M - Capitulo 15

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Escuchado mis latidos que gritaban fuerte tu nombre
Me basto sentir para entender y saber adonde
Vivo con la idea de entregar y aprender a amar.
Este amor eterno es mi bendicion.
Un presentimiento, esto es para siempre amor 

Amor Eterno – Camila


Um cutucão em seu braço fez Edward acordar, e ver uma claridade do seu lado, causada pelo abajur.

— Bella? – ele perguntou com a voz rouca pelo sono. – O que foi?

Ela ia responder quando suas mãos foram até sua barriga, e seus olhos fecharam com a dor. No mesmo instante Edward sentiu algo molhado tocar sua perna, que estava ao lado das de Bella.

— Oh Deus – Edward virou-se pegando seu celular e discando o número que precisava. Três toques e a voz fraca de sono da sua mãe atendeu. – Mãe, ligue para o papai no hospital, avisa que estamos chegando, a bolsa da Bella rompeu.

— Filho – Esme riu percebendo o desespero dele. – Você devia ter ligado para o seu pai primeiro, mas tudo bem eu entendo. Você está nervoso. Agora ajude Bella, eu ligo para quem for necessário. – Ela desligou e ele levantou para pegar o que precisava para Bella. Separou uma roupa para ela colocar e a bolsa do bebê.

Bella apertava o maxilar quando mais uma contração chegou, respirava fundo para não cair em completa dor. Edward a ajudou trocar de roupa, e saíram da casa naquela noite fria, e Bella ao sentir o vento em seu rosto, tremeu. Rapidamente ele a levou para o carro, e colocou tudo no banco de trás do carro. Sem pensar muito mais ligou o carro, e começou o caminho para o hospital.

Ele imaginou tantas vezes como seria esse momento, mas não sabia como realmente seria na hora que sua filha viesse ao mundo. Não sabia como ser um pai, como cuidar de bebê, como dar uma educação boa. Mas para acabar com suas dúvidas teve uma boa conversa com seu pai sobre isso.

~*Flashback*~ 

Edward tinha pedido para conversar com seu pai na biblioteca enquanto Bella estava com Esme na sala, vendo catálogos de roupas para bebês. Ele tinha tantas duvidas em sua cabeça, e somente seu pai poderia lhe ajudar.

— Então filho, o que aconteceu?

— Eu tenho tantas dúvidas pai. Não sei como cuidar de uma criança, como ser um pai, o que fazer para a minha filha...

— Eu também tive dúvidas quando Alice nasceu, e eu não tinha meu pai para perguntar, mas então agi com instinto paterno. Você olha para aquele pequeno bebê e vê como é frágil e precisa de todo o nosso cuidado e atenção. Os sentimentos afloram e você simplesmente sabe o que fazer, mas o mais importante de tudo é dar amor ao bebê.

— Mas é tão difícil pai, cuidar de uma vida tão pequena, sendo que mal aprendi a cuidar da minha – ele encolheu os ombros, e Carlisle riu.

— Pense em Charlie. Renée morreu quando Emmett tinha 8 anos e Bella era um pequeno bebê. Ele sozinho cuidou dos filhos, os educou, deu amor, deu o que precisavam para serem pessoas ótimas. E olha o incrível trabalho que ele fez, meu filho. Tem dois filhos incríveis e que tiveram um lar cheio de amor e carinho. Você tem a Bella, e ela tem você. Juntos vão saber como cuidar de uma criança, como dar a melhor educação. Não precisa se remoer em dúvidas, apenas seja pai.

~*Fim do Flashback*~ 

As palavras de Carlisle estavam frescas em sua mente, ele só precisava ser pai. Uma coisa tão simples e complicada ao mesmo tempo.

Quando o carro parou em frente ao hospital, Uma enfermeira já esperava por Bella na entrada com uma cadeira de rodas, que serviria para uma melhor locomoção dela. Bella continuava com as respirações fortes, e as contrações estavam vindo com um intervalo menor de tempo. Edward seguia ao lado dela, segurando sua mão. Esme estava por perto e apenas disse para ela que tudo iria ficar bem.

Logo Bella foi deixada no quarto, onde a enfermeira trocou sua roupa, pelo o apropriado. Edward evitava largar a sua mão, a qual ela apertava cada vez que uma contração chegava, e ele somente suportava o aperto, tentando assim aliviar a dor dela. A mesma enfermeira, verificava sua dilatação, e havia chegado a hora dela ser levada a sala de parto.

Carlisle não era Obstreta e nem médico para ajudar na hora de parto, mas não abriu mão de estar no nascimento de sua neta ao lado de seu filho. Bella sentia cada vez mais dores, mas sabia que isso iria valer a pena, a dor fazia parte do seu novo futuro, e da chegada de sua filha ao mundo.

