AI - Capitulo 13

Capítulo 13 – O melhor Treinador do Mundo


Itália
“Até que algumas vezes você é legal, Caius.” Aro disse sorridente se debruçando no computador.
Caius revirou os olhos enquanto acariciava sua cobra de dois metros.
“Não agüento mais você pedindo para jogar xadrez comigo! O computador pode jogar o dia inteiro se quiser!”
E tomara que nunca enjoe... Caius completou em sua mente.
Aro então se levantou, e tomando o máximo de distância da cobra deu um abraço de urso no sócio.
“Valeu irmão!”
“SAÍ DAQUI!” Caius berrou precipitando a cobra na direção dele.
Aro grunhiu e voltou-se para o computador onde começou a jogar xadrez com o computador.
“O que você acha? Tabuleiro de porcelana ou madeira?”
Caius revirou os olhos. Pegou a cobra com as duas mãos e virou a cara dela bem para sua frente. A língua dela se moveu quase tocando sua pele e ele franziu o rosto.
“Você tem cara do quê?”
“Oras... De cobra.” Aro apontou, fazendo um “der” com a boca.
“Seu idiota!” Caius bufou. “Estou falando de ‘nome’.”
“E para quê você quer dar nome para a cobra?” Aro perguntou movendo o seu pião.
“Pelo mesmo motivo que você deu um nome para o laptop?” Retrucou Caius com ironia.
“É diferente.”
“Pelo menos a Perfídia é um ser vivo.”
“PERFÍDIA? Isso é nome de cobra?”
“Você queria o quê? NAGINI? Sou mafioso, não plagiário.”
Aro revirou os olhos e de repente seus ombros caíram.
“Sabe... Eu estava vendo o rei aqui no jogo de xadrez e me lembrei de Marcus...” Suspirou apoiando a cabeça nas mãos.
Caius bufou. “E o que Marcus tem haver com o rei do xadrez?”
“Ah...” Aro fez desenhos circulares com o polegar na mesa de mogno. “Ele sempre é o bonzão em tudo... Se achando o máximo... Ele se acha um rei... Ele faz falta, embora quando ele estivesse aqui parecesse não valer nada.”
“Ele faz tanta falta que você nem respeita a imagem dele e usa todos os ternos dele!” Caius riu, depositando a Perfídia no chão e fazendo um drinque para ele.
“Eles não podem mofar no armário!” Aro defendeu ofendido.
“Ele vai te matar quando voltar.” Caius respondeu, animado. “E é uma coisa que eu quero ver.”
“Não vai não!” Aro desistiu do jogo e foi fazer um drinque para ele. Drinque este de refrigerante sem gás. “Argos vive mordendo as calças dele e ele não faz nada...”
“Isso por que tem medo de Argos, mas você...” Caius colocou a mão no ombro dele, ironicamente. “Está ferrado.”
Os ombros de Aro caíram e ele ficou imaginando o que Marcus faria quando voltasse. Se voltasse.
“Será que não devemos fazer alguma coisa?” Aro perguntou, se voltando para o sócio que olhava um catálogo de animais extintos.
“Fazer o quê? A máfia russa quer que nos movam, mas não faremos o que eles querem. Marcus sabe se virar. Deve estar na cama com alguém nesse exato momento. Querendo ou não, temos que admitir que ele ter lábia.”
“É. Tá para nascer alguém que resiste a ele.” Aro suspirou, pesadamente. “Acho que vou voltar para meu xadrez.”
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Maryland. EUA
O general Cullen olhou no relógio e ficou satisfeito com o que havia visto.
Procurou no armário alguma roupa adequada. Estava fria aquela manhã e por isso fazia dela a melhor para o que pretendia.
Depois de vestir as roupas e arrumar o tênis, ficou pensando em como tudo estava sucedendo.
Roza havia dado uma excelente notícia a ele. Mas ele teria que esperar e o pior, sem poder fazer nada por contra própria, pois não sabia nem por onde começar.
