ACLDP - Capitulo 5

Quinta Lição


Me acordei ainda muito sonolenta e percebi que Edward não estava mais na cama. Coloquei uma camisa dele que estava jogada no chão, uma calcinha e ainda me vestindo, pude ouvir barulhos no banheiro. Fui até lá, me deparando com a visão do meu Deus grego tomando banho, mas infelizmente a imagem estava embaçada por conta do box. Curiosa, abri devagar o vidro, porém fui parada.



- Eu não quero companhia. Hoje você será minha empregadinha, está me entendendo? - Ele falou, estreitando os olhos.



- C-como assim? - Falei com raiva por ter sido flagrada.



- Sairei por uns minutos, aproveite e se lave. Mais tarde saberá. - Ele falou, desligando o chuveiro e pegando a toalha.



Ele enrolou a toalha em seu quadril, deixando seu peitoral exposto e mal me dirigiu o olhar. Eu queria mais. Depois que se prova do leitinho de Edward Cullen não se quer outra coisa. É viciante.



Edward foi até seu armário para pegar algo para vestir, e eu, em uma tentativa desesperada, comecei a me despir na porta do banheiro, de modo que ele tivesse total visão do meu corpo nu.



Comecei a desabotoar a camisa que havia posto, deixando meus seios à mostra, ele rapidamente voltou seu olhar na minha direção.



- O quê? - Ele falou, com uma voz indignada.



Tirei a camisa, deixando-a cair em meus pés, e vi seu membro começar a dar sinais de vida dentro da calça.



Coloquei minhas mãos nas bordas da minha calcinha, empurrando-a sensualmente e muito, mas muito devagar para baixo, de forma que ele seguisse cada movimento meu. Brinquei com a minha língua nos meus lábios, mordiscando sensualmente minha boca. Quando deixei roupa cair em meus pés, olhando para baixo, senti duas mãos segurarem meus braços e imprensar-me na parede.



- Não... brinque com fogo. - Ele falou entrecortado, tentando se controlar. - você pode se queimar. - Ele continuou. Untei.



- Hum... - Gemi, quando Edward começou a dar chupões fortes no meu pescoço, que certamente deixariam marcas, e sem mais nem menos, me soltou.



- Ahm? – Grunhi indignada.



- Vá para o banho. Agora! - Ele ordenou seco.



Mas eu não consegui mover meus pés até que ele saísse do quarto. E quando ele o fez, meus joelhos cederam e eu escorreguei pela parede até o chão. Porra que homem gostoso!



Assim que me recuperei, fui até o box e liguei o chuveiro, planejando me aliviar ali mesmo com o chuveirinho.



Em menos tempo que eu imaginei, pude ouvir a porta batendo, mas eu nem havia saído do banheiro ainda. Ainda lavava os cabelos, completamente relaxada por conta do orgasmo recente.



- Quando terminar se vista. - Ele falou, e deixou alguma coisa cair com um baque no chão. - Você precisa fazer uma faxina em mim. – Ele falou cínico.



- Certo. - Respondi, mordendo os lábios quando ele abriu a porta do box, me encontrando completamente nua e literalmente molhada.



- E agora eu sou o seu “SENHOR” Isabella. Toda e qualquer ordem que eu te der você diz “Sim senhor”. - Ele disse, me comendo com os olhos.



Em seguida, Edward fechou a porta do box e eu não agüentei de curiosidade, terminei o banho mais rápido do que pretendia. Me enrolei na toalha e fui em direção à sacola que ele havia deixado ali.



Dentro tinha uma roupa de empregada. Roupa nada, tinha um pano minúsculo disfarçado de fantasia de empregada. Eu sorri. Era tudo que eu queria. Ser tratada como escravazinha sexual dele.



Coloquei o coletinho transparente preto nos meus seios, dei um nozinho. Ele tinha um babadinho branco por cima, mas não escondia nada.



Pus uma bandana na cabeça e uma micro saia de babadinhos branco transparentes, sem calcinha alguma. E tinha um espanador, eu bem sabia para que eu usaria aquilo. Quando saí do banheiro ele estava deitado na cama me esperando.



- Pronto. - Falei. - Senhor. - Completei rápido. - Estou pronta para começar a faxina. - Eu disse, com um sorriso malicioso.



