TCS - Capitulo 28


N/Caah: trago-lhes TCS *--* gente,  como eu amo essa fanfic HAHA, capitulo show, leiam e Comentem!



Capítulo 28.





~ . 14 meses depois . ~

Estávamos voltando às aulas na mais absoluta paz. Bem, era isso o que eu achava. Já tinha algum tempo que não éramos assombrados por guerras, morte nem nada parecido. Eu estava chegando de carro com Edward, quando vimos um carro parado na vaga dele.

- Deve ser alguma imbecil que nem eu.

Edward manobrou puto da vida e parou em outra vaga. Nós saímos do carro e ele fechou a cara.

- Você teria me odiado tanto assim se eu tivesse estacionado na vaga ano passado?
- Provavelmente.

Ele me olhou sorrindo.

- Mas te amaria do mesmo jeito.

Ow, meu namorado era perfeito. Entramos no prédio, e dessa vez, eu via a mesma cena que presenciei ano passado. Mas hoje eu estava do lado daqueles que deixavam os outros de boca aberta e faziam o turbilhão de vozes parar.

- Você se divertem com isso, não é?
- Claro!
- Imaginei.

Quando estávamos indo para a escada, uma garota mais baixa que eu, loira de cabelos lisos e rosto fino esbarrou em Edward.

- Foi mal.

Ela o encarou por um momento, sem esboçar a reação que a maioria das mulheres costuma ter ao olhá-lo pela primeira vez. Ou todas as vezes, dependendo da mulher. Como eu, por exemplo. Edward continuou sério e calado e eu senti sua mão apertar a minha. A garota sorriu e me olhou depois. Esticou a mão.

- Buffy Summers, prazer.
- Prazer.

Eu cutuquei Edward para ele cumprimentar a garota. Ele continuou calado.

- Bem, desculpe o esbarrão.
- Tudo bem, a gente se vê.

Ela sorriu para mim, mas falou olhando para Edward.

- Tenho certeza disso.

E saiu pelo corredor. Eu ouvi um rosnado baixo vindo do peito de Edward.

- O que foi?
- Buffy. Enfim, eu a conheci.
- Ela é famosa por acaso?
- No meu mundo sim.

Ok, vamos apertar a tecla SAP por favor... eu já estava ficando irritada.

- Traduz Edward!

Ele me puxou pela cintura e subimos para o 3º andar. Entramos na sala dele e sentamos na última fileira.

- Buffy, é uma caçadora.
- Ela é vampira?
- Não Bells. Ela caça os vampiros.

Hein? Por essa eu não esperava.
 

Ela fez uma cara de quem estava totalmente confusa.

- Caça? Ela caça vocês? Co-como assim?
- A caçadora é uma garota aparentemente comum, mas que já nasce como escolhida, com um dom que nem ela sabe que possui. Então no momento certo, isso é revelado para ela, que se torna a caçadora atual.
- Dom?
- A caçadora é muito forte e hábil. É como se ela tivesse nascido já para isso. Para lutar.

Bella piscou os olhos tentando me acompanhar.

- Mas ela não sabe disso?
- Quando uma caçadora morre, uma dessas meninas escolhidas, se torna a caçadora atual, entende?
- Então você a conhecia antes?
- Não. Eu sempre ouvi sobre ela, mas nunca a vi pessoalmente. Eu só conheci uma outra caçadora... Faith.
- E...?

Melhor ser sincero, né?

- Eu a matei.
- Oh.
- Mas isso não vem ao caso. O que importa é que eu sei o que ela é e vice-versa. Isso não é bom.
- Ela sabe o que você é?
- Ela é Buffy... nunca houve uma caçadora que tenha sido tão... temida. Ela soube no momento em que me viu. O esbarrão não foi acidental.
Bella franziu a testa e fez careta.
- Qual o problema? Basta você matá-la!
- Claro, como se fosse simples.
- Pode ler a mente dela?
- Sim. Mas ela estava bloqueada, que nem Alice costuma fazer.
 

Ok, vem que tem, loira de farmácia! Encosta no meu homem para você ver só! Eu ia proteger Edward com unhas e dentes.

- Fique tranqüilo amor, ela é mais baixa do que eu, você notou?
Ele sorriu.

- Eu amasso ela rapidinho!
- Não se meta nisso amor. É assunto sério, ok?
- Eu tenho que ficar de braços cruzados?
- Mais ou menos.

O professor dele entrou em sala e eu achei melhor correr para minha aula. Eu ainda pretendia cursar a faculdade. No final das minhas aulas, eu não vi Edward pelos corredores, nem lá embaixo. Fui para o estacionamento e não vi o carro dele por lá. Mas tinha um que ainda estava lá. E a dona estava se aproximando dele. Eu ia bater um papo com essa... garota. Estava caminhando na direção dela quando meu celular tocou.

