ACLDP - Capítulo 3

Terceira Lição



          Acordei-me tarde. Mamãe não me perguntou nada. Ela achava que eu estava cansada de estudar. Mal sabia ela que meus estudos eram outros.



         Sexo dá fome, hein! Comi um misto de café da manhã com almoço, bem farto, mas com algum tempo para fazer a digestão até às duas.



         Como meu professor ia me tirar de casa, me decidi por vestir um vestido de crepe estampado e soltinho, que não precisava de sutiã e uma calcinha mínima do jeito que eu gosto, meus cabelos soltos e uma sandália de saltinho. Me maquiei levemente e coloquei poucas bijuterias, para não ter trabalho de retirar depois.



          Meus sonhos foram povoados de sexo, com o meu professor. Confesso que ser uma vadia era uma natureza para mim assim como ser mulher. Eu não me sentia culpada por isso. Tenho certeza que muitas mulheres dariam tudo para estar no meu lugar.



         Um pouco antes das duas a campainha tocou. Corri para atender, não adiantava mais negar o inegável, eu era cheia de tara pelo meu professor, e eu contava as horas para que ele chegasse.



- Professor Cullen. – Cumprimentei sarcasticamente.

        

Edward estava despojado como ontem. Com uma calça jeans escura “envelhecida” nas coxas, uma camisa preta e lisa, de malha justa no corpo, delineando cada músculo talhado do corpo. A novidade ficava por conta dos óculos escuros que escondiam seus olhos verdes.

- Pronta? – Ele perguntou se inclinando para mim. Seu hálito de menta me confundiu por uns instantes.



- Sempre. – Eu fechei a casa e o segui até seu carro.



       Um volvo prata reluzente com vidros fumê. Estes de grande utilidade por sinal. Ele não abriu a porta para mim, mas isso não me importava. Entrei no carro.



        Edward dirigiu em silêncio para fora da cidade. Depois de quase quarenta minutos de uma viagem em alta velocidade ele parou num motel. Fiquei em êxtase. Eu sempre quis ir para um motel. Ser menor de idade não estava em questão ali.



        Rapidamente Edward nos reservou um quarto chique e caro. Ou ele era mais rico do que eu imaginava ou se importava comigo – ou com ele mesmo - para gastar tanto dinheiro numa trepada fácil. Eu iria para o pior motel numa beira de esquina à pé de se ele quisesse.



- O que aprenderei hoje? – Eu perguntei, olhando aquele quarto cheio de espelhos.



         Cama redonda, espelhos no teto e na parede. Uma banheira de hidromassagem no canto. Luzes coloridas nas paredes. Tinha uma cadeira esquisita que tive vergonha de perguntar o que era, mas com certeza nós faríamos toda sacanagem do mundo ali. Um frigobar, banheiro e umas putarias que se vendem em sex shop. Ah e uma mesinha, acho que para comer alguma coisa. Este era o quarto.



- Não está se perguntando o porquê do motel? – Ele perguntou alisando a minha bunda.



- Estou. – Eu respondi olhando nosso reflexo no espelho. Ele sorriu safado e respondeu no meu ouvido.



- Me dará uma visão melhor de quando eu for comer o seu rabinho hoje. – eu estremeci com a nossa proximidade.



- Anal?



- Exatamente. Agora, tira a roupa logo, que eu preciso de você. – Ele disse, e eu gemi em resposta.



         Ele não me disse que precisava “me comer”, ele disse que precisava de mim. Será, que alguma coisa estava mudando entre nós dois?

        

        Antes que eu pudesse divagar muito meu professor estava nu, me “ajudando” a tirar minha roupa.



- Só não arranco porque senão você teria que voltar para casa pelada. Não que seja má idéia...



- Eu e você, no seu volvo... – Ele ignorou meu comentário me dando uma ordem:



- De quatro, minha vadiazinha... - Edward falou, passando a língua por meu pescoço. Fiz o que ele mandou, pondo-me de quatro em cima daquela cama redonda.



         Edward passou a mão pela minha bunda, levemente, e depois deu um tapa estalado.



- Ahhh... - Eu gemi de dor e tesão ao mesmo tempo. Edward saiu de perto de mim, e voltou instantes depois, com um vidrinho com um tipo de gel dentro.



         Edward afastou minhas nádegas, abrindo minha entrada, e enfiou dois dedos molhados com aquele liquido, me lubrificando.



- Ahh-Ohh! - Gemi de dor. Era uma dor perfurante, parecia que ia me rasgar ao meio.



- Relaxa e goza ... Literalmente... - Ele falou, continuando a passar aquele líquido dos horrores na minha entrada. Edward tirou seu dedo de lá, e começou a massagear seu membro.



- Vai, empina essa bundinha gostosa pra mim, vai Bella... - Ele sussurrou. Pedindo assim...



