TCS - Capitulo 36

N/A: Sem comentários... o capitulo está... terrivelmente HOT!!!

Capítulo 36.



Música: Katy Perry - Hot N Cold
http://www.youtube.com/watch?v=BFT4112kbo8


Eu passei o dia todo no quarto ao lado do homem mais perfeito do mundo. De noite ele resolveu que ia me levar para jantar, e nós fomos. Tinha dito que queria me vestir o mais leve possível quando estivesse por lá e incorporei as vestimentas do povo local. Coloquei um vestido de algodão branco soltinho e fiz Edward vestir uma bata branca. Já disse que ele ficou perfeito? Pois é. Nós alugamos uma moto, que era melhor para se locomover por lá e Edward foi dirigindo. O vento batia no meu rosto e eu me sentia tão feliz... Que por mim, poderia gritar!

- Bells, não arranca minha pele não, ok?
- Estou te apertando?
- Nada.
- Mas você não sente dor!
- Isso é uma benção, tendo você como esposa! 



Ok, eu precisei bater nele. Sempre tinha alguma piadinha maligna solta pela boca. Ele riu e eu abracei tentando esmagá-lo, mas lógico que era só para tentar mesmo, já que eu nunca conseguiria tal proeza.

- Edward?
- Oi.
- Estou curiosa para ver nossa casa...
- Que bom!

Ele olhou rápido de lado, sorrindo torto. Eu tinha medo na casa que ele pudesse ter comprado. Por qual outro motivo ele não me deixou ir até lá? Entramos numa rua estreita de paralelepípedos e paramos na porta de um restaurante pequeno, com mesinhas do lado de fora. Era um lugar bem aconchegante. Dessa vez nós fomos servidos por uma garçonete e Edward não parava de mexer a mão esquerda na frente dela.

- Qual seu problema, querido? Está com coceiras?
- Não.
- Edward, você está quase esfregando a mão na cara da mulher...
- É só para saberem que estou fora do mercado.

Ele piscou e eu precisei puxar aquele rosto para beijar. 


Eu queria deixá-la bem feliz, bem alegre e bem bêbada, se possível. Porque queria experimentar umas posições novas e não queria Bella se opondo a isso. Então pedi um bom vinho, o primeiro de muitas da noite. É... eu sou um bad boy.

- Amor, eu já estou na 3ª taça e nós nem comemos ainda!
- O que tem, Bells? É nossa lua-de-mel, viemos comemorar.
- Mas assim eu vou ficar bêbada e sair rolando por aí.
- Eu te carrego, minha linda.

Dei uma piscadinha sedutora que ela nunca resistia e beijei sua mão. Ela corou e virou a taça, que eu corri para encher de novo.


Meu marido era o homem mais gato da galaxia! Eu já disse? Olhei fatalmente para ele e lambi os lábios. Ele riu, passando a mão pelos cabelos.

- Quer me matar assim, Sra. Cullen?
- Não. Fiz alguma coisa que não devia?

Edward encostou as costas na cadeira e ficou me olhando daquele jeito que só ele sabia fazer. Resolvi brincar um pouco, já que nossos pratos não chegavam. A toalha da mesa era comprida, então aproveitei o fato dele estar sentado na minha frente e tirei a sandália baixa, deixando meu pé nu e levando até o meio de suas pernas. Ele quase cuspiu o vinho que fingia beber e bateu com as mãos na mesa.

- Te assustei, amor?
- Bells? Em público, querida?
- Deixa eu me divertir um pouco...

E já começava a sentir o bonitão duro, cheio de fogo. 



Ok, tinha um pé me apalpando. Bella pelo visto, tinha cedido ao vinho. Escorreguei um pouco na cadeira e abri mais as pernas, dando caminho livre para minha dona, que estava quase babando ali. Espero que ninguém esteja desocupado demais para reparar na nossa brincadeira...

- Bells?
- Hum...
- Mexe os dedinhos, mexe...

Ela sorriu e fez o que eu pedi. Senhor, vou agarrá-la em cima dessa mesa, tem problema?


Fiquei tensa com a forma que ele me olhou. Tive medo que Edward perdesse a cabeça e esquecesse que estávamos em público. Esfreguei um pouco mais o meu pé ali naquela tora e voltei a me comportar. Ele arqueou uma sobrancelha para mim, balançando negativamente a cabeça.

- O que pensa que está fazendo? Pode continuar...
- Boa noite, com licença.