- Oi amor.
- Bells, precisei vir embora antes... achei melhor avisar meus irmãos sobre a moradora nova de Forks.
- Ok, eu já saí e estou indo para casa.
- Certo. Vá mesmo para casa. Não faça nenhuma besteira...
- Claro!

Desliguei e parei na frente dela.

- Tudo bem?

Ela virou-se e sorriu ao me ver.

- Tudo ótimo. E aí?
- Qual curso você faz?
- Eu? Já me formei... estou aqui a trabalho.
- Jura? Caçando? Algum emprego?

Ela ficou séria.

- Eu já tenho um. Na biblioteca.
- Ok.

Ela abriu a porta do carro e entrou.

- Com licença, estou atrasada.
Tinha ido avisar a todos sobre Buffy.

- Ela é gata?
- Menos Hazel.
- Não, sério, também quero saber... ela é gostosa?
- Menos Emmet.
- Vocês nunca lutaram com uma caçadora, ok? Não a subestimem.
- Deixa eu ensinar umas coisinhas a ela...

Hazel estava cada vez pior. Durante esse ano que passou, ele tinha amadurecido muito. Já se sentia um adolescente de 15 anos. Bem, no caso dele, estava mais para aborrecente!

- Você está proibido de chegar perto dela, ok? Não quero ter que explicar para Lestat, que eu deixei uma caçadora arrancar sua cabeça!
- Edward, menos. Ela teria que comer muito feijão com arroz para tocar em mim.
Ele empinava o nariz para falar. Irritante.
- Ok, brinca mesmo com isso... talvez eu deixe você aprender.
- Bem, eu não a vi chegar. Na verdade, eu não vejo nada em relação a ela. E como... se ela não existisse.

Eu sabia o motivo disto.

- Porque ela morreu.

Eles me olharam confusos.

- Como assim?
- Buffy já esteve morta. Mas seus amigos a trouxeram de volta.
- Certo, isso é muito complexo para mim...
- Tudo é complexo para você, Rose.
- Vai à merda Edward!
- A Buffy é um fantasma?
- Não Emmet...

Eu não tinha nervos de aço para agüentar isso.

- Sejam apenas... cuidadosos, ok? Eu cuido do resto.

Fui para meu quarto e me deitei olhando para o teto. Antes de mais nada, eu precisava saber onde a caçadora morava. Eu só poderia fazer algo amanhã.
 

Acordei assustada com o celular tocando. Corri para atender e ainda tropecei no tapete, claro.

- Oi.
- Bella, vou passar aí em meia hora.
- Edward, bom dia para você também!
- Desculpe amor... minha cabeça está ocupada... bom dia.
- Vou me arrumar então...
- Certo. Beijos.

Saí cambaleando até o banheiro para tomar um banho frio e acordar de vez.
Edward estava estranho e ansioso ao extremo durante todo o dia na faculdade. Ele ficou rodando pelos corredores antes de entrarmos em sala. No final das aulas eu não me aguentei.

- Posso saber quem você está procurando?
- Buffy.
- Ok, podia tentar ser menos direto?
- Bella, eu não estou afim dela, ok? Estou precisando seguí-la, só isso... mas pelo visto ela não veio hoje.
- Não veio?
- Não acho ela em nenhuma aula.

Ah sim, por que ele não disse antes?

- Vai ver é porque ela está na biblioteca...

Edward me olhou confuso.

- Ela trabalha lá.
- Como você sabe disso?
- Ela me disse. Ontem. Eu... fui falar com ela.

Ele arregalou os olhos e fechou a cara. Lá vinha.

- Você falou o que com ela?
- Nada demais... perguntei o curso dela e ela contou que não veio estudar e sim trabalhar.
Ok, isso dói. Ele me puxava pelo braço para o canto do corredor.
- Qual a parte de ir para a casa direto você não entendeu quando falei contigo no telefone?
- Menos Edward. Eu não sou vampira, logo, ela não pode me caçar!
- Isso não tem graça Bella. Pare de procurar por encrenca!
- Ok, você nem lembra de me agradecer... se não fosse eu, ficaria até amanhã procurando ela pelas salas.

Ele me soltou e se acalmou.

- Me ajudou. Mas não me deixou mais feliz.
Nisso ele tremeu e eu olhei. A caçadora vinha passando no corredor e desceu as escadas.
- Vamos.
- Seguí-la? Opa, se eu soubesse que ia virar detetive, tinha trazido o café e os donnuts.
- Cale-se Bella.
Desci rápido as escadas e saí do prédio atrás dela, mantendo uma distância que não desse para perceber. Buffy foi em direção ao estacionamento e entrou no carro.

- Bells, vamos.

Entrei com Bella no Volvo e manobrei rápido para não perdê-la de vista. Eu precisava saber onde ela morava. Alguns minutos depois, Buffy parava em frente a uma casa e de dentro dela saíram duas pessoas. Na verdade, um homem e uma criança. O homem era alto, moreno e pálido. Eu não precisava pensar duas vezes para saber que ele era um vampiro. A pergunta que não quer calar era, o que Buffy fazia com um vampiro?

