SMS - Capitulo 7

Lembrança IV

Bella: por favor, deixa eu entrar! – a porta do meu quarto quase ia ao chão conforme as batidas se intensificavam – Edward, para, abre! Ô mãaaaaae!

Ouvi passos, e minha mãe parou ao lado dela pelo lado de fora.

Esme: porque tá gritando, menina? – perguntou impaciente. Dentro do quarto eu estava deitado na cama olhando pro teto, com os braços atrás da cabeça, apenas esperando o que Bella ia fazer.

Bella: o Edward, mãe! Ele se trancou, e não quer me deixar entrar! – insistiu, ainda batendo na porta. Eu sorri de lado – ABRE EDWARD!

Esme: Ué, mas se ele fez isso com você com certeza teve um motivo... Anda mocinha, fala o que você fez pro seu irmão agir assim – eu ri em pensamento, esperando ouvir sua resposta.

Bella: eu não fiz nada, mamãe... – gaguejou – é que... Que agente teve uma longa conversa na beira do lago ontem e hoje à noite, e aconteceram umas coisas que o deixaram chateado. Foi só.

Só? Onde estava a parte dela implorando pra eu ficar? Onde estava a parte em que nos beijamos e ela me fez perder o controle? A parte em que nós dois nos deixamos levar... A parte em que quase transamos? A parte em que de madrugada ela sonhou comigo coisas indecentes?

A luz do dia tinha me feito refletir. Era pura loucura!

Esme: Sei... – a voz de minha mãe foi meio desconfiada – Edward, querido, abre essa porta pra sua irmã... Vai logo, daqui a pouco é a festa do aniversário dela, seja o que for é melhor tratar agora do que ficar fugindo. Oras vocês nunca brigaram em todos os seus 15 anos juntos... Anda, vai se trocar logo, Isabella! Daqui a duas horas estaremos saindo.

Bella: deixa mamãe... Acho que ele quer ir pra droga de Londres brigado comigo. Esse idiota! – ouvi seus passos duros até o quarto, e a porta bater. Levantei-me da cama, percebendo que ela tinha razão. Não iria adiantar fugir.

Eu era homem e tinha que assumir o que eu fazia. Estando eu certo ou errado. E naquele caso, completamente, totalmente, errado! Caminhei até o quarto de Bella, e quando lá cheguei virei a maçaneta da porta. Estava aberta, então entrei.

Bella: Sai! – disse quando me viu, jogando um travesseiro de estrela contra mim. O agarrei no ar, e continue a caminhar depois de fechar a porta. Bella ficou de pé, na intenção de fugir, porém a peguei pelo braço, e a joguei dentro do banheiro dela, trancando a porta.

Edward: você quer conversar agora vamos conversar... – a prensei contra a parede – já tomei uma decisão, e essa decisão é: jamais faça aquilo de novo!

Bella: aquilo o que? – falou em tom baixo, não se mexendo nos meus braços.

Edward: o que fez ontem à tarde, e o que fez hoje de madrugada... Nunca mais me faça perder o controle e te tocar!

Bella: está me machucando por causa disso? Porque você me desejar? – ela já começava a chorar – desculpa Edward, mas eu comecei e você terminou... Não adianta você pegar e tacar toda a culpa em mim! Eu não fiz sozinha... Quer dizer, eu não fiz nada! É você quem toca o meu corpo, é você quem sempre faz tudo...

Ela tinha razão. Ela tinha toda razão. Espera... Eu não tinha ido lá na intenção de me culpar? E eu estava ali, jogando a culpa nela? Idiota, Edward, idiota!

Edward: você não entende Bella... – suspirei – meu Deus, eu te amo! Eu sou homem... – percorri o corpo dela com os olhos, e ela corou, ainda chorando – vou precisar desenhar pra você que isso é errado? – eu a soltei, e ela foi pra longe de mim com os olhos cheios.

Bella: vai pra Europa e nunca mais olha na minha cara, seu maldito! – berrou – vai pro inferno, Edward! – e virou as costas indo em direção ao seu quarto em passos firmes.

