The Cullen's Secret - Capitulo 40


Quando estávamos a sós no carro, Edward tocou minha coxa, alisando delicadamente.

- Você está bem, Bells?
- Eu que pergunto o mesmo a você!
- Desculpa amor... eu só fiquei meio sem reação com o novo poder de Hazel.
- O que ele fez?

Entramos em casa e eu fui tomar banho, quando senti ele entrando no banheiro também.

- Hazel controlou a mente daquele homem... de uma tal maneira...

Eu abri a porta do box e o puxei para dentro, molhando-o todo. Edward sorriu torto e me beijou.

- Se toda vez que Hazel fizer besteira eu for recompensado desse jeito...
- Fica quieto, ok? Se você está preocupado com ele, porque não fala com alguém?
- Com quem?
- Deixa eu ver... com a pessoa responsável por isso? Que tal?
- Bells, eu realmente não tenho muita paciência para falar com Lestat. Você sabe disso.
Ela tinha a melhor das intenções, eu sei, mas nem sempre eram as mais práticas. Desci minhas mãos das suas costas até seu quadril, tocando a pele da sua bunda perfeita, e arrepiando seus pelinhos.

- Amor, eu não estava falando de Lestat. E sim de Vlad.

E ela era engraçada às vezes também. Na maioria delas, na verdade. Eu ri enquanto beijava seu pescoço.

- Aham. Vou dar um telefonema para ele... Pedir conselhos...
- Estou falando sério, Edward.
- Não, Bells. Eu vou cuidar disso sozinho.

Tirei minha roupa devagar, enquanto beijava seu pescoço molhado e ela começou a sorrir, mordendo os labios.

- Eu posso fazer tipo... o que você quiser...
- Pode é?

Desci minha boca até seus seios e a fiz soltar um gemido, arranhando minhas costas com suas unhas.

- Você só precisa...
- Hum, fala. O que eu preciso?
- Ligar para Vlad.

Mas essa era uma nova forma de broxar uma pessoa! Parei de tocá-la e levantei a cabeça para olhar minha mulher.

- Tu anda mesmo fumando maconha né?
- Edward...
- Não Bells. Deixa... Vou para o quarto.
Droga! Ele saiu do box sem falar mais nada e fechou a porta do banheiro. Eu só queria ajudar, será que era difícil entender isso?
Terminei meu banho e fui para o quarto, encontrando Edward sentado na beira da cama. Ajoelhei no colchão atrás dele e passei meus braços em volta dos seus ombros.

- Eu só estava querendo ajudar.
- Eu sei Bells, mas eu não quero esse tipo de ajuda.
- A sua relação com Vlad é meio conturbada, né?

Ele virou o rosto para me olhar e não parecia estar muito satisfeito. Ok, parei. Beijei seu rosto e levantei para me trocar.

- Não está mais aqui quem falou.
- Não vou envolver ninguém nessa história. Eu mesmo cuidarei disso.
- Ok. Tudo bem.

Tirei a toalha para vestir um baby-doll e senti o frio no quarto.

Ela fazia só para me provocar, né? Deixou a toalha cair e ficou de costas para mim, peladinha. Eu sou imortal mas não sou de ferro. Grudei no seu corpo, sentindo seus pêlos arrepiarem e beijei seu ombro.

- Gostosa.
- Achei que estivesse com raiva de mim...
- Amor, seu corpo não tem culpa de você ser chata...

Ele adorava me fazer sofrer, fato. Sua boca deslizou gelada pela minha pele do ombro e veio subindo até chegar na minha nuca. Edward jogou meus cabelos para o lado, lambendo a região agora descoberta. Eu tremia com aquela língua perfeita me maltratando. Senti uma mão sua encostar na minha barriga e me pressionar contra seu corpo.

- Vem brincar comigo, vem...
- Hm...

Eu joguei minha cabeça para trás e o deixei fazer o que queria. Sua mão deslizou pelo meu umbigo até mais embaixo, tocando meu sexo delicadamente.

- Edward...

Ele conseguia me deixar sem forças para pronunciar uma palavra sequer. Seu braço livre me apertava em volta da cintura, me segurando, enquanto sua mão brincava comigo. Ele mordiscava minha orelha e eu não conseguia parar de ter calafrios.

- Rebola amor... Para mim, vai...

Era maravilhoso vê-la entregue a mim, daquele jeito. Ela era minha, só minha. A minha Bells. Aumentei a velocidade do movimento quando ela se mexeu, gemendo baixinho, jogando o braço para trás para segurar meu pescoço.

- Ed... não me torture...
- Não.

Bella fechou os olhos e eu deixei um pouco seu clitóris de lado, para penetrar-lhe com os dedos. Ela se contraiu e soltou o corpo em seguida, desmanchando-se nos meus braços.

