The Cullen's Secret - Capitulo 43


- Onde está Hazel?
- Você não o viu?
- Era para vê-lo?

A praga devia estar invisível.

- HAZEL! Traga sua bunda aqui já!


OMG. Que vexame na frente do Todo-Poderoso... Sorri um sorriso amarelo para Vlad enquanto acotovelava Edward.

- Meu marido está um pouco estressado hoje.
- Eu? De onde você tirou isso?
- De onde? Vejamos... Posso enumerar?
- Bells...

Vlad voltou-se para nós, levantando a mão.

- Não briguem.
- Ok.
- Ok.

Ele andou pela sala e do nada, fez um gesto como se estivesse pegando algo no ar. E então Hazel se materializou ali, sendo segurado pela gola da camisa.

- Um dia eu vou aprender a fazer isso...

Edward sussurrou no meu ouvido.

- Hazel.

Vlad o soltou e o fez levitar para ficar do mesmo nível que ele.

- Você está vendo Edward? Ele obedece a mim. Cegamente. E você, deve obedecer a ele, do mesmo jeito. Da próxima vez que ele chamá-lo, eu espero que você venha.
- Por que?

Quem disse que eu o obedeço cegamente? Ok...

- Porque nós obedecemos uma coisa chamada hierarquia.
Hazel parecia ter aceitado perder a discussão e abaixou a cabeça. Vlad o colocou de volta no chão e nos olhou.

- Então, onde posso encontrar... algo para me alimentar?
- Eu pensei que pudéssemos sair para caçar essa noite.
- Nós dois? Tudo bem então. Se Bella não se incomodar...

Quem era eu para falar alguma coisa, né? Apenas sorri.

- Não me incomodo. Edward sempre faz isso.
- Eu também posso ir?


Agora eu não podia nem ficar a sós com Vlad, porque tinha a peste para se meter no meio.

- Sim.
- Ótimo! Quero estar sem fome perto de Hope!
- Hope?

Vlad agora me olhava curioso. Eu um dia ainda jogo Hazel na rua, em pleno dia de sol. Ah, eu jogo.

- Hope é... uma menina.
- Ah sim.
- Ela não é uma menina. Ela é uma vampira!

E... Vlad me olhou de novo.

- E ela é uma vampira também.
- Assim como o pai dela! Menos a mãe...

Alguém cala a boca dessa criança, por favor? Ok, que seja!

- Hope é filha de Buffy com Angel.
- Buffy?

Vlad arqueou uma sobrancelha. Edward olhou com raiva para Hazel.

Edward suspirou e sentou no sofá. Eu sabia que se Vlad não estivesse presente, a essa hora ele já teria corrido atrás de Hazel.

- É... Buffy.
- A caça-vampiros? Buffy está na cidade?
- Está.
- Mas que ótimo!

Vlad gargalhou e eu não entendi muito bem o motivo disso. Sua risada não era daquelas espontâneas não, era algo mais sombrio.

- Ora, ora... Mas o destino pelo visto está a meu favor!
- O que isso significa?
- Que eu tenho contas a acertar com ela. E veja só que genial! Nem preciso me dar ao trabalho de ir muito longe.

Edward abriu a boca querendo falar e me olhou tenso. Vlad não parecia estar brincando.

- Eu acho... que você talvez tenha entendido errado... Mas... Não pode atacar Buffy.
Seja homem e o encare. Resolvi me levantar, para ficar pelo menos quase da altura dele.

- Não posso?
- Não! Hope é minha namorada!
- Não se meta nisso, Hazel.
- Me meto sim! Ela é minha namorada e eu vou me casar com ela! E a mãe dela...
Meu sogro fez um gesto com a mão e então eu parei de ouvir a voz de Hazel. Era como se Vlad estivesse apertando sua garganta. Mas Hazel num gesto super rápido de mão, empurrou Vlad e levitou na direção dele. OMG. Vlad fez o mesmo, rosnando. Edward correu até mim e me puxou para trás quando os móveis começaram a tremer ali na sala.