O garçom chegou com nossa comida e eu quis rir da cara de Edward, quando viu o tamanho de seu prato. O rapaz deixou ali e saiu fora. Eu olhei rindo para meu marido, que olhava torto para a comida.

- Eu não sabia que vinha tudo isso.
- Eu como, amor.
- O meu e o seu?
- Se eu aguentar... Sim! 




Agradeci aos deuses por Bella não ter facilidade para engordar.


Eu comi, ou melhor, engoli, para poder voltar logo para a droga do hotel. Saco! Eu estava quebrada e assada e ainda assim, com um enorme tesão. Eu odeio Edward Cullen! Ele me olhava sem tirar o sorriso do rosto, como se apreciasse aquela piadinha interna.

- Quer parar?
- Estou fazendo o que dessa vez?
- Me zoando.

Edward pegou a sua taça e deu um gole, passando a língua pela boca e curvou sobre a mesa.

- Bells, ande logo com isso... Quero te comer, querida.



Ela engasgou tão feio que eu achei que fosse ficar viúvo em plena lua-de-mel.

- OMG Edward! Quer me matar?
- Não era essa a minha intenção... Você está bem?
- Aham...

Puxei sua cadeira e a trouxe para perto de mim, alisando suas costas.

- Tem certeza? Você está roxa, amor.
- Culpa sua. E se alguém ouvisse?

Olhei em volta e só tinham duas mesas, além da nossa, ocupadas. Falei alto para todos ouvirem mesmo.

- Qual o problema de eu querer fazer amor com a minha mulher, Bells?
- Céus!

Ela escondeu o rosto no meu pescoço, quando todo mundo nos olhou. Adoro aparecer!



Edward gostava mesmo de me matar de vergonha. Perdi até a fome e só levantei o rosto depois dele me prometer umas dez vezes, que não tinha mais ninguém olhando.

- Pede a conta, ok?
- Mas já? Acaba de comer, Bells.
- Não. Quero ir embora.

Ele revirou os olhos e chamou o garçom, que veio logo.

- Pode colocar o que sobrou para viagem, por favor?
- Com certeza.

O garçom se afastou e eu olhei para meu marido sem acreditar naquilo.

- Edward... Estamos na Grécia e você me pede para levar quentinha?
- Eu sei que mais tarde você vai ficar com fome.
- Aí é só pedir algo no hotel...
- Bells, eu não vou passar o resto dos dias aqui, escutando você reclamar que a comida estava ótima e você não aproveitou!

Ele tinha razão. A comida estava deliciosa mesmo e eu sei que acordaria amanhã me arrependendo de não tê-la comido toda. 




Ela sorriu cínica e eu mordi seu nariz.

- Bella?
- Oi.
- Nós vamos fazer um 69 diferente hoje...
- Como assim?
- Em pé!

Bella revirou os olhos e suspirou, me acariciando o peito.

- Muito engraçado!
- Estou falando sério.
- Edward, eu não consigo ficar em pé parada na maioria das vezes... E você quer que eu faça isso... em pé?

Ela era tão lindinha quando falava toda atrapalhada e piscando excessivamente... Eu apenas sorri, confirmando sua pergunta e ela cruzou os braços irritada.


Ele só podia estar brincando, né? Já não bastava todos os micos que eu pagava na frente dele, teria que passar vergonha também durante o sexo? Nós voltamos para o hotel e quando entramos no carro, ele veio com a mão para minha cintura, todo cheio de chamego.

- Relaxa, Bells.
- Como? Não quero relaxar não.
- Amor... qual o problema? Vai ser legal...

Edward levantou meu queixo e me beijou, só para me fazer perder a razão. Ele sabia muito bem que com aquele beijo, eu ficava totalmente entregue a ele. Edward me olhou e sorriu seu sorriso torto mais lindo, com a testa grudada na minha, enquanto descia a mão pelas minhas costas.

- Bells, eu quero a sua boquinha linda... Em mim, agora.

E lá iam as minhas pernas perdendo forças...

Edward tirou minha blusa, me fazendo levantar os braços e beijou meu pescoço, deslizando a língua pela linha que levava até o meio de meus seios. Aquilo me deixou arrepiada e sua boca encontrou meus mamilos duros. Ele sorriu antes de colocá-los na boca, o que fez com maestria.

- Ed...

