TCS - Capitulo 35

Capítulo 35.



Música: Rupert Holmes - Escape
http://www.youtube.com/watch?v=HohpvGeLw70


Ela me olhou de cara feia quando eu tentei apalpá-la. Mas quem resiste à minha esposa gostosa? Ok, não respondam porque eu não vou gostar de saber. Me controlei e esperei pacientemente até chegarmos em Mikonos. Quando descemos do jato, veio aquele bafo quente em cima de nós. Tanto lugar com clima agardável para Bella escolher, ela precisou ir para um onde faríamos sauna todos os dias. O caminho por onde seguimos era cheio de ruas estreitas e de paralelepípedos. As casas eram praticamente todas iguais, de um branco que eu imaginei que deveria doer a vista no sol. Então chegamos na pousada do pessoal de Vlad e fomos super bem recebidos.



- Boa noite, sejam bem-vindos!

Agradeci por eles falarem inglês, pois já tinha ouvido falar que por lá, o grego predominava e nem todos faziam questão de aprender outras línguas para agradar aos turistas. Fomos levados para nosso quarto, que era simples, mas bem decorado e confortável. Tinha uma varanda gigante onde as cortinas brancas voavam com o vento. Ali era bem mais fresco.

- Meu deus... Isso é lindo!

Bella estava apoiada na madeira da varanda, olhando o mar iluminado pelas estrelas. Lindo, era o que eu via. Ela tinha trocado de roupa no jatinho e estava com um vestido curto e branco, de algodão, que por causa da luz das estrelas, ficava um pouco transparente, delineando aquele corpo perfeitamente do meu tamanho.



Senti suas mãos tocando minha cintura e chegando na minha barriga. Sua boca veio beijar meu pescoço e ele sussurrou contra minha pele.

- Posso fazer amor com minha esposa, agora?

Música: Leona Lewis - Bleeding Love
http://www.youtube.com/watch?v=5-ctIC65PV0

Eu não respondi. Apenas abaixei as alças finas do meu vestido e deixei ele cair até meus pés. Senti as mãos de Edward me pegarem pelo quadril e meus pés se afastarem do chão. Ele me deitou na cama e desabotoou a blusa em velcodidade de tartaruga. Era tudo para me torturar. 



Ela me olhava, mordendo os lábios e deslizando uma mão pela barriga, indo até a calcinha de renda branca. Eu pudia ver a transparência do pano, cobrindo a melhor flor de todas.

- Com pressa, Bells?
- Não.
- Não?

E pelo visto ela não estava mesmo com pressa, já que sua mão entrou por dentro do pano e ela começava a se tocar enquanto me olhava. Isso era demais para mim... Eu não era tão forte a esse ponto, de não fazer nada. Arranquei a camisa, deixando os botões pularem pelo chão do quarto e fui ajoelhar em cima dela, que me puxou pelo cós da calça para me beijar.

- Se eu soubesse que você ficaria tão gostosa e taradinha assim... Já tinha entrado em greve há meses!
- Edward...?
- Oi.
- Pode calar a boca e usá-la de uma forma melhor?

Era um pedido?


Ele sorriu maldoso e desceu esfregando o nariz pela minha pele até chegar lá embaixo. Suas mãos seguraram na minha cintura e sua boca me beijou por cima da calcinha, até ele arrancá-la com força. 


Beijei de leve a pele depilada dela, como eu adorava, e contemplei a minha surpresa.

- E aí? Gostou?
- Não creio que você fez isso de novo...

Eu ri do que estava vendo. Hoje tinha um C perfeitamente desenhado ali.

- Não fiz E... preferi fazer C para NOS homenagear.
- Preciso dizer que amei?

Passei a língua pelo contorno da letra pequena e desci para o meio dos lábios, arrancando gemidos dela. Seu nível de excitação já era elevado, mas isso era normal. Bastava eu piscar para Bells que ela se molhava. Não que eu me ache convencido. Longe disso.

- Amor...?
- Oi.
- Vai demorar muito?
- Você esté nervosa hoje, né?

Caí logo de boca, acariciando-a com meus lábios no seu clitóris, puxando bem fraquinho e depois lambendo em volta. Meus ombros eram apertados por ela, e meu cabelo foi severamente puxado quando enfiei a ponta da língua na sua entrada perfeita.

