TCS - Capitulo 27

Nota Caah: Me desculpem pelo atraso, cheguei ontem da escola com um dor de cabeça dos infern*, mas aproveitem, eu pessoalmente amo TCS, é uma das fics mais perfeitas que eu já tive a oportunidade de ler.



Capítulo 27.




Ela parecia um anjo caído em meus braços. Lambia devagar a mordida, esperando fechar. 
Seu corpo quente ainda estava mole, colado ao meu.


- Desculpe.

Ela falou então, sem força, respirando no meu pescoço.

- Pelo que Edward?
- Por te morder de novo.

Era bom, mas isso realmente me machucava, saber que ela era tão impotente perante meu comando. Ela me deixava machucá-la apenas para me agradar.

- Não precisa se desculpar... eu deixei.
- Eu sei Bells. Mas eu não devia ficar fazendo isso. Eu sei que dói.
- Eu não senti tanta dor dessa vez...
- Dessa vez?
- Edward, não invente problemas. Além do que, eu acho sexy você me morder... sempre sinto mais tesão.

Beijei seu ombro delicado e a abracei forte temendo que ela fugisse.

- Seu sangue é simplesmente o melhor que já provei.
- Bem, pode bebê-lo quando quiser!
- Não me dê essa abertura Bells...
- Eu acho que já dei muita abertura hoje para você!









Ela riu no meu pescoço e depois veio me olhar, mordendo os lábios.

- Você está bem safadinha hoje né?
- É o espírito natalino.
- Sei...
- Edward, você acha falta de educação nós termos sumido lá de baixo?
- Não.
- Tenho medo das meninas com o Lestat lá.
- Esqueça ele Bella. Eu não gosto nem do som do nome dele saindo da sua boca.
- Ok. E Hazel, onde ele deve estar?

Ela poderia parar de falar em homens, né?

- Não sei. Na verdade, não gosto nem um pouco dele ter adquirido esse poder. É bem irritante ter uma pessoa sumindo o tempo todo.

- Eu só acho que ele precisa conviver com outras crianças. Ele tem passado tempo demais com vocês, principalmente com Emmet...

Realmente meu irmão estava estragando o garoto. Ele já estava ficando tarado!

- Eu não vou esquecer que ele te beijou.
- Foi apenas arte de criança Edward...
- Não foi não. Ele está ficando safado.
- Eu não acho...
- Bella, ele vai sempre aparentar ser uma criança... mas ele cresce, ok? E vampiros têm a habilidade de amadurecerem extretamente rápido. Muito mais do que os humanos.
- Tudo bem, mas isso não significa que ele vai ser um adulto mês que vem.
- Não, claro que não. Mas um vampiro jovem, digamos, que tenha se transformado com pelo menos uns 16 anos, pode envelhecer em poucos meses o equivalente a anos. Agora imagina uma criança? Que está em fase de crescimento? Hazel pode ser capaz de daqui há uns 5 ou 6 meses já estar com quase 15 anos...

Ela me olhou assustada e de boca aberta.

- Isso... é possível?
- Claro! A criança aprende tudo muito rápido, como se fosse uma esponja sugando tudo pelo caminho, sabe? Uma criança vampira então... com tanto poder como Hazel... eu penso o que nos aguarda.


Eu não sabia se ficava feliz ou preocupada com essa informação. E também não conseguia imaginar Hazel adulto. Eu sempre olharia para ele e lembraria da criança que ele é hoje. Complicado...

- Não é melhor nós descermos?
- Hum, deixe eu pensar. Aturar meus irmãos, James, Lestat e suas amigas... ou ficar aqui te beijando?
- Bem, eu não gosto de me beijar, então prefiro a 1ª opção!
- Engraçadinha...

Ele mordiscou minha orelha e me derrubou na cama.

- Não quero mais sair do quarto hoje.
- Edward, estou cansada, sabe? Cozinhei o dia todo...
- Não tem problema, me contento apenas em vê-la dormir. Está bom assim?