Segurei seu cabelo enquanto ele me deixava louca com aquela língua no meu corpo quente, descendo agora pela barriga, circulando meu umbigo e indo até o cós da minha calça. Ele abriu o botão com os dentes e desceu meu zíper. Ajudei-o a me desfazer do jeans e ele riu com minha falta de jeito. Belo momento para rir da minha cara.

- Eu te amo, sabia? Desse jeitinho bobo que você é.
- Eu sou boba? Papo bem excitante...
- Você é boba comigo só.

OMG, quanta pressa! Ele tirou suas roupas na velocidade da luz e me pegou no colo, com seu sorrisinho irônico no rosto.

- Sou boba com você?
- Esquece, Bells.
- Não.

Edward revirou os olhos e abafou uma risada.

- Você é o amor da minha vida e fica com vergonha ainda de determinadas coisas... É por isso que você é boba.
- Eu não estou com vergonha. Só não quero cair de cabeça no chão! 



Como ela era incrivelmente absurda! Beijei sua boca com calma, tirando seus cabelos do pescoço, para poder lamber sua pele.



Ele segurou forte na minha cintura e sorriu.

- Não vou te deixar cair, né?

Antes que eu pudesse responder, eu já estava sendo rodada no ar enquanto Edward encostava na parede. OMG, estou vendo o chão! Ele colocou minhas coxas apoiadas nos seus ombros e me beijou a calcinha, arrancando ela com os dentes. Sua cueca já parecia estar apertada para aquele membro duro, então eu abaixei-a. Era diferente vendo por esse ângulo.

- Se você ousar me soltar na hora do orgasmo...

Ele riu e eu tremi quando sua boca me chupou com força, deslizando a língua numa linha reta pelos meus lábios. Céus! Quando eu acho que não tem como as coisas melhorarem... Segurei o seu membro latejante com uma mão e abocanhei logo, chupando até o final e arrancando suspiros de Edward. 



Bom, bom demais... Eu sentia a boca de Bella fazendo o vai-e-vém apertado em mim enquanto ela cravava as unhas da outra mão na minha virilha. Sua boquinha quente agora me dava beijos na cabecinha e sua língua circulava o prepúcio. Delícia! Invadi seu sexo gostoso e molhado, rolando a ponta da minha língua pelo clitóris lindo e inchadinho, fazendo-a gemer e rebolar na minha cara.

- Edward...

Ela gemia mais forte enquanto eu a chupava com vontade. Invadi sua entrada com minha língua, endurecendo a pontinha de propósito e fazendo Bella tremer.


Senhor dai-me forças! Chupei com mais rapidez, e lambi toda sua extensão, concentrando-me sempre na cabeça daquela coisa deliciosa. Eu cheguei ao ápice, tremendo nas mãos de Edward e sentindo os espasmos percorrerem meu corpo. Ainda continuei trabalhando naquele membro, até ele começar a gotejar.

- Vou gozar, Bells...
- Ok.

Ele gozou no meu rosto mesmo e eu engoli o que caiu dentro da boca, esquecendo o gosto horrível e bebendo o leite do MEU Edward Cullen.

Música: This Is Your Life - Switchfoot
http://www.youtube.com/watch?v=GghSQFvW-3g

Ok, ele realmente não me deixou cair... Pelo contrário, ele me apertou no quadril quando estava gozando. E agora eu... OMG!

- Edward!

Ele riu. Eu não ri. Ele tinha me jogado para o alto e eu já me considerava um cadáver, quando ele me pegou de volta no ar e me virou de frente. Céus!

- Você é surda, Bells? Eu começo a achar...
- Seu louco!
- Só estava te virando...
- Assim? Não podia só andar comigo até a cama?
- E aí qual seria a graça em ter força sobrenatural?

Ele sorriu e beijou meu nariz, me abraçando e deitando na cama comigo. Alisei seus cabelos enquanto olhava atentamente para aquele rosto esculpido. Ele me olhava sério, mas o sorriso torto logo apareceu em sua boca. Edward pegou minha mão e ficou rodando a aliança no meu dedo.

- Você podia ter nascido uns 30 anos antes, né? Eu tive que esperar tanto por você...
- Hum... Mas aí eu já estaria com aparência para ser sua mãe.
- Não amor.

Ele soltou seu peso em cima de mim e veio beijar meu pescoço, até chegar na minha orelha. Senti sua boca roçando no local e sua língua também, enquanto ele falava.

- Eu já teria te transformado há tempos...
- E se eu não quisesse?
- Era só te convencer.
- Acha que eu sou tão fácil de convencer?