Final Lembrança V

“É lógico que isso não durou. Na festa éramos melhores amigos novamente. E tudo aconteceu muito rápido... Idas e vindas da Europa. Idas e vindas com ela... Rolou de tudo entre nós, até que chegamos a um ponto insuportável, que de tão extrapolante, me peguei fazendo sexo por telefone com a minha irmã mais nova. O que mais podia piorar? Era ridículo chegar a esse ponto, mas nesse momento eu percebi que a virgindade do corpo não era nada comparada ao que nós já havíamos feito com nossas mentes e corações.

Nós já éramos um do outro, e nem havíamos sequer nos dado conta. Botei na minha cabeça que iria deixar as coisas rolarem, e foi assim que aconteceu quando voltei pra casa novamente. Dei-me conta que negar era ridículo. Não havia nada mais que eu pudesse preservar. No momento em que me declarei pra mim mesmo apaixonado por ela, toda a inocência que eu tentava dela manter era em vão. Ela me queria, eu a queria... Não havia como escapar.

Fiz com que acontecesse. E no momento em que deitei com ela na mesma cama com sexo em mente, a primeira coisa que me veio à mente foi o pecado. O pecador que eu era, e a pecadora que eu a estava induzindo a ser. Eu queria o céu pra minha pequena Bella, não o inferno, e era para lá que eu estava levando-a. Sabia que ia me arrepender quando acordasse, sabia que nada no mundo que eu chegasse a fazer iria apagar esse meu pecado...

Porém tudo ou qualquer coisa sumiu quando eu me senti dentro dela... Quando senti o meu corpo no dela, cercado pelo seu calor, prensado contra suas defesas. Senti que ali era o meu lugar e Bella era minha.

Foi tudo tão natural como se tivéssemos sido feitos um pro outro, e foi à coisa mais perfeita que nos podia ter acontecido. Não apenas prazer em sua forma básica, mas prazer em saber que era o certo. Em saber que o meu coração agora, estava completo.

No dia seguinte pensei ser o cara mais feliz do mundo. Não houve sequer uma gota de arrependimento e me dei conta de que por todo esse tempo que tínhamos nos privado de fazer amor o meu maior medo não era o pecado, e sim o arrependimento que eu veria nos olhos dela assim que acordássemos de toda aquela bolha perfeita.

Não havia arrependimento nos olhos dela, não havia medo de mim, não havia nada que não fosse amor. E isso me deixou completo... Seguro! Depois daquela noite a minha vida, em sua forma total se tornou Bella. Somente a queria mais do que antes... Era a coisa certa. O tempo voou e tudo começou a se tornar difícil pra nós.

Até que existiu o plano perfeito de ficarmos juntos pra sempre longe dos nossos pais. Bella concordou comigo, mas não deu certo porque meses depois... Recebi uma bomba!

Ela tinha sumido. Não me ligava, sem e-mails, nunca no MSN, toda vez em que eu a procurava, não estava em casa nossa mãe estava se tornando fria quando eu falava dela. Havia algo errado. Na primeira desculpa, o aniversário dela de dezoito anos, peguei um avião pros EUA e liguei pra minha mãe só dentro do aeroporto de modo a ninguém inventar uma desculpa pra me manter longe.

Lembrança V

Esme: Edward, meu amor...

Edward: Oi mãe, como é que tá?

Esme: ótima, meu anjo e você? Está em Londres?

Edward: estou bem mãe, e na verdade, estou no aeroporto de Londres indo pra casa – temi por uns instantes a resposta ouvindo o anuncio de alguns vôos – tudo bem pra você?

Esme: Ah... Claro! – respondeu depois de um tempo – na verdade, meu amor, eu sei que você deve estar pensando que estamos com algo contra você, mais na verdade... É a sua irmã.

Edward: A Bella? – questionei meio nervoso, ouvindo a voz dela do outro lado da linha do telefone – o que tem ela?

Esme: na verdade, meu amor, já faz um tempo que eu deveria ter te contado, mas ela não me deixou... Ela me fez prometer que não diria, mas de qualquer modo você vai ficar sabendo mesmo.

