Capitulo 15 - DPOP

# Emmett POV #

Agora que eu já mostrei ao meu irmão como ser o maior galã do mundo. Estou aqui sozinho, o que tem para se fazer sozinho em uma cidade como essa? Bem vejam sou de Forks, não um caipira completo. Graças a deus! Mas ainda sim, eu estou aqui sozinho nesse apartamento gigante. Alice foi correndo atrás do borra botas do Jasper Whitlock, minha irmã tem sérios problemas para escolher homem. Sim eu sou um irmão ciumento. Não igual ao Edward ainda assim, ciumento. Porra cabeça vazia mente do diabo. Eu poderia aprontar com meu irmão. Vamos mexer no armário do bundinha de frango.

Meu irmão bundinha de frango e suas gravatas italianas, Ui Eddie embibando geral. Será que a Bella sabe disso? Perfumes, um algo bem interessante...

Fotos de mulheres, Tanya, Jessica, Lauren... espera meu irmão tem um diário do pegador? É isso aí Eddie! Espero que se você se amarrar com a Bella você queime isso, antes que a Bella o queime. Vejamos também temos chaves. Meu irmão é muito organizadinho credo.

- Chaves extras da casa.

- Chaves extras da academia.

- Chaves extras do consultório?

Isso muito me interessa já que não tenho o que fazer, vou lá dar uma de Edward Cullen o ginecologista do ano. Peguei o carro e fui correndo para o consultório do meu irmão completamente vazio. Como seria se fosse médico. Meu pai nunca nos obrigou a seguir sua profissão, só Edward quis ser medico, mas o meu pai não sabe o verdadeiro motivo. Ah meu irmão é um pervertido, porque a ginecologia? Ele quer é ver as vaginas alheias. Safadão! Eu acho que vou pedir umas dicas a ele. Coloquei o avental do meu irmão cara como Edward é fracote nossa ta super apertado isso. To me sentindo uma biba.

Inhhhhaaaimmmmm, Doutor Emmett Cullen!

Não Emmett menos seja macho, não embiba. Você é macho! Muito macho! Sentei me na cadeira d meu irmão super confortável. Mexi em suas gavetas nossa como é bom mexer nas coisas dos irmãos. Uma vez fuçamos nas coisas de Alice, achamos tudo. Até um diário dela achamos. Poxa como rimos dela. Até que meu irmão para a idade dele está bem interessante. O que um livro do Kama Sutra? Ah danadinho esse meu irmão será que ele e a Bella já testaram? Preciso descobrir depois, vejamos.

Estava na maior posição de conforto possível quando a porta bateu e uma linda moça entrou. Ela estava desesperada pelo olhar, toda descabelada, as roupas amassadas.

- Você é o Doutor Cullen.

- Sim, eu mesmo. – ok eu não sou o doutor Cullen, mais eu poderia brincar não é? E além disso ela não disse o nome do Edward, só chamou Cullen. Eu sou um Cullen!

- Eu preciso urgente de ajuda. – com todo o prazer eu ajudo. Emmett pare! E finja bem.

- O que aconteceu, sente-se, por favor. Em que posso ajudá-la. – será que Edward faz isso? Faz assim. Bom se não faz eu vou fazer.

- Doutor, eu.. bem eu tenho um problema.

- Se você não me disser qual o problema, acredito que eu não poderei ajudá-la. – fiz a minha voz de sério. Eu vou precisar observar Edward no trabalho, será que meu irmão aceitaria um assistente. – senhorita vamos ao procedimento médico, por favor, vamos fazer os exames. – graças a deus eu assistia televisão e sabia perfeitamente o que fazer, era só repetir o que eu vi nos filmes ora bolas de São João. Foi aí que eu lembrei, ela entrou tão afobada que eu não perguntei o nome. Como pude dar um furo desses? É por isso que a Alice sempre acaba comigo. Me virei em sua direção para perguntar seu nome. – me desculpe Srta. mas chegou aqui tão desnorteada que não perguntei seu nome. – papai teria orgulho das minhas palavras difíceis.

- Pode me chamar do que quiser... – Ela arfava e me olhava de um jeito muito estranho.

- Ok, tudo bem Srta, sente-se ali. Eu já volto.