Ele levantou a cabeça e me olhou profundamente, me encarando com seus olhos agora vermelhos. Edward sorriu e beijou minha boca.

- Não. Mas se eu quisesse te tornar vampira agora, eu te convenceria.
- Hum. 



Bella tinha muito medo de tocar nesse assunto, a conversa sempre ficava estranha. Fiquei quieto e deitei minha cabeça no seu peito, pensando nisso. Eu realmente precisava começar a pensar nisso melhor. Eu não conseguia imaginar ela crescendo, envelhecendo e adoecendo. Não poderia perder a coisa mais importante para mim.

Seus dedos andavam pelo meu ombro, sua respiração calma me fazia relaxar também. Eu poderia ficar eternamente assim, com ela grudada em mim, apenas em mim.

- Eu te amo tanto...

Sua voz doce falou ao meu ouvido enquanto seus dedos agora entravam pelos meus cabelos.

- Eu te amo mais.
- Não vou discutir isso com você, Edward.
- Melhor mesmo.

Nós rimos descontraídos, mas a idéia da transformação agora não saía da minha mente. Eu queria poder pedí-la para confiar em mim e me deixar fazer, mas eu sabia que para ela não era algo simples. Bella tinha uma vida jovem pela frente, uma vida que ela talvez tivesse que abdicar em grande parte.



Senti meu peito molhado onde Edward estava com a cabeça deitada.

- Você está chorando?

Ele ficou calado por alguns segundos e então levantou o rosto, enxugando as lágrimas sangrentas que escorriam.

- OMG, você está mesmo chorando! O que foi?
- Nada.
- Como nada, Edward? Você fala como se fosse natural chorar assim. E eu sei muito bem que para isso acontecer, é porque é algo importante, que te afeta.
- Está tudo bem, Bells.

Edward me beijou no rosto e sentou na cama, puxando o lençol para enrolar no corpo e levantar. Fiquei olhando-o ir em direção à varanda e fui atrás.

- Edward...

Ele tinha uma cara de sofrimento agora, desviando os olhos dos meus e olhando lá para o mar. 



Senti suas mãos pequenas me abraçarem por trás e sua boca beijar minhas costas.

- Me conta...
- Estava só pensando... em nós dois.
- Sobre?

Bella me soltou e entrou por baixo dos meus braços, ficando entre eu e a bancada da varanda. Ela me olhava séria, com uma ruga no meio da testa.



- Imortalidade.

Ele falou tocando no peito. E então tocou no meu.

- E mortalidade.

Música: Bryan Adams - (Everything I Do) I Do It For You) (N/A: música perfeita, filme perfeito...
http://www.youtube.com/watch?v=ZGoWtY_h4xo

Ele abaixou os olhos e grudou em mim, levantando meu rosto e beijando minha boca, calmamente. Deus, como eu amo esse homem! Era óbvio que eu daria a minha vida para ele ou por ele. Eu daria qualquer coisa que estivesse ao meu alcance, apenas por um segundo a mais que fosse, ao lado dele. 



Ela envolveu os braços no meu ombro e se esticou, pendurando-se em mim. Sentia Bella fungar, provavelmente por estar chorando e me senti culpado por tê-la deixado triste na lua-de-mel.

- Esqueça isso, Bells.
- Você pode me transformar a hora que quiser...

Ela falou mesmo isso? Claro. Ela era capaz de abdicar de sua felicidade só para me ver feliz. Beijei seu rosto úmido e a olhei sério, estudando seu semblante.

- Eu sei que não está preparada para isso agora.
- Por você, eu sempre vou estar.
- E eu sou o homem mais feliz do mundo por ouvir essas palavras, tenha certeza.

Levantei-a e coloquei-a sentada na bancada da varanda, para beijar melhor sua boca.


- Quando tiver que acontecer, acontecerá, Bells.
- Eu confio em você... E te amarei para sempre...

Suas mãos seguraram meu rosto e ele sorriu torto, me beijando à luz da lua. Eu me sentia tão pronta como nunca estive. Desde que ele estivesse ao meu lado, eternamente. Porque eu não poderia suportar a morte, sabendo que nunca mais o veria.





<<< Capitulo 35                    Capitulo 37 >>>

1 comentários :

wow...
que lindo.. Finalmente vi um capitulo mais romanticooooo..
posta maaaaaaaaaaaaaaaaais

9 de abril de 2011 16:40 comment-delete

Postar um comentário