Tinha homem mais perfeito? Nem preciso de resposta. Eu adormeci em seus braços enquanto ele me fazia cafuné e sussurrava palavras doces no meu ouvido. Acordei com a voz de Edward brigando com alguém. Abri os olhos e me sentei na cama. Ele estava brigando com Hazel.

- Está entendido?
- Sim.
- Bella é minha namorada. Você não pode fazer essas coisas com ela.
- Ok.
- Hazel, você está levando isso a sério, ou está fingindo?

O pequeno me olhou com cara de criança arteira e voltou a olhar para Edward.
- Estou levando a sério.
- Eu não vou tolerar isso novamente...
- Ok. Posso ir? Meu pai está indo embora.
- Pode.

Ele correu até a cama e me abraçou pelo pescoço, me dando um beijo na bochecha.

- Feliz Natal Bella!
- Feliz Natal... Hazel.

Eu fiquei segurando o riso quando ele saiu do quarto e Edward tinha uma careta no rosto.
O que foi agora Edward?

- Não gosto da forma como ele te trata.
- Hum, sei... você odeia uma criança me abraçando né?
- Bells, qual parte você esqueceu da conversa de ontem?
- Ah sim, aquela parada de envelhecer e tal? 
 



Por que exatamente eu estava tentando fazê-la entender? Ela era Bella, minha namorada teimosa. Melhor desistir.

- Vamos descer? Deve estar com fome...
- Morrendo!

Ela não sabia o que dizia...

- Ok, vou te alimentar para que não morra então.

Encontramos Hazel agarrado na perna de Lestat. Ele ainda não foi? Que saco!

- Hazel, preciso ir.
- Não!
- Bella. Bom dia.
- Bom... dia.

Ele mandava aquele olhar ridículo e Bella caía na dele.

- Hazel, deixe-o ir...

Por incrível que pareça, foi só Bella pedir, que Hazel soltou Lestat.

- Tchau...
- Eu não estou indo morrer Hazel... você sempre pode ir me visitar, ok?
- Ok. Posso ir amanhã?
- Não.
- E depois de amanhã?
- Você pode ir mês que vem, tudo bem?
- Ok.
Lestat me olhou e fez um sinal com a cabeça.

- Já volto amor, vou levá-lo lá fora.

Saí de casa com ele, que parou para falar comigo antes de entrar no carro.

- Como andam as coisas para Hazel entrar na escola?
- Lestat, eu não acho realmente que seja uma boa idéia.
- Edward, eu não perguntei o que você acha...
- Você viu o que ele fez ontem, não viu? Acha mesmo que Hazel pode freqüentar uma sala de aula cheia de crianças?
- Acho.

Ele era maluco.

- Correrei atrás disso para o próximo ano letivo. Não sei se você sabe, mas estamos em época de férias.
- Não sei, nem faço questão de saber. Mas acredito em sua palavra. Ficarei esperando notícias sobre o assunto.

O simpático entrou no carro e foi-se. Minhas preces foram atendidas. Ok, minto. Eu não rezava porra nenhuma.

- Eu vou para a escola?

Caralho! Quase morri do coração agora! Não que ele estivesse batendo...
Hazel apareceu do nada atrás de mim.

- Hazel! Pare de fazer isso! Que irritante!
- Ok.
- Pare de dizer ok também...
- Ok.

Contei até dez e entrei. Ele veio atrás de mim.

- Vou entrar para a escola Edward?
- Não sei.
- Não sabe por quê?
- Porque ainda não decidi.
- Por quê?
- Hazel! Pare com as perguntas! O adulto aqui sou eu.
- Edward, seja mais delicado com ele...
- Bells, menos.
- Bella, me leva para patinar?

Hein? Quem? Eu? Patins? Hahahahaha.

- Hazel, eu não sei patinar.
- Eu ensino!
- Você sabe patinar?
- Não, mas eu aprendo...
- Não vamos patinar coisa nenhuma!

Edward era sempre um poço de simpatia. Eu ouvi uma voz fina e alegre atrás de mim.

- Vamos patinar? Que horas nós vamos?
- Não Alice, não vamos patinar. Foi um mal-entendido.
- Ora, mas é uma ótima idéia!