         Empinei minha bunda mais ainda, dando uma visão perfeita para Edward, quando senti uma coisa grande demais querer entrar em mim. Olhei para o teto. A visão seria assustadora se não fosse tão sexy. Eu de quatro, Edward de joelhos atrás de mim com uma tora enorme na entrada do meu rabo.



- Oh-Oh... - Gemi, dolorida.



- Relaxa... - Edward falou de novo, e em seguida senti a cabeça de seu membro entrando em mim, e uma dor horrível se apossou do meu corpo. Edward era muito grande!



         Quando ele já estava dentro de mim, fazendo movimentos lentos de vai-e-vem, senti uma mão sua indo de encontro ao meu clitóris, me estimulando, me ajudando a relaxar.



         Edward começou a estocar mais rápido, e forte. A dor ainda não havia passado, mas os seus dedos maravilhosos ajudavam-me a esquecê-la por uns instantes...



- Porra, como você é apertadinha, vadia... - Edward gemeu, guiando-me com uma mão e com a outra me estimulando, quase deitando em cima de mim.



         Eu já não agüentava mais de tesão, sentindo Edward inteiro dentro de mim, sua barriga encostando em minhas costas, seus dedos me estimulando...



- Oh, Edward... - Falei, sentindo espasmos violentos se apoderarem de meu corpo.



         Edward saiu inteiro de dentro de mim, mas logo entrou de novo.



- Bella... Você vai me matar... De prazer... Olha pra cima vai. Quero que você me veja. - Edward falava, intercalando palavras com suas estocadas fortes.



- Porra! - Gritei de dor.



- GOSTOSA! - Edward gritou mais alto me dando um sonoro tapa na bunda. Em seguida gozei, o meu mel escorreu por minhas pernas.



- Ca..ramba! - Edward ofegou.



         Edward saiu inteiro dentro de mim, e logo entrou tudo de uma vez só, rápido e forte.



- MERDA EDWARD! - Gritei, desesperada.



- Eu avisei que ia ter troco, vadia... E é professor Cullen - Ele falou, tirando tudo de dentro de mim e entrando rápido e forte como a primeira vez.



         Senti uma lágrima escorrer pela minha bochecha. Era tudo tão dolorido e tão excitante ao mesmo tempo.



- Rebola o cuzinho pra mim, quero encher ele inteirinho com a minha porra, vai... - Ele falou, pegando em meus cabelos e puxando para trás.



         Atendi prontamente, rebolando meu cu no pau dele, minha visão se movia entre todos os espelhos à minha volta, eu queria pegar todos os ângulos daquela trepada.



- PORRA, BELLA!!! - Ele gritou e gozou no meu cuzinho, me enchendo com sua porra, que a cada estocada era expulsa para fora, escorrendo por minhas pernas.



- Ahhhhhh! - Edward gemeu, saindo de mim e eu desabei na cama, cansada.



- Puta que o pariu... - Edward falou, subindo por cima de mim e beijando meus ombros, meu pescoço e mordendo minha orelha.



- Edward... - Gemi.



- Professor Cullen, Bella. Professor Cullen. – Ele me corrigiu.



         Edward deitou na cama ao meu lado e fechou os olhos. Eu evitei me encostar nele para que ele não me rejeitasse como ontem. A verdade é que eu queria algo mais e eu começava a suspeitar que nada tinha a ver com sexo. Ele me dissera “cinco lições”. E eu estava na terceira. E depois, o que aconteceria?



        

         Fiquei quietinha ao seu lado e acho que ele adormeceu. Olhei para o espelho do teto e nos vi nus, deitados lado a lado sem nos encostar. Decidi que custasse o que custasse, eu seria sua melhor “aluna”. Deixei que ele descansasse por quase meia hora.



Depois, lentamente, me coloquei entre suas pernas e caí de boca no seu membro, ainda “dormindo”. Edward gemeu mas não se acordou.



          Continuei chupando até que ele ficasse completamente ereto, e me pus a fazer tudo o que ele tinha me ensinado. Passava as mãos carinhosamente por toda a extensão do seu membro e pelos seus testículos. Chupava, mordiscava, circundava com a minha língua e ia fundo, quase me engasgando.



          Meu professor acordou sobressaltado e eu olhei para ele. Ele sorriu torto, um sorriso diferente de todo aquele cinismo que eu estava acostumada a receber. Ele me pegou no colo me levando para a banheira de hidromassagem. Ele se sentou na banheira me colocando no meio das suas pernas e jatos quentes de água agora começaram a encher o enorme recipiente.



          Ele ficou beijando o meu pescoço, mordiscando a minha orelha. E uma sensação diferente se apoderava de mim. Eu sentia que algo havia mudado, mas eu não sabia se era em mim, nele, ou na gente.



          Ele colocou sais de banho na banheira, fazendo um leve borbulhar refrescante e cheiroso de menta com hortelã. Pegou um sabonete líquido e começou a ensaboar os meus seios com delicadeza. Uma delicadeza diferente, ele realmente estava sendo cuidadoso.



