OP - Capitulo 13

Capitulo Treze

Meus verdadeiros sentimentos

Pov. Edward

-Tia tenho mesmo que ir lá?

-Ta, entendi, e qual a sala dela?

-Serio mesmo que você não sabe?

-Ta, ta eu vou à secretaria.

Desliguei o celular e bufei, fazia nem uma hora que havia chegado e tia Esme já me alugando.

-Escola Brown. – falou o motorista do táxi, o paguei e desci indo em direção a escola, minha prima Alice estudava aqui, e de acordo com tia Esme, eu tinha que conhecê-la, e ela me daria uma carona pra casa.

Ainda não acreditava que ela não quis me passar o endereço da casa dela, bufei pela milésima vez, enquanto adentrava a secretaria, e é claro que estava vazia.

Apoiei-me no balcão, olhando em volta a procura de alguém, estava já a alguns minutos lá, já decidindo se voltava pro hotel, quando a porta se abriu. Até que enfim, já ia reclamar, quando os olhos mais doces e inocentes me encaravam.

Sua pele pálida, o rosto em formato de coração, emoldurados por longos cabelos cor mogno, as feições delicadas, como uma obra de época.

Deixei de olhar seu rosto e olhei seu corpo, podia ficar melhor pensei admirando o corpo pequeno e bem feito, os quadris lagos, seios pequenos que caberiam perfeitamente em minhas mãos, as belas pernas, e sua mãos.

Finalmente notei que ela segurava sua mão com uma bolsa de gelo, e caminhei em direção a ela.

-Ola.

-O... O... Oi. – ela gaguejou e seu rosto adquiriu uma tonalidade forte de vermelho, sim a cada minuto ficava melhor.

-Sua mão esta doendo? – e continuava me aproximando dela, era como se uma força maior me sugava em sua direção.

-O... O... Que? – ela voltou a gaguejar, e sem conter meu impulso eu a toquei, sua pele parece ter se esquentado com meu toque, fiz uma caricia leve em seu pulso e voltei a perguntar.

-Sua mão, esta doendo?

-Não.

-Bom, a algo em que posso ajudar? – ofereci, mais e mil pensamentos que não combinavam em nada com essa doce e inocente menina invadiam minha mente.

-O... Onde esta a Srta. Coppe. – ela perguntou reparando que estava somente eu e ela em uma sala fechada, eu poderia faze-la minha agora, será que esse pensamento passou por sua mente também?

-Quando cheguei à secretaria estava vazia. Agora estou esperando.

-Oh. – acabei sorrindo de novo, ela parecia um coelhinho assustado, vindo para o jantar do lobo.

O que não deixava de ser verdade.

-E o que causou esse machucado? – acabei por perguntar, será que alguém seria capaz de machucar algo tão pequeno e indefeso quanto ela?

-Eu... Eu educação física.

-A machucaram? – ela se apressou em negar.

-Não, eu me machuquei sozinha. – como isso é possivel?

-Como isso é possível? – acabei falando em voz alta, e ela suspirou.

-É muito comum eu me machucar, caio com muita facilidade. – sorri imaginando isso, talvez ela precisasse de um segurança vinte quatro horas por dia. Aonde me inscrevo?

-Eu posso te segurar se você quiser? –eu me ofereci, ela parecia que ia desmaiar, e me colei mais a ela.

-Co... Como assim? – segurei em sua cintura, e soltei sua mão infiltrando minha mão em seus cabelos macios, toquei de leve sua nuca, fazendo uma caricia.

Sem me conter mais puxei sua cabeça para o lado e deixei meus lábios explorarem sua pele quente e macia...

-O que esta fazendo? – ela reclamou, mas mais pareceu um gemido, o que me deixou mais aceso, ri contra sua pele, e ela se arrepiou.

-Evitando que você caia.

-Eu não ia cair. – ela resmungou como uma gatinha brava.

-Não foi o que pareceu, quando eu a toquei. – ela mantinha os olhos fechado, e gemeu mais uma vez quando colei mais seu corpo contra o meu.

Deixei seu pescoço ansiando tocar seus lábios rosados, ela abriu os olhos, e mais uma vez me vi preso por aquele olhar doce e inocente, me aproximei mais dela, e dei um leve roçar de lábios nela, sentindo a textura de sua boa, seu lábios macios e quente, irradiando calor...

Mais me surpreendi quando ela se afastou de mim com um empurrão e logo sua mão pequena estalou contra meu rosto.

A minha pequena gatinha...

O som do telefone tocando, me afastou das lembranças dela, e o atendi rapidamente.

-Sim.

-Tudo bem, quando?

-Não se preocupe Emmett, eu vou.

Desliguei o telefone com o cenho franzido, voltei para cama sem fazer barulho para não acordá-la, seus cabelos castanhos espalhados pelo travesseiro branco, me deixando maravilhado, seu rosto delicado com um ligeiro biquinho.

Tudo nela me encantava, minha doce inocente Isabella, meu anjo, minha mulher agora.

Desde que a vi tudo nela gritava inocência, pecado, errado, meu subconsciente me alertando a toda hora para me afastar, para deixá-la ir.