Edward ainda estava ali, segurando sua mão, dizendo para ela fazer força. Ela juntava toda a sua vontade e empurrava, sentia as forças sumindo, mas como um sentimento materno aguçado, ela fez mais força. Ele alisava seu pulso, dizia que a amava que tudo ficaria bem, e que precisava fazer mais força. Bella escutava e forçava. O suor escorria por sua testa e pescoço, e sabia que se tivesse voz estaria fazendo barulho de esforço.

Então com um último impulso, o choro foi escutado. Bella deu uma rápida puxada no ar, enquanto sentia lágrimas quentes escorrerem pelo seu rosto. Era como a mais perfeita música, mesmo sendo um choro agudo, era a sua filha.

— Tão linda – escutou Edward falar.

— Vamos ver a mamãe – disse o médico levando a pequena para Bella. Essa fungou em seu choro emocionado, e colocou os dedos na testa da pequena que diminuía a intensidade do choro. Cedo demais, uma enfermeira pegou a pequena para fazer os procedimentos necessários.

— Você foi incrível amor – Edward sussurrou e abaixou-se para dar um beijo leve nos lábios dela. – Nossa filha é linda – Bella assentiu e sorriu vendo que ele também chorava.

Minutos depois Bella foi levada para o quarto, onde cansada rendeu-se ao sono. Edward estava ao lado dela, sentado em uma cadeira e não conseguia pregar os olhos. Apenas admirava a mulher adormecida, com um sorriso nos lábios. Ela já era uma felicidade a vida dele, e agora havia dado outra razão para ele sorrir.

Uma batida leve na porta o fez desviar o olhar.

— Oi filho – Esme entrou no quarto fechando a porta atrás de si. – Charlie e Carlisle estão babando pela criança através do vidro do berçário, dois avôs babões – a voz dela era baixa, mas Edward escutava bem. – É uma linda menina, que tem o cabelo da cor dos seus, e os olhos de Bella.

— Sim, uma incrível mistura – ele já estava com os olhos em Bella. – Estou tão feliz mãe, eu nunca estive assim.

— Eu sei como é – Esme parou atrás dele, e apertou levemente seus ombros. – Agora a vida vai se encarregar de dar a vocês as lições necessárias para serem pais. Sei que vão se sair bem, os dois tem um grande futuro pela frente. Agora, pensaram em algum nome?

— Ainda não – Edward segurou a mão da mãe – Vou esperar ela acordar para pensarmos nisso.

— Tenho certeza que será um belo nome. Vou sair e babar um pouco naquele vidro vendo mais da minha neta – ela riu baixinho.

Edward sentiu o cansaço tomar conta dele, e aproximou sua cadeira da cama que Bella estava e segurou levemente sua mão encostando a cabeça em um espaço ao lado dela. Fechou os olhos, e se permitiu dormir.

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Bella acordou com sede, e sentiu algo em seu braço. Virou o rosto vendo que eram os cabelos de Edward que estava adormecido, meio curvado com a cabeça na cama e sua mão na dela. Ela sorriu delicadamente retirando sua mão da dele, e colocando em seus cabelos. Ele ressonava baixinho, e parecia cansado.

A porta foi se abrindo levemente, e Carlisle apareceu com um sorriso no rosto.

— Você está bem?

Sim. Estou com sede.

— Isso não é problema – ele foi até uma mesinha ao lado de onde estava Edward, e encheu um copo de água, entregando a ela em seguida.

Ela bebeu avidamente, sentindo a água fresca entrando em seu corpo. Sorriu para ele em agradecimento, e entregou-lhe o copo.

— Esse daqui parece que estava mais cansado do que você – disse apontando para Edward.

Sim, ele merece dormir um pouco. – os olhos dela brilhavam por ele, e Carlisle via ali todo o amor dela por seu filho.

— Seu pai está ai fora, e quer te ver, posso falar para ele entrar? – Bella assentiu. – Então depois eu volto, não vai demorar muito até eles trazerem a bebê para ser amamentada.

Carlisle saiu e Bella olhou novamente para Edward. Suspirou e correu os dedos pelos cabelos dele, que suspirou e abriu os olhos devagar. Bella mordeu o lábio se lamentando por o ter acordado.

— Hei – ele disse apertando e abrindo os olhos, se endireitando na cadeira – Está acordada a muito tempo?

Não muito. Seu pai já esteve aqui.

— Por que não me acordou antes? – Edward passou seus dedos pelo rosto dela.

Você parecia cansado, não quis incomodar.