- Eu quero você... AGORA.



Aquilo já tinha ido longe demais! Quem eu pensava que era para aguentar esse tipo de tortura chinesa sem ter Edward Cullen dentro de mim? Ele sorriu, sabendo que era gostoso e veio subindo. Sua boca parou pelos meus seios e eu esqueci de pensar, com aqueles chupões nos mamilos que ele me dava.

- Posso... saber por que... você ainda está... de calça?

Nós nem começamos direito e eu já não tinha mais fôlego. Ele me olhou e mordeu a própria boca, ajolhando-se na cama.

- Quer tirá-la para mim?

Música: Leona Lewis - Better In Time
http://www.youtube.com/watch?v=8zlt57Q7ZVU

Eu queria tirar sim. Eu tiraria tudo! Sentei na cama e fiquei com o rosto na altura do país das maravilhas. Desabotoei devagar a calça e abaixei, revelando uma cueca branca, que ficava mortal no corpo de Edward. Ele acariciou meus cabelos e segurou com um pouco de força, me fazendo entender o que queria. Quem seria eu para negar...

Puxei o cós da cueca para baixo e dei um beijo naquela cabeça que gostava tanto de mim. Ele abafou um gemido, jogando o pescoço para trás.

- Quer mais, amor?

Edward não respondeu, apenas riu. Passei a língua por todo o comprimento dele e chupei o início, colocando depois tudo na boca e indo até onde eu conseguia, sentindo-o tocar minha goela. Ele me puxou pelo pescoço e me levantou, beijando minha boca e apertando minha bunda. 


Não aguentava mais um segundo fora dela. Deitei sobre ela na cama e a penetrei devagar, num ritmo lento, beijando sua boca e despenteando seus cabelos. Sentia suas mãos finas nas covinhas da minha bunda, circulando os dedos ali. Bella me completava de uma forma indescritível.

- Eu te amo, Cullen.

Ela falou enquanto eu beijava seu queixo e a sentia contraindo-se em mim.


Ele não largava em momento nenhum a minha boca. Seus beijos pareciam mais apaixonados do que nunca, eu notava a diferença. Edward estava calmo, tranquilo nos movimentos, sem pressa nenhuma. Porque nós não tínhamos mais motivo para isso. Nós éramos um só agora. Eu senti ele chegar primeiro ao orgasmo, gemendo na minha boca e vindo um pouco mais fundo e mais forte, até diminuir de novo o ritmo.

- Bells...?
- Hum...

Ele puxou meu cabelo e encostou no meu ouvido, enquanto falou com a voz mais rouca e sexy que eu já ouvi na vida.

- Goza para mim... Só para mim...

Nem se eu quisesse evitar, teria conseguido. Meu corpo respondeu prontamente ao seu pedido, me fazendo amolecer com ele ainda dentro de mim.

- Eu te amo, princesa.

Eu me senti uma coelha, já que Edward parecia não se cansar nunca e querer compensar o tempo que ficou sem sexo. Estávamos agora deitados de conchinha, abraçados e eu já sentia a reação dele atrás de mim.

- Céus, amor! Sério?
- Desculpa... estou incontrolável hoje.
- E eu estou acabada! Juro que hoje não consigo mais...

Ele beijou meu ombro e me puxou pela barriga, me grudando mais ainda no seu corpo.

- Vou ficar quietinho, prometo.
- Sabe o que eu queria?
- Hum.
- Banho de mar!
- Essa hora?

Me soltei dele e sentei na cama, jogando minhas pernas por cima do seu abdômem.

- Edward, em que outro momento do dia nós podemos ir à praia juntos? Tipo, com você não morrendo?
- Certo, entendi sua questão.

Sua boca beijou minha canela, joelho, e veio subindo até a coxa. Eu já estava quase deitada de novo, com ele em cima de mim. Peguei seu rosto com as duas mãos e apertei sua bochecha que nem criança.

- Você escutou alguma coisa que eu falei?
- Banho de mar, escutei!
- E...?
- Ok... nós vamos...

Edward revirou os olhos e levantou, me puxando junto. 