- Acho que estou sujo. Vem me limpar, vem. – Ele sorriu safado.



- Por onde eu começo? – Entrei no jogo.



- Pelo meu pau. – Eu fui até ele e tirei vagarosamente sua bermuda, ele estava sem cueca e seu membro já estava ficando ereto.



- Como você quer que eu limpe Senhor? - Falei, encarando aquele membro enorme.



- Com a língua. - Ele disse, mordendo os lábios como se fosse óbvio.



Eu passei a língua vagarosamente por toda a extensão do seu pau, lambendo, chupando e me afogando naquele membro delicioso que eu tanto queria dentro de mim neste exato momento.



- Uhhh. Limpa direitinho empregadinha. – Ele agarrou minha cabeça com força me fazendo engolir seu membro todo e quase me fazendo engasgar.



- Isso. Tá ficando do jeitinho que eu gosto. Se você limpar direitinho eu te dou uma boa gorjeta.



Eu fui chupando, mordiscando, lambendo e cuspindo naquele pau grosso e meu senhor ia rosnando e gemendo alto, já quicando na cama em minha direção.



- Ahhhh.... Isso! Faz direitinho gostosa. – Eu senti seu membro pulsando na minha boca e o gostinho da primeira gotinha já inundava meu paladar.



- ENGOLE TUDO! – Ele berrou e eu senti sua porra na minha garganta, lacrimejei mas engoli tudo e limpei com a minha língua qualquer restinho que tenha sobrado.



- Hummm. – Ele relaxou com as minhas lambidas.



- E agora senhor? – Eu estava apenas começando.



- Agora eu quero que você limpe o chão da minha sala. DE QUATRO. – Eu obedeci.



Eu já sentia meu sexo encharcado de mel, estar sem calcinha só aliviava isso. Eu estava quente e aquilo me incomodava.



Eu peguei o espanador e fui engatinhando de quatro até a sala, senti Edward atrás de mim. Quando cheguei à sala, ele se jogou no sofá e eu fiquei de quatro, esperando suas ordens. Ele colocou o dedo no meu sexo, e foi certeiro, no pontinho do meu prazer. Eu gemi.



- Ahhhh.



- Shhhhh. Nada de gemer. Se gemer apanha entendeu? – Ele ralhou comigo.



- Sim senhor! – Ele me deu um tapinha na bunda, que me deu mais vontade ainda de gemer para apanhar mais e mais.



Peguei o espanador e fingi trabalhar. Eu ia espanando e ele ia me provocando, ora pegando no meu sexo, ora pegando nos meus seios. E eu não podia parar de espanar e nem podia gemer. Meu mel já escorria pelo chão e eu mesma já escorregava com meus joelhos na minha tara.



Meu Senhor foi tirando minha roupa e me dando tapinhas de leve, que com certeza me deixariam marcada. Ele estava nu me seguindo e eu tinha que me arrastar até ele. Eu faria isso resto da vida, aquele homem era uma delícia completa.



- Agora tira o pó dali da mesa de centro vai. – Ele mandou. Eu me curvei para cima da mesinha e senti uma estocada funda de seu membro.



Meu Senhor estava me comendo de quatro.



- Se gemer eu páro entendeu? – Ele disse, audivelmente se divertindo.



- Humrum. – Eu abafei qualquer resposta com um grunhido excitado.



Edward começou a estocar com força e eu me empinei mais ainda para receber aquele membro. Era diferente de tudo. Eu não sentia mais dor. Meu sexo não estava mais apertado, eu já sabia o que era um orgasmo, estava relaxada, e cada minuto que passava eu sentia mais tesão ainda.



Eu me perguntei, enfim, seria essa a quinta lição?



Edward sentiu que eu ia gozar e parou. O suor escorreu pelo meu corpo, e quase me indignei se não soubesse que ele era o meu patrão.



- Levante-se. – Ele pediu com o cinismo natural dele.



- Alguma pergunta empregadinha?



- Não Senhor.- Meu sexo ardia e piscava chamando por ele. Eu queria gritar que o queria dentro de mim, mas não podia.