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- Quem... é?
- Não sei.
- Hum...

Minha namorada não sabia nem disfarçar...

- E ela?
- Também não sei.

A menina era incrivelmente branca, de cabelos loiros claríssimos e olhos claros. Devia ter uns 11 anos e algo era estranho nela. Como se fosse vampira. Mas não era.
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- Isso é muito estranho.
- O que?
- Ele é vampiro. Eu sinto.
Ok, eu não podia dizer isso em voz alta, mas o moreno era gostoso. A caçadora sabia também que ele era vampiro? E a menina? Linda!
- Ok Edward... então já sabemos onde ela mora. Podemos ir?
- Acho que sim. Apesar de que eu gostaria muito de saber mais...

Quando Edward terminou a frase, o moreno olhou em nossa direção, como se tivesse ouvido, apesar de termos estacionado bem afastado da casa.

- Ele me sentiu.
- Hein? Como assim?
- Eu não senti ele? Então... ele também pode me sentir... vampiros percebem a presença de outro, a quilômetros de distância.

Nada legal. Nada legal mesmo, porque agora tinha um vampiro grandão vindo na nossa direção. E de cara bem, eu disse bem, séria. Edward na mesma hora ligou o carro e saiu cantando pneu. Eu olhei para trás e vi o moreno parado no meio da rua, nos encarando. Quando viramos a esquina eu relaxei.

- Certo, o que foi isso? Ele não é vampiro também? Por que parecia estar com raiva?
- Bells, eu não sei, no momento eu sei as mesmas coisas que você, ok? Eu preciso descobrir mais sobre ela...
Cheguei em casa e quase atropelei Anthony, que corria atrás de uma bola de futebol junto com Hazel. Pois é, eles tinham se tornado grandes amigos e não desgrudavam mais. Hazel vivia me implorando para deixá-lo morder o amigo. Eu fingia que não escutava.

- Edward, você quase matou uma criança!
- Não enche Alice... quer ajudar? Descubra tudo sobre a vida da caçadora.
- Tudo tipo...?
- O que você achar sobre a vida dela. Qualquer coisa, até a porra do shampoo que ela usa.

Ok, isso foi bizarro. Eu não queria saber o shampoo. Levei um esbarrão quando Anthony passou correndo por mim para subir as escadas. Ele tropeçou e caiu de joelhos, que abriu em um talho por onde saía um filete de sangue.

- Ops.

OMG. Hazel que tinha entrado logo atrás dele, agora o olhava, de olhos negros e dentes expostos. Quando ele deu impulso para voar em cima de Anthony, eu o segurei pela camisa, no ar.

- Hazel!
- Hazel?

Anthony agora olhava assustado para o amigo, que mais parecia uma miniatura de demoniozinho. Isso era o que qualquer pessoa normal pensaria se o visse dessa forma.
OMG. O rosto de Hazel mudou quando viu o sangue de Anthony escorrer. Como iríamos explicar ao menino aquela reação do amigo? Edward o segurava e Hazel rosnava. Ok, agora eu preciso frisar bem aqui, que não era apenas Hazel... que olhava Anthony com fome. Rosalie e Jasper estava... babando.

- Em, tire-os daqui! Bells, ajude... leve Anthony para meu quarto, ok?

Eu levantei Anthony e subi com ele enquanto Emmet e Alice usavam força para tirar os outros da sala. Fechei a porta e o soltei. Ele me olhava meio que em estado de choque.

- Isso passa, ok? Já estive no seu lugar.

Certo, péssima essa. Nada melhor para falar, Bella?

- O que houve com o Hazel?
- Bem... o Edward vai explicar melhor.

O que eu ia dizer? Ah querido, é que o Hazel é um vampirinho sanguinário, sabe? Mas ele gosta de você...

- Ele estava feio!
- Feio? Eu os acho lindos assim!
- Você já tinha visto ele assim?

Cala a boca Bella, cala a boca.

- Não! Eu estou falando dos desenhos animados.

Hein? De onde veio isso?

- Não entendi...
- Liga não, nem eu entendi.
Ele ficou me olhando confuso e eu olhei para o teto. Espero que Edward não demore muito...
Quando senti que a criança já estava fora de perigo, coloquei Hazel no chão.

- Onde ele está? Onde está Anthony?

O vampiro mirim estava inquieto e rosnava alto, querendo se soltar de minhas mãos.

- Hazel! Chega!
- Me solta!

Resolvi me igualar a ele, e expus meus dentes próximo ao seu rosto.

- Quem manda nessa merda sou eu! Pare!

Ele me olhou assustado e abaixou a cabeça.