Tanta coisa para ser feita dentro de um quarto, tipo, várias posições novas, e Bella encasquetou em ir tomar banho de mar. E lá ia eu, mais branco que a areia, molhar os pés na água.

- Oi, tudo bem? Vem sempre aqui, gatinho?

Ela me abraçou por trás e se pendurou em mim. Virei gangorra agora.

- Eu acho que já tive mais moral contigo...
- Teve mesmo. Agora eu vou te fazer de capacho!
- O que uma aliança não faz, né?

Levei o braço para trás e segurei-a na cintura, virando-a de cabeça para baixo e trazendo para frente.

- Seu louco!
- Quem tem moral agora?
- Edward, se eu caísse, você ia ver só!

Ela estava com os olhos arregalados e o coração acelerado. Beijei sua boca e mordi de leve seu nariz.

- Acha mesmo que eu te deixaria cair?


Tudo bem, eu sabia que não, mas charminho de vez em quando é bom! Gritei quando ele correu comigo para dentro da água gelada!

- O que foi? Foi você quem quis vir!
- Mas era para entrar devagar, né? Acostumar...
- Quer que eu te esquente, amor?

Edward colocou minhas pernas em volta dele para me fazer sentir seu tesão. Como é ruim ser humana...

- Você pretende me deixar chegar viva em casa?

Ele riu e afundou comigo quando a onda passou. Quando subimos de volta eu lembrei de como eu levava ondas na cara quando era criança.

- Está rindo do que? Também quero saber...
- São só lembranças... Sabe que eu já comi muita areia quando era mais nova?

Ele pareceu não entender, pois franziu a testa preocupado.

- Calma, Edward. Eu não comia areia porque gostava não.
- Fico aliviado. 



Ela me acariciou graciosamente na cabeça e continuou falando sobre comer areia.

- É que sempre que eu ia à praia, eu levava tombos com as ondas.
- Você levando tombos, amor? Não consigo imaginar isso!

Fui novamente acariciado, dessa vez pelo calcanhar dela, nas minhas costas. Amava esses carinhos gostosos!

- É sério, ok? Aí eu notei que a onda passou agora numa boa... E lembrei que é porque você está me segurando!

Essa parte foi boa. A parte que ela me beijou e bagunçou meus cabelos com os dedos entranhados neles.

- E você acha que eu te soltaria? Para a onde te levar? Nunca!
- Eu sei nadar, ok?
- Desculpe amor... mas eu não confio muito na sua coordenação motora.



Edward Cullen, que por sinal era meu marido agora, era irritante!

Ele parece ter me entendido e resolveu não pressionar. Nós ficamos ali na água, apenas aproveitando o momento e as estrelas. Edward iluminado daquela maneira pela luz da lua e das estrelas, era mais perfeito ainda.

- Lembra da nossa primeira vez juntos? Assim, de ter conversado legal?

Ele estreitou os olhos pensando e afirmou com a cabeça, beijando meu ombro.

- Lembro que você estava ridiculamente fantasiada de vampira. Do século XV!
- Isso não tem graça!
- Para mim teve bastante. E para Rosalie, Emmet, Ja...
- Já entendi, Edward.

Ele abaixou um pouco e jogou a cabeça para trás, molhando o cabelo. Eu aproveitei aquela pose para beijar seu pescoço, fazendo ele tremer e apertar mais os braços em volta de mim.

- Depois não reclama...
- Você fica gostoso assim, salgado.
- Continue falando isso e eu vou te comer num espetinho.
- Edward!
- Calma, amor... No meu espeto.
- OMG! 



Fui acariciado. Já estava perdendo a conta...

- Podemos voltar para o quarto? Não quero você enrugada, Bells.
- Você é podre, sabia?
- Eu sou irritante, podre, nojento, chato, que mais?

Ela revirou os olhos e bufou.

- Vamos voltar então...
- Vou poder te comer no espeto?
- Cala a boca, Edward!

Entramos no quarto e coloquei ela no chão. Pois é, levei Bella por todo o caminho no colo. Ela esbravejou para soltá-la, mas óbvio que eu não obedeci. Quando ela se virou de costas para mim, eu puxei o laço do sutiã do seu biquíni.

