BJO - Capitulo 1

| Capítulo 1: A Decisão |

O dia estava chuvoso. O que em Forks não era nenhuma novidade. Eu estava encolhida no banco do carona, enquanto Edward dirigia, pensando em como eu sempre conseguia perder essa discussão. Edward e eu já vínhamos há algum tempo discordando um do outro quando o assunto era sexo. Ele afirmava que só pensaria nessa hipótese (como assim? não deveria ser uma hpótese, e sim um fato, e consumado!) depois do casamento. Apesar de não conseguir imaginar como eu superaria a timidez, havia semanas que eu já estava subindo pelas paredes, só em pensar num abraço um pouco mais apertado de Edward. O medo absurdo que ele tinha em me machucar já tinha me estressado o suficiente, e eu havia tomado uma decisão. De que seria hoje, o nosso momento.

- Tá quieta, Bella. O que houve?
- Nada! Não houve nada! (tentando disfarçar a voz esganiçada) Estou só pensando em alguns afazeres meus...
- Hum... e eu me pergunto por que não consigo ouvir seus pensamentos! (dando seu sorriso torto para mim)
- Você sabe que não teria graça, Edward.
- Bem, fale por você... para mim teria muita graça!

Ok, decidi que não teria nunca um momento certo para isso. Ou eu fazia alguma coisa, ou desistia da idéia. Virei para ele com a minha voz mais doce possível:

- Edward, se eu um dia fizer algo que você não concorde... você seria capaz de me perdoar?
- Bells, que pergunta... eu sempre vou te perdoar! Principalmente se for bom um bom motivo.
- Ah, pode ter certeza que é por um bom motivo. Muito bom, na verdade!

Ele me olhou como quem estava tentando decifrar algum tipo de código morse que havia saído de minha boca. E antes que ele pudesse entender do que eu estava falando, resolvi agir. Tirei o mais rápido que eu pude (rápido no MEU ponto de vista) o cinto de segurança e me pus no colo dele.

- Bella, o que você está fazendo? (franzindo a testa)

Pude sentir Edward jogando o carro para o acostamento e parando.

- Edward, por favor... só hoje, você poderia não ser o cara mais irritantemente responsável que eu conheço? Me dê um crédito...
- Não Bella! Nós já falamos sobre isso. Não força. Eu não poderia viver em paz se te machucasse.

Tentei calá-lo passando meus braços em volta do seu pescoço, e no momento que ele tentou tirá-los dali, eu o beijei, como nunca havia beijado. Senti-o tremer com aquele meu gesto e aproveitei o momento.

- Faça amor comigo, Edward! (implorei, sussurrando em seu ouvido)
- Bella, eu...

E antes que ele pudesse terminar a frase, eu já estava passando a língua lentamente pelo contorno de sua orelha. Senti Edward ficar rígido como uma pedra, estava imóvel. E então de repente, suas mãos estavam na minha cintura, puxando meu corpo contra o seu, em direção àquele tórax esculpido. Foi a primeira vez que fiquei feliz por aquele Volvo ter vidros terrivelmente negros. Ia beijando seu pescoço enquanto sentia Edward acariciando minhas costas e subindo aos poucos minha blusa. Ele parecia ter uma prática milenar, como se já tivesse feito aquilo muitas outras vezes. Foi tão rápido, que só depois eu percebi já estar sem blusa, só de sutiã.

- Edward, há alguma possibilidade de fazermos isso sem eu ter que me despir? (perguntei a ele, mordendo os lábios, fazendo cara de pidona)
- Ah Bella, (ele riu) você é hilária! Acha mesmo que vou te dar essa moleza? Quem começou foi você... agora aguenta!

Ele sorriu para mim, maliciosamente, me fazendo acreditar que havia despertado o leão virgem de 108 anos, de uma vez por todas. Deitou rapidamente os bancos do carro e me deitou entre eles, sem nunca tirar os lábios dos meus, invadindo minha boca com aquela língua macia e voraz, como se precisasse me devorar naquele instante.

- Você tem certeza que quer fazer isso aqui, Bella? No carro?
- Absoluta! Claro que eu não tinha certeza. Mas não ia correr o risco de parar para pensar. Não agora, que tinha a atenção dele toda para mim.

Senti sua boca gelada passando pelo meu pescoço, descendo e chegando nos meus seios. Ele deu leves selinhos por cima do meu sutiã, me fazendo ter arrepios que nunca pensei existir. Brincou com a língua pelas alças dele, enquanto circulava meu umbigo com um dos dedos.

- Bells, você gosta muito desse sutiã?
- Hein? Tanto faz... (foi apenas o que consegui responder, afinal, minha mente estava ocupada com outras coisas)
- Hm, ok então.