- Hazel, você precisa começar a aprender a se controlar. Não dá para você conviver com humanos dessa maneira. Você não tem nenhum controle sobre seu instinto. Como você acha que vampiros passam despercebidos durante tantos séculos?
- Desculpa. Posso ir vê-lo?
- Óbvio que não. Não confio em você ainda. Quando eu achar que está mais calmo, eu te chamo.
- Ok.

Subi as escadas carregando ele junto.

- Vá para seu quarto e fique lá até eu chamar.

Fiquei vendo-o entrar no quarto e fui para o meu. Bella estava sentada na cama ao lado de Anthony. Os dois olhavam para o teto sem conversar. Tinha que ser minha namorada...

- Bells...

Ela se virou para me olhar e vi uma expressão de alívio invadir seu rosto.

- Edward!
- Pegue por favor lá embaixo, algumas coisas para limparmos o machucado dele, ok?

Ela me olhou confusa e se esticou para falar ao meu ouvido.

- Amor, isso não é nenhum plano seu para ficar a sós com ele, é?
- Para que eu ia querer ficaria a sós com ele, Bella?
- Bem, você sabe... sangue... dentes...

Ela fazia mímica, apontando primeiro para Anthony e depois para minha boca. Eu ri daquilo.

- Bells, eu não precisaria te tirar do quarto para isso.
Ok, ele nem precisa ficar se sentindo. E daí que eu não poderia impedí-lo de nada e que eu só serviria como palito de dentes nessa ocasião? Ele não pecisava jogar na cara.

- Vou buscar as coisas.

Saí de lá de cara fechada e rezando para encontrar uma criança viva quando voltasse. Antes de ir, eu fiquei com a cara colada na porta, tentando ouvir alguma coisa. E eu ouvi.

- Bella, eu estou te sentindo, meu amor!
- Vai à merda, Edward!

Que saco! Cadê a privacidade quando se namora uma porra de um vampiro? Desci até a cozinha e procurei alguma coisa que servisse para machucados nos armários. Tinha algodão, legal! Mas e os remédios? Era insuportável namorar um vampiro...

- Bem... se não tem cão, a gente caça com gato.

Não tinha mercúrio, nem éter, nem nada que pudesse usar. Peguei uma garrafa de vodka que encontrei. Quando saí da cozinha, esbarrei em Hazel que tinha descido correndo.

- Bella!
- Você está melhor? Mais... tranquilo?
- Estou! Só não conta para o Edward que eu estou aqui, ok?
- Como assim?

Ele levitou e veio cochichar no meu ouvido.

- É que ele mandou eu ficar no quarto e sair só quando ele mandasse.
- Entendi. Um castigo, né?

Ele balançou a cabeça.

- E então você não deveria estar lá no quarto?
- Eu estou! É só você não falar nada...

Ele me olhou com aquela cara que só Lestat sabia fazer.
- Ok, não falo nada...
Me sentei ao lado de Anthony e tentei ignorar seu corte no braço.

- Ei campeão, está doendo muito?
- Não. Eu sou macho.

Eu ri daquela convicção.

- Ok, não estou dizendo que não é. Mas machos também podem sentir dor, sabe? Não é nenhuma vergonha.

Ele deu de ombros.

- O que houve com Hazel?
- Hazel... estava passando mal. Ele fica estranho quando ele vê sangue, sabe? É um tipo de doença. Mas não se preocupe que ele já está bem agora.

O pequeno franziu a testa para me olhar.

- Mas ele tinha dentes de vampiro! Eu vi!

Por que crianças tinham que ser tão insuportáveis?

- Dentes de vampiro? Anthony, que bobagem... você já está crescido para acreditar nessas coisas... imagina seus amigos da escola se souberem disso? Vão rir de você e te chamar de bobo, nerd, essas coisas...

Ele fechou a cara e abaixou a cabeça.

- Eu não sou! Mas eu vi, tenho certeza...
- Ok, conte a eles então. Mas depois não venha me pedir ajuda.

O garoto me olhou apavorado e balançou a cabeça negativamente.

- Não vou falar nada. Mas eu acho que eu vi...
- Tá vendo só? Antes você tinha certeza, agora você acha. Nem você mesmo sabe o que viu...

Eu fiz cara de decepção e levantei da cama.

- Eu lembro quando era criança e contei aos meus amigos que tinha visto o Pé Grande.
- Mas Pé Grande não existe!
- Exatamente... mas eu achava que ele existia.

Anthony começou a cair na gargalhada.

- Que burro, cara! Pé Grande!
- Pois é... é assim mesmo que seus amigos iriam reagir... "Que burro, Anthony, vampiros!"

Bella tinha voltado mas não entrou no quarto. Estava com o ouvido colado na porta. Ela não aprendia...
Post feito por Anthony.
Eu não consegui escutar quase nada da conversa dos dois, mas provavelmente Edward já deveria ter contado o "segredinho" dos Cullens e de Hazel. Imaginação de criança é muito fértil, o Anthony com certeza não iria deixar essa passar.
Entrei no quarto e encontrei Anthony dando gargalhadas altas com Edward. Eu perdi alguma piada?