Mas ela logo viria com notícias e ele finalmente, depois de muitos anos, se sentia perto da linha de chegada que era aquele encontro.
Há anos ele esperava aquilo e mais alguns meses não o matariam.
E também tinha o negócio do novato. Teria que treiná-lo.
Não gostava daquela idéia, ainda mais sendo o novato um prepotente, mas sabia ser necessário, se quisesse finalmente vencer todas as coisas que pretendia.
Então, lembrando-se que quanto mais cedo melhor, se levantou, pegou uma toalhinha branca e uma garrafa de água e saiu a passos firmes pelos corredores em direção aos dormitórios.
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Bella se remexia na cama murmurando coisas desconexas.
Estava tendo um horrível pesadelo. Ela não conseguia entrar no controle marítimo da NSA e falhava na missão. Então, os Volturi a pegavam e a matavam, dolorosamente.
Então o general Cullen aparecia e dizia já saber de tudo desde o primeiro momento em que a viu e a torturava junto com a máfia.
Então eles começavam a sacudi-la e os dentes dela praticamente trincavam com o movimento.
“Acorda novato.”
Espera... Aquilo não fazia parte de seu sonho.
Ela então abriu os olhos e teve quase certeza de estar em outro pesadelo.
O que o general Cullen fazia em pé do lado de seu beliche?
“Mas... O quê? Pesadelo?” Tampou os olhos com as mãos e aproveitou para logo depois enfiar a cara no travesseiro e tentar voltar a dormir.
Ela preferia o outro pesadelo... Preferia...
Então a sacudiram de novo.
“Acorda novato. Não me faça perder o bom humor.”
Bom humor? Que piada! Se aquele era o bom humor do general, imagina o mau... Ela realmente não queria ver.
UGH! Aquilo realmente mostrava que o general estava ali.
Ela desenfiou a cara do travesseiro:
“O dia nem amanheceu!” Reclamou com os olhos semicerrados.
Deu um olhar de esguelha para seus colegas de dormitório e todos estavam como pedras, roncando.
Ela só conseguira dormir bem tarde naquela noite por causa do barulho daqueles homens infernais!
Há noites não dormia bem e o general ainda a acordava aquele horário?
“Você não queria que fosse seu treinador? Agora levanta.”
Suspirou.
Ah... Aquela historia de treinador...
Mas isso não incluía acordar não sei que horas da madrugada, saco!
“Só mais cinco minutinhos...” Gemeu.
Então o general praticamente rosnou e a empurrou da cama.
Ela se espatifou no chão, se levantando depois toda dolorida.
“Bruto.” Gemeu.
“Lá fora. Cinco minutos. Roupa esportiva.” E saiu do quarto.
Filho de um pai!
Bufou de novo ao perceber que pegara a maldita expressão idiota de Jasper.
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Bella notou com raiva que seus colegas estavam no décimo sono.
Está certo que eles acordavam muito cedo na NSA, mas ali já era demais!
Vestiu as roupas atrás de uma pequena cabine do dormitório e foi toda molenga até o corredor onde o general estava encostado em uma parede rodopiando uma toalha branca na mão.
“Finalmente.” Rosnou.
Ela controlou ímpeto de rolar os olhos e bocejou.
Ele estreitou os olhos para ela.
“É assim que pretende ganhar o campeonato?”
“São quatro e meia da manhã!”
Ele passou por ela, enquanto dizia:
“Enquanto os seus adversários estão dormindo, você está se preparando.”
Ela rolou os olhos e seguiu o general para o pátio do quartel. Parecia frase para pré-vestibulando.
Notou então que ele vestia a calça do exército e uma camiseta branca regata. Uma toalhinha branca estava em seu ombro e em uma das mãos uma garrafa de água.
Bocejou de novo e continuou o seguindo.
No pátio um vento cortante passou por ela e ela se abraçou, tremendo.