— Você nunca incomoda mi preciosa – uma batida na porta os tirou da conversa.

— Filha – Charlie disse entrando no quarto. – Você está bem?

Sim pai.

— Que bom, fiquei preocupado.

Não tinha o por que disso pai.

— Eu sei, mas... – ele encolheu de ombros. Depois do que aconteceu com sua esposa no nascimento de Bella, ele temeu que algo pudesse acontecer a sua filha.

Quanto tempo passou desde que a bebe nasceu?

— Apenas 45 minutos, eles devem trazer ela logo para amamentar – e foi Edward terminar de falar que a enfermeira entrou trazendo a bebê em uma espécie de carrinho, mas era diferente.

— Temos alguém com fome, abram espaço para a bebê – ela colocou o carrinho ao lado de Bella. – Vou te ajudar a sentar – disse e começou a acomodar Bella na cama, e depois subiu para que ela ficasse um pouco sentada. – Pronto, vou te ajudar nessa primeira amamentação – pegou a bebê e colocou cuidadosamente nos braços de Bella.

A enfermeira orientou-a sob os olhos vigilantes de Edward. Charlie estava um pouco mais afastado, dando esse momento para eles.

Enquanto a pequena se amamentava, Bella conseguiu observar mais detalhes dela. Ela não tinha muito cabelo, mas dava para ver que eram da cor do de Edward, suas pálpebras eram fininhas e tinham uma cor singular, bem delicada. O nariz parecia uma bolinha, os lábios pequenos e rosados. Bochechas redondinhas e lindas. Seu dedo passava pelo rosto dela, como uma pluma.

— Ele é tão linda – Edward sussurrou e Bella sorriu para ela. – E precisa de um nome.

Eu já sei qual podemos dar – Bella moveu os lábios. – Me dê seu celular.

Edward rapidamente entregou a ela que com uma mão rapidamente digitou o nome. Ele pegou consumido pela curiosidade.

— O que ela escolheu? – Charlie também não estava fora do momento curioso.

— Um nome perfeito. Angeline. Angel – Bella sorriu e olhou para a filha, que se alimentava com o que ela lhe dava.

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Três meses depois... 

Bella e Edward estavam prontos para irem para a Espanha. Era difícil agora para eles se afastarem de todos, mas era a vida que eles escolheram.

Todos estavam ali para se despedirem deles, que pegariam um vôo para New York e outro para Madrid. Bella levava Angel no colo enquanto um por um os abraços eram dados, e os desejos de felicidade. Em três meses sua vida tinha mudado completamente, ser mãe da uma nova visão a uma mulher.

Edward estava sendo o melhor pai que podia, e para Bella era simplesmente perfeito. Atencioso, cuidava bem de Angel, dava banho nela, trocava a fralda, e todas essas coisas que muitos homens não tinham muita tanta paciência.

A vida deles estava começando agora, indo para outro país sem a ajuda dos pais, amigos, ou qualquer coisa. Saíram de lá com a promessa de uma ligação diária aos pais e irmãos. E o desafio real começava agora.

Durante o vôo até New York Angel estava deitada no peito de Edward, que cuidava para ela não sentir dor da pressão nos ouvidos, e foi certo como o pediatra tinha dito. Angel dormia pacificamente e não demonstrava qualquer sinal de dor.

Bella estava com cabeça encostada no ombro de Edward, e os olhos colados na menina. Sorriu para si mesma, sabendo que a vida não poderia ser melhor do que agora.

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Horas e horas de viagem depois, eles chegaram ao seu destino. Quando entraram na casa, que foi totalmente cuidada e decorada com o gosto deles, o sentimento de família os envolveu. A casa estava da forma que eles queriam, mas a maior curiosidade de Bella era ver o quarto de Angel. Junto com Edward eles caminharam até o quarto.

Era tudo exatamente da forma que ela imaginou, e como viu em fotos. Ao vivo era muito mais encantador. Cada detalhe foi pensado para uma criança fofa e delicada, como Angel. O berço era em forma carruagem era todo o encanto do quarto.

— Angel precisa de um banho, vejo uma menina muito, muito cansada – Edward sussurrou e Bella concordou. – Vou preparar o banho dela – ele arrumou a banheira que já estava colocada no quarto, e foi buscar água.

Bella sentou na cadeira que tinha no meio do quarto, e olhou para a filha que tinha os enormes olhos castanhos bem abertos. Sorriu para ela, segurando sua mãozinha, enquanto balançava lentamente a cadeira para trás e para frente.

Edward se encarregou de colocar água morna na banheira, na temperatura que estava ideal. Olhou para Bella e Angel, e sentiu como se o coração fosse saltar de seu peito. Sempre sentia aquela emoção ao olhar para a filha e sua esposa, que agora eram os bens mais preciosos de sua vida.