E agora, o que eu faço Jesus Cristinho ajuda. Se eu falar a verdade Edward me mata. Se eu fizer os “exames” e Edward descobre, me mata também. Então já que estou na lama aqui vou eu. Deixa eu procurar uma pranchetinha se é para compor tem que ser no melhor estilo médico gostosão. Entrei na sala e ela já estava na posição deitada. Com as pernas abertas. Essa e a primeira vez que uma mulher abre as pernas com tanta facilidade, estou revendo meus conceitos sobre a profissão do meu maninho. Quando olhei o que tinha pela frente eu não conseguia acreditar. Ai meu deus!

Ela estava ali totalmente exposta. Respira, inspira Emmett se controla! Enluvei minhas mãos.

- Então, er... Srta. o que você sente exatamente nessa... Er... Região?

- Eu não sei doutor, é muita coisa.

- Me explique, então! – se ela não falar eu vou dizer que ela ta na menopausa e receitar um calmante de morango. Que minha mãe dava para Alice, quando aquela pirralha tinha suas crises de hiperatividade. Isso iria acalmá-la até ela achar o que tem oras!

- Eu realmente não sei doutor, é muita coisa que eu não sei explicar.

- Tudo bem eu irei examiná-la agora e verei o que acontece. – que mulher complicada.

Comecei a futucar, a explorar, a examinar meu deus a mulher era um rio. E para piorar quando toquei em lugares que não devia ela gemeu. Oh senhor! Como Edward agüenta uma coisa dessas. Eu sou homem e o meu pau tem vontade própria. Pronto falei! Quanto mais eu analisava, chegou até um momento que eu estava me aproveitando dela. E eu não poderia. Emmett Cullen não querendo se aproveitar da situação isso sim é uma novidade. Eu precisava parar. A vontade própria do meu corpo gritava huhu é **abaporu!

- Bem senhorita, pode se vestir nós vamos conversar lá na sala. - Emmett você está ferradissimo amigo.

Sentei desesperado e pra piorar eu nem me dei conta que o livro do Kama Sutra estava na mesa ainda e bem a vista dela. Será que ela viu. Eu o peguei e fiquei analisando a capa enquanto ela irrompeu a sala eu joguei o livro longe.

- Desculpe, não queria assustá-lo. Então o que eu tenho.

- Bem – calmante de morango, calmante de morango. – eu acho que a senhora não tem nada. Aliás, certeza não tem nada. Nadinha, nadinha!

- Mas, doutor há algo errado. Eu sinto um calor. Uma quentura, uma coisa. – ela estava se tocando enquanto dizia isso. – eu não posso mais agüentar, de vez em quando é muito forte. É como o que eu to sentindo aqui. Agora. – tá sentindo o que Jesus? Ta sendo possuída, calma que eu ainda não sei exorcizar ninguém, tecnicamente nem ao menos médico eu sou. - doutor eu não posso mais agüentar. Acabe com esse fogo agora!

Não me pergunte, não me pergunte mesmo a mulher pulou em cima da mesa e me agarrou. E eu não sou de ferro. Com ela ali em cima da mesa me agarrando me beijando. Eu não estava fazendo nada mesmo. O apartamento do Edward era um tédio. E nunca foi tão bom se fingir de médico. Não vi quando nós estávamos já enroscados na cadeira do meu irmão. Eu não me lembro de ter trancado a porta nem nada disso. Mas era tarde e provavelmente ninguém viria agora atrapalhar minha foda maravilhosa. Essa mulher era o fogo do inferno, Jesus eu acho que sei o problema dela.

FALTA DE SEXO!

Ela retirou o meu jaleco apertadinho passou as mãos pelos meus braços. Que são diga-se de passagem a perdição de toda mulher. Que mulher não quer estar nos braços do ursão aqui. Ela me olhava com uma cara parecia que iria me comer vivo. Eu não estava preparado para o abate ainda. Eu gostava era de abater. Então eu peguei e puxei seu vestido depressa deixando somente em sua lingerie. O corpo perfeito que me fazia querer agarrá-la ali na mesa do meu irmão. Mas ele perceberia, alias perceberia de qualquer jeito. Estávamos rodando todo o consultório tirando as peças de roupa que faltavam. Chegando até o sofá (N/A: Esse sofá tem coisa para contar kkkk) eu me lembrei. Atrás do sofá existia uma janela enorme eu a ergui até a janela a pressionando-a contra ela.