O vento a fez ficar mais desperta pelo menos.
“É o seguinte, novato...” O General virou-se para ela com os braços cruzados no peito. “Não adianta você saber lutar boxe... Você tem que ter um bom condicionamento físico. Pois você precisa de técnica, o que você aprenderá, mas não pode fazer nada sem força nos músculos.”
“Acordar cedo exige força dos músculos?” Perguntou desafiante.
Ele a penetrou com o olhar. Bella então percebeu que seus olhos eram... Muito verdes. Como na foto que vira há vários meses com os Volturi.
O céu escuro com pouca luminosidade fazia com que eles quase brilhassem. Como olhos de gato.
Abanou a cabeça e então voltou a prestar atenção no que dizia:
“... Nós vamos correr por toda a extensão da sede até a floresta dos Esquilos atrás...”
“Correr?” Murmurou incrédula.
“Sim. Cerca de vinte quilômetros.”
Ela teve vontade de gritar “VINTE QUILÔMETROS?”
Como assim vinte quilômetros às quatro e meia da manhã?
Onde ela estava com a cabeça ao aceitar que Edward Cullen a treinasse?
“Vai amarelar?” Ele arqueou uma sobrancelha, desafiando-a.
Ela respirou fundo. “Não!”
“Ótimo.” Ele virou-lhe as costas.
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“Você não sabe correr.” Comentou alguns metros depois do início da corrida.
“Como assim não sei correr?” Ela retrucou. Eles já haviam alongado e agora estavam dando volta no perímetro da sede (que era enorme), e logo entrariam na floresta.
Ela estava correndo bem. Não estava arfando. As pernas estavam firmes.
Onde ele via algo errado?
“Os braços... Não pode mantê-los ligeiramente parados... Você tem que movê-los. Eles servem para dar impulso e rendimento.”
Bella então reparou que seus braços estavam parados em 90º graus e que ela fazia um esforço para mantê-los assim.
Então ela deixou de exercer essa força e começou a soltá-los mais.
Viu realmente que melhorava.
“Obrigada.” Respondeu a contra gosto.
“Seus pés também, novato.” Disse sem olhar para ela e sim para o caminho. “Você não pode pisar as pontas dos pés primeiro, nem o calcanhar... Tem que tentar amortecer, equilibrando...”
Ela bufou. “É mais fácil falar...”
“Não quer ganhar o campeonato?”
Ela estava com uma resposta na ponta da língua, mas se calou. Ela precisava do general.
Então ela tentou fazer o que ele havia dito e até foi criticada quanto sua respiração.
Correr era simplesmente correr... Instinto ou algo assim, mas parecia que para o general tudo tinha que ser minimamente calculado.
Como a vida dele deveria ser.
“Você também não sabe correr...” Ela disse, zombando do general.
Ele se virou para ela quase surpreso. “Não?”
“Não...” Ela riu então. Percebeu que era a primeira vez que ria perto do general. “Você conversa, e isso tira fôlego.”
Ele virou a cara e bufou, aumentando a velocidade, o que fez com que Bella aumentasse também, mas dessa vez sem esconder o sorriso de deboche do rosto.
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Parece que o general realmente levou a sério a parte do “não conversar”, pois todo o percurso permaneceu quieto.
Bella estava fatigada, suas panturrilhas doíam, mas ela persistia.
Ela não poderia dar aquele gostinho ao general. Nunca.
O sol estava nascendo quando eles voltaram para o quartel, e Bella queria ter visto o nascer do sol na floresta, onde havia uma elevação que dava para ver o sol e as árvores no horizonte.
Mas ela não tivera coragem de pedir para o general. Ele zombaria dela, dizendo que ela era sentimental, ou algo assim.
E ela não queria aquilo.
Na floresta ela passara por uma espécie de riacho de águas cristalinas e a vontade que ela tivera de pular na água e se refrescar era imensa. Mas do mesmo jeito, não poderia dizer nada ao Cullen.