Mais meu corpo ansiando por ela, por seu corpo, seus sorrisos, sentimentos tão fortes que me assustavam, e não conseguia lutar contra.

Eu não queria lutar contra, só queria estar com ela, sentir seu corpo pequeno e delicado pressionado ao meu, nem que fosse em um abraço.

É Edward Masen, você esta apaixonado.

Ri dos meus pensamentos, apaixonado, não podia estar, eu a desejava, a queria mais que tudo, mais amor, o que é isso afinal. Nunca me apaixonei, nunca precisei de ninguém.

Eu sempre fui só, e sempre seria, uma mulher só atrapalharia minha vida, a viraria de cabeça para baixo.

Mais ela era diferente, com Bella me sentia completo, me sentia em casa, o lugar aonde eu pertencia, o que eu sempre procurei.

Isso seria amor afinal, depender tanto assim de alguém, eu precisava dela, uma necessidade que doía, a ligação de Emmett me preocupou.

Como podia ficar longe, seriam só alguns dias, mais e se ela me esquecesse, se ela percebesse que seu primo, ou o colega da escola são mais adequados para ela, que eu nunca poderia fazer parte de sua vida.

Esse pensamento me assustou, eu queria ser parte da vida dela?

Sim, eu quero, quero que ela necessite de mim, como eu estou dependente dela, sim talvez eu a ame afinal.

Mais isso mudaria todos os meus planos, como eu podia viajar pelo mundo e deixa-la, como ficar longe de sua presença inebriante, de seu cheiro, de seu gosto, de seu corpo.

-Edward. – ela falou baixinho, em um suspiro, durante o sono e sorri sozinho.

Sim eu estou apaixonado.

Isso é uma merda, o que me restava agora, rastejar para ela, implorar para que ela me ame e largue tudo por mim.

Era um plano afinal.

Rolei os olhos, vendo um sorriso tímido em seu rosto, ainda adormecido, me lembrei da primeira vez que eu vi, o desejo que me perturbou ao ver suas bochechas coradas, e seu nervosismo em me ter tão perto.

O ódio que se apossou de mim ao pensar que alguém a tinha machucado, eu já tinha provas de como ela importava pra mim, e deixei passar como o vento, uma brisa que se vai sem realmente sentir.

Quando ela partiu, e eu já planejava ir à escola no dia seguinte, a necessidade de vê-la de novo, e de novo, até cansar de olhar para ela, o que até agora eu não enjoei.

Mais vê-la na casa de tia Esme, corada como o inferno, por estar tão perto de mim, parecia um sinal que eu devia tê-la, afinal por que o destino a colocaria em meu caminho duas vezes se ela não fosse destinada a mim.

Destino! Nunca acreditei nessas coisas, foi o destino que matou meus pais, me levando a viver no internato? Destino que me fez negar ir morar com tia Esme? Destino que me levou até o amor da minha vida?

Sim talvez o destino esteja trabalhando ao meu favor, talvez eu mereça uma chance de ser feliz, de fazer Bella uma mulher feliz, tê-la para mim, para sempre.

Eu gostava de como isso soava, mais podia assustá-la, afinal eu nunca dei a impressão do quanto ela significa para mim, e a culpa é minha, sempre pensou que eu a via como um pedaço de carne.

O que não deixava de ser verdade, desejava fodê-la, desde a primeira vez que a vi, e quanto mais fiquei perto dela, desejava mais que seu corpo. Agora já ansiava por sua alma.

Ela rolou na cama e agarrou meu travesseiro e o abraçou apertado, sorri mais uma vez, e sai da cama, se ficasse lá iria acorda-la e faze-la minha muitas e muitas vezes, e já havia tirado sua inocência, agora devia deixa-la descansar.

Sai do quarto vestindo uma calça de moletom, e fechei a porta com cuidado, e fui até meu piano, assim que sentei dedilhei algumas teclas, e fechei os olhos, e logo minhas mãos tinham vida própria.

As notas fluíam, pela sala, a musica dela, que desde que a vi não saia da minha cabeça, a doce inocência, agora perdida, não ela ainda tinha sua inocência, nem que eu lutasse muito eu conseguiria tirar isso de Bella.

Fazia parte dela, ela era pura e doce, inocente e meiga, gentil. E era minha, a faria minha quanta vezes fosse preciso, até ela perceber que não pode viver sem mim...

Senti mãos me tocando e abri os olhos e parei de tocar, suas pequenas mãos em meu pescoço e ela me deu um beijo na minha garganta, o que me fez sorrir.

-Não pare, estava tão bonito. – ela sussurrou contra meu ouvido e suspirei, e a puxei para ficar de frente para mim.

Ela estava corada, e somente com o lençol enrolado em seu corpo, um puxãozinho e podia tê-la de novo. Ela mordeu o lábio como se adivinhasse meus pensamentos.

Eu a coloquei entre minhas pernas, passando minhas mãos por sua cintura, ela me olhava nos olhos, o desejo estava visível nela, seu corpo parecia me atrair cada vez mais.

-O que você tem embaixo de lençol? – sussurrei sem parar de encará-la, ela corou, me fazendo rir.