- Se afaste, Bells.
- Ed... Tire-o de lá!
- Hazel!

Eu pensei que eles fossem se atracar no ar, mas os dois travaram uma luta silenciosa. Eram apenas olhos nos olhos e rosnados, até que Hazel gemeu e desceu, correndo para o quarto.
Enfim alguém colocou Hazel para correr. Literalmente. Bella fechou a cara e foi batendo os pés na direção de Vlad.

- Não faça mais isso com ele! Ouviu, bem?

OMG. Ele me olhou como se não estivesse acreditando que ela realmente estava apontando um dedo para a cara dele. Minha esposa não tinha a menor noção do perigo.

- Bells... Está tudo bem.

Falei tentando amansar a fera, segurando-a pela cintura e beijei seu rosto quente de raiva.

- Por que você não sobe e vai lá ver como Hazel está?

Ela bufou e se livrou dos meus braços, indo na direção da escada. Eu soube quando ela chegou ao andar de cima, porque os barulhos de pés querendo quebrar os degraus cessaram. Vlad sorriu sarcástico para mim.

- O que foi isso?
- Bella é...
- Autoritária?
- Também.
- Você sabe que eu relevei por ela ser sua esposa, Edward.
- Eu sei.
- Mas espero não ter um dedo apontado para mim novamente.
- Não terá.

Ele sentou e eu suspirei aliviado. Nada de Vlad querendo matar minha mulher. Não por enquanto, pelo menos.

- Por que Hazel protege Buffy? Por causa da filha dela?
- Hope é... Parecida com ele. Ela é filha da Buffy com o Angel.
- Angel. Já ouvi falar dele. Angelus, na verdade. Angel é um imbecil, já Angelus... Ah! Esse sim é um cara bacana!

Claro que sim. Quanto mais sangue e mortes, melhor para ele.

- Eu tenho contas a acertar com Buffy, Edward.
- Vlad, Buffy é gente boa. E eu devo a Angel, por ter ajudado Bella um dia desses, num assalto.
- Meu assunto é com Buffy, não com Angel.
- Ok.

Como eu poderia dizer a ele que não queria que ele fizesse nada com aquela família? Eu sabia que provavelmente ele ia ignorar o que eu falasse, mas não custava tentar. Me sentei ao seu lado e o olhei sério, encarando-o nos olhos.

- Eu gosto deles. São pessoas boas para mim e para meus amigos. O que eu tenho que fazer para você ficar longe deles?

Ele franziu a testa e esboçou um sorriso, que parou pela metade. Seus olhos desviaram dos meus e encararam suas mãos que estavam entrelaçadas.

- Vamos fazer o seguinte: eu fico longe dela, desde que ela não cruze meu caminho.

Eu ia responder quando Vlad levantou e foi até um móvel da sala, onde tinha um peso de papel de metal em forma de estaca. Brincadeirinha de Emmet. Aparentemente ele achou engraçado nos dar isso de presente de casamento.

- Buffy tentou me matar, Edward. E eu quero retribuí-la.

Ele falou enquanto enfiava a estaca na palma da mão, devagar. O sangue escorreu e a ferida fechou instantaneamente assim que ele tirou o metal de dentro da mão.

- Eu sempre achei isso super legal!

A ironia de Vlad me comovia.

Quando eu subi atrás de Hazel, encontrei a porta do quarto de hóspedes fechada. Abri-a devagar, colocando só a cabeça para dentro e encontrei-o sentado na cama brincando com as mãos.

- Posso entrar?
- Aham.

Fechei a porta atrás de mim e me aproximei do pequeno, que agora me olhava curioso, arrepiando mais ainda o moicano.

- Você está bem, Hazel? Vlad te machucou?
- Não. Eu sou forte...
- Mas você parecia ter sentido... dor.

Ele curvou a boca para baixo, esboçando tristeza e balançou a cabeça juntos com os pés.

- Ele tentou me machucar! Mas eu não deixei! Eu gosto mais do meu pai!