- Você gosta do frio do vidro para apagar seu fogo?

- Gosto, mas prefiro que você apague o fogo. Com a sua língua, Doutor Cullen.

- Com toda certeza! – como fuder e manter um tom de E.R nessa porra! Não dá...

Pressionei seu corpo quente contra a janela retirando seu sutiã, liberando seus seios e encostando a janela fria. Que logo ficaria da temperatura de nossos corpos. Desci por seu corpo, deixando um rastro molhado com a minha língua. Chegando a sua calcinha e descendo passando minha língua em cada parte daquelas pernas. Se ela queria que eu apagasse o fogo com a minha língua. Ela mal poderia esperar para apagar o fogo com a minha mangueira. Me posicionei entre suas pernas. Poderia jurar que sentia o calor realmente saindo do meio de suas pernas.

A mulher entraria em combustão se eu não fizesse algo logo. Então o que mais eu poderia fazer. Simples apagar o fogo como ela queria. Passei minha língua em sua gruta quente, sentindo o quanto ela estava pegando fogo. Segurei em suas coxas, enquanto ela rebolava em meu rosto. Os gemidos ecoavam a sala. E eu poderia jurar que não demoraria para os vidros estivessem embaçados com o calor. A penetrei com a minha língua sentindo todo o gosto que ela possuía. Nunca senti um gosto assim. Parecia pimenta. Desceu pela minha garganta queimando me fazendo querer mais aquela sensação. Quando senti seu mel escorrendo ainda mais, estaria na minha vez de acabar com o meu próprio fogo. Ela tinha gozado e será que seu fogo estava brando agora. Ou continuava alto. Subi até estar com meu membro a altura de sua bunda. E a penetrei seu dó.

- Sou um bom bombeiro? – estocava nela. – consegui apagar seu fogo?

- Com ... toda – gemia e respirava fortemente para falar. – certeza, Doutor Cullen.

A virei de frente para mim agora, apoiando sua bunda no vidro da janela. Eu me sentia sendo vigiado a todo momento. Mais isso não me importava nem um pouco enquanto eu não apagasse completamente o fogo dela. Suas pernas enroscaram na minha cintura e ela soltou um gemido mais forte e alto, agarrando meu rosto para me beijar. Me beijava com fúria como se quisesse mostrar ao mundo ou para alguém o momento sexy que estávamos compartilhando. Quando parávamos para tomarmos ar ela gemia alto, mordia meu ombro e me arranhava as costas como uma gatinha furiosa.

A sensação de estar sendo vigiado nunca deixava minha mente. E me deixava mais excitado ainda, minhas estocadas agora eram furiosas queria apagar todo seu fogo, gruinhia e gemia alto. Clamando por uma libertação do meu corpo e do dela. Sem me importar com mais nada. Quando chegamos ao ápice deslizamos do vidro até o sofá. Ela deitou no meu peito e quando eu virei à cabeça, tive a impressão de ver 2 vultos. Não sei quanto tempo se passou ela já havia se arrumado e estava pronta para ir embora.

- Muito obrigada Dr. Edward, eu realmente precisava apagar meu fogo. Meu problema é só resolvido com uma boa foda.

- De nada, mais eu não sou o Edward. Eu sou Emmett Cullen – precisava dizer a verdade, vai que ela volta. – irmão dele.

- Oh... – ela parou um momento. Talvez processando a informação. – tudo bem então. Obrigada assim mesmo. Você não tem um telefone. Para caso eu precise apagar meu fogo novamente.

- Claro... me de seu celular.- peguei o celular dela e dei o meu para ela digitar seu numero.

- Prontinho e você acabou de receber uma mensagem. Tchau Dr. Emmett Cullen.

- Tchau gata! – disse abrindo meu celular para ler a mensagem e o que eu não esperava era de quem era e o conteúdo dela.

De:Edward

Para: Emmett

Acho bom você desinfetar cada canto do meu consultório até amanhã de manhã. E obrigada pela ótima lição de se apagar o fogo de uma pessoa. E não volte para meu apartamento, Bella me perdôo, muito obrigada irmão.


** Abaporu: do tupi-guarani aba e poru, "homem que come" Quadro famoso da artista Tarsila do Amaral.

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