Fiquei surpresa e mais excitada ainda quando vi Edward arrancar meu sutiã com uma voracidade incrível, jogando-o (o que restou dele) no chão. Por um instante eu corei, vendo ele ali, olhando meus seios, admirando, e passando sua língua nos dentes, como se estivesse saboreando um prato.

- Você está tentando decidir se vai me comer? (juro que me arrependi com o duplo sentido da frase)
- Hum... esta é uma boa pergunta. Mas eu posso te adiantar que você não vai morrer... só se for de cansaço. (e piscou para mim, sorrindo aquele sorriso torto inebriante)

Essa foi a gota d´água. Não aguentava mais aquele jogo. Puxei Edward pelo pescoço, em direção ao meu corpo. Ele tirou a camisa e se deitou por cima de mim. Meu corpo já estava tão quente que pude achar uma delícia aquela pele gelada me tocando. Ele me olhou e começou a beijar meus seios, meus biquinhos que já estavam durinhos. Brincava com eles, usando a língua, rodando em volta deles, dando leves mordidas de vez em quando. Eu agitava meu corpo embaixo dele, pedindo mais, enquanto arranhava suas costas com tanta força que se ele fosse um homem normal, deixaria sérias marcas depois.

Senti suas mãos correndo pela minha barriga e chegando ao botão da calça. Ele abriu ela e puxou-a rapidamente, enquanto eu o ajudava levantando os quadris. Fechei meus olhos e me deixei levar. Edward lambia minha barriga enquanto deslizava as maõs pelas minhas coxas, descia até os joelhos e subia novamente, indo para a parte interna delas, chegando na virilha e voltando de novo para as coxas.
O jogo dele definitivamente era me deixar louca. Sua língua brincava com meu umbigo e ia correndo mais pra baixo, e quando ele chegava bem perto do alvo, subia de volta para beijar minha boca.

- Hã, Edward (gemi) ... você pretende me torturar?
- Não meu amor, só estou esperando você implorar! (ele riu magnificamente)

Eu então joguei minhas pernas para cima, envolvendo o corpo dele e apertando-o bastante e implorei, ali, naquele carro, para ser possuída por ele. Enquanto agarrava meus cabelos, seu beijo era intenso, e sua mão descia novamente, dessa vez chegando ao lugar tão esperado. Tremi quando senti seu dedo abrindo aqueles sagrados lábios e tocando meu clítoris. Me contorci toda só com aquele toque, uma sensação incomum e maravilhosa. Edward me olhou nos olhos e sussurou para mim:

- Não imaginei que você estaria deliciosamente... molhada.

Eu revirei os olhos, corando. Era muito para mim.
Seus dedos começaram a brincar freneticamente com meu clítoris, ora alisando, ora dando leves beliscões, enquanto sugava lentamente meus seios. Eu já estava no auge do nervosismo, por pouco não estapeava ele por me deixar alucinada assim. Começei apertar sua bunda durinha por cima da calça mesmo, e ele parecendo entender o recado, resolveu tirá-la, mas lentamente, sem deixar a tortura de lado.

Era como se eu estivesse diiante de um profissional do streap-tease... Edward descia a calça enquanto mordia maravilhosamente os lábios e me mandava um olhar matador. Eu revirava os olhos e impllorava para ele ser mais rápido. Ele parecia estar se divertindo muito com tudo aquilo, me vendo ali, tão vulnerável, sabendo que eu detestava isso. Depois foi a vez da cueca. Ele passava o dedo pelo elástico, afastando e soltando. E eu hipnotizada com um determinado volume apertado naquela maldita roupa. Pude ver que onde encontrava-se este volume, havia também uma parte molhada, como uma gota. Edward estava com tesão, e pelo visto, lubrificado já.

Aquilo foi me dando tanta agonia, ali, esperando por ele, que sem perceber, levei minha mão até meu sexo, abri mais as minhas pernas e começei a me tocar, enquanto mirava aquele volume com os olhos. Alguma coisa nessa cena fez Edward se dar por vencido, e quando ele abaixou a cueca, pude ver seu mebro duro, tenso e pulsante, se libertando.
Ele tirou delicadamente minha mão do seu destino, e enquanto deitava por cima de mim, eu sentia a cabeçinha encostando na minha entrada. Edward colocou uma de minhas pernas por cima dele, e foi pressionando mais. Eu cravei as unhas nas suas costas enquanto soltava um gemido abafado.