Eu ficava imaginando se Hazel sabia que o sangue do "pai" dele quase não corria mais em suas veias e sim o de Vlad. Resolvi ficar quieta e sentei ao seu lado, passando um braço pelas costas dele.

- Eu não deixarei ele tentar te machucar, ok?

O garoto me olhou revirando os olhos e deu um tapa de leve na minha testa.

- Bells, você não está em posição de proteger ninguém!

Gente, cadê a minha moral?

Consegui (implorei) fazer com que Vlad esquecesse a idéia de estripar Buffy em praça pública. Eu só não cheguei a contar a ele que tínhamos mais uma caçadora na cidade. Bem, não foi uma mentira, foi apenas... omissão de fatos.

- Hazel está desobediente. Você não tem pulso com o garoto, Edward?
- Eu não o vejo mais todos os dias. E posso dizer que Emmet e Alice não são as pessoas mais rigorosas que eu conheço.
- Um conselho?

Ele se aproximou de mim, sério. Um dia eu saberia fazer esse mesmo olhar e matar alguém do coração...

- Traga-o para cá então. Hazel... é forte. Muito forte. Eu sinto como se o poder dentro dele estivesse crescendo cada vez mais, como se fosse estourar o corpo.
- Trazê-lo para cá? Vlad, eu acabei de me casar...
- Você prefere ter dores de cabeça depois? Ele "ainda" é criança e precisa de controle. Se você não for a figura autoritária para ele agora, não será mais. E acredite... Quando ele crescer você vai querer que ele o respeite.

Não sei por que, mas as palavras de Vlad pesavam em mim, me fazendo temer a praguinha que estava lá em cima.

- Você acha que ele pode... ficar mais forte que você? Um dia?
- Talvez. O corpo dele é milhões de vezes mais jovem que o meu. O aprendizado é mais rápido também. Mas não posso prever. Hoje, eu sei que ele é quase tão forte quanto eu.

Ele estreitou os olhos e aproximou o rosto de mim, escurecendo os olhos com uma expressão de fera.

- Naquela hora eu não consegui dominar a mente dele! O garoto impôs uma barreira impossível de ultrapasar!
- Ok.

Hazel começou a fungar e eu me curvei para olhar melhor seu rosto. Vi lágrimas de sangue se formarem no canto dos seus olhos e levantei seu queixo, fazendo-o olhar para mim.

- Por que está chorando? Você disse que Vlad não te machucou.
- Tenho saudades da minha mãe.

OMG, eu não fiz curso para consolar vampiros e agora? Olhei em volta procurando um plano de fuga mas não consegui pensar em nada. Ele me olhava com cara de cachorro carente, pior que Jake.

- Você podia ser minha mãe, Bells...
- Eu...

Engasguei. Devia estar ficando roxa já. Mãe? Sou muito nova para isso! Ainda mais para ser mãe de um futuro Lúcifer! Não que ele não fosse fofinho e tudo mais, mas bem... Ele tinha dentinhos afiados demais para ser filho meu.

- Ah querido... Eu sinto muito. Sua mãe está bem onde quer que ela esteja, eu tenho certeza. E eu sou sua amiga, não serve?

Ele fechou os olhos e balançou a cabeça dizendo que sim e me abraçou apertado, quase quebrando minhas costelas. Se eu soubesse há anos atrás, que entraria para essa família, tinha investido minha adolescência no sumô. Seria uma forma de ter um bom preparo físico!

- Eu te amo, Bells!
- Ah, eu também querido...

Ele sorriu e deitou na cama, colocando a cabeça no meu colo. Se eu bem conheço Edward, ele acharia que Hazel estava me estuprando.

Vlad quis tomar um banho e eu o mostrei o resto da casa, oferecendo um dos quartos de hóspedes para ele se hospedar. Deixei-o no quarto à vontade e fui procurar Bella e Hazel. Quando entrei no quarto onde eles deveriam estar, fiquei em choque. Bella estava sentada igual buda, de frente para Hazel que estava na mesma posição. A peste estava com um pote de gel ao seu lado, fazendo um moicano ridículo na "minha" esposa!