- Ops.
- Você não tem jeito, né?
- Não mesmo... Sou um caso perdido! Ainda bem que você me achou.

Bells riu e ficou na ponta dos pés, abraçando meu pescoço.

- Você é irritante, mas eu te amo!
- Obrigado. Volte sempre.
- Morra, Edward!

Ela ficou séria mas depois riu, beijando minha boca. Apertei sua bunda gostosa e suspendi ela um pouco, tirando seus pés do chão novamente.

- Por que eu não consigo dizer não para você?
- Para mim?

Bella balançou a cabeça sem desgrudar da minha boca.

- É, né? Já vi que vou ficar assada...


Ele riu e beijou meu pescoço, andando comigo até a cama e deitando.

- Não vou te explorar mais hoje, amor.
- Isso não é bem exploração...
- Eu fico satisfeito se puder beber um pouquinho desse sangue delicioso, está bem assim?

OMFG. Se ele soubesse como isso me excitava... Puxei-o pelos cabelos e dei meu pescoço a ele, que lambeu o local da mordida e cravou os dentes.

Os caninos de Edward roçavam em minha pele, sugavam meu sangue e me faziam arder. Mas eu já não ligava mais para essa queimação inconveniente das mordidas. Eu atualmente gostava de sentí-lo se apoderando de mim, totalmente à sua mercê.

- Estou te machucando, amor? 




Fui acariciado na cara e Bella me olhou feio.

- Amor? Está me chamando de amor?
- Algum problema?
- Edward! Estou sendo mordida! Finja serm um vampiro mau, por favor... E não me pergunte se estou bem!

Essa era novidade para mim. Apanhar por tratá-la bem. Casei com uma louca, fato.

- Quer ver o Edward mau, querida?
- Quer apanhar de novo?

Ah... não me provoca, Bells. Puxei com força seus cabelos e levantei o pescoço dela, segurando forte com a mão e sugando sedento. Ouvi Bella gemendo e já não sabia mais se era tesão ou dor. Achei melhor não perguntar, né?


OMG. Agora eu sentia como se ele tivesse enfiado um dreno em mim, puxando devagar cada gota e me fazendo latejar. Tudo bem que também fiquei com um puta tesão, mas isso não vem ao caso. Seu corpo duro imprensado no meu, suas mãos frias me segurando, me fizeram amar Edward Cullen mau.

Eu tinha quase certeza que ele sorria enquanto me mordia. Ele agia assim com as outras vítimas? Fiquei com ciúmes. Ok, Bella, esquece isso. Agarrei seus cabelos e ele rosnou, tirando rápido minha mão de cima dele.

- Deixei tocar em mim?
- Assim eu morro, amor...

Untei geral! Ele continuou sério, tremendo o lábio superior e eu me perguntei por um momento, se ele estava encenando ou não. Era melhor acreditar na primeira opção. Puxei seu rosto com as duas mãos para beijá-lo, mas ele logo me soltou.

- O que foi que eu disse?



Bells está com medo? Isso muito me agrada! Quem mandou provocar? Fiz minha melhor cara de raiva e puxei sua cintura, lambendo com vontade o sangue que escorria pela ferida do pescoço. Ela queria encostar as mãos em mim, mas eu não deixava. Quando notei que ela estava ficando mesmo assustada, sorri torto como sabia que ela gostava.

- Boo.
- Não tem graça.
- Para mim teve muita!

Ela revirou os olhos e depois me abraçou apertado.

- Isso foi tão legal!
- Achei que estivesse com medo.
- E estava me cagando! Mas não ia dizer isso para um vampiro sanguinário, né?

Bells sorriu fofa e eu ri.

- Sério que você ainda pode achar que eu faria alguma coisa, amor?
- Você já se olhou no espelho com a cara que fez?
- Não. Geralmente minhas vítimas não ficam me emprestando nenhum espelho...
- Sério, Edward. Você fica lindamente tenebroso. E gostoso, claro. Mas dá medo! Mas eu te amo de qualquer jeito, mesmo se você me matasse, eu não ligo realmente.



Ele franziu a testa e lambeu mais uma vez a ferida.