Edward: SABENDO DO QUE? – eu já entrava em pânico.

Esme: A sua irmãzinha, filho... A Bella tá grávida!

Silêncio. Muitos minutos de um silêncio que arrasava o meu coração em milhões de fragmentos.

Edward: O que a senhora está me dizendo? – nem sei como a minha voz saiu naquele momento, porém tentei me conter. Bella... Grávida – isso... Isso não pode ser verdade! Deve ser um engano...

Esme: o barrigão de quatro meses dela não é um engano! Muito menos os dois nenéns que tem lá dentro, porque pra variar, são gêmeos! E o pior... Ela nem nos diz que é o pai! – riu irônica. Fiquei mudo – Edward? Querido, está ai?

Edward: mãe te ligo depois... – fechei o celular, mas não antes de ouvir ela me dizer que iria me buscar no aeroporto.

Final lembrança V

“O que se passou na minha cabeça? Que a minha irmã estava grávida, e o pai com certeza, era eu! Que de dentro dela iriam nascer duas crianças e que somente eu era o responsável pelo pecado que essas almas inocentes trariam pra vida.

Não havia coerência nos meus pensamentos, eu só queria matar Bella por não ter me dito! Eu só queria estrangulá-la viva por ter mantido em segredo os nossos filhos, por ter me mantido longe. O que ela pretendia com isso?

Voltei pros EUA e a primeira coisa que eu queria ver era ela. Pensei que fosse uma miragem a Bella grávida que eu via a minha frente... Frágil, pálida e chorosa. Eu olhava pra e em seus olhos vi a menininha que eu cuidava com tanto carinho... Que eu protegia de tudo e todos, o meu xodó, o meu carinho, o meu pequeno grande amor. Tudo distorcido. Eu tinha feito duas crianças nela, e isso poderia ser... Fatal! Como? DOIS IRMÃOS pais dos mesmos filhos. A idéia não se encaixava no meu senso de realidade.

Porém era isso que eu tinha que encarar. Bella e os nenéns. Eu não iria ser covarde, fugir, deixar ela pra trás com o meu erro crescendo debaixo da pele. Não era isso que eu sempre quis? Não deixá-la sofrer por mim. Agora tinha que cumprir a minha promessa a mim mesmo e a pessoa que eu mais amo no mundo.

Fiquei ao lado dela, escondendo, escutando, cuidando dela e das minhas meninas. Até que não deu mais, as palavras voaram da garganta, e num segundo... Meus pais sabiam de tudo. Não pude me conter, pois tudo foi mais forte do que eu quando ouvi minha mãe falando dela como se Bella fosse uma vagabunda. Eu não podia deixar isso acontecer, não na minha frente, na minha cara.

Não era o certo, mas foi o que fiz. Contei, e tive que arcar com as conseqüências sozinho. Eu não tinha idéia se ia conseguir... Se teria pulso firme pra seguir com pra onde fosse, mas bastava olhar nos olhos de Bella e saber que isso era pra mim. Afinal, fora isso que eu sempre quis... A minha irmã só pra mim, sem ninguém entre nós, e na verdade, os bebês eram o nosso laço eterno.

Fomos pra Londres onde eu tinha tudo, e a nossa luta constante começou. A barriga crescia, e crescia... Assim como o nosso medo. O medo que nos percorria a cada consulta médica, tremendo a cada palavra recitada pelo doutor sobre as crianças. Sabíamos dos riscos. Sabíamos que poderíamos ter desgraçado com a vida de um ser indefeso, trazendo ele pro mundo com algum tipo de deficiência física ou mental.

Estávamos mais preparados pra isso do que se podia imaginar, envoltos a magoas, tristeza e solidão. Éramos só nós, inexperientes, sem caminho, sem idéia do que fazer, sem ao menos saber trocar uma fralda... Porém jamais abrimos a boca pra reclamar e ao contrário disso, dávamos graças a Deus todos os momentos por nos ter juntado e por ter feito do nosso castigo menos doloroso por estarmos juntos.