- Eu incomodo?
- Edward, vem cá!

Bella me chamou, sem mexer a cabeça para me olhar. Ela não poderia se mover ou então estragaria a obra-de-arte que Hazel modelava em sua cabeça.

- Bonita crina, amor.
- Não enche!
- Quer que eu faça em você também, Edward?
- Não, obrigado. O show dos bizarros foi semana pasada.


Edward me irritava às vezes. Ou melhor, todos os dias. A sorte dele era ser gostoso ao extremo, senão... Ok, quem eu quero enganar? Não existe o "senão". Mesmo que ele fosse analfabeto, porco e favelado, eu ainda o amaria. Talvez não o "porco", mas enfim...

- Bella!
- Oi?
- Quando vocês acabaram a hora da beleza aí, pode vir no nosso quarto?
- Posso. Já vou!

Eu o vi revirar os olhos e sair do quarto. Hazel estava tão concentrado no meu moicano que eu fiquei com pena de pará-lo, então continuei por mais alguns minutos ali.

- Estava pensando, nós podíamos pintar também, Bells! O que acha de verde?
- Oi?

Bella entrou no quarto, com um sorriso bobo no rosto e eu não pude deixar de olhar para o moicano ridículo na sua cabeça.

- Oi.
- Tira isso, amor.
- Ele vai ficar chateado se eu tirar...
- Sério que você se preocupa com o que ele pensa e não com o que eu penso?

Ela se aproximou, ficando na ponta dos pés e envolvendo meu pescoço com os braços.

- Sim, amor, me preocupo. Porque ele é um pouquinho mais novo que você, sabe?

Edward fez bico, um bico que tirava totalmente a minha concentração. Na hora que eu ia beijá-lo, seu celular tocou.

- Não atende.
- Eu preciso...
- Não precisa não. Sexo é melhor que tecnologia. Você sabia que antigamente os casais tinham 15 filhos justamente por não haver uma maldita de uma tecnologia?

Ela tentou fazer piada? Beijei sua testa e soltei seus braços de mim. O celular estava quase caindo de cima da cômoda, por estar no modro toque e vibração. O que eu vi no visor, não foi nada bom.

- Alô.
- Edward! Quanto prazer em falar contigo!
Pela cara que Edward fazia, não devia ser alguém muito legal.

- Oi Lestat.

Ok, entendi.

Me irritava quando eu tinha que ficar vendo Edward no celular com alguém e não podia ouvir a conversa. Ele andava de um lado ao outro, aparentemente irritado e passava a mão pelos cabelos. Céus! Esse homem me excitava até em situações que não pediam por isso.

Estava de costas para Bella quando senti uma mão apertando minha bunda e braços envolvendo minha cintura.

- Gostosão...
- Só... só um minuto Lestat.

Encostei o celular no peito para ele não ouvir e me virei de frente para ela, que tinha um sorriso safado no rosto. Beijei seu nariz e suspirei.

- Bells, estou falando com Lestat. Não é legal ficar excitado falando com ele...

Bem, ele podia não ficar excitado com o Lestat, mas eu acho que muitas mulheres não pensariam dessa forma...

- Bells!
- Oi.
- Pare de passar a mão na minha bunda.
- Ok.

Me afastei e ele riu, piscando para mim e virando de costas de novo. Sabe, Edward devia me tratar bem, muito bem. Ou ele esqueceu que tinha um Drácula no quarto ao lado? A sorte dele é que não gosto muito de suruba em família...

- Desculpe. Estou de volta.
- Você entendeu o que eu disse?
- Sim. Um pouco. Eu... Não esperava por isso. O que faremos?
- Ficaremos alertas e avisaremos a todos que conhecemos. Tente falar com Drácula.

Pensei se eu deveria dizer-lhe que o próprio estava aqui na minha casa ou se ficava quieto. Optei pela segunda alternativa.