Peguei-a no colo e andei com ela até nossa cama, deitando-a no colchão. Bells tentou segurar meu rosto, mas eu a larguei ali e fui descendo, beijando sua pele com cheiro de sabonete. Para falar a verdade, eu gostava mais do seu cheiro natural. Seu cheiro perfeito, feito especialmente para mim.

- Me dá uma fome toda vez eu te beijo...

Falei arranhando meus dentes na sua pele da barriga enquanto ela puxava meus cabelos.

- Pare de me matar, amor...
- Shhh!

Desci mais e caí de boca naquilo que eu adorava mais e ela se contorceu, gemendo, arfando, enquanto eu brincava com minha língua.

OMG! Ele era bom demais em tudo que fazia. Esse era Edward Cullen! Agarrei o lençol com as mãos, fechei meus olhos e me deixei apenas sentir sua boca em mim. Meu sexo já implorava por Edward me possuindo e eu começava agora a sentir os espamos consumindo meu corpo. Ele ria enquanto eu me contraía, até nos dedos dos pés.

- Foi bom para você?

O safado me perguntou, subindo pelo meu corpo e me olhando com seu sorriso mais cínico.

Beijei sua boca, um beijo rápido e forte, propositalmente para deixá-la sem ar, do jeito que eu gostava. Suas mãos tocaram minhas costas, tentando me arranhar. Eu gostava daquela sensação e me excitava ainda mais.

- Pede Bells. O que você quer?

Perguntei no seu ouvido, devagar, sussurrando, usando todas as minhas armadilhas. Ela só gemeu e eu senti seuas pernas abrindo embaixo de mim.

- Eu não entendo gemidos amor... Você precisa pedir...
- Vem...

Beijei seu pescoço, dando um chupão forte e deixei meu peso cair sobre seu corpo, pressionando meu membro latejante em seu sexo. Ela me apertou e me puxou mais para junto de si, me olhando agora com desejo.

- Quer me matar, avisa.
- Eu quero que você fale...
- Me possua, cretino.

Ok, isso serve. Sorri agradecido e levantei uma de suas pernas, abrindo espaço para a minha entrada espetacular dentro dela. Deslizei com maestria até o final, arrancando suspiros de Bells.

Edward começou a estocar com ritmo, força, sempre perfeito. Eu sentia a melhor sensação de todas com aquela fricção de seu membro entrando e saindo, entrando e saindo...

- Amor...

Soltei minhas mãos, me deixando ficar esparramada na cama, à mercê dele, unicamente dele. Ele brincava com meu corpo, alisando meus seios, minha barriga, beijando minha boca e mordando minhas orelhas. Ele então me segurou com força no quadril e virou, deitando de costas na cama e me trazendo por cima de seu corpo.

- Sou todo seu!

Eu adorava ouvir isso e me sentia poderosa cavalgando ali nele. Abri minhas mãos e pousei-as sobre seu peito nu perfeitamente delineado e comecei o sobe-desce enquanto ele me ajudava, segurando-me as coxas e me dando firmeza.

- Hum... Bells...

Edward fechou os olhos e jogou a cabeça para o lado, aproveitando o momento e me deixando super excitada com aquilo. Eu aumentei o meu ritmo, ofegando sobre ele, sem sentir o cansaço que parecia chegar e o ar que começava a me faltar.

- Quem é tua dona?
- Você.
- Hm...

Não tinha coisa melhor para se ouvir. Ele abriu os olhos e segurou minha cintura. Eu gemi horrores quando Edward resolveu mandar na situação e começou a movimentar o meu corpo, super rápido. Deixei minha cabeça cair para trás e apenas esperei o orgasmo chegar. Ele veio violento, com os espasmos, junto com o gozo de Edward.

Ele passou a mão no meu rosto, alisando meu cabelo e me puxou pelo pescoço. Eu deitei sobre ele, abraçando-o e olhando para seus olhos perfeitos. Edward sorria torto.

- É impressionante o que eu sinto por você.
- Como assim?
- Quando eu acho que não possa existir amor maior do que eu sinto... Eu me surpreendo.

Eu ficava mortinha quando ele falava meloso assim, me alisando devagar, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Seus dedos passaram delicadamente pelos meus lábios e eu os beijei.

- Te amo tanto, Bella.
- Eu te amo muito também. Demais!

Beijei sua boca, ficando imóvel por alguns segundos, apenas para sentir o gosto dos seus lábios. Ele então suspirou e eu levantei a cabeça. Edward franzia a testa e tinha os olhos virados para a parede.

- Vou falar com Vlad.
- Vai?

Eu não esperava por isso. Ele voltou a me olhar, super calmo.

- Acho que você tem razão. É o melhor a ser feito.
- Ok... Eu... eu juro que não queria me meter nisso, amor. Eu só falei mesmo o que penso.
- Eu sei. E eu não aceitei antes por não querer dar o braço a torcer, de você ter pensado na solução antes de mim.

Ele beijou minha testa e sorriu.