Numa madrugada, numa noite tempestuosa, me vi no hospital ao lado de Bella vendo as minhas filhas-sobrinhas nascerem. No momento em que o médico pegou o primeiro bebê, o encaixou nos meus braços e eu a observei chorando, tive a noção de que... Tudo estava no lugar. Era uma garotinha loirinha, forte e branquela nos meus braços. O que eu podia querer? Ela tinha saúde, mas a minha agonia não tinha terminado.

Nasceu a outra, e não fora tão perfeito assim. Mellody tinha graves problemas respiratórios, e precisou ficar quase um mês no tratamento. Era horrível ver Bella em casa somente com um neném nos braços, chacoalhando docemente Mellany de um lado pro outro, pensando na outra pequena menininha que havíamos deixado no hospital.

Ela me dizia que a culpa era sua por Mellody estar sofrendo com apenas dias de vida... Que não deveria ter insistido pra ficarmos juntos daquele jeito. Que deveríamos ter esperado. Que seu corpo era frágil demais pra gêmeos. O que eu podia fazer além de olhar e chorar?

Recuperamos a nossa filha, e a nossa vida. E agora, estamos como estamos. Novamente, sozinhos e separados”.

Tudo se quedou em silêncio quando terminei de falar. Seus olhos me perseguiram, porém desta vez não me senti culpado como antes. Agora o aspecto de seus olhares eram de pura calmaria. Rapidamente, como se fosse tudo um vulto, eu não estava mais ali, e sim meu pai, sentado no lugar do entrevistado.

Eu tinha dito a Bella que iríamos ficar bem, e de fato, iríamos ficar. Iniciaram-se perguntas pra ele, e enquanto eu era removido do local por um policial, pude ouvir o começou de tudo.

“Senhor Cullen, você acreditar que o amor que seus filhos sentem um pelo outro seja de fato, amor, ou apenas uma atração desnecessária?”

Carlisle: Eu sempre soube que Edward e Bella não se viam como irmãos. Isso era notário quando eram apenas crianças, pelo modo como agiam, falava e se portavam na presença um do outro. Nunca foram irmãos, no sentindo real da palavra... Da mesma forma como a tal atração desnecessária nunca existiu entre eles. Eu não só acredito no amor deles, como sei que é real. Vi crescer, vi acontecer.

“Então o senhor confessa que sempre soube que seus filhos se gostavam de outro jeito que não fosse como irmãos?”.

Carlisle: Sim, eu sempre suspeitei. Porém quando cresceram e a minha filha apareceu grávida, minhas duvidas sumiram. Era real.

“Nunca se postou contra ou teve vontade de separá-los?”

Carlisle: De inicio sim, porém quando me dei conta verdadeiramente ao ver a minha filha grávida, já era tarde demais pra tomar alguma providencia. E além do mais, sou a favor do amor e da plena felicidade dos meus filhos. Jamais faria algo pra machucar um dele, que dirá algo que fosse machucar aos dois.

“Acredita que eles oferecem algum rico a Mellody e Mellany?”

Carlisle: De forma alguma. Não há nada que eles amem no mundo mais do que amam essas meninas... Estão ligados a eles como pais e tios. Isso é forte. E além... Qual pai e mãe fariam mal a um filho que ama? Claro, não inclua nessa estatística minha ex-esposa...

Não ouvi o resto, fui blindado pela porta se fechando atrás do meu corpo. Vi Bella sentada no canto da sala com as mãos vermelhas onde as algemas estiveram. Olhamos um pro outro e sorrimos... Sentei-me longe dela, e ficamos ali até o martelo ser batido e ambos absolvidos de todas as acusações.

Seis meses depois

Bella: Edward, Edward!

Contente, linda e grávida, Bella vinha em minha direção com um sorriso de orelha a orelha. Mellody estava ao meu lado, desenhando no sofá meio absorta em seus pensamentos. Mellany olhou pra Bella assim que ouviu sua voz, descendo as escadas em direção a mãe.

Sorri, imaginando a noticia que receberia a seguir.

Morávamos juntos, os quatro, numa casa bonita em Londres, trabalhando e vivendo bem um ao lado do outro. Com quatro anos completos, as gêmeas a cada momento em que se pareciam mais, se diferenciavam na forma de agir.