- Eu avisarei a ele. Por favor, me mantenha informado de qualquer notícia, Lestat.
- Claro. Como está Hazel?
- Impossível, mas bem.
- Ótimo. Diga que eu mandei um oi.

Um oi? Se eu dissesse a Hazel que falei com Lestat e este o mandou um oi, o garoto iria surtar! Teria que dizer no mínimo que o "pai" dele disse que o amava, coitado.

- Eu direi.

Edward desligou o telefone e sentou na beira da cama, sorrindo para mim.

- Vem cá, vem.

Ela era tão delicada que parecia mais um canhão pulando em cima de mim. Agradeci por ser forte e não sentir dor nessas horas...

- O que Lestat queria?

Bells perguntou enquanto enrolava suas pernas pela minha cintura, de frente para mim.

- Me trazer más notícias. É sério, quando eu penso que tudo vai se acalmar...
- O que foi?
Edward suspirou, franzindo a testa. Ele estava mesmo abalado depois da ligação.

- Preciso falar com Vlad.

Ele levantou, sem me tirar do colo, segurando minha bunda e saímos do quarto, comigo beijando de leve seu pescoço.

- Agora eu vou falar com Vlad, sabe? Também não é legal ele me ver excitado.
- Você está ficando velho.
- Bella, eu sou velho. Caia na real. Você casou com um *Matusalém.

Soquei o braço dele, mesmo sabendo que não fazia nem cócegas. Nós paramos na porta do quarto de hóspedes e antes de Edward bater, Vlad abriu-a.

- O que houve?
- Lestat acabou de me ligar.

Edward me soltou, me colocando no chão ao seu lado e entrou no quarto. Vlad me olhou, provavelmente esperando eu decidir se entrava ou não.

- Er... Ok.

Sorri para ele e corri para os braços do meu marido. Tinha medo do meu sogro, fato.


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* Matusalém é geralmente conhecido por ser o personagem mais longevo de toda a Bíblia, tendo vivido por 969 anos.

Vlad andou devagar, como se estivesse num filme, querendo matar alguma mulher do coração e sentou numa cadeira de frente para nós dois. Ele apoiou o cotovelo direito no braço da cadeira e ficou mexendo um dedo no outro.

- Fale.
- Lestat acabou de me ligar para falar sobre os lobisomens.

A última palavra de Edward fez com que o vampiro-rei levantasse os olhos na nossa direção. Eu me arrepiei só em lembrar da guerra e acho que Edward sentiu, pois esfregou meus braços e deu um beijo no meu ombro.

- O que Lestat disse?
- Que estão se reagrupando. Mas... ele diz que algo está diferente no método deles. Lestat recebeu informações de que eles não estão sozinhos e não estão esperando exatamente por outra guerra.
- Não estão?
- Não. Talvez eles queiram atacar em pontos estratégicos.
- Sem que estejamos esperando.
- Exatamente.

E lógico que eu era a única ali que estava boiando, né? Edward limpou a garganta e senti seu corpo um pouco mais tensionado do que o normal.

- E ele disse ter ouvido algo sobre... Hazel.
- Hazel?
- Vlad, você acabou de dizer que Hazel pode ser grandioso, né? E se o nosso ponto fraco, for ele?

Vlad balançou a cabeça e ficou em silêncio, como se estivesse pensando em alguma coisa. Por fim, ele voltou a nos olhar, inexpressivo. Ele era sem dúvidas o melhor jogador de pôquer da face da Terra!

- Preciso obter informações sobre isso, Edward. Volte mais tarde.
- Certo.

Nós saímos do quarto e Hazel estava abrindo a porta do seu quarto naquele momento, nos olhando com um sorrisão no rosto.

- Gostou do moicano da Bella, Edward?
- Lestat disse que te ama.
- Meu pai?

Gente, Edward não tinha o mínimo tato com crianças, né? Ele disse isso ao garoto e entrou no nosso quarto, deixando a pobre criatura ali, parada, perguntando sobre o pai.

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