          Eu me recostei em seu peito musculoso e suspirei. Tomei a liberdade de perguntar:



- O que está pensando?



- Em nada. – Ele respondeu prontamente.



- Nada? – Insisti em vão.



- Humrum. – Ele resmungou acariciando meus cabelos.



         Eu relaxei ao seu toque, não era o tipo de resposta que eu queria. Tive que mudar a minha abordagem.



- A lição de hoje acabou?



- Só acaba se quisermos. – Ele deu de ombros.



- Pra que serve aquela cadeira? – Eu perguntei apontado para uma cadeira esquisita que tinha no quarto. Ele soltou uma risadinha e disse:



- É a cadeira da felação. Ou do sexo oral. – Aquela explicação me acendeu completamente.



- Posso terminar o que eu comecei? – Eu pedi tocando no seu pau que já estava duro novamente.



-Deve. – Ele respondeu mordendo os lábios.



          Nos levantamos e ele sentou na cadeira. Eu ia perguntar por que ele não colocava os pés no apoio, mas me lembrei que quem fazia assim eram as mulheres na cadeira do ginecologista. Me apoiei no outro banquinho e caí de boca em seu membro duro.



- Huuuu. Isso delícia. – Ele gemeu.



          Edward foi me ajudando com a mão, uma ele usava para segurar o pênis e outra ele guiava a minha cabeça com força num vai e vem meticuloso. Quando eu senti seu pênis pulsar dentro da minha boca ele parou.



- Vai pra cama. – Ele disse. Eu me joguei na cama e deitei de costas para o colchão.



          Ele se inclinou para mim de joelhos, colocou seu pau entre os meus seios, juntou meus peitos com as mãos e começou a bombar com força. Eu olhei para o espelho do teto e senti sua porra na minha cara. Tranquei a boca e os olhos.



- Ahhhh. – meu professor gemeu. Jorrando seus últimos pingos de tara no meu rosto.



- Vem se lavar. – Eu me levantei e mergulhei na banheira. Meu professor me ajudou a me limpar.



- Com fome? – Ele perguntou me passando um roupão e já vestido com o seu.



- Um pouco. – Eu disse. Ele sorriu discando para a recepção e nos pedindo um lanche.



- Sabe. Você não poderia dizer que vai estudar na casa de uma amiga, amanhã à noite? – Ele pousou o telefone no gancho e me olhou.



- Poderia, mas por que? – Eu fiquei parada olhando-o.



- Eu gosto de trepar antes de dormir. - Ele disse simplesmente.



         Senti meus joelhos fraquejarem e meu mel começar a pinicar entre as minhas pernas, me amaldiçoei por estar em pé.



- A noite inteira? – Eu inquiri safada.



- Bem, começamos à tarde... E vamos até... – Ele deixou a sugestão no ar.



- Eu aceito. – Eu concordei.



- Boa. Quer dizer. Bom. – Ele sorriu cínico vindo me beijar na boca.



         Sua língua quente pediu passagem de uma maneira amorosa e eu cedi. Meu professor me agarrou pela cintura me puxando para si. Eu espalmei minhas mãos por dentro do seu roupão, sentindo a maciez do seu peitoral. Fomos interrompidos pelo barulho do nosso lanche chegando.



         Comemos em silêncio, eu realmente estava faminta.



- Eu ainda queria mais uma rodada. Mas você precisa chegar em casa antes da sua mãe. Portanto, pegue suas coisas que eu vou pagar nossa estadia. – Ele disse se levantando da mesa.



         Eu assenti e logo estávamos à caminho da minha casa. Edward tocava em minhas mãos enquanto dirigia, só retirando para mudar de marcha. Eu fiquei em silêncio, apreciando toda aquela loucura.



         Chegamos à minha casa, e quando fiz menção de descer do carro, Edward trancou as portas. Eu olhei indagativa para ele. Seus olhos brilharam diferentes, um brilho anormal em se tratando dele.



- Algo errado? – Eu perguntei calmamente.



- Eu queria dizer coisa. – Ele falou sério.



- O que? – Eu perguntei. Meu coração se acelerou freneticamente.



- Você é a minha vadiazinha. E eu adoro fuder com você. Vai lá. – Ele apertou minha coxa com violência. E sorriu cínico.



         Eu estremeci e me senti estranhamente bem, ele não poderia ter me dito algo melhor.



- Que horas amanhã?



- A mesma de hoje. E lembre-se de colocar lingerie extras na sua bolsa. Eu adoro rasgá-las com a boca. – Ele disse vadio.



         Eu ri safada e entrei em casa. E mais uma vez me pus a pensar: Quando eu perderia minha maldita virgindade?





  
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2 comentários :

Amei.
Anciosa pelo proximo.
Não demore muito a postar. Por favor.
Realmente adoro essa fic.
bjs

31 de dezembro de 2010 12:34 comment-delete

Adorei , tambem adoro essa finc

10 de janeiro de 2011 19:27 comment-delete

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