-Nada então? – perguntei com uma sobrancelha arqueada. Ela assentiu corando mais.

-Bella, Bella. Não se diz para o lobo que o cordeiro esta no ponto. – ela riu, mais soltou um gritinho quando dei um puxão no lençol revelando sua pele nua.

Encostei minha testa em sua barriga e ela afagou meus cabelos, voltei a olhar para ela, e a sentei em meu colo a beijando, sua língua envolve a minha, brincando com a minha, suguei seu lábios apertando e acariciando sua pele quente e macia.

-Edward. – ela gemeu meu nome, e me senti duro, mais do que eu já estava, separei nossos lábios e desci minha boca, pelos seus ombros trilhando um caminho até seus seios.

Suguei o mamilo que já estava túmido, ela gritou e segurou minha cabeça me mantendo ali, movi minha mão para sua intimidade, e meus dedos, tocaram seu interior, quente e úmido.

-Edward... – ela ofegou, e a levantei a sentando nas teclas do piano, sem deixar de olhá-la, retirei minhas calças e a puxei para cima de mim.

Seu interior úmido envolveu meu membro me fazendo estremecer de prazer, e suas pernas se cruzaram em meu quadril a abrindo mais para mim, a mantive parada, até ela se acostumar, e voltei a beijá-la agarrando sua cintura e a movendo contra mim.

-Oh... Edward...

-Isso Bella...

Nós gemíamos ofegantes, a cada investida, a cada movimento de sua vagina envolvendo meu membro, ela abraçou eu pescoço com força, e aumentei a velocidade, a puxando de encontro a mim com mais força.

-Edward, mais forte, mais... – ela abafou o grito contra meus cabelos quando seu interior apertou violentamente meu membro e explodi dentro dela, e senti seu mel escorrendo sobre meu membro.

Meu rosto estava na curvatura de seu pescoço e nós abraçamos com força, queria dizer que a amava, que ela era tudo pra mim.

Mais tinha medo da sua rejeição, Bella só tem dezessete, posso assustá-la, gritava minha mente, e meu coração sempre ouviu minha mente.

A tirei de cima de mim, e a carreguei no colo, ela envolveu seus braços em meu pescoço e a levei até a cama.

A deitei lá, e ia ao banheiro, mais ela não me soltou.

-Fica Edward. – ela pediu sonolenta e me deitei na cama com ela, a puxando de encontro ao meu corpo, e adormecemos juntos.

Acordei com o sol invadindo o quarto e fui tomar banho, Bella ainda dormia abraçada ao meu travesseiro, e suspirei com medo da reação dela, ao saber da minha viagem.

Assim que cheguei ao quarto, Bella estava enrolada no lençol e corou a me ver, sorri e dei um beijo rápido nela.

-Vá tomar banho. – ela assentiu sem falar comigo ainda corada como o inferno e correu para o banheiro.

Fui arrumar uma pequena mala de viajem, e comecei a colocar algumas roupas, teria que trazer mais coisas de Londres, e comprar uma casa aqui.

Fazia mil planos em minha mente quando Bella saiu do banheiro usando calça jeans e uma regata branca.

-Preferia o lençol.

-Edward. – ela fez um biquinho corando mais, e ri e fui até ela a beijando demoradamente.

-Bom dia. – sussurrei contra seus lábios, e ela ronronou me agarrando com as pernas, em meu quadril.

-Muito bom. – eu ri e sentei na beirada da cama e beijei seu pescoço.

-Cadê a minha inocente Isabella? – ela corou mais e enfiou o rosto no meu peito.

-Edward.

-Desculpe amor. – ela sorriu e evitou olhar nos meus olhos, mais franziu a testa.

-O que foi? – perguntei acariciando sua bochecha.

-Vai viajar?

-Ah, sim. – afastei Bella e fui terminar de arrumar minhas coisas. – Uma viajem de negócios.

Voltei a olhar para Bella, e seu rosto estava branco, me aproximei dela, mais ela se afastou de mim.

-Agora que conseguiu o que quer vai embora. – ela falou e senti dor em sua voz.

-Bella, eu só vou por uns dias eu volto. – ela negou e se afastou mais de mim.

-Você já tirou minha inocência agora eu não sirvo pra mais nada. – ela me acusou e lagrimas escorriam por suas bochechas, a cor tinha sumido de seu rosto delicado.

-Bella, não seja boba. Eu... – fui em sua direção, mais ela correu em direção ao elevador e já apertando o botão furiosamente.

-Chega Edward, eu já entendi. Você ia se despedir de mim, e nunca mais me ligar. Pois poupe seu trabalho. Até nunca mais. – ela falou com voz de choro e entrou no elevador que se fechou.

Fiquei tão atônito com as palavras de Bella, que não consegui me mover por vários minutos. Ela havia partido e para sempre?

Ouvi meu celular tocar, e não dei atenção, com certeza era Emmett me apresando, mais eu não podia ir viajar, não agora e botar tudo a perder.

Mais só seria para sempre se eu deixasse.

E ela não ia conseguir escapar de mim não agora.

Continua...

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