- Ótimo. Obediente, do jeito que gosto. Está vendo aquela janela de vidro? – Ele apontou para a janela do apartamento. Aquela que eu pensei ter a vista linda, que agora ele afastara a cortina.



- Estou. – Eu disse me aproximando para olhar.



- Eu vou comer você para os vizinhos assistirem. Mas só você aparecerá para eles. Está me entendendo?- Disse. - Eu te fiz uma pergunta. - Completou, quando eu não respondi.



- Estou. - Respondi, mordendo os lábios, excitada e assustada.



- Ótimo. – Ele riu cínico.



Edward me colocou com o corpo colado à janela, eu empinei a bunda o máximo que deu para trás para que ele não aparecesse aos olhos dos outros. Ele estocou em meu sexo sem dó, rápido, forte e fundo. Quando abri os olhos por conta do susto tinha um rapaz me encarando. Engoli em seco.



Edward foi me comendo longamente, me torturando para que nenhum dos dois gozássemos. Eu olhei pela janela e vi o rapaz ficar nu me olhando safado. Ele fez sinal de silêncio e um poder de sedução perpassou meu corpo. Era como se eu tivesse fazendo sexo com os dois. Eu tinha o poder de dar prazer aos dois homens e ainda sentir prazer.



O homem desconhecido que batia uma punheta para mim era lindo, loiro, corpo sarado e em nada perdia para o meu patrão. Eu fiz caras e bocas para ele. Toquei nos meus seios circundando o biquinho e mostrando para ele. Me sentia como se tivesse traindo Edward, e a idéia era tentadora.



Ele parou de estocar e me colou contra a janela para que o outro visse o meu corpo. Senti minha bucetinha encharcado o vidro de melzinho.



- Acho que você deve estar se perguntando qual a quinta lição. – Ele disse no meu ouvido. Agora a curiosidade me atiçava e eu me esqueci do estranho.



- Qual é? – Eu perguntei entusiasmada.



- Bem, eu diria que é te ensinar a fazer Amor, em vez de sexo. – Ele me virou de frente pra ele e me fitou com os olhos verdes penetrantes, me fazendo congelar de surpresa.



Eu não sei quantos minutos se passaram, mas sei que nós dois caímos na gargalhada juntos.



- Me perdoe a franqueza, Patrão, mas essa é uma lição que o senhor mesmo tem que aprender. – Eu disse ainda risonha.



- Eu sei. E aí que entra o Emmett. - Ele falou misterioso me olhando, provavelmente esperando por uma reação.



- Emmett? – Perguntei confusa.



- O homem que estava te assistindo. – Eu corei, pensei que ele não tinha notado.



A campainha soou alto e ele fez um gesto em direção a porta.



- Vá atender, ele faz parte da última lição. - Ele falou.



Fui em direção a porta sem hesitar, colocando as mãos em cima de meus seios. Sentia Edward logo atrás de mim, mas não parei nem por um segundo. Abri a porta, e lá estava o gostoso que havia batido uma pra mim. Ele estava sem camisa, a calça estava caída, seus olhos muito verdes me chamavam a atenção, tal como os de Edward faziam. Seu cabelo loiro era um pouco mais curto do que o de Edward, porém, bagunçado do mesmo jeito sensual.



Senti meus joelhos enfraquerecem diante daquela visão, e minhas mãos caíram ao lado, mostrando meus seios. Os olhos do homem que iria me comer daqui a alguns minutos se voltaram para aquela direção. Ele entrou na casa, segurou meu queixo e deu-me um beijo demorado e molhado. Untei total.



Emmett me soltou e piscou para Edward. Os dois deram um soco no braço um do outro, como algum tipo de cumprimento masculino e Edward segurou forte em meus cabelos, fazendo meu rosto ir para trás com o puxão repentino.



- Pronta para fazer a prova final? - Disse, em seguida lambeu minha orelha.



Não sei como eu estava aguentando aquilo, aqueles dois Deuses na minha frente preparando-se para me comer de todos os jeitos possíveis, mas sim, eu estava pronta. Prontíssima.



- S-sim. - Murmurei em resposta, e os dois deram risadas sacanas.


Emmett veio até mim e colocou-me em seu ombro, pegando-me de surpresa. Deu tapas na minha bunda e uma lambida em minha perna, até carregar-me ao quarto de Edward e me colocar na cama, totalmente aberta.