- Você não tem a mínima noção das coisas absurdas que fala, sabia?
- Sobre morrer?
- Nunca te mataria, Bella.
- Nem... se fosse para me tranformar?

Edward me olhou sério e arqueou uma sobrancelha, trazendo o sorrisinho torto junto. Eu sabia que ele sempre pensava nessa hipótese. Só faltava eu me sentir preparada para isso.

- Já pensei tanto nisso... Mas atualmente, não sei.
- Não?
- Talvez eu sinta saudades da sua pele quente... Dos seus péssimos reflexos humanos...
- Me chamou de tonta?
- Não, amor. Só de lesada. Mas uma lesada gostosa que eu como todo dia. Ou quase todos os dias.

Eu peguei muito fácil no sono, de tanto que era o meu cansaço. Acordei com Edward beijando de leve minha barriga e percebi o quarto numa escuridão total.

- Sol forte?
- Muito. Isso é bom, pois poderemos ficar bastante tempo no quarto!
- Hilário!
- Quer ligar para seus pais?
- Não! Credo! Me deixa livre deles na minha lua-de-mel!

Ele riu e esticou o braço, pegando o celular. Pulei em cima dele e tentei evitar que ele usasse o aparelho.

- Você não vai mesmo ligar para casa, né?
- Preciso saber como estão as coisas...
- Mas Edward...
- Shhh.

Droga! Fiquei olhando para ele, super sério, enquanto fazia a ligação e me dei conta de que estava totalmente nua. Nós não costumávamos dormir assim. Na minha casa, poderíamos ter sempre alguma visita inesperada no quarto. Na casa dele, bem... Não era uma casa muito normal onde as pessoas respeitavam a privacidade dos outros.

- O que está fazendo, Bells?
- Nada.

Na verdade, eu estava sim. Tinha abaixado para beijar seu peito e fui descendo até o umbigo. Edward parecia super controlado, quando começou a falar no telefone.

- Emmet?

Ele afastou o aparelho do ouvido e eu pude ouvir os berros de Emmet, perguntando se estávamos transando muito.

- Posso falar? Dá para ouvir? ... Como estão as coisas? Todos vivos? ... Sim, ela está.

Ele me olhou e avisou que Emmet estava me madando beijos.

- Correu tudo bem na festa depois que saímos? ... Mentira? ... OMG!
- O que foi?

Edward fez um sinal para que eu esperasse e continou falando. Saco! Odeio ficar curiosa assim. Os dois bateram um longo papo até que ele enfim desligou.

- Fala! O que foi?
- Você não vai acreditar!
- Realmente não vou, se nem sei o que é!
- Lembra que você apresentou Lauren e Jessica para Vlad?

Tremi. O vampirão matou minhas amigas! Deus!

- Aham...
- Então... Quando Vlad foi embora, Lauren saiu correndo pela rua, gritando estar apaixonada por ele.
- Hein?

Ok, isso era melhor do que eu imaginei que fosse. Lauren pagando um mico desses?

- Diz que alguém foi inteligente e filmou, por favor!
- Alice filmou tudo!

Cara, como eu amo Alice! Muito mesmo! 




Olhei seu corpo nu à vontade, e vi seus mamilos durinhos. Ai ai... Bells se excitava só de encostar em mim.

- Mas então, você não me respondeu o que estava fazendo.
- Só te provocando... Já notou que nós não costumamos dormir assim?
- Sim, já notei que você não costuma dormir com essa coisa deliciosa exposta assim... para mim...

Passei um dedo do seu pescoço até "ela", arrepiando Bella.

Levantei e puxei-a para colar seu corpo no meu, ficando sentado com suas pernas abertas em volta de mim.

- Você sabia...

Beijeu seu pescoço.

- Que é muito...

Beijei seu ombro e deslizei minha língua até sua clavícula.

- Gostosa?
- Eu me rendo!

Ela apertou minha cintura e se mexeu para encaixar em mim. Meu celular tocou bem na hora.

- Edward... não vai atender?
- Não.

Pentrei-a rápido, numa só estocada, arrancando um gemido forte dela, que jogou a cabeça para trás. A porra do celular continuou tocando.

- Edward...

Achei melhor atender logo, pois notei que Bella não me deixaria em paz com isso.