Tudo para Alice era ótima idéia... Edward revirou os olhos.

- Não incentiva Alice...
- Oba! Tia Alice que ir também!
- Vamo sim Hazel. O lago Humboldt fica ótimo nessa época!
Pela cara de Edward, nós iríamos então patinar. Bem, nós não. Eles.
Eu não tinha a mínima vontade de ir patinar no gelo em família. Ter que aturar um bando de garotas babando enquanto eu deslizo pela pista. Saco. Mas bem... minha irmã fez questão de ir e levar Hazel. Eu não queria deixá-lo sozinho com ela. Nem com ninguém.

- Bella, sabe patinar?
- Não.
- Quer aprender?
- Não.

Eu a olhei no banco do carona, super séria. Senti uma leve tensão pairando no ar. Olhei pelo retrovisor, Alice arrumando a roupa de Hazel, certificando-se dele estar bem agasalhado para andar no gelo.
- Alice, você sabe que ele é um de nós, certo?
- Sim! Mas as pessoas não sabem! Não podemos levar uma criança de camiseta para patinar... daria impressão de descuido.
- Bella, como estou?

O pirralho não esquecia que minha namorada existia. Ela virou para olhá-lo e sorriu.

- Lindo!
- Ótimo! Tomara que tenham gatas por lá.

Eu odeio Emmet! Eu odeio Emmet!

- Hazel, comporte-se em público, por favor.
- Eu sempre me comporto Edward!

Sei. Sempre. Nós chegamos ao lago, que estava lotado que nem estação de esqui nas férias. Como eu amava multidões...

- Vamos?

Alice já saiu abrindo a porta do carro sem eu nem ter estacionado direito. Eu saí e abracei Bella.

- Tem certeza que não quer aprender?
- Edward, eu vou cair na primeira tentativa.
- Verdade. Mas eu te seguro.

Ela mordeu os lábios e fechou os olhos, franzindo a testa.

- Ok. Se eu pagar mico, te mato!
- Mata? Vai ser interessante a tentativa...
Eu estava calçando uma arma em forma de sapato e olhava horrorizada para a pista de gelo fino.

- Edward, isso não vai dar certo.
- Deixa de bobeira Bells.

Eu não ia sair viva daquele... ringue. Não havia chances. As pessoas passavam tão velozes umas pelas outras, que mais parecia pista de corrida.

- Vamos Bella!

Hazel correu para a pista, sendo seguido por uma Alice saltitante. Ele parou em cima do gelo e mexeu os pés.

- Ele não tinha dito que não sabia patinar?
- Sim.
- Mas então como... ele...

Como Hazel estava patinando como um profissional?

- Nós somos habilidosos amor... só isso.

Eu me controlei para não sair xingando os malditos vampiros fodões que me cercavam. Eu não podia mesmo conhecer caras normais e atrapalhados que nem eu? Era tão difícil assim?
- Quando chegarmos em casa, a sua primeira tarefa, Edward, é me transformar!

Ele sorriu.

- Cuidado com o que deseja...
- Ok, estou brincando. Mas vou pensar nessa hipótese com mais carinho daqui para frente.

Ele me puxou pela mão, me levando até a pista infernal. Quando eu pisei no gelo, a primeira reação do meu corpo foi ir todo para trás.

- Wow, calma!

Edward me segurou antes que eu me estabacasse.

- Entende agora? Eu não nasci para andar de patins!
Edward sorriu malicioso para mim. Oh-oh.

- Nós nem começamos Bells.

Então ele me rodeou, ficando atrás de mim e segurando minha cintura.

- Vamos dar um passeio.

Merda! Edward me empurrou sem me soltar e de repente nós estávamos deslizando velozes pela pista. Eu não via nada direito. Quer dizer, eu via Alice e Hazel na mesma velocidade que nós dois, brincando de desviar dos outros, junto de Edward.

- Edward você é louco!

OMG. Fechei os olhos, era melhor não olhar. Edward dava umas freadas virando rápido e voltando a deslizar para outro lado.