Bella trazia consigo uma gestação de cinco meses, fazendo Mellody nem ligar pra isso, e Mellany se empolgar demais.

Vendo Mellody eu me lembrava de mim quando minha mãe estava grávida de Bella. Vendo Mellany às recordações de mim ao ver Bella crescendo surgiram novamente.

Edward: Oi amor... – sorri, assim que Bella me esmagou num abraço – o que é?

Bella: É um menino, Edward! – disse sorrindo, porém meio preocupado – um menino, você acredita? – tapou a boca com a mão.

Mellany: MENINO? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – começou a pular de um lado pro outro, entrando entre mim e Bella e grudando o ouvido na barriga da mãe – Oi irmãozinho... Eu sou a Mellany e vou cuidar de você pra sempre.

Bella e eu nos olhamos ao mirarmos Mellody no sofá indiferente.

Mellody: menino? – ironizou – que chato.

Exatamente como eu.

Observando os olhos apavorados de Bella entre a alegria exagerada de uma e a indiferença notável de outra, pude ver as palavras: CASTIGO. Estampadas no rosto da minha irmã. Um castigo em dose dupla.

Corri pro telefone ao passo em que imaginava o futuro. Eu e Bella, sem podermos dizer nada enquanto nossas filhas gêmeas se matavam em troca do amor do irmão... Mas não um amor comum, e sim o amor pelo qual elas nasceram.

Um amor errado.

Quem será que ele iria amar? O que poderia acontecer?

Edward: Alô? Pai? – perguntei.

Carlisle: Sim, Edward, tudo bem? – sua voz era aflita.

Edward: Não pai, aconteceu o que temíamos. É um menino... – joguei tudo pra fora.

Carlisle: Sério? Ah meu Deus, já vou mandar arrumar o quarto das meninas – riu.

Edward: faça isso... – olhei pra Bella, ainda estática, com Mellany grudada em sua barrigona – mas não se preocupa, elas irão apenas daqui a uns anos.

Desliguei após conversar direito com meu pai.

Bella: Desculpa – falou, assim que cheguei perto dela – eu juro que pensava que se eu engravidasse seria uma menina.

Edward: tudo bem Bella – abracei-a – não foi sua culpa.

Bella: eu não quero que eles sofram – choramingou – se eu pudesse ter certeza...

Edward: não vão sofrer... Vai dar tudo certo. Não irão passar pelo mesmo que nós...

Bella: eu não programei isso... – jurou, me olhando nos olhos. Beijei-lhe a testa, e a abracei mais forte contra o peito. Ela riu.

Edward: e o que foi que nós dois programamos, irmãzinha?

FIM

5 comentários :

Owww linda História linda mesmo nossa ela quebra todos os tabus que bela vadia mãe foi a Esme viu tsc tsc

4 de abril de 2011 17:45 comment-delete

caraaaaaaaaamba chorei mto
essa história é linda

Anônimo
9 de janeiro de 2012 01:41 comment-delete

vc é doida muito legal a história se esse triangulo realmente acontecesse ia ser uma confusão danada

12 de dezembro de 2012 22:58 comment-delete

vc é doida muito legal a história se esse triangulo realmente acontecesse ia ser uma confusão danada

12 de dezembro de 2012 22:59 comment-delete

Oh Good!
Querida, essa foi a melhor fic que eu ja li em toda a minha vida!
Eu chorei e ri com ela, e me apaixonei um pouco (lesse muito) mais pelo Edward!
O amor deles era lindo, eu acho q vc deveria fazer uma segunda temporada, sabe, com a historia das duas irmas e do novo irmaozzinho, mas quatro anos de diferenca e um bocada de tempo, nao?!
Bjinhos, e eu realmente nao tenho palavras para como estou me sentindo em relacao a essa fic! Eu realmente a amei, e queria poder demonstrar isso, mas nao da, entao espero que vc realmente acredite quandoo lhe digo ELA E TOTALMENTE E IRREVOGAVELMENTE DIVINA!!!!!

18 de maio de 2013 19:46 comment-delete

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