- Anthony, você não está nenhum pouco assustado? - Eu perguntei, sentando ao lado do garoto.
- Assustado porque? - Ele perguntou, curioso.
- Bom, quando eu descobri que Edward era um vampiro, eu pensei que ele iria me matar. Mas não, ele não vive sem mim. - Eu respondi, sorrindo.

Edward me olhou furioso. Er... Eu fiz alguma coisa?

- Yay! Eu sabia! - Gritou Anthony - Eu sabia que eram dentes de verdade!
- Bella! - Edward gritou.
- Então, er.. você.. não contou EDWARD? - Eu perguntei.
- Não Bella, eu não tinha contado... ainda. - Ele respondeu.
Edward me olhava com uma cara de lunático. Eu senti medo.

- Anthony, espere aqui.

Ele me puxou pelo braço e saímos do quarto. Andamos pelo corredor e entramos na biblioteca.

- Ops.
- Ops? Só isso que você tem a dizer?
- Edward, eu achei que você tivesse contado... eu vi os dois rindo...
- Desde quando eu contaria isso a alguém e ficaria rindo?

Ok, pensando assim, realmente não tinha lógica. mas na hora eu não vi por esse lado.

- Bem... amor... agora já era.

Ele continuava de cara amarrada. Fiquei na ponta dos pés e passei os braços pelo seu pescoço.

- Ou você pode dizer que eu sou louca!
- Isso todo mundo já sabe, Bella! Vamos voltar... quero ver como está a reação dele.

Voltamos ao quarto de Edward e encontramos Anthony de frente para o espelho, mostrando os dentes para seu reflexo.

- Eu sou um vampiro!!! Vou te matar seu lerdo!!!

OMG. O menino incorporou!
Eu não creio que estava vendo aquilo. Tinha um ser na frente do espelho, se achando um dos meus.

- Anthony...

Ele se virou assustado e sem-graça.

- O-Oi.
- O que está fazendo?
- Me acostumando...
- Você sabe que aquilo que a Bella falou era brincadeira, certo?

Ele balançou a cabeça de um lado para o outro.

- Não caio nessa! Só agora eu me toquei o motivo de vocês serem branquelões assim!
- Eu não gosto de sol.
Ele riu da minha cara e veio me cutucar.

- E por que você é tão duro? E Hazel também, e Emmet e todos! Vai, pode me morder!

Eu o olhei sério. Eu ia matar Bella, e não no bom sentido.

- Ei, eu posso ter um caixão?
- Eles não usam caixão...

Mas por que minha namorada continuava falando merda?

- Bells...
- Ok, vou esperar lá embaixo.

Ela saiu e Anthony continuava sorrindo.

- Mas a gente vira morcego, né?
- A gente?
- Vocês vão me morder, não vão? Eu agora sei o segredo de vocês e posso espalhar por aí!

Eu nunca em todos esses anos vi alguém tão eufórico para morrer.
- Anthony, isso não é parque de diversões. Ok. nós somos vampiros e não vou mais esconder de você. Mas ninguém aqui vai morder uma criança.
- Não sou criança, ok? Vou fazer 12 anos daqui a pouco.
- Resumindo... criança.
- Eu garanto que se eu pedir, o Hazel me morde.

Eu tinha que botar ordem nesse lugar. Rosnei com os dentes expostos e o levantei pelo pescoço.

- Você sabe o que eu bebo, Anthony?

Ele agora estava assustado, me olhando com olhos arregalados.

- Sei...
- Sangue. O seu e de qualquer outro mortal. E nem sempre eu deixo a vítima se transformar...

Rosnei mais alto agora e toquei seu pescoço com meus dentes.

- Tem certeza que quer isso? Cuidado que seu desejo pode virar realidade.
- Não... melhor deixar para outro dia...

Eu consegui o que queria e o coloquei de volta no chão. Ele me olhou ainda assustado.

- Mas eu quero ser vampiro. Um dia, ok?
- Um dia. Pode ser.

Eu abri a porta e nós saímos do quarto. Esqueci de dizer, que Bella ficou o tempo todo com o ouvido grudado na porta.

- Você é patética amor...
Assunto resolvido, Edward resolveu me levar para casa. Ele estava dirigindo quando fechou a cara.
- O que foi?
- Tem alguém nos seguindo.

Eu me virei para olhar e vi um carro vermelho bem lá atrás.

- Tem certeza?
- Sim.

Ele pisou no acelerador e eu grudei no banco. Quem estaria nos seguindo em Forks?

- Sabe quem é?
- Não.

Ele virou numa esquina, acelerando mais, porém o carro continuou na nossa cola. Edward freou, fazendo o carro bater na nossa traseira. Ele saiu rápido do carro.

- Fica aqui!