Os dois conversaram alguma coisa em voz baixa, enquanto eu estava ali, admirando os dois deuses que estavam à minha frente. Emmett deixou sua calça deslizar, liberando um membro enorme. Se me perguntassem qual dos dois era maior, eu não saberia responder.



Edward subiu na cama e chegou bem perto de mim, colocando um dedo embaixo de meu queixo.



- Cuidado que entra... - Ele pensou. - ...pau aí dentro. - E riu.



Forçou-me a deitar e me deu um beijo molhado, logo após descendo para beijar meus peitos. Eu não conseguia ver nada, pois estava de olhos fechados, consumida pelo prazer, mas logo senti Emmett abrindo minhas pernas e uma língua quente adentrar em minha grutinha, totalmente encharcada.



- Ouh... - Gemi, mas logo recebi um tapa dolorido na coxa, vindo de Edward.



- Sem gemer. - Ele falou, e eu quase gemi novamente, olhando para aqueles lábios deliciosos.



Eu estava tentando me conter para não gemer, mas era quase impossível. Aquela língua quente e deliciosa me torturando, Edward chupando meu seio direito e estimulando o outro, senti um dedo adentrar minha gruta molhada - ou seria encharcada?



Arqueei meu corpo na cama, dando mais facilidade para Edward e para Emmett. Quando senti o orgasmo chegar, prendi minhas unhas no lençol, quase o rasgando, e sem me conter, gemi algo.



- OH, MEU DEUS! - Gritei, sentindo meu corpo ter espasmos violentos.



- Meu Deus não putinha. – O tal do Emmett me virou de costas me prensando na cama, quase me sufocando. Eu ainda não tinha me recuperado dos espasmos violentos do recente orgasmo.



- SEUS Senhores, está me entendendo? – Ele acariciou o meu rosto com falsa delicadeza.



- Sim senhor. – Eu respondi ainda sufocada.



- Boa... – Ele deu um sonoro tapa na minha bunda, aquele doeu.



- Empina vai. – O meu novo Senhor mandou.



Eu não tinha forças nos joelhos e empinei minha bunda como deu, o que não foi muito.



- O que achou do material? – A voz do meu professor falou sarcástica.



- Dá para fazer estrago. – O Senhor musculoso respondeu e os dois riram alto, me deixando um pouco assustada. Não fosse tamanho o prazer que eu sentia em ser usada.



- Posso fazer as honras? – O novo senhor perguntou.



- Claro. É muito apertadinha... Deliciosa. – O meu professor respondeu.



Sem qualquer aviso prévio Emmet penetrou meu cuzinho com força e eu senti uma dor descomunal. Sem lubrificação, sem nada para aplacar o atrito de um membro tão grande. Ele ficou bombando com dificuldade e Edward veio até a minha frente para me acalmar.



- Relaxa Gostosa, você vai gostar. – Ele me beijou com ternura e por um momento me perdi naqueles lábios, esquecendo a dor e os urros de prazer do Emmett.



- Tá doendo. – Eu falei com franqueza e lágrimas nos olhos.



- Eu vou fazer gostoso, delícia. – Edward disse e por um momento senti compaixão em sua voz.



Eles me viraram de lado e Edward me penetrou com carinho, enquanto Emmett me beijava e chupava os meus seios um tanto violentamente. Edward foi estocando devagarzinho, me fazendo relaxar e esquecer a dor. Enquanto eu ia chupando o membro muito duro do Emmett, ele urrava de prazer, e era nada delicado.



Quando eu senti que Emmett ia gozar tirei a boca. Eles me viraram de quatro e ele gozou na minha bunda, lubrificando minha entrada. Novamente fiquei de ladinho enquanto Edward me penetrava pela frente e agora Emmett por trás. Eu só tinha olhos para um Senhor, mas confesso que a penetração dupla me enlouqueceu.



- Agora grita o quanto quiser, vai. – Emmett disse e eu urrei.




O desejo se mesclava com a dor e a excitação era tamanha que me fazia esquecer de tudo. Eu sentia meu grelinho ser estimulado por Edward e estava quase tendo um ataque de euforia. Os urros másculos dos dois se misturavam aos meus berros. Era fantástico e decididamente gostoso.