- Tá suportável, Bella?
- Um pouco... tá doendo, mas não me importo mais. Só quero que me penetre, agora. (respondi enquanto me movimentava embaixo dele)

Ele ia me penetrando devagar, e eu sentia seu membro grosso como se estivesse me rasgando. Mas a cada centímetro que ele entrava, a dor ia se misturando com prazer, uma sensação indescritível, ele me preenchendo, me fazendo mulher. Eu gemia baixinho e pedia para ele colocar mais. Ele começava a estocar com ritmo, como se estivesse dançando comigo. A cada estocada, Edward ia se transformando. A ruga de preocupação e tensão de sua testa ia se desfazendo, e eu via um sorrisinho irônico, de campeão.

Ele me pediu permissão para ir mais rápido e eu nessa altura já nem conseguia mais raciocinar. Só consenti. Ele aumentou o ritmo, e eu me sentia uma cadela no cio. Puxava mais ainda ele contra mim, para não desperdiçar nada. Ele levantou minha outra perna, me dando mais abertura e me levando mais ainda à loucura. Ele tirava tudo e depois enfiava bem devagar, tirava, enfiava, tirava e deslizava com classe para dentro de mim. Eu gemia, ofegante, pedia mais força, mais fundo, e quanto mais eu pedia, mais ele dava.

Meu corpo brilhava de suor e ele não desperdiçava uma gotinha. Enquanto me penetrava, agora num ritmo gostoso, como se estivesse rebolando dentro de mim, ele me beijava, nossas línguas apressadas se encontrando. Descia lambendo meus seios, chupava qualquer coisa molhada que estivesse pelo caminho, mas não parava nunca, de dançar deliciosamente em cima de mim. Me pegando de surpresa, ele tirou seu membro e me virou tão rápido, que quando dei por mim, havíamos trocado de lugar e eu estava em cima dele.

- Edward, eu não sei se consigo...
- Vem Bella, consegue sim. A gente descobre junto.

E me pegou pela cintura, me ajudando a encaixar nele. Eu ia descendo o quadril e Edward me movimentava, ora pra frente e pra trás, ora pra cima e pra baixo. Enquanto eu me mexia, sentindo ele em mim, eu me deliciava com a imagem que via. Edward estava de olhos fechados e apertados, com a cabeça jogada pra trás, gemendo, e falando meu nome. Era a nossa primeira vez, e milagrosamente parecia que éramos do mesmo tamanho, nos encaixávamos perfeitamente. Não me contive, e pegando-o de surpresa, aumentei o ritmo, apoiando as mãos em seu peito. Ele estava surpreso em me ver cavalgando naquele membro como se tivesse tido aulas de equitação desde sempre. Eu subia e descia com maestria, e Edward complementava me levantando com o quadril no ritmo certo. Ele dava as estocadas e eu finalizava rebolando em cima dele.

Nossos corpos se misturaram, tínhamos virado um só, o êxtase era total, e eu podia sentir um frenesi chegando, percorrendo minha espinha. Antes que eu pudesse avisá-lo de alguma coisa, Edward segurou com força minha cintura, me puxando contra ele e deu uma estocada única, me fazendo sentir entrar até o talo. Ele tremeu, gemendo alto e me puxando pelos cabelos enquanto me invadia com seu gozo. Eu sorri irradiando felicidade e me deixei levar pela sensação que chegava. Sentia meus músculos se contraírem, meus dedos apertarem os braços de Edward, enquanto um tremor me percorria da cabeça aos pés e me fazia soltar palavras indecifráveis. Perdi minhas forças, deixando meu corpo cair nos braços de Edward, que me abraçava apertado e sorria lindamente para mim.

- Você está bem, Bells?
- Acho que nunca estive melhor.
- Ah... eu te machuquei? Fale a verdade, por favor!
- Você foi perfeito, Edward, deixa de neurose. Eu ainda tô... sem fôlego... eu acho.
- Hum, você está é suada, Bella. (ele ria da minha cara descontente) Posso te dar um banho?
- Você adoraria, né? (era incrível a capacidade que ele tinha em me deixar sem-graça)

Ele riu em gargalhadas.

- Eu te amo, sua boba. Demais.

- Eu te amo também. E obrigada. Por me dar o crédito... e por me fazer mulher.

Edward me puxou para seu lado e me envolveu nos braços. Ficamos ali por mais alguns minutos, sem precisarmos falar nada, só nos olhando, nos amando, nos entendendo. E depois fomos para minha casa, tomar banho. Eu. Ele me daria o banho. Mas isso já é uma outra história... 



                                                                                                Capitulo 2 >>>

2 comentários :

quanta ninfagem !AMEI

11 de dezembro de 2010 16:50 comment-delete

nossa vcs mim surpreende a cada fanfic

yo
10 de março de 2012 01:53 comment-delete

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