nós, ela se levantou um pouco para me dar espaço para penetrá-la de maneira correta, abracei sentido suas costas se grudar ao meu peito.

Passei minha mão em todo o corpo enquanto Bella dirigia o jato em direção ao seu sexo, o calor da água e a força deveria ser algo bom, ela rebolava em meu membro e se segurava na borda da banheira, mordi seu lóbulo e desci deslizando meus lábios por sua pele macia até chegar em seu pescoço, mordiscando, lambendo e chupando.

Tudo o que ela mais gostava. Até chegar a seus ombros fazendo o mesmo, de um lado para o outro. Bella voltou a erguer a cabeça para trás inclinando um pouco para nossos lábios se encontrassem em um beijo nada delicado, exigente. Minha boca exigia a dela e a dela a minha, chupou minha língua, trazendo no final meu lábio entre seus dentes ela se virou novamente dirigindo mais uma vez o jato de água até o meio de nossas pernas. Com um gemido gutural ela aumentou o ritmo.

Colocando em minhas coxas e apertando, enfiando suas unhas em minha pele, aquilo me fez grunhir de dor e prazer. Eu sentia cada parte de sua pele contra a minha pegando fogo, explorando seu corpo. Bella desceu sua mão ate minhas bolas massageando me fazendo gemer alto. Ela arfava subindo e descendo nunca esquecendo o jato em nossos sexos, eu explorava seus seios, apertava suas coxas.

E beijava sua nuca, seus ombros. Sua orelha, enquanto eu gemia e grunhia com o prazer. Apertando seus seios selvagemente. Eu perdia a noção com ela, o senso de força e ela não se importava com isso, em momento algum reclamava. Apenas gemia e rebolava ainda mais em meu membro. Fazendo-me arfar e jogar minha cabeça para trás. Deslizei minhas mãos até seu sexo encontrando a sua própria que trabalhava arduamente em seu clitóris, apertei minha mão contra sua, aumentando seu próprio ritmo.

– E.. dward?

– Sim? – falava com o fio de voz que me restava, tamanho o tesão que sentia.

– Não pare, não pare – ela aumentava o tom de sua voz.

– Não meu amor, não vou parar.

Dito isso ela desceu mais uma vez sua mão até minhas bolas, e apertou mordi seu ombro abafando um gemido alto. Ela estremeceu em meu colo, chegando ao ápice apertando furiosamente meu membro dentro dela. Mais alguns minutos e fora minha vez de obter meu próprio prazer. Deslizamos um pouco na banheira nos deitando, deliciando com a sensação da água quente em nossas peles e a companhia um do outro.

Terminamos o banho em um silêncio agradável, jantamos e dormimos abraçados em minha cama, eu me esqueci até do convite do meu pai para a premiação. Bella tinha este efeito nua em minha vida, me fazia até esquecer dos compromissos quem dirá da familia. Acordei tateando o colchão a procura dela e levantei subitamente procurando por todos os cantos, até ouvir um barulho vindo do banheiro. Bella saiu vestida exatamente como estava ontem.

– Onde você pensa que vai? – perguntei cruzando os braços sobre o peito.

– Vou para casa, eu me lembrei que tenho um compromisso, prometi a Jasper ir a uma festa com ele. – a fúria subiu e meus olhos a encaravam com fogo, poderiam queimá-la viva, igualzinho as experiências infantis. Com uma lupa e uma formiga. No meu caso a formiga seria Jasper não ela, e eu teria o prazer de queimá-lo até não sobrar um vestígio do verme. – não me olhe assim, já falamos. Jasper é apenas um amigo e eu já havia prometido que iria a festa com ele.

– Isabella, amigo? Eu conheço bem Jasper Whitlock e posso garantir que ele vai exibi-la nessa festa. Ele é uma anta! – bufei e me levantei da cama caminhando até ela e a segurando fazendo biquinho. – não vá, vamos ao jantar do meu pai.

– Edward eu não posso fazer isso com ele, eu prometi. – bufei ainda mais e resolvi jogar pesado.

– Por favor Bella. – Fiz minha cara de cachorro pidão. – não vá com ele, vamos comigo, você poderá ver meus pais novamente. Meus irmãos!

– Realmente não posso Edward, eu vou indo. Nos vemos amanha. – me deu um selinho passando por mim pegando sua bolsa, e saindo pela porta murmurando um adeus.

Fiquei irritado, será que Jasper sempre vai estar no meu caminho, é infantilidade odiá-lo tanto apenas porque ele me enchia o saco na faculdade, como também me virou meu rival na minha profissão e ainda mais por ser o melhor amigo da minha namorada. Talvez eu me arrependesse dessa decisão que tomei.

Talvez minha mãe me matasse. Alice arrancaria meu pinto com pinça, Emmett me jogaria na linha do trem e meu pai me queimasse com querosene, após tudo isso. Mas se Bella estava acompanhada está noite e não era por mim. Porque eu deveria ir a esse jantar sozinho. Peguei meu celular e liguei para a mais improvável das pessoas no mundo.

– Alô, Tânia.

Posição do Capitulo: Cataratas do Iguaçu
Entrem em uma banheira com água morna, que tenha chuveirinho. Seu amado deve se sentar com as pernas esticadas e você, no colo dele, apoiando os braços na beira da banheira. Enquanto ele a penetra por trás, dirija a ducha de água para o clitóris.

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