“Depois do seu expediente. Sala de treinamento.” Ele disse daquele jeito “dando ordens” e saiu de perto dela.
Ela bufou e chegando ao seu dormitório, o alarme de acordar soara.
“Perfeito...” revirou os olhos.
Olhou para sua cama na parte de cima do beliche e constatou que poderia estar acordando agora... Descansada... Mas não... Ela tinha que correr quilômetros com o cara mais chato da terra.
“Madrugando, Evans?” Um de seus companheiros de quarto, Steven, perguntou.
“Quando que não madrugo?” Argumentou, afinal, ainda era bem cedo.
Ele somente riu, enquanto ela tomava uma bela ducha no vestiário feminino do quartel.
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“Boxe é uma luta que somente usa os punhos tanto para ataque quanto para defesa. Está acompanhando, novato?”
Ela assentiu.
“Também é conhecido como pugilismo... Sabia disso, novato?”
“Sabia sim senhor general.” Respondeu realmente atenta a explicação do Cullen.
Bella não podia fingir que não estivera ansiosa para aprender com Edward Cullen, afinal, ela adorava boxe e ele era praticamente um deus do esporte.
Ela absorvia suas palavras com muito afinco, tentando guardá-las em sua mente para sempre.
“No boxe movimentos abaixo da cintura são totalmente proibidos, por isso devemos sempre...” Ele indicou a cabeça. “Mirar na cabeça do oponente.”
Ela assentiu mostrando que estava entendendo.
“Certo.” Ele colocou a mão na cintura e analisou a sala de treinamento. Bella estava sentada no ringue e ele andava de um lado para o outro do lado de fora, enquanto falava. “Pegue uma corda no armário.”
Ela se levantou de pronto e foi até lá e pegou a corda.
“E agora?” Perguntou ansiosa.
“Pule.”
“Como...?”
“O que se faz com uma corda?”
Ela mordeu a língua. Ela queria falar que poderia enforcar alguém, mas precisamente ele, mas se conteve.
“Mas... Mas... Lutar...?”
“Você precisa treinar, novato. Mas também precisa de força.”
“Nós corremos hoje!” Argumentou cansada.
“Não é o suficiente.” Ele retrucou. “Pule, ou fora.”
Ela suspirou, vencida.
Ninguém poderia dizer que ela não conhecia o inferno, pois o demônio estava bem em sua frente vestido de farda.
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“O segredo de um bom chute... Mistura coisas importantes...” Ele disse passando ao lado do boneco de plástico. “A força de quem tem raiva e a precisão de quem está calmo. Você precisa unir essas duas coisas em você.”
Como...?” Perguntou, tentando entender como conseguiria ter os dois sentimentos dentro de si e pegar o necessário de cada um deles.
“É necessária muita prática.” Disse com o rosto extremamente fechado.
“Eu...” Ela engoliu em seco. Ela estaria se humilhando. “Não sei como...”
Porém ele não a zombou por ser fraca ou não saber lidar com nada.
Ele simplesmente virou-lhe as costas e falou:
“Imagine o seu pior inimigo... A pessoa que você gostaria de ver morta...”
“Eu não desejo que ninguém morra. Mesmo tendo maus inimigos.” Incluindo você, completou em sua mente.
Ele fechou as mãos em punho e continuou falando com a voz seca.
“Imagine essa pessoa... E ao mesmo tempo o motivo para você querer matá-la, ou pelo menos, o motivo dela ser seu inimigo. Tendo a raiva pela pessoa e ao mesmo tempo manter na cabeça o que ela te fez e seus ideais, você terá a força de uma raiva e a precisão de uma calma.”
Bella então abaixou os olhos, percebendo que o general Cullen parecia sofrer.
Analisou suas mãos e ficou surpresa ao entender que até os monstros sofrem.
Mesmo não sabendo o motivo, poderia enxergar que em algum lugar dentro daquela farda e daquela impassibilidade, existia um ser humano.