- Mas era óbvio que você pensa nas melhores coisas.

Deu um treco em mim que eu não sabia dizer o que era e decidi mesmo falar com Vlad. Bella já estava dormindo (e roncando) toda largada lá na cama quando eu levantei e peguei o celular. Ela se virou um pouco, deixando o lençol escapar e descobrir um pedaço do seu corpo nu. Era tão fácil ficar excitado com aquela coisa mais linda deitada ali... Só para mim...

- Edward...

Entrei em choque! Vlad nunca atendia o telefone. Na maioria das vezes dava desligado ou então chamava até cair a ligação. Quando atendiam, eram os escravos dele e eu tinha que ficar deixando recado para ele me ligar. Coisa que ele fazia alguns meses depois. É chato isso.

- Vai falar ainda nesse século ou prefere me ligar ano que vem?
- Oi!

Oi? Eu sou retardado ou o que? Desde quando eu dou um "oi" para ele?

- Vlad, preciso levar um assunto meio sério com você. Está com tempo disponível?
- Sim, pode falar. Está tudo bem por aí? Seu casamento?
- Está sim, tudo ótimo. Não é sobre isso. É sobre Hazel.
- O garoto?
- Exato. Ele... tem adquirido poderes. Alguns parecidos com os seus... Outros que eu nunca tinha presenciado antes.

Ficou um silêncio na linha e eu sabia que ele também devia estar surpreso com aquilo. Por fim, ouvi sua voz.

- E o que você quer de mim?
- Bem, eu não sei exatamente o que fazer em relação a isso. Se deixo os poderes aflorarem, se tento impedir isso... Não sei.
- Eu irei aí. Me espere daqui algumas semanas.

Era tudo que eu precisava saber. Deixaria nas mãos dele e não me preocuparia mais com isso.
Voltei para minha esposa maravilhosa que dormia que nem um anjo. Ajoelhei na cama e beijei sua coxa descoberta, vendo seus pelinhos arrepiarem lentamente. Deitei ao seu lado, tocando em sua cintura para trazê-la para mais perto de mim.

- Hm...

Ela deu sua gemidinha de gata manhosa e colocou a perna em cima de mim, aninhando-se nos meus braços.

- Princesa...

Sussurrei em seu ouvido, alisando seu braço. Ela abriu os olhos e sorriu devagar, levantando um pouco a cabeça para beijar meu queixo.

- Como você consegue ser tão perfeito?
- Como? Aprendi com você...

Ela se espreguiçou e me abraçou ainda mais, como se eu fosse capaz de fugir.

- Onde você estava?
- No telefone. Liguei para Vlad... Ele vai vir aqui.
- Vai? Que bom então. Menos uma preocupação para você, viu só?
- É... Mas eu me pergunto o que Lestat vai falar quando souber que eu chamei Vlad ao invés dele.

Eu não tinha pensado nisso. Considerando o quanto Lestat era esnobe e se achava o maioral, ele não ia ficar muito feliz.

- Ok, ele não vai gostar, realmente. Mas eu não acho que ele seja corajoso de bater de frente com Vlad.
- Não, claro que não... Ele aprendeu da última vez.

Eu lembrei da última vez, lá na guerra... Lestat foi bem humilhado pelo todo-poderoso dos vampiros. Ah, meu sogro! Chupa essa manga!

Era tão bom dormir nos braços dele, que se deixassem eu ficaria horas, talvez dias deitada ali na cama, enquanto Edward estivesse me abraçando. Mas nem tudo são flores, né? Acordei com meu despertador tocando para um domingo chuvoso. Ok, isso não era novidade quando se morava em Forks, eu sei.

- Bom dia, amor.

Ele já estava em pé e vinha entrando no quarto com uma bandeja de café-da-manhã. Esfreguei meus olhos para ver se estava sonhando, mas ele continuava ali, dessa vez mais próximo da cama.

- Tratamento VIP? O que eu fiz para merecer tudo isso?
- Nasceu gostosa. É um dos motivos.

Eu ri enquanto ele sorria torto, daquele jeito e colocava a bandeja na cama para beijar minha boca.

- Alice já te ligou umas cinco vezes. E Jess umas três.
- O que elas querem?
- Alice quer fazer compras... Jess... Bem, eu não sei o que se passa naquela mente estranha direito. Eu juro que já a peguei pensando em tipos de frutas diferentes durante conversas que nada tinham a ver...
- OMG.

Minhas amigas eram estranhas, eu admito. O pior de tudo é que eu sabia que eu também era estranha. Até hoje eu não entendia como tinha conquistado Edward. Ele deitou, cruzando os braços atrás da cabeça e ficou me olhando.

- A visão daqui de trás é bem privilegiada!

1 comentários :

Sensacional essa fic.
Ansiosa sempre por mais....
Parabéns,parabéns!!!

celiatricolor
26 de setembro de 2011 16:49 comment-delete

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