Bella estava em pânico. Era divertido sentir seus batimentos cardíacos mais acelerados do que nunca. A única coisa boa de patinar no gelo, é que nós podíamos usar um pouco da nossa velocidade, sempre usando a desculpa de que éramos bons na patinação. Era uma diversão passar veloz pelas pessoas, desviando delas milímetros antes de tocá-las. Ninguém ali era páreo para nós. Hazel por incrível que pareça, estava acompanhando eu e Alice com perfeição, sem fazer o mínimo esforço. O sangue de Vlad tinha mesmo feito bem para ele. O garoto iria longe...

- Oi!

Mas que merda... passou uma criança do meu lado e de Hazel, tão rápido quanto nós. Eu o alcancei, emparelhando com o garoto.

- Ei!

Ele me olhou sorrindo com cara de peste.

- Quem é você?
- Anthony!

Ele olhou para Hazel e fez um gesto com a mão.

- Bora apostar corrida?
Hazel me olhou e riu.

- Claro! Te deixo sair na frente.

Os dois voaram pela pista em zigue-zague. OMG, vão matar alguém!

- Hazel!

A minha peste deu a volta e emparelhou comigo, que já tinha diminuído o ritmo antes que Bella enfartasse.
- Que é?
- Não corra tanto, é perigoso para os outros.
- Mas ele está correndo!
- Ele não é inquebrável a ponto de machcucar alguém.

Parei um pouco, desenterrando as unhas de Bella das minhas mãos. O peste que não era meu, parou na nossa frente.

- Amarelou é?
- Não! Parei para falar com meu tio.

Eu virei tio? O peste estava arfando.

- Ah tá. Achei que tinha amarelado.
- Eu não sou covarde!

Eu encarei o garoto.

- Quem é você?
- Ih cara, você é surdo? Já disse meu nome... Anthony W. Logan.
- Eu ouvi seu nome. Quero saber o que você é.

Ele me olhou confuso. Ok. Me curvei um pouco para ficar mais próximo do seu rosto e sorri.

- Por que você é tão rápido?
- Eu? Porque eu sou ué. Sou bicampeão nacional de patinação no gelo!
Estava explicado então.
- Quantos anos você tem mesmo?
- Dez. Fui!
Ele me deixou falando sozinho e voltou a patinar. Hazel me olhava ansioso.
- Ok, pode ir.
Ele saiu atrás do outro e eu torci para que não houvessem cadáveres ali no final do dia.

- Que fofo!
- O que?

Eu olhei para os dois vultos na pista.

- Acho que Hazel encontrou um amigo.
- Aquele ali? Pode ser...
- Pena que ele é mais velho que Hazel.

Edward olhou pensativo na mesma direção.

- Lembre-se que Hazel amadurece rápido. Mas eu não quero Hazel se dando com crianças humanas. Perigoso demais.
- Ah Edward, fala sério. Hazel não é nenhum monstro!
- Nunca se sabe...

Eu pisei no pé dele de propósito.

- Pare de enxergá-lo dessa forma!
- Só não confio Bells. Só isso.

Alice parou do nosso lado, com um sorrisão no rosto.

- Ei, Hazel arranjou um amigo!
- Não me diga que você também acha isso legal, Alice?
- Ué, por que não acharia?
- Mulheres!

Edward estava chato hoje hein...

- Edward acha que Hazel é perigoso para ficar perto de crianças.

Ela riu e eu também fui junto. Ele fechou a cara.

- Ele seria perigoso se a criança fosse uma menina... ia aprender cedo algumas coisas!
- Também acho... fico imaginando Hazel na escola.
- Ele não vai para uma escola.
- Ok.

Nem ia ficar discutindo isso ali. Edward olhou o relógio e gritou impaciente.

- Hazel, vamos!

Alguns minutos depois ele veio até nós com uma carinha angelical.

- Anthony pode ir junto?
- Onde?
- Lá em casa!
- Claro que não.

Hazel fez bico.

- Deixa...
- Hazel, ele não é como nós...

Uma mulher alta e loira, super elegante, se aproximou de nós, segurando Anthony pela mão.

- Oi. Sou Julia, mãe do campeão aqui...
- Prazer.