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Mas não durou muito a “piedade” de Bella.
Logo o general era o mesmo de sempre. Humilhando-a, pressionando-a.
Todas as manhãs eles corriam antes do sol nascer, os mesmos caminhos. E depois de um tempo ela até acordava naturalmente sem ter que ser derrubada pelo general.
Todas as manhãs ela se encaminhava com as roupas adequadas até o pátio central e o encontrava lá já se alongamento e se preparando.
Bella percebeu também que ele usava um colar que tinha uma chave como pingente. E toda vez em que corria, ele a retirava e colocava no bolso, recolocando quando os exercícios paravam.
Ela ainda tinha que se submeter aos treinamentos exigidos pela NSA e seu treinamento militar, além do expediente na enfermaria com Alice.
Depois, ia direto até a sala de treinamento, onde encontrava o general novamente.
Ninguém sabia que o general a treinava. Ela tentava manter segredo e ele não fazia muita questão de espalhar por aí também.
Nem mesmo Jasper e Alice sabiam. Duas pessoas que Bella começara a gostar, apesar de não forçar muito os vínculos, pois sabia que dali a alguns meses terminaria sua missão, e nunca mais os veria.
Fazia um mês que treinava secretamente com o general e ela ainda não lutara.
Fazia exercícios dos mais variados o tempo todo, chutava o BOB e o saco, mas lutar corpo á corpo que era bom, nada.
Tinha até desistido de perguntar ao general sobre aquilo, afinal, ele sempre respondia que o treinador era ele, e não ela.
Ela não conseguira muitas coisas com a sala de controle marítimo e via o cerco fechando cada vez mais. Isso era uma forma de ela se exigir mais de si mesma nos treinamentos, como forma de esquecer a berlinda em que se encontrava.
A NSA sabia do infiltrado, mas de alguma forma, eles nada faziam. E isso era ainda pior do que fazerem alguma coisa, pois ela não sabia como agir, e quando agir.
Uma manhã estava correndo com o general, quando o sol começou a nascer. A visão era tão bonita que ela parou ainda ofegante, observando o horizonte.
Era lindo...
“Novato!” O general a chamou mais a frente aonde parara.
Ela desviou o olhar relutante do sol e se virou para o general.
“Vou ficar.”
Ele bufou. “Não é hora para isso.”
“Ao contrário...” Encaminhou-se para uma pedra e se sentou lá, abraçando os joelhos. “É a melhor hora.”
Ouviu o general bufar, logo depois silêncio.
Imaginou que ele já tivesse ido embora, então se permitindo relaxar, fechou os olhos e respirou fundo, sentindo a pequena brisa de a manhã bagunçar ligeiramente seus cabelos e refrescá-la do suor.
Paz... Frescor... Natureza...
Então ouviu o barulho de folhas sendo pisadas e abrindo os olhos viu o general ao seu lado, sentado olhando para frente observando os raios inundarem o céu, tornando-o intensamente azul. Sua expressão ainda era a mesma, mas não olhara para ela, nem a criticara. Somente sentou-se ao seu lado e observou o horizonte.
Bella sentiu um calafrio com a proximidade e ficou surpresa com a reação tão... Não general, mas logo sorriu com o canto da boca e então seu olhar voltou-se para o sol.
Uma vez ouvira a frase que amar não era olhar um para o outro, mas sim olhar para a mesma direção.
Talvez ela devesse modificar a afirmação um pouco, embora não fizesse muito sentido. Algo mais ou menos assim:
“Odiar não é matar um ao outro, mas sim mirar em uma mesma direção.”
Se o general tinha tanta raiva dos Volturi e ela talvez um dia precisasse fugir deles, ela poderia se unir ao general.
Embora... Só aquele pensamento a fizesse abanar a cabeça e quase se divertir, ao perceber que nunca o general gostaria de ter algo com ela.
E claro, ela muito menos.

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