- Isso! Ahh. – Gemi alto.



- Gostosa do cuzinho apertado. – Emmett berrou apertando meu seio.



- Isso gostosa... Tão boa de foder. – Edward disse.



- COM FORÇA! – Eu pedi.



- Ouh... – Eu gemi sentindo estranhos espasmos das minhas duas entradas.



- Porra! – Emmet berrou e eu senti seu jorro pra dentro do meu cuzinho ao mesmo tempo que eu senti o de Edward e o meu se misturando na minha buceta.



- Uhhhhhh. – Edward se aliviou.



- Ah, oh. – Eu gemi baixinho, ainda sentindo as últimas contrações.



Senti o colchão afundar e os dois deitaram, um de cada lado meu. Edward virou meu rosto e me deu um beijo demorado, e por mais cansada que eu estivesse eu queria mais. Eu estava insaciável.



O colchão afundou mais uma vez e Emmett levantou.



- Valeu! - Emmett falou e escutei a porta bater.



Emmett havia nos deixado totalmente sozinhos, e eu ia aproveitar isso. Subi em cima de Edward, aprofundando o beijo, enquanto ele levava as mãos à minha bunda. Eu mordisquei sua boca em um beijo calmo, apenas deliciando-me com seu gosto.



Deixei escapar um gemido quando Edward mordeu meu lábio inferior, e logo senti a ereção de Edward mais uma vez.



Sentei-me em seu membro muito ereto, colocando minhas mãos em seu peito, e comecei a rebolar. Era... Uma delícia. Uma transa calma, logo após ser comida de todos os jeitos, por dois brutamontes deliciosamente bem dotados.



- Hmmm, Bella. - Edward gemeu, fraco. Pegou minha mão e começou a chupar meus dedos, ao mesmo tempo em que eu cavalgava em cima dele.



- Edwa-ard... - Gemi, jogando minha cabeça para trás, tomada pelo prazer.



- Oh, Bella... Vai, isso... - Edward gemeu, colocando a mão em meu pescoço e guiando-me para mais um beijo demorado.



Senti os espasmos chegarem e gozei deliciosamente no membro de Edward, logo depois sentindo ele me preencher, me deixar completa.



Ainda encaixada nele, levantei-me e joguei a cabeça para trás, ofegante. Nossas respirações estavam descompassadas e muito pesadas, por conta do orgasmo recente.



- Isso foi... Uau. - Edward falou, e eu deitei em seu peito.



- Vejo que também dei uma de professora nessa aula, não? - Eu falei, beijando seu peito delineado.



- Então, o que achou de sua última lição, Bella? - Edward disse, brincando com meus cabelos.



- Quer dizer que essa é a última vez que transaremos? - Perguntei surpresa. - Acabou? - Falei, ignorando o "sim" que eu deveria ter respondido a ele.



- Bella, Bella... Só acaba quando nós quisermos que acabe. E nada nos impede de fazer algumas revisões, não acha? - Ele disse e eu virei meu rosto para dar-lhe outro beijo, feliz por ainda poder ter Edward comigo.




~ Alguns dias depois ~



- Bella, levanta! Já está quase na hora dos exames... - Escutei minha mãe gritar da porta do meu quarto. Levantei feliz. Hoje eu iria rever Edward, finalmente!



- Estou indo para o trabalho querida. Beijos! - Mamãe disse e escutei o barulho da chave na porta.



Me arrumei ainda pensando no meu querido professor. Eu não conseguia tirar ele da cabeça desde minha última lição, revivia o tempo todo nossa última transa. Fora a melhor, com certeza... Foi calma, quase como se tivéssemos feito amor. E um dia eu o faria.



Arrumei minha mochila e me arrumei com uma roupa básica, mas ao mesmo tempo sexy. Ignorei o café da manhã. Estava muito, muito nervosa para digerir alguma coisa. Não por conta dos testes, e sim por rever Edward novamente.



Distraída e querendo chegar cedo à escola, abri a porta e saí, trancando-a logo em seguida. Andei de cabeça baixa até a calçada, e logo me assustei quando vi um carro parado em frente a minha casa. Olhei bem, e percebi que era um volvo. O volvo de Edward. Meu coração deu um salto.