Ele saiu puto e eu saí atrás. Abriu a porta do carro vermelho e puxou uma loira lá de dentro. Ow. Buffy.
Eu não acreditei quando vi quem era. O que a caçadora fazia me seguindo?

- Oi. Desculpa pela batida, ok? Você parou de repente!

Ela disfarçava bem, né? Bem, pelo menos ela achava isso.

- Estava me seguindo?
- Eu? Claro que não!
- Mãe!

Eu ouvi uma voz fina vindo de dentro do carro e olhei lá para dentro. Era a menina que eu tinha visto com ela e o vampiro. Percebi uma reação de preocupação no rosto de Buffy.

- Sua filha?
- Sim.
- Linda garota.

Ela me olhou nada feliz.

- Minha filha não tem nada a ver com nenhum assunto que diz respeito a mim ou meu trabalho. Entende o que digo?
- Claro! Está falando sobre a biblioteca, certo?
- Desculpe, mas estou atrasada. Não posso ficar conversando.

Eu a deixei entrar no carro e fiquei olhando ela dar ré e sair pelo outro lado da rua. Pelo menos eu já sabia onde atingir Buffy, caso fosse necessário.
- Pode me explicar o que está fazendo do lado de fora do carro, amor?
- Hein?

Bella tinha saído do carro, só porque eu mandei ela ficar lá dentro. Ela entrou rapidinho quando eu lançei um olhar mortal a ela.

- Então, o que vocês conversaram?
- Marquei de jantar com ela...
- Hein?

Porra... eu me estressava às vezes, sabe?

- O que você acha que conversamos, amor? Trocamos indiretas, só isso. E descobri que ela tem uma filha.
- Filha? Como descobriu?
- A menina estava no carro. É a garota que nós vimos na casa da Buffy.
- Ow. Interessante.
- Muito. Uma carta na manga.
- Como assim?
- Ela agora sabe que eu sei da menina. Mães geralmente colocam a cria sempre em primeiro lugar. E eu imagino que Buffy seja inteligente.
- Edward, você não chegou a cogitar a hipótese de fazer algo com a criança, certo?

Eu olhei sério para Bella. Às vezes ela esquecia quem eu era.

- Eu não tenho dúvidas.
- Edward!
- Bella, em nenhum momento eu lhe disse que era o moçinho da história.

Ela se ajeitou no carro e ficou o caminho todo olhando pela janela. Era chato dizer-lhe isso, mas era a verdade. Nada nem ninguém me faria mal sem que eu pudesse revidar.
Edward realmente conseguiu me assustar. Pensar em fazer mal a uma pobre crianca?

- Edward, espero que voce nao faca nenhuma loucura...
- Tipo?
- Voce sabe muito bem...

Ele me olhou serio e depois abriu um sorriso.

- Bells, so vai acontecer algo, se ela der o primeiro passo. Caso ela fique na dela, nada acontece.
- Edward... por acaso aquela crianca, tem algo a ver com aquele vampiro?

Ele ficou me olhando pensativo.

- Nao sei, mas a menina nao e normal.
- Vampira?
- Nao senti nada nela que diga ser vampira... nao e igual a Hazel, sabe?
- Sei. Morta?
- Menos Bella.
- Ue... eu ja conheci vampiros e lobisomens... nao duvido de ver fantasmas e duendes por ai...
- Serio amor, voce tem serios problemas!
Quando cheguei em casa fui direto para o quarto de Alice. Ela me esperava com um sorrisinho besta no rosto.

- Desembucha, vai.
- O que?
- Anda Alice! Acho alguma coisa sobre Buffy?
- Talvez...

Fechei minha cara para ela. Ô garota chantagista!
- O que você quer, Alice?
- Diz que sou foda...
- Você é foda!
- Obrigada! Também acho!

Ela sorriu e pulou de alegria.

- Descobri algumas coisas. Buffy já namorou dois vampiros, sabia disso?
- Não.
- Pois é. Angel e Spike.
- Tem foto deles?
- Não. Mas tenho informações sobre os dois.
- Ok, deixa ver se eu entendi. A caça-vampiros namorou dois... vampiros?
- Exatamente.
- Irônico...
- E um deles, parece ter sérios problemas de personalidade. Ele já foi bom, já foi o cão chupando manga... enfim, cada hora o menino está de um jeito. E o outro, parece que é totalmente louco...
- Algum deles é alto e moreno?
- Pela descrição, poderia ser o primeiro que citei. Mas eu vou descobrir o nome dele.
- Consiga isso ainda para esse século, pode ser? Ah... e Buffy tem uma filha.

Ela me olhou com cara de "e daí?".

- A menina não é normal... digo, não parece ser totalmente humana.

Alice arregalou os olhos para mim.

- Vampira?
- Não! Mas nem imagino o que seja...
- Bem, pode ser uma morta-viva.
- Qual o seu problema e da Bella?
- Hein?

Mulheres... só pensam merda! Saí do quarto sem responder Alice.