- Oi.
- Sou eu de novo!
- Porra, Em... Estou transando! Fala logo.
- Está é... Hum...
- Vou desligar.
- Não! Ok. Só para dizer que a mãe da Bella é muito gostosa!

Desliguei na cara dele e apoiei a cabeça no ombro dela.

- O que foi?
- Acho que acabei de broxar.


OMG.

- Como assim você broxou? Vampiros broxam?
- Eu não sou um robô, Bells.
- E broxou por quê?
- Algo bizarro que ouvi...

Emmet só servia para estragar as coisas. Edward tinha uma cara de quem sofria.

- Ok, o que foi que ele disse?
- Melhor não te contar.
- Agora mesmo é que quero saber. Até parece que não me conhece...
- Ele achou sua mãe muito gostosa.

Ewwwwwwwwwwwwwwwwwww.

- Ew. Ew. Ew.
- Você já disse isso.
- Ew.
- Está ficando repetitivo. Viu porque não quis te contar?
- Acho bom ele não se engraçar para cima da minha mãe!

Se bem que eu acho que ela adoraria um Emmet dando mole para ela... Ok, ew
!



Me diverti vendo a cara de nojo dela. Pelo menos não era só eu que me sentia assim. Mas Bells estava se mexendo muito enquanto reclamava e o garotão milagrosamente voltou a acordar.



Eu estava sentindo algo aumentando agora... Edward me olhou sorrindo torto e jogou os braços para trás, apoiando as mãos no colchão.

- O efeito Emmet passou!
- Estou vendo...

OMG. Ele rebolou um pouquinho só, me fazendo morrer. Agarrei seu pescoço e beijei sua boca, encontrando sua língua e enroscando-me nela. Ele me puxou o quadril e me empurrou para trás, me puxando de volta. Esses movimentos matavam! Minha "menina" roçava na pele fria dele e me fazia viajar nas nuvens. 



Era tão fácil agradar Bella... Quando eu achei que estávamos começando, ela já estava se apertando em mim e gemendo sem parar. O fato dela gritar repetidamente meu nome, só contribuía para me fazer gozar mais rápido. Quando seu corpo contraiu-se e depois relaxou em mim, eu me deixei aliviar dentro dela.

- Essa foi rápida amor... Você está perdendo as forças é?
- Cala a boca, Edward! Quem broxou não fui eu.
- Isso é passado. E não foi exatamente culpa minha.

Ganhei uma carícia nas costas e me deitei em cima dela, beijando seu rosto.

- Vou te deixar descansar 5 minutos, está bem?
- 15.
- Ficou louca? Só 10 e olhe lá.

Ela revirou os olhos e me abraçou com as pernas.

- Fechado.

Depois de algumas horas com Bella gemendo, me batendo e arranhando, eu resolvi dar uma folga a ela. Deitei de lado e puxei sua cintura para mim, ficando de conchinha. Ela resmungou, claro.

- Edward, não aguento mais...
- Só vamos dormir, amor. Quer dizer... você, né?
- Acho bom mesmo...

Ela jogou a cabeça para trás e beijei sua testa quente e suada.

- Está ardida, Bells?
- Morra, Edward.


Céus! Acho que eu não conseguiria nem andar amanhã! Ou talvez nunca mais! Meu corpo não tinha mais forças e minhas pernas estavam sem vida. Fechei os olhos enquanto ele alisava meu braço e minhas costas e acabei dormindo. O cansaço era tanto, que acordei com Edward me beijando os pés, e uma bandeja de cafá da manhã nas mãos.

- Bom dia flor do dia!
- Bom dia... Que horas são?
- Quase hora do almoço. Mas achei melhor pedir café para você.
- Hum.

Sentei na cama toda desarrumada e peguei a bandeja das suas mãos. Ele veio junto com ela, ajoelhando na cama. Era brinde?

- Você ontem tentou me matar?
- Eu? Não.

Ele sorriu e abaixou para beijar minha boca. Como foi que eu casei com um homem desses mesmo? Só podia ter nascido de bunda virada para a lua...





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1 comentários :

Perfeitooooooooooooo....
Ansiosa pelo próximo...
Posta maaaaaaais

4 de abril de 2011 22:06 comment-delete

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