Edward estava encostado no volvo, de óculos pretos, com as mãos no bolso e com um cigarro no canto da boca. Uma cena extremamente sexy.



- Bom dia. - Ele falou jogando o cigarro no chão e pisando em cima.




Desencostou-se da porta do carona e a abriu para mim. Atordoada, sentei-me e logo ele veio junto, arrumando o cinto em mim e aproveitando para dar-me um beijo delicioso.



- Ed-ward... - Gemi em sua boca. Ele se afastou de mim, piscou e deu a volta para sentar no lado do motorista.



- Senti sua falta. - Falei, mas logo me arrependi.



- Eu também. - Ele falou e deu partida no carro.



Algo me dizia que Edward não havia sentido falta de mim e sim... dela. Mas o fato de ele ter sentido falta de alguma coisa que fez comigo me deixou contente. Ele ficou com a mão na minha coxa o caminho todo, por vezes olhando para mim e dando um sorriso safado.



Chegamos à escola rápido demais. Edward estacionou um pouco afastado da mesma para evitar que nos vissem juntos. Ele poderia ser expulso da escola por isso.



Quando eu fui levantar do carro, vi Edward abrindo a porta para mim e estranhei. Ou eu estava distraída demais, ou ele havia sido rápido demais.



Saí e ele logo me imprensou contra o carro, beijando-me furiosamente, segurando meu cabelo.



Seus dentes mordiscavam meu lábio inferior, suas mãos adentravam minha blusa em direção aos meus peitos, massageando-os, enquanto eu gemia em sua boca.



- Edward... A aula... - Eu falei, sem vontade.



Logo ele se afastou de mim - não antes de me dar um beijo leve - e começou a andar em minha frente, deixando-me para trás, enquanto eu me recuperava.



Fiquei uns bons minutos ali parados e ofegantes, e quando vi que era seguro andar sem cair, o fiz.



Como eu só tinha exame de química - e era a única de toda a classe - fui direto à sala de Edward, que estava brincando com a caneta, distraído. Eu ri e adentrei a sala, logo chamando sua atenção.



Sentei em minha cadeira, vendo que o teste já estava ali, e ri daquilo. Eu nem havia ficado em recuperação... Digo, pelo menos não realmente.



Edward levantou-se e pegou uma cadeira para sentar-se do meu lado. Começou a beijar meu pescoço e brincar com o lóbulo de minha orelha, mas aquilo não estava me ajudando com a prova, nem um pouquinho. Talvez... Talvez se fosse outro tipo de química...



Desvirei a folha para fazer anotações no verso, nenhum pouco concentrada, e vi algo escrito no canto da página.



"Eu preciso de sexo selvagem”. Estava lá, com uma caligrafia que eu reconhecia como dele. Sem mais enrolação virei-me e peguei na gola de sua camisa beijando-o furiosamente. Eu não agüentaria por muito tempo aquele joguinho.



Edward colocou as mãos dentro de minha blusa e começou a brincar com meus seios, quando escutamos alguém limpar a garganta.



Totalmente constrangida e vermelha soltei-me de Edward, que fez o mesmo. Olhei para ele, e, para minha surpresa, vi que ele ria, olhando para trás de mim. Virei-me e pude ver o diretor da escola, o Sr. Carlisle.



O diretor – que era muito gostoso, por sinal - deu uma risadinha sacana e olhou para os meus peitos, super evidentes e excitados por conta da blusa leve que eu havia escolhido para a ocasião.



- Srta Swan, preciso... - ele mordeu o lábio - de você na minha sala no próximo tempo. - Ele disse e passou a mão por cima de sua calça, onde seu membro encontrava-se totalmente ereto. Gemi surpresa.



- Claro... - Eu disse, não acreditando em minha sorte. Ia ser um ano maravilhoso...



FIM

2 comentários :

Pena que já acabou a fic...
Porque eu amei...
bjks

26 de janeiro de 2011 11:44 comment-delete

Deveria ter continuaçao, fic mais do que perfeita;
Parabéns, amei.
Beijosss

Anônimo
19 de março de 2011 08:04 comment-delete

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