- Fala bro!
- Bro?
- Nova gíria que estou testando!
- Vai à merda Emmett!
- Tem mulher por lá?

Meu irmão era irritante.
Eu estava deitada no meu quarto quando senti mãos frias no meu braço. Era Edward que
tinha entrado pela janela e me olhava sorrindo.

- Saudades?
- Muitas.
- Exagerada... nem ficamos muitas horas separados.
- Mas sinto saudades só em dar tchau a você.

Ele se abaixou para me beijar e deitou em cima de mim. Já estava sentindo falta do contato próximo do corpo dele.

- Sabe o que me deu vontade?
- Hum?
- De comer...
- Desde quando?
- Desde agora...

Estranho. Edward com fome de comida?

- Ok... o que você quer?
- Isabella Swan.
Hein? Ele sorria torto.
- Tem alimento melhor do que esse?

Edward mordeu os lábios e veio beijar meu pescoço. O calafrio percorreu meu corpo quando ele levou a mão até minha virilha exposta pela camisola curta.

- E então Bellls? Vai se servir para mim?

Mas que pergunta besta! Eu já estava na bandeja ali para ele!

- Edward Cullen... cala a boca e me come logo!
Ele riu e arrancou minha calcinha. Ele sorriu e abaixou a calça, puxando minhas pernas e colocando-as em cima do seu quadril.

- Só se você implorar.
- Edward... não é hora para isso!
- É sim. Sempre é.

Como eu detestava meu namorado.

- Ok. Por favor, amor.
- Isso é implorar? Só se for no seu mundo, né?

Ele tinha agora uma cara de safado irresistível. Eu sentia ele roçar em mim de propósito, só para me deixar louca. Estava na entradinha...

- Edward...
- O que?
- Anda!
- Não funciono como monossílabas.
- Caralho Edward, me penetra logo, porra!

Ele gargalhou e me beijou.

- Nervosinha amor?
- Você me estressa!

Ele lambeu meu pescoço e investiu contra mim, me abrindo mais um pouco. Senti minhas costas desgrudarem da cama quando ele estocou rápido e de uma vez só. Aquilo era simplesmente... magnífico. Edward mantinha o ritmo num vai-e-vém cheio de cadência, sempre tirando tudo para voltar a penetrar. Ele amava fazer isso para me ver gemer e suplicar por mais.

Bells mordia a boca e ofegava embaixo de mim, seu corpo suado era um verdadeiro paraíso tropical. Eu investia devagar, sentindo cada pedaço do seu interior, cada contração. Cada vez que ela se contraía e apertava meu membro, eu me sentia nas nuvens.
- Vem cá.

Levantei e puxei ela para meu colo, encaixando-a novamente em mim. Ela passou os braços pelo meu pescoço afim de se segurar enquanto era penetrada comigo em pé. Eu segurava seu quadril enquanto a fazia quicar em mim, gemendo e me arranhando. Senti meu corpo todo vibrar e meu gozo inundá-la. Bella tremeu e contraiu os músculos, desfalecendo logo em seguida no meu colo.

- Viu como vale a pena implorar, amor?
Acordei e olhei para o despertador. Estava de madrugada ainda. Edward não estava no quarto, mas vi que a janela estava aberta. Fui até ela e olhei para baixo. Nada.

- Edward?
- Estou no telhado.

Namorado normal quando some, vai para a cozinha ou para o banheiro. O meu vai para o telhado. Céus!

- Fazendo o que?
- Nada. Pensando. Quer vir?
- Não... está frio.

Ele saltou para dentro do quarto, dando um encontrão em mim.

- Bells! Não pare na entrada da janela senão machuco você uma hora dessas!
- Ah sim. Eu sempre esqueço que a janela é passagem...

Ele revirou os olhos e me puxou para a cama.

- Sentiu minha falta?
- Senti... do seu cheiro, do seu corpo... ah. Tudo, né?
- Como eu consegui nascer tão gostoso, né?

Ela me acariciou com um de seus socos. Eu adorava esses carinhos dela. Brinquei com uma mecha de seu cabelos nos dedos enquanto mordia sua orelha, passando a mão pela barriga dela.

- Quer um segundo round?

Ela riu e trouxe as mãos para meus cabelos, agarrando-os.

- Ai ai ai! Bells!
- Desculpa!

Ela largou rápido, de olhos arregalados.

- Te machuquei?
- Caiu no 1º de abril amor!

Levei outro soco carinhoso.

- Louco! Nem estamos em abril! Não me assuste mais assim.
- Eu sei que não... mas me deu vontade.
Eu queria ficar apenas ligado em Bella, mas minha cabeça de vez em quando dispersava em direção à caça-vampiros.