— Traga ela aqui amor, antes que a água esfrie – ele disse, fazendo com que ela levantasse e levasse a pequena onde Edward estava.

Esse a pegou dos braços da mãe, e começou a bajular a princesa antes do banho.

— Angel, agora você vai tomar um banho quentinho, e gostoso para dormir. É sim, um banho bom dado pelo papai aqui – Bella sorriu balançando a cabeça, enquanto começava a separar uma roupa para a filha.

Pelo canto do olho via Edward balbuciar algo para a filha em um tom que ela não conseguia escutar. Ele tomava o cuidado de segurar ela da forma ideal, enquanto derramava a água pelo seu pequeno corpinho. Angel era branquinha, como os pais seria difícil não ser. A pele pálida como algodão era quase marca registrada daquela família.

Depois de dar banho nela, Edward a vestiu e depois entregou para Bella. Que a levou para o berço. Angel já tinha os olhos fechados e estava no começo do seu sono. Edward colocou os braços em volta de Bella e beijou seu pescoço.

— Agora esta na hora de dar banho na mamãe – ele sussurrou e ela estremeceu em antecipação.

Mordeu os lábios, girando em seus braços e ficando de frente para ele.

E que tal um banho no papai também? – ele grunhiu baixinho.

— Vamos deixar nossa filha dormir, e aproveitar o nosso tempo – rapidamente ele abaixou seu braço, colocando atrás do joelhos dela, e a puxou para seu colo, segurando-a no estilo noiva. Ele podia sentir os movimentos do riso dela contra o seu corpo. Quando entraram no quarto, ele a colocou na cama.

O que aconteceu com o banho? – ela perguntou arqueando a sobrancelha.

— Para que banho se vamos ficar suados? – levantou as sobrancelhas sugestivamente, e ela mordeu o lábio novamente.

Ele foi até ela, e ficou entre suas pernas, tomando seus lábios nos dela. Suas mãos entraram sem sua blusa rapidamente sentindo o seu estomago liso, e ela tremeu no sentimento, colocando as mãos nos cabelos dele.

Edward levantou a blusa dela, tirando-a sentindo a pele quente dela sob seus dedos. Era macia e lisa, esculpida como um maravilha divina. Sentia-se completamente louco cada vez que a tocava.

A garota tímida não era mais tão tímida assim, era uma mulher que o levava a loucura. Quando os dedos dela entravam por sua camisa, e arranhavam sua barriga, suas costas, puxava a pele com a ponta dos dedos...

Ele grunhiu nos lábios dela ao sentir que ela fazia exatamente isso. Ofegante, ele tirou sua camisa e começou a trabalhar para retirar a calça dela, que rapidamente foi chutada para fora de seu corpo. Ele fez o mesmo com sua peça, agora poucas coisas os separavam do que tanto queriam.

Desde o nascimento de Angel, não tinham tantos momentos íntimos, e aproveitavam o máximo que podiam.

Bella tirou seu sutiã, e logo Edward tirava a sua calcinha, e depois sua boxer. Suas intimidades se tocaram, causando uma descarga elétrica pelo corpo de cada um. Ele não sabia como, mas a cada dia Bella ficava mais bonita, e a ver nua na sua frente, completamente entregue ao desejo o estava consumindo.

Entrou nela pouco a pouco, aproveitando o calor que o envolvia, a umidade e o sentimento de ter se encontrado no mundo. Bella jogou a cabeça para trás, enquanto segurava em seus ombros, sentindo a sensação de o ter dentro de si.

Cada vez que ele entrava e saia dela, era uma nova onda de prazer, que se acumulava a caminho de uma libertação que ambos desejavam. As respirações ofegantes, as bufadas de ar, e o aperto no estomago, tornava tudo mais prazeroso.

Ela fechou as pernas em torno dele, fazendo-o ir mais fundo e a sensação no estômago aumentar. Mordeu os lábios sentindo as pernas tremerem, e o corpo se aproximar da borda. Fechou os olhos quando o clímax a tomou, e logo sentiu Edward preenchendo-a, suspirou com a sensação, relaxando.

— Eu amo tanto você – Edward beijou-a no queixo, a fazendo abrir os olhos.

Eu também amo você.

— Para sempre? – ele perguntou sorrindo torto, enquanto tirava uma mecha de cabelo dos olhos dela.

Toda a eternidade – respondeu puxando-o para si dando um beijo calmo.

Cada beijo. Cada abraço. Cada olhar. Cada ajuda. Tudo caminhou para o que eles eram hoje.

Amigos. Amantes. Amados.

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