Que prazer o que? Desde quando era um prazer para Edward?

- Ele pediu para eu deixá-lo ir na casa do novo amigo. Hazel é seu filho?

Ei, eu estou aqui também lambisgóia!

- Meu... sobrinho.
- Ah sim. Bem, ele pode ir desde que você me dê o endereço... eu o buscarei às 18hs.
- Claro.

Edward passou o endereço para a lambisgóia. Quando ela saiu eu o olhei pasma.

- O que foi isso?
- Isso o que?
- Você tinha acabado de dizer que Anthony não podia ir.
- Mudei de idéia... deixa eles aproveitarem.
- Edward, espero que essa sua mudança repentina não tenha a ver com a loira.

Ele sorriu torto.

- Não tem. Ciúmes?
É claro que tinha tudo a ver com a loira! Ela não me interessava nem um pouco, mas eu fiz isso só para apimentar meu namoro. Adorava Bella ciumenta. Nós voltamos para casa e eu não parava de olhar Anthony pelo retrovisor. O pestinha trouxe consigo uma porra de pacote gigante de Cheetos, que fedia horrores e ainda fazia barulho comendo.

- Biscoitinho gostoso?
- Aham. Quer?
- Passo. Obrigado.
- Eu quero...

Bella se virou para pegar o biscoito e eu me curvei para falar em seu ouvido de forma que Anthony não ouvisse.

- Não me beija mais hoje se comer esse troço.

Ela voltou a se ajeitar no banco.

- Perdi a fome, mas obrigada mesmo assim.

Ele sorriu e virou para Hazel.

- Pega um pouco!
- Só bebo sangue.

OMG. Eu fuzilie Hazel pelo retrovisor. Ele riu.

- Te peguei! Hahaha!

Anthony que até então tinha ficado imóvel, começou a rir também.

- Meus nervos não são fortes o suficiente para cuidar de Hazel...
- Eu ouvi Edward!
- É para ouvir mesmo.
- Você namora Anthony?

O que Hazel tinha na cabeça?

- Eu não.
- Por quê?
- Porque não ué.
- Você é gay?
- HAZEL!
- O que foi? Tio Emmet diz que quem não namora é gay.
- Tio Emmet é um imbecil e só fala coisa errada...
- Não sou gay nada!
- Ok.
Quando chegamos em casa Emmet sorriu.

- Uau, outro? Vamos criar um time de futebol daqui a pouco!
- Mantenha a boca fechada Em. O garoto não é um de nós.
- Ah...

Hazel entrou correndo em casa junto de Anthony.

- Caraca, vocês são cheios da grana né?
- Somos! E meu pai é mais rico ainda... ele tem um castelo na França!

Anthony arregalou os olhos.

- Uau! Sério? Posso ir lá um dia?

Piada, né? Imagina a cara de Lestat.

- Vou falar com meu pai depois. Ah, e eu tenho um outro pai, de sangue, que é Conde.
- Quantos pais você tem?
- Só esses.
- Bem... eu só tenho um.
- Nossa, que chato.

Devia ser irritante ser amigo de Hazel. Eu pelo menos não teria paciência.

- Tudo bem. Mas você não é bicampeão de patinação.

Pensando bem, eles dois se mereciam...

- Não... mas eu duvido muito que você saiba levitar!
- HAZEL!

Ele me olhou sério e sorriu depois.

- Ok.
- Eu não acho que o Anthony vai achar legal saber de toda a sua vida. Por que vocês não vão brincar como duas crianças normais?
- Eu não sou normal. Minha mãe diz que eu sou super especial!
Daí-me paciência.
O dia, a semana e os meses passaram voando por nós.



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2 comentários :

AMEI!!!!!
LOL!!
ESTA FIC ESTA CADA DIA MAIS BONITA!!!!
PARABENS PARA A AUTORA DESTA FIC!
BJS

ASS:MARIANA

Anônimo
22 de fevereiro de 2011 18:14 comment-delete

Amei...
Fic fodaaaaaaaaa.
bjks

22 de fevereiro de 2011 20:28 comment-delete

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