- Está calado... e ainda por cima estava pensando lá no telhado... o que você tem?
- Só estou tentando dissolver essas perguntas sem respostas na minha cabeça.
- Sobre?
- Essa história toda de Buffy, filha e o vampiro. Alice descobriu algumas coisas, mas não foram suficientes.
- Alice sabe sobre o vampiro?
- Sim, mas não sabe o nome... como vou procurar coisas sobre ele sem saber o nome?

Ela me olhou preocupada.

- Relaxa amor, não se estresse com isso. Deixa para mim. Não deve ser difícil achar um vampiro que tenha dupla personalidade...
- Como assim?
- Bem, Alice disse que esse cara já namorou Buffy. Mas ele era bom e ficou ruim por um tempo... não sei ao certo.

Bella levantou uma sobrancelha.

- Tipo, como se ele tivesse mudado de humor? Ele voltou a ser bom depois?
- Acho que sim.
- Edward, eu acho, não tenho certeza... que estamos falando de Angel.

Hein? Olhei-a surpreso.

- Que Angel?
- Quando eu descobri sobre você, eu li muita coisa na internet sobre vampiros... e li sobre esse Angel. Ele meio que era terrível, aí sofreu uma maldição e ganhou alma de novo, e ficou bom. Depois ele quebrou a tal maldição e voltou a ser ruim.
- Não entendi porra nenhuma, Bells.
- Ok, esquece isso. Mas ele deve ser o nosso vampiro. Angel. E realmente a descrição bate com ele.

Inacreditável que a minha namorada estranha estava descobrindo a charada. Inacreditável.
Credo, Edward estava me olhando que nem um maníaco agora. Ele passou a língua pelos lábios e sorriu.

- Acho que você merece uma recompensa, amor...
- Mereço?

Opa! Deixa eu pedir então!

- A máquina de lavar não está muito boa Edward... e é cara. Então, aceito isso como recompensa.

Ele riu alto e passou a mão pelos cabelos irritantes.

- Te dou a máquina em outra ocasião. Mas não é desse tipo de recompensa que estou falando. É desse aqui...

Ele veio tocando minha coxa e subindo para a virilha. Puxou o elástico da minha calçinha e soltou. Ele adorava me irritar.

- Quer em pé, sentada ou deitadinha, amor?
- Quer me irritar mesmo, Edward? Tanto faz! Contanto que me pegue logo!

Ele sorriu torto e deitou me puxando sobre seu corpo.

- Hoje quero ficar parado... a ação fica por sua conta!
- E isso é recompensa desde quando?
- Amor... desde que eu esteja deixando você observar esse corpinho que papai do céu desenhou...

Ele sorriu e piscou. Irritante.
Tirei sua camisola, apreciando a paisagem de seu corpo sentado no meu. Passei o dedo pelo elástico da calcinha.

- Quer que eu arrebente?
- Não! Estou ficando sem lingerie já!

Ela levantou para tirar a maldita calcinha. Tinha que ser minha namorada. Fiquei esperando por ela, que voltou sorridente.

- Agora sim!
- Fico feliz que não esteja com pressa amor.

Ia fazê-la sofrer só por causa disso! Ela subiu de novo em mim, abaixando minha calça e revelando o Jr. que já estava a ponto de bala. Ela mordeu os lábios como quem gostava do que via. Peguei-a pela cintura, encaixando-a devagar nele e deixei ela descer.

- Me avise quando acabar o serviço...

Ela me deu um tapa e depois apoiou as mãos no meu peito, subindo e descendo lentamente. Aquela visão dela cavalgando em mim... era simplesmente esplêndida! Bells jogou a cabeça para trás, gemendo um pouco e mexendo comigo dentro. Começei a ajudá-la, segurando seu quadril para movê-la melhor.
Enquanto eu a subia e descia em meu membro, ela vinha para frente e para trás, me arranhando a barriga.

- Edward... você... é... mau.
- Sou mesmo... eu sei... mais rápido então!

Ela riu ofegante e aumentou o ritmo, suando. Bella começou a dar pequenos gemidinhos de tesão, me deixando louco. Acariciei e brinquei com seus mamilos ali na minha frente e desci para seu umbigo, indo mais abaixo e roçando o dedo em seu sexo. Ela gemeu alto dessa vez, rebolando com vontade em cima de mim.
Segurei-me na cabeceira da cama quando senti o orgasmo chegando e me aliviando dentro dela.

- Vai amor... vai Bells...
- Ow...

Movimentei-a mais rápido, no meu ritmo dessa vez, e ela simplesmente não conseguiu nem falar, só gemer. Seu corpo se contraiu e a senti comprimindo o Jr. maravilhosamente.

- Gostosa!
- Seu frouxo! Foi rápido demais!

Hein?




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N/Caah: Mano, eu tenho que deixar minha nota. Esse fim foi hilario "Seu frouxo! Foi rápido demais!" Gostaram? Comentem!

1 comentários :

Nova aqui amando tudo.
o capitulo tava d+;
beijo.

4 de março de 2011 17:31 comment-delete

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